Tecer Mulher, de Marabá, vence Prêmio LED 2026 por inclusão digital de mulheres idosas
Publicado em: 02/04/2026 18:11
Prêmio LED 2026 anuncia vencedores e distribui R$ 1,2 milhão a projetos de educação
O projeto Tecer Mulher, desenvolvido pela Faculdade de Sistemas de Informação da UNIFESSPA, em Marabá, no sudeste do Pará, foi reconhecido como vencedor do Prêmio LED (Luz na Educação) 2026, iniciativa da Rede Globo e da Fundação Roberto Marinho que valoriza ações que transformam vidas por meio da educação. Ao todo, os seis projetos premiados receberam R$ 1,2 milhão em prêmios, sendo R$ 200 mil para cada iniciativa vencedora, além de um troféu.
A iniciativa se destaca por promover inclusão digital e alfabetização para mulheres acima de 60 anos, fortalecendo a autoestima, combatendo o isolamento social e ampliando a participação dessas mulheres na sociedade contemporânea. Criado em 2024 pela professora Leia Sousa de Sousa, o projeto oferece oficinas presenciais e intergeracionais, com apoio de estudantes universitários, capacitando as idosas no uso de smartphones, computadores, redes sociais e ferramentas de comunicação, sempre respeitando o ritmo de aprendizado de cada participante.
O Tecer Mulher utiliza uma metodologia que combina diagnóstico inicial, materiais acessíveis e avaliação contínua, garantindo que todas as participantes consigam absorver o conteúdo e aplicar a tecnologia no dia a dia, promovendo autonomia e protagonismo social. A iniciativa também valoriza a cultura amazônica e regional, conectando saberes tradicionais com habilidades digitais modernas.
Durante programa especial na Globo, foram anunciados seis vencedores
Além da premiação oficial, o público pôde participar da escolha de mais um projeto via voto popular, acessando a plataforma pelo QR code exibido durante o programa especial da Globo. O resultado dessa votação foi anunciado no dia 8 de abril, no programa Encontro com Patrícia Poeta.
Segundo especialistas e organizadores, iniciativas como o Tecer Mulher mostram como a educação e a tecnologia podem gerar impacto social real, abrindo caminho para que mulheres idosas se conectem com o mundo digital e participem de forma ativa da vida social e econômica da região amazônica.
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O projeto Tecer Mulher, desenvolvido pela Faculdade de Sistemas de Informação da UNIFESSPA, em Marabá, no sudeste do Pará, foi reconhecido como vencedor do Prêmio LED (Luz na Educação) 2026, iniciativa da Rede Globo e da Fundação Roberto Marinho que valoriza ações que transformam vidas por meio da educação. Ao todo, os seis projetos premiados receberam R$ 1,2 milhão em prêmios, sendo R$ 200 mil para cada iniciativa vencedora, além de um troféu.
A iniciativa se destaca por promover inclusão digital e alfabetização para mulheres acima de 60 anos, fortalecendo a autoestima, combatendo o isolamento social e ampliando a participação dessas mulheres na sociedade contemporânea. Criado em 2024 pela professora Leia Sousa de Sousa, o projeto oferece oficinas presenciais e intergeracionais, com apoio de estudantes universitários, capacitando as idosas no uso de smartphones, computadores, redes sociais e ferramentas de comunicação, sempre respeitando o ritmo de aprendizado de cada participante.
O Tecer Mulher utiliza uma metodologia que combina diagnóstico inicial, materiais acessíveis e avaliação contínua, garantindo que todas as participantes consigam absorver o conteúdo e aplicar a tecnologia no dia a dia, promovendo autonomia e protagonismo social. A iniciativa também valoriza a cultura amazônica e regional, conectando saberes tradicionais com habilidades digitais modernas.
Durante programa especial na Globo, foram anunciados seis vencedores
Além da premiação oficial, o público pôde participar da escolha de mais um projeto via voto popular, acessando a plataforma pelo QR code exibido durante o programa especial da Globo. O resultado dessa votação foi anunciado no dia 8 de abril, no programa Encontro com Patrícia Poeta.
Segundo especialistas e organizadores, iniciativas como o Tecer Mulher mostram como a educação e a tecnologia podem gerar impacto social real, abrindo caminho para que mulheres idosas se conectem com o mundo digital e participem de forma ativa da vida social e econômica da região amazônica.
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Palavras-chave:
tecnologia
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