Mulher internada em estado grave por suspeita de envenenamento é transferida; filha de 6 anos morreu
Publicado em: 13/04/2026 18:48
<br /> Regional Leste, Juiz de Fora
Letícia Damasceno/TV Integração
A mulher de 34 anos, que teria sido envenenada junto com a filha, foi transferida para o Hospital Doutor João Penido, em Juiz de Fora. Ela e a criança de 6 anos deram entrada na Regional Leste, na tarde da última quinta-feira (9).
A menina foi atendida, transferida para o Hospital Maternidade Therezinha de Jesus, mas morreu na madrugada do dia seguinte.
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Já a mulher, segundo a Secretaria de Saúde, foi transferida na manhã de sábado (11) para o João Penido. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) disse que não passa atualizações dos pacientes devido à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela 1ª Delegacia Regional e que o delegado responsável, Vitor Fiuza, abriu inquérito, solicitou exame pericial e realizou oitivas.
Um prato com resquícios de macarrão instantâneo que estava na casa das vítimas foi recolhido. Não há, até o momento, confirmação sobre o envenenamento ou possíveis causas.
Mãe e filha apresentaram os mesmos sintomas
Na tarde de quinta (9), mãe e filha deram entrada na Regional Leste. Segundo o Registro de Evento de Defesa Social (Reds), da Polícia Militar, ambas apresentavam os mesmos sintomas. Uma enfermeira da unidade suspeitou de envenenamento e acionou a polícia.
Ainda conforme o documento, a criança teve uma parada cardiorrespiratória, foi intubada e transferida para o Hospital Maternidade Therezinha de Jesus. A mulher, que chegou consciente, evoluiu para parada cardiorrespiratória e salivação excessiva - assim como a menina - e também precisou ser intubada.
Conforme o documento policial, como as duas apresentavam quadro semelhante, o médico levantou a hipótese de envenenamento.
Um familiar das pacientes foi na casa para buscar possíveis alimentos consumidos e retornou com um chocolate, um biscoito e um iogurte, todos já abertos. Ele disse que o chocolate tinha partículas semelhantes a “chumbinho”, um raticida ilegal e altamente tóxico, mas a substância não foi vista pelo médico.
No entanto, o médico relatou aos policiais que encontrou resíduos com características semelhantes no vômito da menina, “reforçando a suspeita de intoxicação”.
Um prato com restos de macarrão instantâneo foi recolhido e encaminhado para perícia.
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Na tarde de quinta (9), mãe e filha deram entrada na Regional Leste. Segundo o Registro de Evento de Defesa Social (Reds), da Polícia Militar, ambas apresentavam os mesmos sintomas. Uma enfermeira da unidade suspeitou de envenenamento e acionou a polícia.
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Um familiar das pacientes foi na casa para buscar possíveis alimentos consumidos e retornou com um chocolate, um biscoito e um iogurte, todos já abertos. Ele disse que o chocolate tinha partículas semelhantes a “chumbinho”, um raticida ilegal e altamente tóxico, mas a substância não foi vista pelo médico.
No entanto, o médico relatou aos policiais que encontrou resíduos com características semelhantes no vômito da menina, “reforçando a suspeita de intoxicação”.
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