Proteção da lavoura contra pragas começa pela escolha dos bicos de pulverização
Publicado em: 22/09/2025 12:26
<br /> A Jacto conta com uma linha de bicos cerâmicos de alta performance
Jacto/Divulgação
Na era da agricultura de precisão, cada detalhe importa. E quando o assunto é pulverização, a escolha dos bicos corretos faz toda a diferença no resultado da lavoura. Apesar de pequenos, são eles que determinam o volume, o tamanho das gotas e a distribuição dos defensivos no alvo adequado — Todos considerados fatores decisivos para a otimização da produtividade e manejo eficiente dos insumos.
Um estudo realizado pela Embrapa divulgado em abril deste ano revela que 46% das doenças agrícolas no Brasil devem se tornar mais severas até 2.100, afetando culturas fundamentais como arroz, milho, soja, café, cana-de-açúcar, hortaliças e frutas. As elevações de temperatura e as alterações no regime de chuvas favorecem o desenvolvimento de fungos, vírus e insetos vetores, exigindo uma revisão dos sistemas de monitoramento e controle fitossanitário no país. Nesse cenário, a pulverização correta especialmente com o uso de bicos adequados e em bom estado torna-se uma aliada estratégica do produtor.
Para apoiar os agricultores nesse desafio, a Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, conta com uma linha de bicos cerâmicos de alta performance, pensados para aumentar a precisão e a cobertura, inclusive em aplicações mais desafiadoras.
“A Jacto conta com um portifólio completo de bicos de pulverização para atender todo o tipo de cultura. As peças são testadas internamente em um laboratório com alta tecnologia, seguindo os mais rigorosos padrões exigidos pelas principais normas vigentes no segmento (ex: variação de +/- 5% da vazão referente a nominal). São normas rígidas que garantem a uniformidade no tamanho de gotas e aplicação com precisão”, ressalta Gilson Lemos, gerente de negócios de bicos de pulverização.
Gilson Lemos
Jacto/Divulgação
Quando o produtor deve trocar os bicos de pulverização?
Independentemente do material que o bico é fabricado (cerâmica, polímero ou metal), o critério que o produtor rural deve adotar para a troca dos bicos é o desgaste. A referência deve ser sempre a vazão nominal de cada peça, ou seja, quando um bico apresentar vazão acima de 10% da especificada pelo fabricante, ele deve ser substituído imediatamente. Não é recomendado usar como referência as horas de trabalho para substituição dos bicos, já que esse critério nem sempre expressa a qualidade da aplicação.
Para auxiliar o produtor rural e toda rede de revendedores master, a Jacto conta com um time de especialistas em tecnologia de aplicação, presente diariamente no campo, efetuando demonstrações e orientando nossos parceiros e clientes sobre as melhores práticas durante o manejo da lavoura.
“A produtividade da lavoura está diretamente ligada à qualidade da aplicação. E os bicos de pulverização são protagonistas no ecossistema do processo. Escolher o bico certo e garantir sua troca periódica são passos fundamentais para evitar perdas, reduzir desperdícios e garantir que a planta expresse todo seu potencial produtivo. É uma decisão técnica que impacta diretamente no bolso e no resultado do produtor”, conclui Gilson Lemos.
Clique aqui e confira o portifólio completo de bicos Jacto.
Jacto/Divulgação
Na era da agricultura de precisão, cada detalhe importa. E quando o assunto é pulverização, a escolha dos bicos corretos faz toda a diferença no resultado da lavoura. Apesar de pequenos, são eles que determinam o volume, o tamanho das gotas e a distribuição dos defensivos no alvo adequado — Todos considerados fatores decisivos para a otimização da produtividade e manejo eficiente dos insumos.
Um estudo realizado pela Embrapa divulgado em abril deste ano revela que 46% das doenças agrícolas no Brasil devem se tornar mais severas até 2.100, afetando culturas fundamentais como arroz, milho, soja, café, cana-de-açúcar, hortaliças e frutas. As elevações de temperatura e as alterações no regime de chuvas favorecem o desenvolvimento de fungos, vírus e insetos vetores, exigindo uma revisão dos sistemas de monitoramento e controle fitossanitário no país. Nesse cenário, a pulverização correta especialmente com o uso de bicos adequados e em bom estado torna-se uma aliada estratégica do produtor.
Para apoiar os agricultores nesse desafio, a Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, conta com uma linha de bicos cerâmicos de alta performance, pensados para aumentar a precisão e a cobertura, inclusive em aplicações mais desafiadoras.
“A Jacto conta com um portifólio completo de bicos de pulverização para atender todo o tipo de cultura. As peças são testadas internamente em um laboratório com alta tecnologia, seguindo os mais rigorosos padrões exigidos pelas principais normas vigentes no segmento (ex: variação de +/- 5% da vazão referente a nominal). São normas rígidas que garantem a uniformidade no tamanho de gotas e aplicação com precisão”, ressalta Gilson Lemos, gerente de negócios de bicos de pulverização.
Gilson Lemos
Jacto/Divulgação
Quando o produtor deve trocar os bicos de pulverização?
Independentemente do material que o bico é fabricado (cerâmica, polímero ou metal), o critério que o produtor rural deve adotar para a troca dos bicos é o desgaste. A referência deve ser sempre a vazão nominal de cada peça, ou seja, quando um bico apresentar vazão acima de 10% da especificada pelo fabricante, ele deve ser substituído imediatamente. Não é recomendado usar como referência as horas de trabalho para substituição dos bicos, já que esse critério nem sempre expressa a qualidade da aplicação.
Para auxiliar o produtor rural e toda rede de revendedores master, a Jacto conta com um time de especialistas em tecnologia de aplicação, presente diariamente no campo, efetuando demonstrações e orientando nossos parceiros e clientes sobre as melhores práticas durante o manejo da lavoura.
“A produtividade da lavoura está diretamente ligada à qualidade da aplicação. E os bicos de pulverização são protagonistas no ecossistema do processo. Escolher o bico certo e garantir sua troca periódica são passos fundamentais para evitar perdas, reduzir desperdícios e garantir que a planta expresse todo seu potencial produtivo. É uma decisão técnica que impacta diretamente no bolso e no resultado do produtor”, conclui Gilson Lemos.
Clique aqui e confira o portifólio completo de bicos Jacto.
Palavras-chave:
tecnologia
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