Leilão solidário arrecada mais de meio milhão de reais e registra maior valor já pago por uma saca de café no Brasil
Publicado em: 21/11/2025 15:43
<br /> Café da Fazenda Dona Nenem bateu recorde nacional com venda inédita em leilão realizado em Uberlândia
Federação dos Cafeicultores do Cerrado/Divulgação
Uma saca de café do Cerrado Mineiro foi vendida por R$ 200 mil em Uberlândia, durante o 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro. O lote, campeão da categoria Cereja Descascado, foi produzido por Eduardo Pinheiro Campos, da Fazenda Dona Nenem, em Presidente Olegário. Segundo a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, esse é o maior valor já pago por uma saca de café em um leilão no Brasil.
Ainda de acordo com a Federação, o leilão solidário arrecadou R$ 562 mil com nove lotes das categorias vencedoras. A média por saca foi de R$ 62,4 mil. Cerca de 40% do valor (R$ 224,8 mil) será destinado ao projeto Escola de Atitude, que promove formação cidadã para jovens em comunidades produtoras.
O lance vencedor foi feito por um consórcio formado por Expocacer, Veloso Green Coffee, Marex e Nucoffee. O segundo maior valor, R$ 100 mil, foi oferecido pela Louis Dreyfus Company, que comprou o café campeão da categoria Natural, produzido pela Agropecuária São Gotardo Ltda. Os lances reforçam o interesse do mercado pelos cafés da região.
Maior vencedor da história do prêmio, Eduardo Campos destacou a dedicação da equipe da Fazenda Dona Nenem.
“É uma honra e um orgulho enorme para nossa equipe alcançar esse resultado. Eles são quem realmente colocam a mão na massa. Nós apenas orientamos o caminho para chegar a esse nível de excelência. A emoção é muito grande, porque são muitos anos de trabalho, conquistas e prêmios. Ao longo das 13 edições do prêmio, estivemos no pódio 11 vezes, o que mostra a consistência da nossa trajetória e o compromisso permanente com a qualidade”, celebrou.
A cerimônia reconheceu os melhores cafés da safra 2025/2026 nas categorias Natural, Cereja Descascado, Fermentado e Doce Cerrado Mineiro. Todos receberam notas acima de 80 pontos, classificação que indica cafés especiais. Veja como ficaram os pódios por categoria da premiação deste ano, realizada na última quarta-feira (19):
Categoria Cereja Descascado
1º lugar: Eduardo Pinheiro Campos (Expocacer) - 90,59
2º lugar: Agropecuária São Gotardo Ltda (Coopadap) - 90
3º lugar: Maria Soraia Guimarães (Expocacer) - 89,18
Categoria Fermentado
1º lugar: Carla Poliana da Silva Oliveira (Carmocer) - 90,52
2º lugar: Marcelo Assis Nogueira (Carmocer) - 89,82
3º lugar: Edson Luiz Ignácio (Carpec) – 89,77
Categoria Natural
1º lugar: Agropecuária São Gotardo Ltda (Coopadap) - 90,41
2º lugar: Fernando Seiti Nishikawa (Coopadap) - 90
3º lugar: Gustavo Andrade Alvarenga (GRE Café Região de Araxá) - 89,41
Categoria Doce Cerrado Mineiro
1º lugar: Maristela de Souza Teixeira Silva - Carmocer
1º lugar: Livian Cristina Rodrigues Carneiro - MonteCCer
1º lugar: Agropecuária São Gotardo Ltda - Coopadap
1º lugar: Adib Cecílio Domingos – Coocacer
1º lugar: Pedro Humberto Veloso – Carpec
1º lugar: Guima Café - Expocacer
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☕ Região do Cerrado Mineiro
Primeira Denominação de Origem (DO) para café reconhecida no Brasil, a Região do Cerrado Mineiro abrange 55 municípios, cerca de 250 mil hectares cultivados, sendo 100 mil irrigados, e responde por aproximadamente 6 milhões de sacas por safra, o equivalente a 25,4% da produção mineira e 12,7% da produção nacional. A região reúne 4,5 mil produtores certificados e é referência global em rastreabilidade, governança e sustentabilidade.
O 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro é promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com o apoio do Sebrae Minas, associações e cooperativas da região.
“Celebrar o recorde nacional deste leilão justamente no ano em que completamos 20 anos como Indicação Geográfica reforça a força da nossa Região. Isso é resultado de uma construção coletiva envolvendo produtores, cooperativas e parceiros, e demonstra que o Cerrado Mineiro segue liderando o movimento de valorização, origem controlada e qualidade no Brasil”, destacou o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal.
O 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro aconteceu no dia 19 de novembro em Uberlândia
Federação dos Cafeicultores do Cerrado/Divulgação
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Federação dos Cafeicultores do Cerrado/Divulgação
Uma saca de café do Cerrado Mineiro foi vendida por R$ 200 mil em Uberlândia, durante o 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro. O lote, campeão da categoria Cereja Descascado, foi produzido por Eduardo Pinheiro Campos, da Fazenda Dona Nenem, em Presidente Olegário. Segundo a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, esse é o maior valor já pago por uma saca de café em um leilão no Brasil.
Ainda de acordo com a Federação, o leilão solidário arrecadou R$ 562 mil com nove lotes das categorias vencedoras. A média por saca foi de R$ 62,4 mil. Cerca de 40% do valor (R$ 224,8 mil) será destinado ao projeto Escola de Atitude, que promove formação cidadã para jovens em comunidades produtoras.
O lance vencedor foi feito por um consórcio formado por Expocacer, Veloso Green Coffee, Marex e Nucoffee. O segundo maior valor, R$ 100 mil, foi oferecido pela Louis Dreyfus Company, que comprou o café campeão da categoria Natural, produzido pela Agropecuária São Gotardo Ltda. Os lances reforçam o interesse do mercado pelos cafés da região.
Maior vencedor da história do prêmio, Eduardo Campos destacou a dedicação da equipe da Fazenda Dona Nenem.
“É uma honra e um orgulho enorme para nossa equipe alcançar esse resultado. Eles são quem realmente colocam a mão na massa. Nós apenas orientamos o caminho para chegar a esse nível de excelência. A emoção é muito grande, porque são muitos anos de trabalho, conquistas e prêmios. Ao longo das 13 edições do prêmio, estivemos no pódio 11 vezes, o que mostra a consistência da nossa trajetória e o compromisso permanente com a qualidade”, celebrou.
A cerimônia reconheceu os melhores cafés da safra 2025/2026 nas categorias Natural, Cereja Descascado, Fermentado e Doce Cerrado Mineiro. Todos receberam notas acima de 80 pontos, classificação que indica cafés especiais. Veja como ficaram os pódios por categoria da premiação deste ano, realizada na última quarta-feira (19):
Categoria Cereja Descascado
1º lugar: Eduardo Pinheiro Campos (Expocacer) - 90,59
2º lugar: Agropecuária São Gotardo Ltda (Coopadap) - 90
3º lugar: Maria Soraia Guimarães (Expocacer) - 89,18
Categoria Fermentado
1º lugar: Carla Poliana da Silva Oliveira (Carmocer) - 90,52
2º lugar: Marcelo Assis Nogueira (Carmocer) - 89,82
3º lugar: Edson Luiz Ignácio (Carpec) – 89,77
Categoria Natural
1º lugar: Agropecuária São Gotardo Ltda (Coopadap) - 90,41
2º lugar: Fernando Seiti Nishikawa (Coopadap) - 90
3º lugar: Gustavo Andrade Alvarenga (GRE Café Região de Araxá) - 89,41
Categoria Doce Cerrado Mineiro
1º lugar: Maristela de Souza Teixeira Silva - Carmocer
1º lugar: Livian Cristina Rodrigues Carneiro - MonteCCer
1º lugar: Agropecuária São Gotardo Ltda - Coopadap
1º lugar: Adib Cecílio Domingos – Coocacer
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1º lugar: Guima Café - Expocacer
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O 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro é promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com o apoio do Sebrae Minas, associações e cooperativas da região.
“Celebrar o recorde nacional deste leilão justamente no ano em que completamos 20 anos como Indicação Geográfica reforça a força da nossa Região. Isso é resultado de uma construção coletiva envolvendo produtores, cooperativas e parceiros, e demonstra que o Cerrado Mineiro segue liderando o movimento de valorização, origem controlada e qualidade no Brasil”, destacou o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal.
O 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro aconteceu no dia 19 de novembro em Uberlândia
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Palavras-chave:
tecnologia
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