Facebook exclui grupo que vendia garrafas de bebidas usadas e tinha 11 mil pessoas
Publicado em: 13/10/2025 11:06
<br /> De onde estão vindo as bebidas contaminadas com metanol?
A Meta removeu um grupo do Facebook que vendia garrafas usadas de bebidas alcoólicas, geralmente aproveitadas para envasar produtos adulterados. A comunidade reunia mais de 11 mil integrantes, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU).
No início deste mês, a AGU pediu à empresa que tirasse a página do ar. O órgão afirmou que perfis nas redes da Meta vinham comercializando lacres, tampas, rótulos e garrafas usados na produção clandestina de bebidas.
A ação da AGU faz parte dos esforços do governo federal para combater uma alta de casos de intoxicação por metanol após consumo de bebida alcoólica.
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Em nota após a exclusão, a AGU informou que as evidências reunidas, como postagens, nomes de participantes e ações de administradores, foram preservadas e poderão ser usadas em eventual investigação policial.
"A venda de garrafas de marcas conhecidas, muitas ainda com rótulos originais, facilita a falsificação e o reenvase de bebidas alcoólicas, prática que tem resultado em graves episódios de intoxicação por metanol e representa risco concreto à saúde pública", disse a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), da AGU, responsável pela notificação.
A empresa Facebook é uma das principais avaliadas durante investigações
Dado Ruvic / REUTERS
A PNDD também informou que o grupo violava as próprias "Políticas de Uso e Padrões da Comunidade" do Facebook, que proíbem a venda de produtos ilegais e falsos, "bem como atividades comerciais que representem risco à segurança do consumidor".
Ainda segundo a PNDD, a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon) também havia solicitado "que plataformas de comércio eletrônico suspendam a venda de produtos que possam ser usados na falsificação de bebidas destiladas" para "interromper a comercialização de lacres, tampas, selos e garrafas não colecionáveis".
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Dado Ruvic / REUTERS
A PNDD também informou que o grupo violava as próprias "Políticas de Uso e Padrões da Comunidade" do Facebook, que proíbem a venda de produtos ilegais e falsos, "bem como atividades comerciais que representem risco à segurança do consumidor".
Ainda segundo a PNDD, a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon) também havia solicitado "que plataformas de comércio eletrônico suspendam a venda de produtos que possam ser usados na falsificação de bebidas destiladas" para "interromper a comercialização de lacres, tampas, selos e garrafas não colecionáveis".
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Palavras-chave:
hacker
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