IA e o consumo de energia: como você pode ajudar a equilibrar essa conta
Publicado em: 12/09/2025 10:38
<br /> IA e o consumo de energia: como você pode ajudar a equilibrar essa conta – Crédito: Divulgação
A Inteligência Artificial já está no dia a dia de milhões de pessoas: de playlists personalizadas a respostas instantâneas, ela opera silenciosamente pelas telas.
Mas o que pouca gente sabe é que por trás dessas interações existe um custo invisível: o consumo de energia.
Segundo estimativas globais, a demanda energética da IA pode dobrar nos próximos anos, pressionando a matriz elétrica em todo o mundo. Enquanto a IA eleva a demanda global por energia, o Brasil já enfrenta um desafio próprio: o aumento de 177% na conta de luz de 2010 a 2024 — bem acima da inflação acumulada de 122%, segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia, ABRACEEL.
Nesse contexto, alternativas de consumo mais sustentáveis, como o mercado livre de energia, ganham espaço. O modelo atua como resposta à escalada de tarifas no Brasil, mas, em nível global, pode ser considerado, também, como uma forma de compensar os impactos do aumento da demanda energética impulsionada por tecnologias como a Inteligência Artificial.
O que é o mercado livre de energia
O mercado livre, que permite ao consumidor escolher de onde vem sua energia, já é realidade para grandes empresas e vem se expandindo para novos perfis. Em 2024, esse modelo registrou crescimento de 50% no número de unidades consumidoras. Enquanto a tarifa no mercado regulado disparou, no mercado livre a alta foi bem menor: apenas 44% no mesmo período.
Dentro desse movimento, uma modalidade tem ganhado destaque pela acessibilidade e praticidade: a geração distribuída de energia, que permite o uso de energia limpa por meio de créditos recebidos de usinas remotas. É o caso da Lemon Energia, startup que conecta consumidores a usinas solares e já atende mais de 15 mil clientes em condomínios, comércios e pequenos negócios — sem necessidade de obras ou instalação de equipamentos.
“A Lemon conecta consumidores a usinas de energia limpa de forma totalmente digital, com economia garantida e sem burocracia. É uma solução que alia sustentabilidade, praticidade e alívio no bolso. Em um momento em que o custo da energia pesa tanto, oferecer alternativas sustentáveis e acessíveis se tornou ainda mais essencial”, explica Rafael Vignoli, CEO da Lemon Energia.
Com escolhas mais conscientes sobre como e de onde vem a energia, consumidores passam a fazer parte da solução. Afinal, se a IA veio para ficar, o jeito é equilibrar a conta do futuro com decisões mais inteligentes no presente.
A Inteligência Artificial já está no dia a dia de milhões de pessoas: de playlists personalizadas a respostas instantâneas, ela opera silenciosamente pelas telas.
Mas o que pouca gente sabe é que por trás dessas interações existe um custo invisível: o consumo de energia.
Segundo estimativas globais, a demanda energética da IA pode dobrar nos próximos anos, pressionando a matriz elétrica em todo o mundo. Enquanto a IA eleva a demanda global por energia, o Brasil já enfrenta um desafio próprio: o aumento de 177% na conta de luz de 2010 a 2024 — bem acima da inflação acumulada de 122%, segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia, ABRACEEL.
Nesse contexto, alternativas de consumo mais sustentáveis, como o mercado livre de energia, ganham espaço. O modelo atua como resposta à escalada de tarifas no Brasil, mas, em nível global, pode ser considerado, também, como uma forma de compensar os impactos do aumento da demanda energética impulsionada por tecnologias como a Inteligência Artificial.
O que é o mercado livre de energia
O mercado livre, que permite ao consumidor escolher de onde vem sua energia, já é realidade para grandes empresas e vem se expandindo para novos perfis. Em 2024, esse modelo registrou crescimento de 50% no número de unidades consumidoras. Enquanto a tarifa no mercado regulado disparou, no mercado livre a alta foi bem menor: apenas 44% no mesmo período.
Dentro desse movimento, uma modalidade tem ganhado destaque pela acessibilidade e praticidade: a geração distribuída de energia, que permite o uso de energia limpa por meio de créditos recebidos de usinas remotas. É o caso da Lemon Energia, startup que conecta consumidores a usinas solares e já atende mais de 15 mil clientes em condomínios, comércios e pequenos negócios — sem necessidade de obras ou instalação de equipamentos.
“A Lemon conecta consumidores a usinas de energia limpa de forma totalmente digital, com economia garantida e sem burocracia. É uma solução que alia sustentabilidade, praticidade e alívio no bolso. Em um momento em que o custo da energia pesa tanto, oferecer alternativas sustentáveis e acessíveis se tornou ainda mais essencial”, explica Rafael Vignoli, CEO da Lemon Energia.
Com escolhas mais conscientes sobre como e de onde vem a energia, consumidores passam a fazer parte da solução. Afinal, se a IA veio para ficar, o jeito é equilibrar a conta do futuro com decisões mais inteligentes no presente.
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