Cidade de SP cria cadastro integrado de violência doméstica para agilizar atendimento a vítimas
Publicado em: 14/04/2026 19:57
<br /> O X vermelho desenhado na palma da mão faz parte de uma campanha mundial para amparar mulheres em situação de violência doméstica
Reprodução/Tv Tem
A Prefeitura de São Paulo sancionou nesta terça-feira (14) a lei que cria o Cadastro Único da Violência Doméstica (Cavid), sistema que promete integrar dados de diferentes órgãos públicos sobre casos de agressão contra mulheres.
A medida entra em vigor em meio a um cenário preocupante: no estado de São Paulo, um feminicídio é registrado a cada 25 horas, em média.
O Cavid começou a ser discutido há cinco anos e tem como principal objetivo centralizar informações hoje dispersas em diferentes áreas do poder público. Pela proposta, dados sobre violência doméstica serão reunidos a partir de registros das redes de saúde, educação, assistência social e segurança pública.
Segundo o texto publicado no Diário Oficial, a prefeitura terá prazo de até 18 meses para colocar o sistema em funcionamento. O período é maior do que o inicialmente previsto no projeto aprovado pela Câmara Municipal.
A integração também deve incluir informações de bases federais, estaduais e municipais, permitindo um acompanhamento mais completo dos casos e, em tese, uma atuação mais rápida e coordenada do poder público.
Pesquisa mostra cenário de violência contra a mulher em SP
Reprodução/Tv Tem
A Prefeitura de São Paulo sancionou nesta terça-feira (14) a lei que cria o Cadastro Único da Violência Doméstica (Cavid), sistema que promete integrar dados de diferentes órgãos públicos sobre casos de agressão contra mulheres.
A medida entra em vigor em meio a um cenário preocupante: no estado de São Paulo, um feminicídio é registrado a cada 25 horas, em média.
O Cavid começou a ser discutido há cinco anos e tem como principal objetivo centralizar informações hoje dispersas em diferentes áreas do poder público. Pela proposta, dados sobre violência doméstica serão reunidos a partir de registros das redes de saúde, educação, assistência social e segurança pública.
Segundo o texto publicado no Diário Oficial, a prefeitura terá prazo de até 18 meses para colocar o sistema em funcionamento. O período é maior do que o inicialmente previsto no projeto aprovado pela Câmara Municipal.
A integração também deve incluir informações de bases federais, estaduais e municipais, permitindo um acompanhamento mais completo dos casos e, em tese, uma atuação mais rápida e coordenada do poder público.
Pesquisa mostra cenário de violência contra a mulher em SP
Palavras-chave:
câmara municipal
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