Força Aérea testa sistema de lançamento de bombas do caça F-39 Gripen durante operação em Natal
Publicado em: 06/02/2026 10:53
<br /> FAB testa capacidade do F-39 Gripen de lançar bombas GIF
FAB/Divulgação
A Base Aérea de Natal sediou uma operação da Força Aérea Brasileira (FAB) para desenvolvimento do caça F-39 Gripen. Os ensaios para testar o mecanismo de lançamento de bombas do avião foram realizados ao longo de duas semanas e encerrados nesta sexta-feira (6).
Os caças Gripen F-39 estão entre os mais tecnológicos do mundo, segundo a FAB, que encomendou pelo menos 36 aviões desse modelo. Os primeiros chegaram em 2020 ao país. As aeronaves podem alcançar velocidade de 2,4 mil km/h.
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Segundo o coordenador geral da Operação Thor, Coronel Aviador Alisson Henrique Vieira, a separação testada acontece no instante em que o piloto aciona o botão de liberação de armamento, considerado um momento sensível da missão.
“Por vezes, podem ocorrer fenômenos aerodinâmicos que interferem neste processo e geram situações de insegurança ou até mesmo danos à aeronave. Por isso, tudo é minuciosamente analisado para a validação, permitindo prosseguir com segurança até a liberação para uso operacional”, explica.
Operação da FAB testou lançamento de bombas a partir do caça f-39 Gripen em Natal
Todos os ensaios foram realizados com a aeronave de matrícula 4100, alocada no Gripen Flight Test Center, em Gavião Peixoto (SP).
O Major Aviador Thiago Camargo, do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), comandou grande parte dos voos e se tornou o primeiro piloto brasileiro a lançar bombas com o F-39 Gripen.
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Segundo a FAB, cada lançamento foi monitorado em tempo real, verificando a separação segura das bombas e a estabilidade da aeronave em diferentes condições. No estande de tiro de Maxaranguape, ao norte da capital potiguar, uma equipe acompanhava todos os voos.
Os militares atuaram na preparação dos alvos, nas coordenações com a aeronave e também no registro de imagens para verificação e levantamento de coordenadas do ponto de impacto do armamento.
Segundo o Coronel Aviador Alisson, muito antes da primeira decolagem, uma equipe técnica trabalhava na avaliação dos pontos de ensaios a serem verificados e na mitigação de qualquer risco.
Caça f-39 Gripen durante testes de lançamento de bombas no Rio Grande do Norte
Sargento Müller Marin/FAB/Divulgação
“O voo aqui é curto, porém, envolve uma interação grande do piloto com a máquina no sentido de ajustes e configurações não tão usuais na rotina. Por isso, recebemos uma carga de treinamento específico”, disse.
De acordo com o chefe de Ensaios em Voos da empresa Saab, fabricante da aeronave, Mikael Olsson, o Brasil foi a primeira nação a realizar a separação da bomba Mk84 e Lizard 500 laser guided a partir do Gripen.
Segundo a FAB, o F-39 Gripen possui tecnologias de ponta e os mais modernos sistemas, sensores e armas para a operação em ambientes hostis e em cenários de combate complexos.
"Em breve, a aeronave será capaz de cumprir missões de defesa aérea, ataque ao solo e reconhecimento, tudo com eficiência, elevada disponibilidade e baixo custo de operação", informou a força.
Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN
FAB/Divulgação
A Base Aérea de Natal sediou uma operação da Força Aérea Brasileira (FAB) para desenvolvimento do caça F-39 Gripen. Os ensaios para testar o mecanismo de lançamento de bombas do avião foram realizados ao longo de duas semanas e encerrados nesta sexta-feira (6).
Os caças Gripen F-39 estão entre os mais tecnológicos do mundo, segundo a FAB, que encomendou pelo menos 36 aviões desse modelo. Os primeiros chegaram em 2020 ao país. As aeronaves podem alcançar velocidade de 2,4 mil km/h.
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Segundo o coordenador geral da Operação Thor, Coronel Aviador Alisson Henrique Vieira, a separação testada acontece no instante em que o piloto aciona o botão de liberação de armamento, considerado um momento sensível da missão.
“Por vezes, podem ocorrer fenômenos aerodinâmicos que interferem neste processo e geram situações de insegurança ou até mesmo danos à aeronave. Por isso, tudo é minuciosamente analisado para a validação, permitindo prosseguir com segurança até a liberação para uso operacional”, explica.
Operação da FAB testou lançamento de bombas a partir do caça f-39 Gripen em Natal
Todos os ensaios foram realizados com a aeronave de matrícula 4100, alocada no Gripen Flight Test Center, em Gavião Peixoto (SP).
O Major Aviador Thiago Camargo, do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), comandou grande parte dos voos e se tornou o primeiro piloto brasileiro a lançar bombas com o F-39 Gripen.
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Os militares atuaram na preparação dos alvos, nas coordenações com a aeronave e também no registro de imagens para verificação e levantamento de coordenadas do ponto de impacto do armamento.
Segundo o Coronel Aviador Alisson, muito antes da primeira decolagem, uma equipe técnica trabalhava na avaliação dos pontos de ensaios a serem verificados e na mitigação de qualquer risco.
Caça f-39 Gripen durante testes de lançamento de bombas no Rio Grande do Norte
Sargento Müller Marin/FAB/Divulgação
“O voo aqui é curto, porém, envolve uma interação grande do piloto com a máquina no sentido de ajustes e configurações não tão usuais na rotina. Por isso, recebemos uma carga de treinamento específico”, disse.
De acordo com o chefe de Ensaios em Voos da empresa Saab, fabricante da aeronave, Mikael Olsson, o Brasil foi a primeira nação a realizar a separação da bomba Mk84 e Lizard 500 laser guided a partir do Gripen.
Segundo a FAB, o F-39 Gripen possui tecnologias de ponta e os mais modernos sistemas, sensores e armas para a operação em ambientes hostis e em cenários de combate complexos.
"Em breve, a aeronave será capaz de cumprir missões de defesa aérea, ataque ao solo e reconhecimento, tudo com eficiência, elevada disponibilidade e baixo custo de operação", informou a força.
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Palavras-chave:
tecnologia
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