Apreensão de 1,3 tonelada de cocaína no aeroporto de BH aconteceu após alerta de SP e com ajuda de cão farejador
Publicado em: 05/12/2025 15:50
<br /> PF e Receita Federal apreendem 1,2 tonelada de cocaína no Aeroporto de Confins
Cães farejadores foram peças-chave na maior apreensão de cocaína registrada recentemente no Aeroporto Internacional de Confins, na região Metropolitana Belo Horizonte, onde a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal do Brasil (RFB) interceptaram cerca de 1,3 tonelada da droga no Terminal de Cargas.
A operação só foi possível graças a um alerta estratégico e à troca de informações importantes repassadas por equipes do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
A cocaína, que estava embalada em blocos prensados, tinha como destino final a Europa, com escala em Lisboa, Portugal, e objetivo final em Madri, na Espanha, expondo a rota do tráfico que passa por Minas Gerais.
"O volume apreendido foi o maior volume de cocaína apreendido nesse modal aéreo de carga no Brasil. Minas bateu o recorde. Esse volume chega a ser maior do que o volume de apreensão em vários países do mundo, né? Foi realmente muito significativa essa apreensão de ontem aqui pra gente", explicou a superintendente adjunta da Receita Federal em Minas Gerais Viviane Lopes Franciscani.
Como foi feita a identificação da carga de cocaína
Segundo a Receita Federal, as equipes que trabalham no combate ao tráfico em aeroportos utilizam sistemas de gestão de risco que monitoram cargas e bagagens o tempo todo.
Esses setores analisam diversos dados — como origem, destino e comportamento das remessas — e trocam informações entre aeroportos do país.
Quando algum volume desperta suspeita, o alerta é enviado imediatamente para a equipe responsável no aeroporto de destino, que começa a busca no local.
A partir desse aviso, entram em ação ferramentas como scanners e cães farejadores, que ajudam a localizar rapidamente possíveis drogas escondidas.
Assim que a substância é encontrada, a Polícia Federal é acionada para fazer a apreensão e iniciar a investigação.
Foi esse processo que ocorreu neste caso: o aeroporto de Guarulhos identificou o risco e repassou a informação para Belo Horizonte, onde a carga suspeita foi localizada.
As autoridades destacaram que a cooperação entre Polícia Federal e Receita Federal fortalece o combate ao crime organizado e à atuação de quadrilhas internacionais. A Receita Federal informou que, até o momento ninguém foi preso mas que as investigações continuam.
O que diz o aeroporto
Em nota, a BH Airport, empresa responsável pelo terminal, informou que a segurança é um valor inegociável e que o aeroporto mantém uma integração contínua com a Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Anvisa, Vigiagro e todos os demais órgãos presentes no terminal.
Informou ainda que essa atuação conjunta, aliada ao uso de tecnologias e soluções inovadoras, fortalece a fiscalização, amplia a capacidade de prevenção e resposta e contribui diretamente para a proteção do território nacional.
Apreensão de cocaína no aeroporto de BH teve ajuda de cão farejador
Polícia Federal
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Cães farejadores foram peças-chave na maior apreensão de cocaína registrada recentemente no Aeroporto Internacional de Confins, na região Metropolitana Belo Horizonte, onde a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal do Brasil (RFB) interceptaram cerca de 1,3 tonelada da droga no Terminal de Cargas.
A operação só foi possível graças a um alerta estratégico e à troca de informações importantes repassadas por equipes do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
A cocaína, que estava embalada em blocos prensados, tinha como destino final a Europa, com escala em Lisboa, Portugal, e objetivo final em Madri, na Espanha, expondo a rota do tráfico que passa por Minas Gerais.
"O volume apreendido foi o maior volume de cocaína apreendido nesse modal aéreo de carga no Brasil. Minas bateu o recorde. Esse volume chega a ser maior do que o volume de apreensão em vários países do mundo, né? Foi realmente muito significativa essa apreensão de ontem aqui pra gente", explicou a superintendente adjunta da Receita Federal em Minas Gerais Viviane Lopes Franciscani.
Como foi feita a identificação da carga de cocaína
Segundo a Receita Federal, as equipes que trabalham no combate ao tráfico em aeroportos utilizam sistemas de gestão de risco que monitoram cargas e bagagens o tempo todo.
Esses setores analisam diversos dados — como origem, destino e comportamento das remessas — e trocam informações entre aeroportos do país.
Quando algum volume desperta suspeita, o alerta é enviado imediatamente para a equipe responsável no aeroporto de destino, que começa a busca no local.
A partir desse aviso, entram em ação ferramentas como scanners e cães farejadores, que ajudam a localizar rapidamente possíveis drogas escondidas.
Assim que a substância é encontrada, a Polícia Federal é acionada para fazer a apreensão e iniciar a investigação.
Foi esse processo que ocorreu neste caso: o aeroporto de Guarulhos identificou o risco e repassou a informação para Belo Horizonte, onde a carga suspeita foi localizada.
As autoridades destacaram que a cooperação entre Polícia Federal e Receita Federal fortalece o combate ao crime organizado e à atuação de quadrilhas internacionais. A Receita Federal informou que, até o momento ninguém foi preso mas que as investigações continuam.
O que diz o aeroporto
Em nota, a BH Airport, empresa responsável pelo terminal, informou que a segurança é um valor inegociável e que o aeroporto mantém uma integração contínua com a Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Anvisa, Vigiagro e todos os demais órgãos presentes no terminal.
Informou ainda que essa atuação conjunta, aliada ao uso de tecnologias e soluções inovadoras, fortalece a fiscalização, amplia a capacidade de prevenção e resposta e contribui diretamente para a proteção do território nacional.
Apreensão de cocaína no aeroporto de BH teve ajuda de cão farejador
Polícia Federal
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