Mais de 2 mil imóveis devem ser vistoriados em áreas próximas ao afundamento do solo em Maceió
Publicado em: 27/04/2026 16:18
<br /> Técnicos verificam se houve evolução de patologias nas residências.
Itawi Albuquerque/ Secom Maceió
Uma nova campanha de vistorias em imóveis próximos às áreas afetadas pelo afundamento do solo começou em Maceió e deve alcançar mais de 2 mil residências até o dia 5 de maio. A ação é realizada pelo Comitê de Acompanhamento Técnico para identificar possíveis danos causados pela subsidência associada à mineração da Braskem.
As visitas tiveram início no dia 22 e ocorrem em bairros vizinhos às regiões já atingidas pelo fenômeno. Durante as inspeções, técnicos verificam a presença de rachaduras, fissuras e outros sinais estruturais que possam indicar movimentação do solo.
O objetivo é avaliar se o afundamento está avançando, estabilizado ou em regressão. As vistorias fazem parte de um monitoramento semestral realizado em seis áreas delimitadas pelo comitê, chamadas de áreas de trabalho.
As análises são feitas no local e, depois, cruzadas com dados coletados por equipamentos instalados na região. Segundo o comitê, esses dispositivos conseguem identificar deslocamentos mínimos do solo, de até um milímetro. O monitoramento também utiliza interferometria por satélite, tecnologia que aumenta a precisão das medições.
Direitos Humanos constata violações nos bairros atingidos pela mineração da Braskem
A previsão é de que, ao longo de 2026, todas as residências que autorizarem a entrada das equipes sejam vistoriadas. Com isso, o número de imóveis analisados deve ser mais de cinco vezes maior do que em campanhas anteriores.
Após a conclusão das visitas, os técnicos elaboram um relatório que é encaminhado aos órgãos de controle. Com base nesse documento, a Defesa Civil de Maceió pode decidir pela ampliação ou redução do Mapa de Linhas de Ações Prioritárias, além de indicar a necessidade de novos estudos sobre a movimentação do solo.
Itawi Albuquerque/ Secom Maceió
Uma nova campanha de vistorias em imóveis próximos às áreas afetadas pelo afundamento do solo começou em Maceió e deve alcançar mais de 2 mil residências até o dia 5 de maio. A ação é realizada pelo Comitê de Acompanhamento Técnico para identificar possíveis danos causados pela subsidência associada à mineração da Braskem.
As visitas tiveram início no dia 22 e ocorrem em bairros vizinhos às regiões já atingidas pelo fenômeno. Durante as inspeções, técnicos verificam a presença de rachaduras, fissuras e outros sinais estruturais que possam indicar movimentação do solo.
O objetivo é avaliar se o afundamento está avançando, estabilizado ou em regressão. As vistorias fazem parte de um monitoramento semestral realizado em seis áreas delimitadas pelo comitê, chamadas de áreas de trabalho.
As análises são feitas no local e, depois, cruzadas com dados coletados por equipamentos instalados na região. Segundo o comitê, esses dispositivos conseguem identificar deslocamentos mínimos do solo, de até um milímetro. O monitoramento também utiliza interferometria por satélite, tecnologia que aumenta a precisão das medições.
Direitos Humanos constata violações nos bairros atingidos pela mineração da Braskem
A previsão é de que, ao longo de 2026, todas as residências que autorizarem a entrada das equipes sejam vistoriadas. Com isso, o número de imóveis analisados deve ser mais de cinco vezes maior do que em campanhas anteriores.
Após a conclusão das visitas, os técnicos elaboram um relatório que é encaminhado aos órgãos de controle. Com base nesse documento, a Defesa Civil de Maceió pode decidir pela ampliação ou redução do Mapa de Linhas de Ações Prioritárias, além de indicar a necessidade de novos estudos sobre a movimentação do solo.
Palavras-chave:
tecnologia
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