Câncer de próstata mata 48 homens por dia; Unimed Cuiabá reforça a prevenção
Publicado em: 19/11/2025 14:30
<br /> O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens brasileiros e causa, em média, 48 mortes por dia no país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e do Ministério da Saúde. Quando diagnosticado precocemente, o índice de cura pode chegar a 98%, conforme o National Cancer Institute (NCI).
Dr. Valter Gouvêa alerta que manter hábitos saudáveis e prática regular de atividades físicas ajuda a reduzir o risco de câncer de próstata.
Assessoria
A Unimed Cuiabá reforça, neste Novembro Azul, a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A próstata é uma glândula pequena localizada abaixo da bexiga, responsável pela produção de parte do sêmen. O câncer ocorre quando suas células se multiplicam de forma desordenada, podendo atingir tecidos próximos ou se espalhar para outros órgãos.
O urologista cooperado da Unimed Cuiabá, Valter Gouvêa, destaca que o preconceito e o medo em relação aos exames ainda são os principais obstáculos para o tratamento eficaz.
“Quando descoberto cedo, o câncer de próstata tem grandes chances de cura. O medo, o preconceito e a resistência em procurar o urologista atrasam o diagnóstico. É importante lembrar que as mulheres exercem papel fundamental nesse processo: muitas vezes, são elas que incentivam os homens da família a cuidarem da saúde e realizarem o check-up”, ressalta o médico.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 71.730 novos casos por ano entre 2023 e 2025 — o que representa um risco estimado de 67,86 casos para cada 100 mil homens.
O especialista ressaltou que nos últimos anos, os avanços tecnológicos têm contribuído para diagnósticos mais precisos e tratamentos menos invasivos. Além dos exames tradicionais, como o PSA e o toque retal, o uso da ressonância magnética multiparamétrica auxilia na detecção precoce de tumores. Já as cirurgias robóticas oferecem recuperação mais rápida e resultados mais eficazes.
“Hoje conseguimos tratar de forma personalizada, considerando as características de cada paciente e o tipo de tumor. A tecnologia tem sido uma grande aliada na luta contra o câncer de próstata”, afirma o especialista.
Sintomas que merecem atenção
Dificuldade para urinar;
Jato urinário fraco ou interrompido;
Presença de sangue na urina ou no sêmen;
Dor ao urinar ou dor óssea, especialmente na coluna e quadris.
Principais fatores de risco
Idade: o risco aumenta após os 50 anos;
Histórico familiar: homens com pai ou irmãos diagnosticados devem iniciar o acompanhamento a partir dos 45 anos;
Raça: homens negros têm maior propensão à doença e a formas mais agressivas;
Hábitos de vida: sedentarismo, obesidade e alimentação rica em gordura elevam o risco.
“Manter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, peso adequado e prática regular de atividade física, ajuda a reduzir o risco e melhora a saúde de forma geral”, orienta Dr. Gouvêa.
Câncer de pênis
A SBU também alerta para outro problema sério: cerca de 500 homens têm o pênis amputado por ano no Brasil em decorrência do câncer. A falta de higiene íntima é o principal fator de risco, já que o acúmulo de secreções sob o prepúcio pode causar infecções e inflamações crônicas.
Outros fatores incluem infecção por HPV, fimose não tratada e tabagismo.
“Esse é um tipo de câncer amplamente evitável com atitudes simples: higienizar corretamente a região, tratar a fimose quando indicado e usar preservativo nas relações sexuais. Informação e prevenção são as melhores formas de reduzir os casos graves”, finaliza o médico.
Médico Responsável: Dr. Valter Torezan Gouvêa Júnior, inscrita no CRM – MT 4456.
Dr. Valter Gouvêa alerta que manter hábitos saudáveis e prática regular de atividades físicas ajuda a reduzir o risco de câncer de próstata.
Assessoria
A Unimed Cuiabá reforça, neste Novembro Azul, a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A próstata é uma glândula pequena localizada abaixo da bexiga, responsável pela produção de parte do sêmen. O câncer ocorre quando suas células se multiplicam de forma desordenada, podendo atingir tecidos próximos ou se espalhar para outros órgãos.
O urologista cooperado da Unimed Cuiabá, Valter Gouvêa, destaca que o preconceito e o medo em relação aos exames ainda são os principais obstáculos para o tratamento eficaz.
“Quando descoberto cedo, o câncer de próstata tem grandes chances de cura. O medo, o preconceito e a resistência em procurar o urologista atrasam o diagnóstico. É importante lembrar que as mulheres exercem papel fundamental nesse processo: muitas vezes, são elas que incentivam os homens da família a cuidarem da saúde e realizarem o check-up”, ressalta o médico.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 71.730 novos casos por ano entre 2023 e 2025 — o que representa um risco estimado de 67,86 casos para cada 100 mil homens.
O especialista ressaltou que nos últimos anos, os avanços tecnológicos têm contribuído para diagnósticos mais precisos e tratamentos menos invasivos. Além dos exames tradicionais, como o PSA e o toque retal, o uso da ressonância magnética multiparamétrica auxilia na detecção precoce de tumores. Já as cirurgias robóticas oferecem recuperação mais rápida e resultados mais eficazes.
“Hoje conseguimos tratar de forma personalizada, considerando as características de cada paciente e o tipo de tumor. A tecnologia tem sido uma grande aliada na luta contra o câncer de próstata”, afirma o especialista.
Sintomas que merecem atenção
Dificuldade para urinar;
Jato urinário fraco ou interrompido;
Presença de sangue na urina ou no sêmen;
Dor ao urinar ou dor óssea, especialmente na coluna e quadris.
Principais fatores de risco
Idade: o risco aumenta após os 50 anos;
Histórico familiar: homens com pai ou irmãos diagnosticados devem iniciar o acompanhamento a partir dos 45 anos;
Raça: homens negros têm maior propensão à doença e a formas mais agressivas;
Hábitos de vida: sedentarismo, obesidade e alimentação rica em gordura elevam o risco.
“Manter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, peso adequado e prática regular de atividade física, ajuda a reduzir o risco e melhora a saúde de forma geral”, orienta Dr. Gouvêa.
Câncer de pênis
A SBU também alerta para outro problema sério: cerca de 500 homens têm o pênis amputado por ano no Brasil em decorrência do câncer. A falta de higiene íntima é o principal fator de risco, já que o acúmulo de secreções sob o prepúcio pode causar infecções e inflamações crônicas.
Outros fatores incluem infecção por HPV, fimose não tratada e tabagismo.
“Esse é um tipo de câncer amplamente evitável com atitudes simples: higienizar corretamente a região, tratar a fimose quando indicado e usar preservativo nas relações sexuais. Informação e prevenção são as melhores formas de reduzir os casos graves”, finaliza o médico.
Médico Responsável: Dr. Valter Torezan Gouvêa Júnior, inscrita no CRM – MT 4456.
Palavras-chave:
tecnologia
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