Suspeitos de fazer e vender de atestados falsos a testes de gravidez e DNA são presos
Publicado em: 24/03/2026 16:08
<br /> Polícia cumpriu mandados de prisão em Goiânia e Aparecida de Goiânia
Divulgação/Polícia Civil
Sete suspeitos de fazer e vender atestados e outros documentos falsos, como testes de gravidez e de DNA, foram presos nesta terça-feira (24) em Goiânia e Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil (PC), o grupo atuava há cerca de quatro anos vendendo atestados e exames laboratoriais falsos na internet.
A delegada Bárbara Buttini, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), disse que o grupo usava sites com aparência profissional para comercializar os documentos falsos. A documentação era enviada de forma digital ou física.
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De acordo com a investigação, na plataforma digital, os documentos eram ofertados com tabela de preços que variava conforme a demanda. Eles tinham aparência legítima, com identificação de médicos, CID, carimbos e assinaturas falsas.
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O grupo tinha uma tabela fixa em que constam, por exemplo, os valores de atestados, que variam entre R$ 30 até R$ 150, dependendo do período pretendido pelo comprador.
"Trata-se de uma atuação extremamente grave, que ultrapassa a fraude comum, atingindo diretamente a fé pública e a saúde coletiva, podendo gerar consequências profundas em relações familiares, processos judiciais e decisões médicas", disse a delegada Bárbara Buttini.
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Entre os documentos comercializados estão: atestados médicos para justificativa de faltas; exames laboratoriais falsos; exames de DNA; exames de gravidez (inclusive com a escolha de resultado); atestados relacionados ao aborto; atestado de aptidão física; atestado para saque de FGTS; para dispensa militar e receitas médicas.
"Quando alguém falsifica um exame de DNA, não se trata apenas de um documento: estamos falando de impactos diretos em vínculos familiares, direitos de filiação e decisões judiciais sensíveis", completou Bárbara.
Documentos eram oferecidos em site com tabela de preços
Divulgação/Polícia Civil
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Sete suspeitos de fazer e vender atestados e outros documentos falsos, como testes de gravidez e de DNA, foram presos nesta terça-feira (24) em Goiânia e Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil (PC), o grupo atuava há cerca de quatro anos vendendo atestados e exames laboratoriais falsos na internet.
A delegada Bárbara Buttini, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), disse que o grupo usava sites com aparência profissional para comercializar os documentos falsos. A documentação era enviada de forma digital ou física.
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"Trata-se de uma atuação extremamente grave, que ultrapassa a fraude comum, atingindo diretamente a fé pública e a saúde coletiva, podendo gerar consequências profundas em relações familiares, processos judiciais e decisões médicas", disse a delegada Bárbara Buttini.
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Entre os documentos comercializados estão: atestados médicos para justificativa de faltas; exames laboratoriais falsos; exames de DNA; exames de gravidez (inclusive com a escolha de resultado); atestados relacionados ao aborto; atestado de aptidão física; atestado para saque de FGTS; para dispensa militar e receitas médicas.
"Quando alguém falsifica um exame de DNA, não se trata apenas de um documento: estamos falando de impactos diretos em vínculos familiares, direitos de filiação e decisões judiciais sensíveis", completou Bárbara.
Documentos eram oferecidos em site com tabela de preços
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Palavras-chave:
cibernético
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