Operação investiga fraudes em licitações da Câmara de Santa Luzia, na Grande BH
Publicado em: 30/09/2025 12:19
<br /> Operação investiga fraudes em licitações da Câmara de Santa Luzia
A Câmara Municipal de Santa Luzia, na Grande BH, é alvo de investigação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Polícia Civil. Há a suspeita de fraudes em licitações e contratos.
Na manhã desta terça-feira (30), a Operação Caixa Dourada, cumpriu dez mandados de busca e apreensão em quatro cidades: Belo Horizonte, Santa Luzia, Igaratinga e Pará de Minas.
Segundo as investigações, uma possível associação criminosa formada por empresários e servidores públicos teria atuado entre 2023 e 2024 para fraudar processos licitatórios.
Três empresas e seus sócios, além de dois servidores responsáveis pelas licitações da Câmara, são alvos da operação.
O esquema
De acordo com o Ministério Público, os empresários mantinham empresas de fachada e simulavam concorrência entre si para vencer licitações com preços superfaturados. Em um dos casos, a compra de um único HD para computador teve superfaturamento superior a 500%.
Ainda segundo o MP, os processos eram conduzidos de forma a restringir a participação de outras empresas, com pouca divulgação e preferência por modalidade presencial, em vez da eletrônica.
Os servidores públicos envolvidos validavam os processos, atestavam a capacidade técnica das empresas do grupo e aceitavam notas fiscais fraudulentas.
Os contratos investigados somam R$ 3.695.864,25, com indícios de superfaturamento de cerca de 33%. Se confirmadas as suspeitas, os envolvidos podem responder por associação criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro.
O g1 entrou em contato com a Polícia Civil e com a Câmara Municipal de Santa Luzia e aguarda retorno.
MP e Polícia investigam fraudes em contratos de quase R$ 3,7 milhões na Câmara Municipal de Santa Luzia
TV Globo
Vídeos mais vistos do g1 Minas
A Câmara Municipal de Santa Luzia, na Grande BH, é alvo de investigação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Polícia Civil. Há a suspeita de fraudes em licitações e contratos.
Na manhã desta terça-feira (30), a Operação Caixa Dourada, cumpriu dez mandados de busca e apreensão em quatro cidades: Belo Horizonte, Santa Luzia, Igaratinga e Pará de Minas.
Segundo as investigações, uma possível associação criminosa formada por empresários e servidores públicos teria atuado entre 2023 e 2024 para fraudar processos licitatórios.
Três empresas e seus sócios, além de dois servidores responsáveis pelas licitações da Câmara, são alvos da operação.
O esquema
De acordo com o Ministério Público, os empresários mantinham empresas de fachada e simulavam concorrência entre si para vencer licitações com preços superfaturados. Em um dos casos, a compra de um único HD para computador teve superfaturamento superior a 500%.
Ainda segundo o MP, os processos eram conduzidos de forma a restringir a participação de outras empresas, com pouca divulgação e preferência por modalidade presencial, em vez da eletrônica.
Os servidores públicos envolvidos validavam os processos, atestavam a capacidade técnica das empresas do grupo e aceitavam notas fiscais fraudulentas.
Os contratos investigados somam R$ 3.695.864,25, com indícios de superfaturamento de cerca de 33%. Se confirmadas as suspeitas, os envolvidos podem responder por associação criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro.
O g1 entrou em contato com a Polícia Civil e com a Câmara Municipal de Santa Luzia e aguarda retorno.
MP e Polícia investigam fraudes em contratos de quase R$ 3,7 milhões na Câmara Municipal de Santa Luzia
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