Tamoiotatá 6 combate desmatamento e aplica mais de R$ 28 milhões em multas no Amazonas
Publicado em: 14/03/2026 16:46
<br /> Primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6 chega ao fim com mais de R$ 28,2 milhões em multas no Amazonas
Foto: Divulgação/Ipaam
A primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6 terminou neste sábado (14), com mais de R$ 28,2 milhões em multas aplicadas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). A fiscalização ocorreu entre 23 de fevereiro e 14 de março em quatro municípios do sul do estado — Humaitá, Apuí, Novo Aripuanã e Canutama — regiões consideradas estratégicas no combate ao desmatamento ilegal.
A operação registrou 63 autos de infração e 24 embargos. Mais de 2,3 mil hectares foram interditados por irregularidades ambientais — área equivalente a 3,2 mil campos de futebol.
As principais infrações foram desmatamento ilegal, descumprimento de embargos, impedimento à regeneração da vegetação e atividades agropecuárias sem licença.
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O diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, destacou que a atuação integrada entre os órgãos estaduais e federais fortalece o combate aos ilícitos ambientais no interior do estado, ampliando a presença do poder público em regiões com histórico de pressão sobre a floresta.
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“Essa integração entre os órgãos de fiscalização ambiental, segurança pública e inteligência geoespacial é fundamental para ampliar a presença do Estado em regiões críticas. Com isso, conseguimos identificar infratores, aplicar as sanções previstas na legislação e impedir que novas áreas sejam degradadas”, afirmou o gestor.
Nos municípios de Apuí e Novo Aripuanã, as equipes fiscalizaram 21 polígonos com alertas de desmatamento, resultando na aplicação de R$ 15.115.500 em multas e no embargo de 1.562 hectares de áreas. Também foram lavrados 16 autos de infração, 11 termos de embargo e interdição, duas notificações e um termo de apreensão. Entre os materiais apreendidos estão rolos de arame utilizados em atividades irregulares e combustível.
Na base operacional de Humaitá, a operação resultou em 47 autos de infração e 13 embargos em áreas localizadas principalmente nos municípios de Humaitá e Canutama. As multas aplicadas somaram R$ 13.154.100, e cerca de 776 hectares foram embargados por irregularidades ambientais.
As ações contaram com o apoio de tecnologias de sensoriamento remoto e inteligência geoespacial para identificação de áreas com indícios de desmatamento e outras infrações ambientais. Ao todo, 23 agentes participaram diretamente das atividades de fiscalização, segurança e suporte técnico.
Força-tarefa integrada
A Operação Tamoiotatá 6 é uma ação conjunta do Governo do Amazonas e contou, nesta primeira etapa, com a atuação do Ipaam, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM). A operação também contou com o apoio de órgãos federais, como o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), ligado ao Ministério da Defesa.
As ações da Tamoiotatá 6 incluem fiscalização terrestre, vistorias em áreas com alertas de desmatamento, lavratura de autos de infração, embargos e outras medidas administrativas previstas na legislação ambiental. O trabalho também prioriza a proteção das Unidades de Conservação (UCs) estaduais e de áreas estratégicas para a conservação da floresta.
Estruturada em 15 etapas, com duração média de 20 dias cada, a Operação Tamoiotatá 6 tem previsão de atuação até dezembro de 2026, abrangendo o período mais crítico da estiagem e reforçando as ações permanentes de combate ao desmatamento e às queimadas no Amazonas.
A iniciativa conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e com recursos do Programa Floresta em Pé, fruto de cooperação financeira entre os governos da Alemanha e do Brasil, por meio do KfW Banco de Desenvolvimento.
O Ipaam disponibiliza à população um canal direto para denúncias de infrações ambientais por meio do WhatsApp (92) 98557-9454. O número é administrado pela Gerência de Fiscalização Ambiental (Gefa) e permite o envio de informações que auxiliam no direcionamento das ações de fiscalização em todo o Amazonas.
Foto: Divulgação/Ipaam
A primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6 terminou neste sábado (14), com mais de R$ 28,2 milhões em multas aplicadas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). A fiscalização ocorreu entre 23 de fevereiro e 14 de março em quatro municípios do sul do estado — Humaitá, Apuí, Novo Aripuanã e Canutama — regiões consideradas estratégicas no combate ao desmatamento ilegal.
A operação registrou 63 autos de infração e 24 embargos. Mais de 2,3 mil hectares foram interditados por irregularidades ambientais — área equivalente a 3,2 mil campos de futebol.
As principais infrações foram desmatamento ilegal, descumprimento de embargos, impedimento à regeneração da vegetação e atividades agropecuárias sem licença.
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O diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, destacou que a atuação integrada entre os órgãos estaduais e federais fortalece o combate aos ilícitos ambientais no interior do estado, ampliando a presença do poder público em regiões com histórico de pressão sobre a floresta.
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“Essa integração entre os órgãos de fiscalização ambiental, segurança pública e inteligência geoespacial é fundamental para ampliar a presença do Estado em regiões críticas. Com isso, conseguimos identificar infratores, aplicar as sanções previstas na legislação e impedir que novas áreas sejam degradadas”, afirmou o gestor.
Nos municípios de Apuí e Novo Aripuanã, as equipes fiscalizaram 21 polígonos com alertas de desmatamento, resultando na aplicação de R$ 15.115.500 em multas e no embargo de 1.562 hectares de áreas. Também foram lavrados 16 autos de infração, 11 termos de embargo e interdição, duas notificações e um termo de apreensão. Entre os materiais apreendidos estão rolos de arame utilizados em atividades irregulares e combustível.
Na base operacional de Humaitá, a operação resultou em 47 autos de infração e 13 embargos em áreas localizadas principalmente nos municípios de Humaitá e Canutama. As multas aplicadas somaram R$ 13.154.100, e cerca de 776 hectares foram embargados por irregularidades ambientais.
As ações contaram com o apoio de tecnologias de sensoriamento remoto e inteligência geoespacial para identificação de áreas com indícios de desmatamento e outras infrações ambientais. Ao todo, 23 agentes participaram diretamente das atividades de fiscalização, segurança e suporte técnico.
Força-tarefa integrada
A Operação Tamoiotatá 6 é uma ação conjunta do Governo do Amazonas e contou, nesta primeira etapa, com a atuação do Ipaam, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM). A operação também contou com o apoio de órgãos federais, como o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), ligado ao Ministério da Defesa.
As ações da Tamoiotatá 6 incluem fiscalização terrestre, vistorias em áreas com alertas de desmatamento, lavratura de autos de infração, embargos e outras medidas administrativas previstas na legislação ambiental. O trabalho também prioriza a proteção das Unidades de Conservação (UCs) estaduais e de áreas estratégicas para a conservação da floresta.
Estruturada em 15 etapas, com duração média de 20 dias cada, a Operação Tamoiotatá 6 tem previsão de atuação até dezembro de 2026, abrangendo o período mais crítico da estiagem e reforçando as ações permanentes de combate ao desmatamento e às queimadas no Amazonas.
A iniciativa conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e com recursos do Programa Floresta em Pé, fruto de cooperação financeira entre os governos da Alemanha e do Brasil, por meio do KfW Banco de Desenvolvimento.
O Ipaam disponibiliza à população um canal direto para denúncias de infrações ambientais por meio do WhatsApp (92) 98557-9454. O número é administrado pela Gerência de Fiscalização Ambiental (Gefa) e permite o envio de informações que auxiliam no direcionamento das ações de fiscalização em todo o Amazonas.
Palavras-chave:
tecnologia
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