TCU consolida dados sobre força-tarefa que fiscaliza estatais com risco às contas públicas
Publicado em: 20/02/2026 04:02
<br /> A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) vai consolidar as informações sobre a força-tarefa das estatais nas contas do governo, apurou o g1. As contas devem ser analisadas até junho, pelas regras do regimento da Corte.
No fim do ano passado, a Corte de Contas instalou uma força-tarefa para fiscalizar nove estatais federais que apresentam riscos fiscais. Entre elas estão os Correios e a Casa da Moeda.
A iniciativa foi motivada por um relatório do Tesouro Nacional que identificou fragilidades financeiras e possíveis riscos às contas públicas em nove das 27 empresas estatais analisadas.
Além dos Correios e da Casa da Moeda, o documento cita as Companhias Docas (CDC, CDP, Codeba, CDRJ e Codern), a Empresa Gestora de Ativos (Emgea), a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) e a Infraero.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os trabalhos estão sendo estruturados em cinco eixos temáticos: gestão e inovação, desempenho financeiro, gestão de pessoal, contratações e tecnologia da informação.
O objetivo é ampliar o escopo da fiscalização para além do aspecto finnaceiro, incorporando dimensões de governança, eficiencia operacional e qualidade da gestão.
“O objetivo é ampliar o escopo da fiscalização para além do aspecto financeiro, incorporando dimensões de governança, eficiência operacional e qualidade da gestão”, afirmou o presidente do TCU.
“Esses são fatores que frequentemente estão na raiz das dificuldades fiscais enfrentadas por essas entidades”, completou.
Papai Noel dos Correios - começa no Ceará a edição 2025 da maior ação de solidariedade natalina do país
Divulgação
No fim do ano passado, a Corte de Contas instalou uma força-tarefa para fiscalizar nove estatais federais que apresentam riscos fiscais. Entre elas estão os Correios e a Casa da Moeda.
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Além dos Correios e da Casa da Moeda, o documento cita as Companhias Docas (CDC, CDP, Codeba, CDRJ e Codern), a Empresa Gestora de Ativos (Emgea), a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) e a Infraero.
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Os trabalhos estão sendo estruturados em cinco eixos temáticos: gestão e inovação, desempenho financeiro, gestão de pessoal, contratações e tecnologia da informação.
O objetivo é ampliar o escopo da fiscalização para além do aspecto finnaceiro, incorporando dimensões de governança, eficiencia operacional e qualidade da gestão.
“O objetivo é ampliar o escopo da fiscalização para além do aspecto financeiro, incorporando dimensões de governança, eficiência operacional e qualidade da gestão”, afirmou o presidente do TCU.
“Esses são fatores que frequentemente estão na raiz das dificuldades fiscais enfrentadas por essas entidades”, completou.
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Palavras-chave:
tecnologia
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