Estudantes de Belterra conquistam 3º lugar em festival de ciência e tecnologia quântica em Curitiba
Publicado em: 05/12/2025 08:00
<br /> Estudantes belterrenses Glemerson Brandão e Gabriel Reis exibem orgulhosos suas medalhas
Arquivo pessoal
Os estudantes Gabriel Reis e Glemerson Brandão da Escola Municipal de Ensino Fundamental São Pedro, localizada na comunidade São Pedro, em Belterra, oeste do Pará, brilharam no palco do Manna Valley, em Curitiba (PR), onde conquistaram o 3º lugar com o projeto: Foguete Linnyer, construído por eles sob a orientação da professora Flávia Noronha.
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O Manna Valley foi a culminância do Manna Quantum Festival, que ao longo do ano de 2025 realizou eventos e ações para disseminar conhecimentos sobre os princípios fundamentais da ciência e tecnologia quântica e suas diversas aplicações nas áreas de saúde, energia, indústria, ação climática e inovação tecnológica, em especial quando se trata da computação quântica.
Para Gabriel, 17 anos e Glemerson, 14 anos, a emoção começou já na viagem. Os adolescentes que nunca tinham viajado de avião.
“Foi emocionante demais, foi a primeira viagem de avião dos meus alunos. Eles moram no interior aqui de Belterra, na zona rural, eles trabalham na roça. Então assim, foi coisa de outro mundo, foi uma experiência incrível. E eles são muito inteligentes. Quando eu comecei a dar as aulas do Manna lá na escola, eu comecei a ver o potencial deles na questão da microeletrônica, da quântica, da superposição, da probabilidade, da física em si. É tudo muito mágico”, contou a professora Flávia.
Embora o projeto dos alunos de Belterra tenha sido êxitoso, trabalhar a quântica no interior da Amazônia é desafiador. “Não temos acesso a recursos tecnológicos modernos e pensando nisso o Manna-Team dispõe os kits para trabalhar: superposição, probabilidade, IA, arduíno e muito mais”, destacou Flávia.
Professora Flávia Noronha no Manna Valley em Curitiba
Arquivo pessoal
Gabriel e Glemerson foram para Curitiba acompanhados pela professora/orientadora. Enfrentaram o frio e tiveram a oportunidade de conhecer um grande centro, uma experiência que ficará marcada na memória dos meninos que nunca tinham saído de Belterra. Por terem ficado entre os 10 vencedores de uma competição que envolvia a gravação de vídeos dos projetos, viajaram com todas as despesas pagas pela organização do festival.
“Nós participamos de uma competição que tinha como objetivo gravar um pitch de 5 minutos, com o tema: Descomplicando a quântica na escola. Logo inspirados nos kits do Manna que tem como representação visual o espaço, decidimos construir o foguete e demos a ele o nome de Linnyer, a grande mulher que nos inspira, ela é a idealizadora do Manna-team”, contou Gabriel.
Com o foguete Linnyer pronto, Gabriel e Glemerson realizaram 10 lançamentos para o cálculo de erros e acertos por meio da probabilidade quântica, seguindo todos os protocolos de segurança desde a base ao foguete.
Glemerson e Gabriel fizeram primeira viagem de avião (à esquerda); No jardim botânico de Curitiba acompanhados da professora Flávia Noronha
Arquivo pessoal
“A emoção de sermos o 3° lugar é inexplicável, é algo inédito em nosso município de Belterra. Foi a nossa primeira viagem de avião, deu aquele friozinho na barriga. Nós somos a força da popularização da Ciência na Amazônia”, ressaltou Glemerson.
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Arquivo pessoal
Os estudantes Gabriel Reis e Glemerson Brandão da Escola Municipal de Ensino Fundamental São Pedro, localizada na comunidade São Pedro, em Belterra, oeste do Pará, brilharam no palco do Manna Valley, em Curitiba (PR), onde conquistaram o 3º lugar com o projeto: Foguete Linnyer, construído por eles sob a orientação da professora Flávia Noronha.
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O Manna Valley foi a culminância do Manna Quantum Festival, que ao longo do ano de 2025 realizou eventos e ações para disseminar conhecimentos sobre os princípios fundamentais da ciência e tecnologia quântica e suas diversas aplicações nas áreas de saúde, energia, indústria, ação climática e inovação tecnológica, em especial quando se trata da computação quântica.
Para Gabriel, 17 anos e Glemerson, 14 anos, a emoção começou já na viagem. Os adolescentes que nunca tinham viajado de avião.
“Foi emocionante demais, foi a primeira viagem de avião dos meus alunos. Eles moram no interior aqui de Belterra, na zona rural, eles trabalham na roça. Então assim, foi coisa de outro mundo, foi uma experiência incrível. E eles são muito inteligentes. Quando eu comecei a dar as aulas do Manna lá na escola, eu comecei a ver o potencial deles na questão da microeletrônica, da quântica, da superposição, da probabilidade, da física em si. É tudo muito mágico”, contou a professora Flávia.
Embora o projeto dos alunos de Belterra tenha sido êxitoso, trabalhar a quântica no interior da Amazônia é desafiador. “Não temos acesso a recursos tecnológicos modernos e pensando nisso o Manna-Team dispõe os kits para trabalhar: superposição, probabilidade, IA, arduíno e muito mais”, destacou Flávia.
Professora Flávia Noronha no Manna Valley em Curitiba
Arquivo pessoal
Gabriel e Glemerson foram para Curitiba acompanhados pela professora/orientadora. Enfrentaram o frio e tiveram a oportunidade de conhecer um grande centro, uma experiência que ficará marcada na memória dos meninos que nunca tinham saído de Belterra. Por terem ficado entre os 10 vencedores de uma competição que envolvia a gravação de vídeos dos projetos, viajaram com todas as despesas pagas pela organização do festival.
“Nós participamos de uma competição que tinha como objetivo gravar um pitch de 5 minutos, com o tema: Descomplicando a quântica na escola. Logo inspirados nos kits do Manna que tem como representação visual o espaço, decidimos construir o foguete e demos a ele o nome de Linnyer, a grande mulher que nos inspira, ela é a idealizadora do Manna-team”, contou Gabriel.
Com o foguete Linnyer pronto, Gabriel e Glemerson realizaram 10 lançamentos para o cálculo de erros e acertos por meio da probabilidade quântica, seguindo todos os protocolos de segurança desde a base ao foguete.
Glemerson e Gabriel fizeram primeira viagem de avião (à esquerda); No jardim botânico de Curitiba acompanhados da professora Flávia Noronha
Arquivo pessoal
“A emoção de sermos o 3° lugar é inexplicável, é algo inédito em nosso município de Belterra. Foi a nossa primeira viagem de avião, deu aquele friozinho na barriga. Nós somos a força da popularização da Ciência na Amazônia”, ressaltou Glemerson.
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Palavras-chave:
tecnologia
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