PF faz operação contra nomeação de assessores parlamentares fantasmas no Rio
Publicado em: 24/03/2026 07:45
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (24), uma operação contra suspeitas de irregularidades relacionadas ao possível uso indevido de recursos eleitorais e da estrutura institucional da Câmara Municipal de Angra dos Reis, do Rio de Janeiro, para campanha política.
Entre os casos investigados está o de uma assessora parlamentar que cursa medicina, presencialmente e em tempo integral, em Juiz de Fora (MG). Ela também trabalha como cirurgiã-dentista no local. Ou seja, não poderia atuar, de fato, no gabinete em Angra dos Reis, onde é contratada.
Policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Eleitoral, nas cidades de Angra dos Reis, Rio de Janeiro e Juiz de Fora (MG). A operação é chamada de Caça Fantasmas.
As diligências ocorrem em endereços vinculados aos investigados, incluindo residências, um escritório de advocacia e um gabinete parlamentar na Câmara Municipal de Angra dos Reis.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como funcionava o esquema?
As investigações apontam para o uso da máquina pública para práticas criminosas, com nomeação de assessores parlamentares sem efetivo exercício funcional. Na prática, isso sugere que haveria uma vinculação entre a ocupação de cargos públicos e a obtenção de apoio político e financeiro.
A PF apura se essas ligações eram usadas como mecanismo de sustentação de base política, inclusive, como recebimento e envio de dinheiro público por fora dos registros oficiais de campanha.
Entre os exemplos está o caso de uma assessora parlamentar, formalmente vinculada ao gabinete investigado que cursa medicina, presencialmente e em tempo integral, em Juiz de Fora (MG). Ela também trabalha como cirurgiã-dentista no local. Ou seja, não poderia trabalhar, de fato, no gabinete em Angra dos Reis, onde é contratada.
Entre os elementos apurados, destaca-se a situação de uma assessora parlamentar formalmente vinculada ao gabinete investigado que, conforme levantado, desenvolvia atividades acadêmicas em curso de medicina presencial, em tempo integral e situado na cidade de Juiz de Fora/MG, além de exercer atividade profissional como cirurgiã-dentista no mesmo município. Tais circunstâncias evidenciam uma impossibilidade concreta de exercício simultâneo em relação às atribuições do cargo público em Angra dos Reis.
- Esta reportagem está em atualização.
Entre os casos investigados está o de uma assessora parlamentar que cursa medicina, presencialmente e em tempo integral, em Juiz de Fora (MG). Ela também trabalha como cirurgiã-dentista no local. Ou seja, não poderia atuar, de fato, no gabinete em Angra dos Reis, onde é contratada.
Policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Eleitoral, nas cidades de Angra dos Reis, Rio de Janeiro e Juiz de Fora (MG). A operação é chamada de Caça Fantasmas.
As diligências ocorrem em endereços vinculados aos investigados, incluindo residências, um escritório de advocacia e um gabinete parlamentar na Câmara Municipal de Angra dos Reis.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como funcionava o esquema?
As investigações apontam para o uso da máquina pública para práticas criminosas, com nomeação de assessores parlamentares sem efetivo exercício funcional. Na prática, isso sugere que haveria uma vinculação entre a ocupação de cargos públicos e a obtenção de apoio político e financeiro.
A PF apura se essas ligações eram usadas como mecanismo de sustentação de base política, inclusive, como recebimento e envio de dinheiro público por fora dos registros oficiais de campanha.
Entre os exemplos está o caso de uma assessora parlamentar, formalmente vinculada ao gabinete investigado que cursa medicina, presencialmente e em tempo integral, em Juiz de Fora (MG). Ela também trabalha como cirurgiã-dentista no local. Ou seja, não poderia trabalhar, de fato, no gabinete em Angra dos Reis, onde é contratada.
Entre os elementos apurados, destaca-se a situação de uma assessora parlamentar formalmente vinculada ao gabinete investigado que, conforme levantado, desenvolvia atividades acadêmicas em curso de medicina presencial, em tempo integral e situado na cidade de Juiz de Fora/MG, além de exercer atividade profissional como cirurgiã-dentista no mesmo município. Tais circunstâncias evidenciam uma impossibilidade concreta de exercício simultâneo em relação às atribuições do cargo público em Angra dos Reis.
- Esta reportagem está em atualização.
Palavras-chave:
câmara municipal
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