Professora da Ufopa fica em 3º lugar em prêmio nacional de Economia e Mercado Florestal
Publicado em: 09/12/2025 15:14
<br /> Professora Daniela Pauletto, do curso de Engenharia Florestal da Ufopa
Ascom/Ufopa
A professora Daniela Pauletto, do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), conquistou o terceiro lugar no IX Prêmio em Estudos de Economia e Mercado Florestal. A cerimônia que reconhece os cinco melhores trabalhos da edição vai acontecer nesta quarta-feira (10), das 9h às 13h, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF).
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O prêmio é promovido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a CNI, e tem como objetivo incentivar pesquisas inéditas voltadas à recuperação e ao manejo dos biomas brasileiros. Neste ano, foram submetidos 42 trabalhos, todos relacionados à recuperação florestal.
O estudo premiado, intitulado “Estrutura e Funcionalidade de Sistemas Agroflorestais Comerciais na Amazônia Brasileira: Implicações para Políticas e Fomento”, analisou sistemas agroflorestais (SAFs) comerciais em diferentes estágios de desenvolvimento, distribuídos em oito municípios da Amazônia Oriental.
A pesquisa identificou 72 espécies pertencentes a 36 famílias botânicas, com destaque para Fabaceae, Arecaceae e Meliaceae. Espécies alimentares corresponderam à maior parte dos cultivos (65,3%), seguidas das florestais (27,8%) e de serviço (6,9%), sendo o cumaru (Dipteryx odorata) a espécie mais recorrente.
Segundo a pesquisadora, que integra o Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef), os resultados reforçam a importância dos sistemas agroflorestais para a segurança alimentar e para a sustentabilidade regional.
“Ficou evidente que a principal função de implantar novas espécies ou manter as de regeneração natural está ligada à produção de alimentos”, explicou Daniela Pauletto. “Também observamos que ainda há pouco incentivo governamental. A maior parte dos cultivos existe graças ao esforço e à iniciativa dos agricultores familiares, que são os responsáveis por manter e expandir esses sistemas”.
O trabalho integra um dos capítulos da tese de doutorado da professora, “Sistemas Agroflorestais na Amazônia Oriental: Análise da adoção, composição e características socioambientais”, defendida em abril deste ano no Programa de Doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia da Rede Bionorte, da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Para Daniela, ampliar estudos que acompanhem a dinâmica das espécies ao longo dos anos e fortalecer políticas públicas de fomento é fundamental. “Reconhecer os serviços ambientais prestados pelos SAFs é uma ferramenta importante para incentivar sua expansão. Esses sistemas têm se mostrado essenciais na região, inclusive como estratégia de enfrentamento às mudanças climáticas”, destacou.
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Ascom/Ufopa
A professora Daniela Pauletto, do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), conquistou o terceiro lugar no IX Prêmio em Estudos de Economia e Mercado Florestal. A cerimônia que reconhece os cinco melhores trabalhos da edição vai acontecer nesta quarta-feira (10), das 9h às 13h, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF).
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O prêmio é promovido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a CNI, e tem como objetivo incentivar pesquisas inéditas voltadas à recuperação e ao manejo dos biomas brasileiros. Neste ano, foram submetidos 42 trabalhos, todos relacionados à recuperação florestal.
O estudo premiado, intitulado “Estrutura e Funcionalidade de Sistemas Agroflorestais Comerciais na Amazônia Brasileira: Implicações para Políticas e Fomento”, analisou sistemas agroflorestais (SAFs) comerciais em diferentes estágios de desenvolvimento, distribuídos em oito municípios da Amazônia Oriental.
A pesquisa identificou 72 espécies pertencentes a 36 famílias botânicas, com destaque para Fabaceae, Arecaceae e Meliaceae. Espécies alimentares corresponderam à maior parte dos cultivos (65,3%), seguidas das florestais (27,8%) e de serviço (6,9%), sendo o cumaru (Dipteryx odorata) a espécie mais recorrente.
Segundo a pesquisadora, que integra o Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef), os resultados reforçam a importância dos sistemas agroflorestais para a segurança alimentar e para a sustentabilidade regional.
“Ficou evidente que a principal função de implantar novas espécies ou manter as de regeneração natural está ligada à produção de alimentos”, explicou Daniela Pauletto. “Também observamos que ainda há pouco incentivo governamental. A maior parte dos cultivos existe graças ao esforço e à iniciativa dos agricultores familiares, que são os responsáveis por manter e expandir esses sistemas”.
O trabalho integra um dos capítulos da tese de doutorado da professora, “Sistemas Agroflorestais na Amazônia Oriental: Análise da adoção, composição e características socioambientais”, defendida em abril deste ano no Programa de Doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia da Rede Bionorte, da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Para Daniela, ampliar estudos que acompanhem a dinâmica das espécies ao longo dos anos e fortalecer políticas públicas de fomento é fundamental. “Reconhecer os serviços ambientais prestados pelos SAFs é uma ferramenta importante para incentivar sua expansão. Esses sistemas têm se mostrado essenciais na região, inclusive como estratégia de enfrentamento às mudanças climáticas”, destacou.
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Palavras-chave:
tecnologia
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