Com trabalho contra dengue, brasileiro entra para lista dos cientistas mais importantes do mundo em 2025
Publicado em: 08/12/2025 21:43
<br /> O trabalho de um pesquisador brasileiro contra a dengue ganhou destaque mundial. Luciano Moreira entrou na lista da revista “Nature” dos cientistas mais importantes em 2025.
Ele transformou o inimigo em solução. O pesquisador Luciano Moreira ficou conhecido por criar mosquitos Aedes aegypti com menor chance de transmitir dengue, zika ou chikungunya. São os chamados mosquitos do bem. A manchete da revista “Nature”, a publicação científica mais influente do mundo, diz:
"Este cientista está reproduzindo bilhões de mosquitos para combater uma doença no Brasil”.
Luciano Moreira está na lista das dez pessoas que moldaram a ciência em 2025.
"Eu fiquei muito lisonjeado pela notícia, por esse reconhecimento", diz o pesquisador e CEO da Wolbito do Brasil.
Com trabalho contra dengue, brasileiro entra para lista dos cientistas mais importantes do mundo em 2025
Jornal Nacional/ Reprodução
A pesquisa coordenada por Luciano Moreira foi feita em parceria com a Fiocruz e levou 17 anos. A tecnologia introduziu no Aedes aegypti a bactéria Wolbachia, que impede a proliferação do vírus dentro do mosquito e reduz, assim, a chance de transmissão para as pessoas. Pesquisas recentes revelam que essa iniciativa reduziu os casos de dengue em até 89%. É a situação de Niterói, município da Região Metropolitana do Rio, onde os primeiros mosquitos com a bactéria foram soltos.
Hoje, Luciano Moreira trabalha em uma das maiores fábricas de mosquitos do mundo, em Curitiba. Os 100 milhões de ovos produzidos semanalmente já são distribuídos em 16 cidades do Brasil e devem chegar a mais 13 em 2026.
Com trabalho contra dengue, brasileiro entra para lista dos cientistas mais importantes do mundo em 2025
Jornal Nacional/ Reprodução
O Ministério da Saúde disse que a pesquisa ajudou a criar uma importante ferramenta de saúde pública e elogiou o reconhecimento. Para o engenheiro agrônomo, o nome na revista “Nature” é um incentivo. Mas o desejo dele é o fim das doenças transmitidas por um bichinho tão pequeno.
"A gente tem muita gente que está no dia a dia trabalhando, batalhando para que a gente consiga proteger mais vidas. Um método que está já como política pública do Ministério da Saúde para ser utilizado em larga escala e, juntamente com outros métodos, outras formas de controle, reduzir a incidência de arboviroses, das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti", diz Luciano Moreira.
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"Este cientista está reproduzindo bilhões de mosquitos para combater uma doença no Brasil”.
Luciano Moreira está na lista das dez pessoas que moldaram a ciência em 2025.
"Eu fiquei muito lisonjeado pela notícia, por esse reconhecimento", diz o pesquisador e CEO da Wolbito do Brasil.
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Jornal Nacional/ Reprodução
A pesquisa coordenada por Luciano Moreira foi feita em parceria com a Fiocruz e levou 17 anos. A tecnologia introduziu no Aedes aegypti a bactéria Wolbachia, que impede a proliferação do vírus dentro do mosquito e reduz, assim, a chance de transmissão para as pessoas. Pesquisas recentes revelam que essa iniciativa reduziu os casos de dengue em até 89%. É a situação de Niterói, município da Região Metropolitana do Rio, onde os primeiros mosquitos com a bactéria foram soltos.
Hoje, Luciano Moreira trabalha em uma das maiores fábricas de mosquitos do mundo, em Curitiba. Os 100 milhões de ovos produzidos semanalmente já são distribuídos em 16 cidades do Brasil e devem chegar a mais 13 em 2026.
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Jornal Nacional/ Reprodução
O Ministério da Saúde disse que a pesquisa ajudou a criar uma importante ferramenta de saúde pública e elogiou o reconhecimento. Para o engenheiro agrônomo, o nome na revista “Nature” é um incentivo. Mas o desejo dele é o fim das doenças transmitidas por um bichinho tão pequeno.
"A gente tem muita gente que está no dia a dia trabalhando, batalhando para que a gente consiga proteger mais vidas. Um método que está já como política pública do Ministério da Saúde para ser utilizado em larga escala e, juntamente com outros métodos, outras formas de controle, reduzir a incidência de arboviroses, das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti", diz Luciano Moreira.
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Palavras-chave:
tecnologia
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