Cidades usam IA para remediar desastres causados por chuvas
Publicado em: 23/03/2026 16:22
<br /> A crise climática trouxe prejuízos severos ao Brasil nos primeiros meses de 2026. De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), os temporais já causaram prejuízos de R$1,4 bilhão e afetaram mais de 1 milhão de pessoas em todo o país. Ao todo, 377 municípios sofreram com inundações, enxurradas, alagamentos e deslizamentos entre janeiro e março deste ano.
Para reverter esse cenário, tecnologias de gestão urbana se tornaram um pilar central para o mapeamento e proteção de áreas de risco. Um dos casos de sucesso é o de Nova Lima, em Minas Gerais.
Com mais de um terço da população vivendo em áreas vulneráveis, a cidade implementou um sistema que monitora o nível do Rio das Velhas em tempo real. Os dados são enviados diretamente ao cidadão via aplicativo, permitindo o acompanhamento contínuo da situação, especialmente em períodos de chuva intensa.
O papel da prevenção
A solução permite que a prefeitura envie alertas preventivos baseados em dados precisos, reduzindo drasticamente o tempo de evacuação em áreas de risco. Para Alexandre Gedanken, diretor-presidente do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), organização que desenvolveu a tecnologia, esse cenário reforça que o verdadeiro diferencial de um município está na sua capacidade de integração.
As cidades inteligentes nascem da conexão entre pessoas, tecnologia e gestão pública.
A inteligência artificial surge como o próximo passo dessa evolução. Durante o Smart City Expo Curitiba 2026, maior evento de cidades inteligentes das Américas, que ocorre entre 25 e 27 de março na Arena da Baixada, o ICI apresentará a “Vitrine de IA para cidades inteligentes”. O painel irá abordar o uso de IA na modernização da gestão pública.
Além de Minas Gerais, cidades como Osasco, em São Paulo, e Londrina, interior do Paraná, também têm utilizado essas ferramentas para modernizar o atendimento e a gestão estratégica.
Em Londrina, a plataforma "Londrina On" centraliza serviços essenciais, que vão de iluminação pública a transporte e conservação de vias, em um único canal digital. O sistema permite que o cidadão abra chamados via WhatsApp ou aplicativo, agilizando a resposta da prefeitura para demandas do cotidiano.
Já em Osasco, o foco está na estratégia. O projeto "Cidade Inteligente, Humana e Sustentável" utiliza a inovação e o planejamento integrado para transformar o ambiente urbano em um espaço mais resiliente e participativo, colocando o bem-estar humano como prioridade em cada decisão tecnológica.
Tecnologias para inovar, criar e vivenciar
O debate sobre como transformar espaços urbanos em ambientes seguros e com qualidade de vida é o foco do Smart City Expo Curitiba.
Promovido pelo iCities e chancelado pela Fira Barcelona, o evento este ano tem como tema “Cidades para Criar, Inovar e Vivenciar”, reforçando que uma cidade só é verdadeiramente inteligente quando acolhe e protege toda a população.
Durante o evento, o ICI terá um espaço dedicado a quem deseja conhecer, na prática, iniciativas voltadas a serviços públicos digitais e gestão urbana.
Para Alexandre Gedanken, o encontro é uma oportunidade vital de compartilhar experiências: "O Smart City é um espaço para mostrar como essas conexões geram resultados para os cidadãos, seja no uso estratégico de dados ou na criação de soluções digitais que tornam a gestão mais eficiente e transparente”, conclui.
Para reverter esse cenário, tecnologias de gestão urbana se tornaram um pilar central para o mapeamento e proteção de áreas de risco. Um dos casos de sucesso é o de Nova Lima, em Minas Gerais.
Com mais de um terço da população vivendo em áreas vulneráveis, a cidade implementou um sistema que monitora o nível do Rio das Velhas em tempo real. Os dados são enviados diretamente ao cidadão via aplicativo, permitindo o acompanhamento contínuo da situação, especialmente em períodos de chuva intensa.
O papel da prevenção
A solução permite que a prefeitura envie alertas preventivos baseados em dados precisos, reduzindo drasticamente o tempo de evacuação em áreas de risco. Para Alexandre Gedanken, diretor-presidente do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), organização que desenvolveu a tecnologia, esse cenário reforça que o verdadeiro diferencial de um município está na sua capacidade de integração.
As cidades inteligentes nascem da conexão entre pessoas, tecnologia e gestão pública.
A inteligência artificial surge como o próximo passo dessa evolução. Durante o Smart City Expo Curitiba 2026, maior evento de cidades inteligentes das Américas, que ocorre entre 25 e 27 de março na Arena da Baixada, o ICI apresentará a “Vitrine de IA para cidades inteligentes”. O painel irá abordar o uso de IA na modernização da gestão pública.
Além de Minas Gerais, cidades como Osasco, em São Paulo, e Londrina, interior do Paraná, também têm utilizado essas ferramentas para modernizar o atendimento e a gestão estratégica.
Em Londrina, a plataforma "Londrina On" centraliza serviços essenciais, que vão de iluminação pública a transporte e conservação de vias, em um único canal digital. O sistema permite que o cidadão abra chamados via WhatsApp ou aplicativo, agilizando a resposta da prefeitura para demandas do cotidiano.
Já em Osasco, o foco está na estratégia. O projeto "Cidade Inteligente, Humana e Sustentável" utiliza a inovação e o planejamento integrado para transformar o ambiente urbano em um espaço mais resiliente e participativo, colocando o bem-estar humano como prioridade em cada decisão tecnológica.
Tecnologias para inovar, criar e vivenciar
O debate sobre como transformar espaços urbanos em ambientes seguros e com qualidade de vida é o foco do Smart City Expo Curitiba.
Promovido pelo iCities e chancelado pela Fira Barcelona, o evento este ano tem como tema “Cidades para Criar, Inovar e Vivenciar”, reforçando que uma cidade só é verdadeiramente inteligente quando acolhe e protege toda a população.
Durante o evento, o ICI terá um espaço dedicado a quem deseja conhecer, na prática, iniciativas voltadas a serviços públicos digitais e gestão urbana.
Para Alexandre Gedanken, o encontro é uma oportunidade vital de compartilhar experiências: "O Smart City é um espaço para mostrar como essas conexões geram resultados para os cidadãos, seja no uso estratégico de dados ou na criação de soluções digitais que tornam a gestão mais eficiente e transparente”, conclui.
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