Indígenas usam drones e tecnologia para mapear e combater incêndios florestais em MT
Publicado em: 02/05/2026 10:58
<br /> Monitoramento feito por meio de drone
Reprodução
A tecnologia vem se consolidando como uma nova aliada na prevenção de incêndios em áreas indígenas de Mato Grosso. Um projeto desenvolvido pelo Ibama, por meio do Prevfogo, em parceria com a Fundação Bunge, tem capacitado indígenas para o uso de ferramentas como drones e sistemas de geoprocessamento no monitoramento e combate às queimadas.
Em 2025, foram realizados dois treinamentos em pilotagem de drones e um curso de geoprocessamento aplicado ao manejo integrado do fogo. Ao todo, 66 brigadistas foram capacitados, entre eles 24 indígenas, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pará e Maranhão.
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A ação teve início há um ano com um projeto piloto em Canarana, a 838 km de Cuiabá, que beneficiou diretamente as etnias Xavante e Boe Bororo. A atuação é definidada pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais responsável por deteminar quantos brigadistas serão treinados, e quais comunidades indígenas farão parte da ação.
De acordo com Leandro Morilha, gerente de projetos sociais, os drones permitem mapear áreas de difícil acesso, apoiar o planejamento de ações preventivas como aceiros e queimas controladas, além de aumentar a segurança dos brigadistas durante incêndios, ao possibilitar o monitoramento à distância e a definição de rotas mais seguras.
“Em essência, os drones se tornam um 'olhar aéreo' para os brigadistas, que já possuem um profundo conhecimento do terreno e das dinâmicas do fogo, potencializando suas estratégias e ações no dia a dia", explicou.
O fogo em MT
Segundo dados da plataforma de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado registrou, neste ano, mais de 700 focos de calor, sendo 468 apenas no bioma Amazônia. No mesmo período no ano passado foram registrado 222 focos em todo o estado.
No último dia (29), o governo de Mato Grosso decretou estado de emergência ambiental entre os meses de abril e dezembro devido ao aumento do risco de incêndios florestais. Com o decreto, fica proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026.
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A tecnologia vem se consolidando como uma nova aliada na prevenção de incêndios em áreas indígenas de Mato Grosso. Um projeto desenvolvido pelo Ibama, por meio do Prevfogo, em parceria com a Fundação Bunge, tem capacitado indígenas para o uso de ferramentas como drones e sistemas de geoprocessamento no monitoramento e combate às queimadas.
Em 2025, foram realizados dois treinamentos em pilotagem de drones e um curso de geoprocessamento aplicado ao manejo integrado do fogo. Ao todo, 66 brigadistas foram capacitados, entre eles 24 indígenas, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pará e Maranhão.
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A ação teve início há um ano com um projeto piloto em Canarana, a 838 km de Cuiabá, que beneficiou diretamente as etnias Xavante e Boe Bororo. A atuação é definidada pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais responsável por deteminar quantos brigadistas serão treinados, e quais comunidades indígenas farão parte da ação.
De acordo com Leandro Morilha, gerente de projetos sociais, os drones permitem mapear áreas de difícil acesso, apoiar o planejamento de ações preventivas como aceiros e queimas controladas, além de aumentar a segurança dos brigadistas durante incêndios, ao possibilitar o monitoramento à distância e a definição de rotas mais seguras.
“Em essência, os drones se tornam um 'olhar aéreo' para os brigadistas, que já possuem um profundo conhecimento do terreno e das dinâmicas do fogo, potencializando suas estratégias e ações no dia a dia", explicou.
O fogo em MT
Segundo dados da plataforma de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado registrou, neste ano, mais de 700 focos de calor, sendo 468 apenas no bioma Amazônia. No mesmo período no ano passado foram registrado 222 focos em todo o estado.
No último dia (29), o governo de Mato Grosso decretou estado de emergência ambiental entre os meses de abril e dezembro devido ao aumento do risco de incêndios florestais. Com o decreto, fica proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026.
Palavras-chave:
tecnologia
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