Investigação sobre morte de adolescente apreende carro blindado, armas e celulares em Macaé
Publicado em: 28/02/2026 15:33
<br /> Itens apreendidos pela Polícia Civil em investigação em Macaé
Polícia Civil
A investigação sobre a morte do adolescente Lorran Cristo, de 13 anos, avançou nesta sexta-feira (27) com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Macaé, no Norte Fluminense.
De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes estiveram em três endereços: duas residências, uma no bairro Barra e outra no condomínio Vale dos Cristais, e na empresa de um dos investigados, no Lagomar.
Durante as buscas, foram apreendidos um carro blindado que teria sido utilizado no dia do crime, celulares e sete armas de fogo. Todas, segundo a polícia, possuem registro.
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A próxima etapa considerada fundamental para o inquérito é o confronto balístico. A perícia vai comparar o projétil que atingiu o carro da família com as armas recolhidas. O resultado deve ser concluído em até dez dias e pode ser determinante para o encerramento da investigação.
Inicialmente, a polícia trabalhava com duas linhas investigativas. Com o avanço das provas técnicas, no entanto, o foco passou a se concentrar em um dos investigados, que atua no setor de pesca na região.
Até o momento, ninguém foi preso.
A polícia também realizou uma reconstrução em 3D da cena do crime e reconstituiu o trajeto feito pela família com base em imagens de monitoramento da rodovia RJ-182.
Um dos investigados confirmou que estava na rodovia no dia do crime. Ele afirmou ter presenciado uma situação suspeita, mas negou qualquer participação.
Delegado destaca uso de tecnologia
Responsável pelo caso, o delegado de Conceição de Macabu, Ruchester Marreiros, destacou o uso de tecnologia e o trabalho técnico da equipe como essenciais para o avanço das apurações.
“A polícia demonstra uma resposta rápida de que, com a tecnologia correta e profissionalismo, é possível chegar à elucidação de qualquer crime. Uma das ferramentas mais importantes é a coleta e a análise de dados. O trabalho em parceria com a iniciativa privada, complementando com tecnologia de ponta e fornecimento ágil de informações, permite que a Polícia Civil elucide crimes com mais velocidade e precisão, o que é fundamental para que o criminoso responda na Justiça”, afirmou.
O delegado classificou o caso como um crime bárbaro e disse que a sociedade precisa de respostas.
As investigações seguem em andamento.
Polícia Civil
A investigação sobre a morte do adolescente Lorran Cristo, de 13 anos, avançou nesta sexta-feira (27) com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Macaé, no Norte Fluminense.
De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes estiveram em três endereços: duas residências, uma no bairro Barra e outra no condomínio Vale dos Cristais, e na empresa de um dos investigados, no Lagomar.
Durante as buscas, foram apreendidos um carro blindado que teria sido utilizado no dia do crime, celulares e sete armas de fogo. Todas, segundo a polícia, possuem registro.
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A próxima etapa considerada fundamental para o inquérito é o confronto balístico. A perícia vai comparar o projétil que atingiu o carro da família com as armas recolhidas. O resultado deve ser concluído em até dez dias e pode ser determinante para o encerramento da investigação.
Inicialmente, a polícia trabalhava com duas linhas investigativas. Com o avanço das provas técnicas, no entanto, o foco passou a se concentrar em um dos investigados, que atua no setor de pesca na região.
Até o momento, ninguém foi preso.
A polícia também realizou uma reconstrução em 3D da cena do crime e reconstituiu o trajeto feito pela família com base em imagens de monitoramento da rodovia RJ-182.
Um dos investigados confirmou que estava na rodovia no dia do crime. Ele afirmou ter presenciado uma situação suspeita, mas negou qualquer participação.
Delegado destaca uso de tecnologia
Responsável pelo caso, o delegado de Conceição de Macabu, Ruchester Marreiros, destacou o uso de tecnologia e o trabalho técnico da equipe como essenciais para o avanço das apurações.
“A polícia demonstra uma resposta rápida de que, com a tecnologia correta e profissionalismo, é possível chegar à elucidação de qualquer crime. Uma das ferramentas mais importantes é a coleta e a análise de dados. O trabalho em parceria com a iniciativa privada, complementando com tecnologia de ponta e fornecimento ágil de informações, permite que a Polícia Civil elucide crimes com mais velocidade e precisão, o que é fundamental para que o criminoso responda na Justiça”, afirmou.
O delegado classificou o caso como um crime bárbaro e disse que a sociedade precisa de respostas.
As investigações seguem em andamento.
Palavras-chave:
tecnologia
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