Infraestrutura de prática aprimora formação acadêmica no ensino superior
Publicado em: 15/09/2025 17:58
<br /> No cenário da educação superior brasileira, cresce a consciência de que não basta dominar conteúdos teóricos — para formar profissionais preparados para os desafios do mercado e da sociedade é indispensável o acesso a ambientes práticos, onde se aprende fazendo, errando, testando hipóteses e resolvendo problemas reais. Pesquisas recentes revelam que metodologias ativas, oficinas práticas e laboratórios fortalecem não só o rendimento acadêmico, mas também o desenvolvimento de competências como criatividade, autonomia, trabalho em equipe e pensamento crítico. Por exemplo, estudo com estudantes de Administração, Ciências Contábeis e Economia constatou que 69,1% dos participantes consideram oficinas práticas altamente contributivas para seu desenvolvimento acadêmico e profissional, enquanto 83,6% apontam sua importância para a carreira futura.
No Brasil, o conceito de espaços maker tem ganhado visibilidade como alternativa pedagógica que integra diversas áreas do conhecimento, tecnologia e criatividade, promovendo aprendizagem significativa. Artigos analisam seus benefícios: estímulo à curiosidade, maior engajamento, interdisciplinaridade, construção colaborativa de conhecimento, além de favorecer habilidades socioemocionais.
Dentro desse contexto, o Centro Universitário Cidade Verde (UniCV), instituição de ensino superior presente em Maringá, em mais de 800 polos do Brasil e 6 países, tem investido fortemente em infraestrutura prática para seus acadêmicos. A começar pelo Núcleo de Atendimento à Comunidade (NAC), onde os estudantes participam de aulas práticas diretamente voltadas ao serviço comunitário, atendimento real ou simulado, integrando teoria e prática. Também existe o Espaço Maker, equipado com ferramentas tecnológicas e convencionais, onde projetos interdisciplinares permitem que alunos de diferentes cursos elaborem protótipos, testem ideias, explorem materiais diversos e desenvolvam soluções criativas. Somam-se a isso laboratórios especializados — de saúde, exatas, meio ambiente — que garantem que os estudantes tenham contato direto com técnicas, instrumentos e métodos de pesquisa ou produção que serão exigidos em seu futuro profissional.
Segundo o coordenador da área de Engenharia, Fernando Novaes, “quando o aluno entra no laboratório ou no maker, ele deixa de ser espectador passivo; passa a experimentar, a testar, a falhar, a ajustar. Esse processo constrói autonomia, senso crítico e prepara para problemas que não se resolvem apenas no papel.”
Pesquisas reforçam que esse tipo de estrutura melhora a retenção de estudantes, diminui lacunas de aprendizado e aumenta a empregabilidade. O ensino superior com forte componente prático permite que o futuro profissional já saia da graduação com noções mais realistas do mercado, menos choque de adaptação e mais confiança para atuar. Além disso, ambientes práticos estimulam inovação, pesquisa aplicada e um ciclo de retorno para a comunidade — seja mediante prestação de serviço, seja por meio de soluções inovadoras para problemas locais.
Contudo, para que esse modelo funcione plenamente, são necessários alguns elementos essenciais: infraestrutura bem equipada, professores preparados para mediar práticas, carga horária adequada para aulas práticas, integração entre teoria e prática no currículo, e manutenção desses ambientes. Também é importante garantir que haja segurança nesses espaços — especialmente nos laboratórios com químicos, equipamentos pesados ou ambientes de saúde. Estudos apontam que ambientes práticos carecem de normas e de práticas de segurança bem definidas.
“Apostar em ambientes de prática não é luxo, mas necessidade para qualidade, inclusão e relevância da educação superior brasileira. Quem aprende fazendo não só entende mais, mas participa mais, se motiva mais, prepara‐se melhor e contribui mais, refletindo diretamente no que é entregue em trabalho após a formação superior”, afirma o reitor do UniCV, José Carlos Barbieri.
No Brasil, o conceito de espaços maker tem ganhado visibilidade como alternativa pedagógica que integra diversas áreas do conhecimento, tecnologia e criatividade, promovendo aprendizagem significativa. Artigos analisam seus benefícios: estímulo à curiosidade, maior engajamento, interdisciplinaridade, construção colaborativa de conhecimento, além de favorecer habilidades socioemocionais.
Dentro desse contexto, o Centro Universitário Cidade Verde (UniCV), instituição de ensino superior presente em Maringá, em mais de 800 polos do Brasil e 6 países, tem investido fortemente em infraestrutura prática para seus acadêmicos. A começar pelo Núcleo de Atendimento à Comunidade (NAC), onde os estudantes participam de aulas práticas diretamente voltadas ao serviço comunitário, atendimento real ou simulado, integrando teoria e prática. Também existe o Espaço Maker, equipado com ferramentas tecnológicas e convencionais, onde projetos interdisciplinares permitem que alunos de diferentes cursos elaborem protótipos, testem ideias, explorem materiais diversos e desenvolvam soluções criativas. Somam-se a isso laboratórios especializados — de saúde, exatas, meio ambiente — que garantem que os estudantes tenham contato direto com técnicas, instrumentos e métodos de pesquisa ou produção que serão exigidos em seu futuro profissional.
Segundo o coordenador da área de Engenharia, Fernando Novaes, “quando o aluno entra no laboratório ou no maker, ele deixa de ser espectador passivo; passa a experimentar, a testar, a falhar, a ajustar. Esse processo constrói autonomia, senso crítico e prepara para problemas que não se resolvem apenas no papel.”
Pesquisas reforçam que esse tipo de estrutura melhora a retenção de estudantes, diminui lacunas de aprendizado e aumenta a empregabilidade. O ensino superior com forte componente prático permite que o futuro profissional já saia da graduação com noções mais realistas do mercado, menos choque de adaptação e mais confiança para atuar. Além disso, ambientes práticos estimulam inovação, pesquisa aplicada e um ciclo de retorno para a comunidade — seja mediante prestação de serviço, seja por meio de soluções inovadoras para problemas locais.
Contudo, para que esse modelo funcione plenamente, são necessários alguns elementos essenciais: infraestrutura bem equipada, professores preparados para mediar práticas, carga horária adequada para aulas práticas, integração entre teoria e prática no currículo, e manutenção desses ambientes. Também é importante garantir que haja segurança nesses espaços — especialmente nos laboratórios com químicos, equipamentos pesados ou ambientes de saúde. Estudos apontam que ambientes práticos carecem de normas e de práticas de segurança bem definidas.
“Apostar em ambientes de prática não é luxo, mas necessidade para qualidade, inclusão e relevância da educação superior brasileira. Quem aprende fazendo não só entende mais, mas participa mais, se motiva mais, prepara‐se melhor e contribui mais, refletindo diretamente no que é entregue em trabalho após a formação superior”, afirma o reitor do UniCV, José Carlos Barbieri.
Palavras-chave:
tecnologia
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