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Trump diz que órgão de inteligência dos EUA é 'grande demais' e pede demissões

Publicado em: 05/06/2026 13:46

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa sobre inteligência artificial durante a cúpula "Winning the AI Race", em Washington D.C., em 23 de julho de 2025 REUTERS/Kent Nishimura O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ao jornal americano “Wall Street Journal” nesta sexta-feira (5) que quer que o diretor interino de Inteligência Nacional, Bill Pulte, inicie o processo de demitir um grande número de funcionários como parte de uma reestruturação na comunidade de inteligência dos EUA. Trump disse ao jornal que orientou Pulte em particular e afirmou considerar o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional “desnecessário e/ou grande demais”. "Gostaria de vê-lo menor. Acho que há muitas pessoas lá dentro que não deveriam estar lá", afirmou. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O órgão coordena as 18 agências que compõem a comunidade de inteligência dos Estados Unidos, incluindo a CIA, serviço de espionagem externa do país, e a Agência de Segurança Nacional (NSA), responsável por interceptar comunicações estrangeiras e ajudar na defesa contra ataques cibernéticos. Pulte foi nomeado por Trump nesta semana para ocupar interinamente o cargo de diretor de Inteligência Nacional. Ele substitui Tulsi Gabbard, que anunciou que deixaria o posto em 30 de junho. Antes de escolher Pulte, Trump havia dito que o vice de Gabbard, Aaron Lukas, assumiria a função de forma interina. Sandra Cohen: Escanteada por Trump, saída de diretora de Inteligência dos EUA era questão de tempo Bill Pulte, em 24 de julho de 2025, em Washington. AP/Julia Demaree Nikhinson Pulte é diretor da Agência Federal de Financiamento Habitacional e também preside as companhias hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. A escolha gerou críticas de parlamentares democratas e republicanos, que questionaram sua falta de experiência em segurança nacional. Na quinta-feira (4), Trump afirmou que Pulte não será seu indicado permanente para o cargo. Segundo a Reuters, o presidente disse que a função de Pulte será temporária, enquanto a Casa Branca avalia outros nomes. Agora no g1

Adolescente de 15 anos denuncia pai por estupro no Roblox e homem é preso, diz delegada

Publicado em: 03/06/2026 10:27

Adolescente de 15 anos denuncia pai por estupro no Roblox e homem é preso, diz delegada A adolescente de 15 anos, cujo pai foi preso por estupro em Capitão de Campos, no Norte do Piauí, pediu socorro por meio do jogo on-line Roblox. Segundo a delegada Rosa Chaib, após o pedido de ajuda, o caso foi investigado e o homem acabou preso na segunda-feira (1º). “Tínhamos uma denúncia feita pelo Roblox. Essa adolescente pedia socorro dentro da plataforma de jogo. Iniciamos as investigações através do meio cibernético, conseguimos localizar esse autor , disse. O g1 não divulgou o nome nem a imagem do suspeito para preservar a identidade da vítima, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Em vídeo publicado nas redes sociais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a delegada afirmou que outra filha do suspeito também pode ter sido vítima do crime (veja o vídeo no início da reportagem). O caso está sendo investigado pela DPCA. A prisão O homem foi preso pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar. Segundo as forças de segurança, ele estava na Praça JK, no Centro da cidade, quando foi abordado pelos agentes. Ele foi levado à Unidade Integrada de Segurança Pública (Uisp), em Capitão de Campos, para prestar depoimento. O suspeito deve passar por audiência de custódia. Um juiz vai decidir se ele responderá ao processo preso ou em liberdade. Veja como denunciar casos de abuso sexual infantojuvenil Disque Direitos Humanos: telefone 100; Polícia Militar: telefone 190; Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Teresina; Qualquer delegacia de Polícia Civil; Conselho Tutelar; Central Nacional de Denúncias da Safernet Brasil. Homem é preso suspeito de estuprar filha de 15 anos em Capitão de Campos Divulgação/PMPI *Gabriely Corrêa, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Palavras-chave: cibernético

Operação investiga suspeito por assédio sexual e crimes contra crianças e adolescentes em MS

Publicado em: 02/06/2026 12:05

Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Divulgação/MPMS Uma operação realizada nesta terça-feira (2) em Chapadão do Sul (MS) cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão contra um homem investigado por uma série de crimes envolvendo crianças e adolescentes. A ação da Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos (UICC) do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) é resultado de uma investigação que apura suspeitas de assédio sexual, armazenamento de material de abuso sexual infantil, fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade e fraude processual. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Agora no g1 Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos objetos que podem ter ligação com os crimes investigados. Entre os itens recolhidos estão narguilés, cigarros eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer das investigações. Segundo as apurações, o caso reúne diferentes suspeitas de crimes cometidos contra crianças e adolescentes. O material apreendido poderá ajudar a esclarecer as circunstâncias dos fatos e a participação do investigado. As investigações continuam e o conteúdo recolhido passará por perícia. A identidade do suspeito não foi divulgada. Casos de violência, exploração ou qualquer situação que coloque crianças e adolescentes em risco podem ser denunciados aos órgãos de proteção e às autoridades competentes. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Palavras-chave: cibernético

Após confusão causada por montagem de Bolsonaro agredindo jogador do Paraguai, painéis na fronteira com o Brasil são desativados

Publicado em: 30/05/2026 19:27

Após polêmica com montagem de Bolsonaro, Paraguai desativa painéis publicitários Os três telões de Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai com o Brasil, que exibiram uma montagem do ex-presidente Jair Bolsonaro agredindo o jogador paraguaio Gustavo Gómez apareceram desligados neste sábado (30). Após a repercussão do caso, o Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) anunciou a retirada de painéis publicitários considerados irregulares instalados às margens de rodovias do país. A medida foi divulgada depois de o presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmar nas redes sociais que havia determinado a retirada dos telões envolvidos na exibição da imagem. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Em comunicado, o MOPC informou que não autoriza a instalação de cartazes e painéis publicitários na faixa de domínio das rodovias, área sob responsabilidade do Estado. O ministério citou a Lei nº 5.016/2014, que proíbe estruturas capazes de comprometer a visibilidade dos motoristas ou representar risco à segurança viária. Segundo a pasta, cartazes, pórticos e outras instalações consideradas irregulares são retirados imediatamente. O órgão também afirmou que mantém processos administrativos e ações judiciais para remover estruturas instaladas em desacordo com a legislação e que, em alguns casos, decisões judiciais atrasam a execução das medidas. O g1 entrou em contato com as empresas responsáveis pelos telões para comentar a situação dos painéis após a determinação do governo paraguaio. Não houve resposta até a última atualização desta reportagem. Na sexta-feira, as empresas haviam alegado que a exibição das montagens com a imagem do ex-presidente brasileiro se deviam a uma invasão hacker aos sistemas. Navegue nesta reportagem para entender os desdobramentos do caso: Imagem foi exibida em três telões O que disseram as empresas donas dos telões Prefeitura abriu denúncia Presidente ordenou retirada de painéis Imagem foi exibida em três telões Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão As imagens mostraram, por cerca de uma hora e em pelo menos três painéis, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez. A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política", acompanhada da imagem do político sentado nas costas do jogador, puxando-o pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso". Revoltados, moradores destruíram um dos telões, nesta sexta-feira. Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local. Veja: Montagem foi produto de uma invasão hacker Reprodução/ Rede Sociais Moradores destruíram telão Reprodução/ Rede Sociais O que disseram as empresas donas dos telões Os telões pertencem a duas empresas: Fast Print e Publimix. A Fast Print e a Publimix alegam que os sistemas foram alvo de invasão hacker e que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Em nota, disseram que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes. A New Zone informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens. As empresas afirmaram que uma denúncia criminal foi formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos, no Paraguai. Neste sábado (30), o g1 procurou as empresas novamente, mas não houve resposta sobre as circunstâncias da desativação dos painéis. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la. Leia também: Rachadinha: Vereador de Curitiba é filmado recebendo dinheiro vivo de funcionária Veja prints: Estagiário do MP-PR denunciado por ofertar advogada 'no off' a acusado em troca de academia foi descoberto por vítima de violência doméstica Feminicídio e vicaricídio: Marido que jogou carro com esposa e filha em rio no Paraná matou criança para causar sofrimento à mulher, conclui MP Prefeitura abriu denúncia A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. No mesmo dia, em vídeo publicado nas redes sociais, informou ter formalizado uma denúncia na Fiscalía, órgão do Paraguai correspondente ao Ministério Público no Brasil. Presidente ordenou retirada de painéis Santiago Peña, presidente do Paraguai, usou as redes sociais para se manifestar sobre a montagem. Na publicação, afirmou ter ordenado que o Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai retire as estruturas. Ele também lamentou a situação e disse que "esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos". Santiago Peña se manifestou sobre montagem exibida em telões na Cidade do Leste. Reprodução/Redes sociais Confira a tradução na íntegra: "Lamentamos os cartazes ofensivos instalados em Cidade do Leste. Esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos. O Paraguai está vivendo um dos seus melhores momentos. Cresce, atrai investimentos e avança com força rumo ao futuro. Talvez isso incomode alguns. A nós, isso motiva a continuar trabalhando para que o gigante que é o Paraguai siga crescendo e ocupando o lugar que merece. Ordenei ao MOPC a retirada de todas essas estruturas, assim como de qualquer outra instalação irregular que ocupe espaços públicos, no âmbito das atribuições legais que a instituição vem exercendo em diferentes pontos do país. O Paraguai seguirá em frente". VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: cibernéticohacker

A guerra invisível que está confundindo sinais de GPS e colocando aviões em risco

Publicado em: 30/05/2026 08:57

O piloto Artur Rodionov diz que a falsificação de sinais de GPS se tornou uma ocorrência comum com a qual ele precisa lidar Artur Rodionov/Acervo pessoal Um avião da Força Aérea Real Britânica (RAF), que transportava o Secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, sobrevoava a Estônia perto da fronteira com a Rússia na semana passada quando algo estranho aconteceu. De acordo com dados de voo analisados ​​pelo Serviço Mundial da BBC, o transponder da aeronave repentinamente começou a indicar que ela estava em território russo, a 300 quilômetros de distância de onde estava segundos antes. Supostamente, o avião estava voando a apenas 11 quilômetros por hora sobre um lago perto de São Petersburgo. Mas nada disso era verdade. O sistema de navegação da aeronave havia sido afetado por um ataque cibernético. Isso ocorre quando uma área é inundada por sinais de rádio que imitam os de GPS. Sistema de GPS de avião de chefe da UE sofre pane no ar, e há suspeita de interferência russa Como os sinais de satélite são relativamente fracos quando chegam à Terra, um transmissor terrestre pode emitir sinais falsificados mais fortes, que podem ser captados por sistemas de navegação, incluindo os de aeronaves. A prática, conhecida como spoofing, é normalmente realizada por militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que usam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e pequenos drones. Muitas forças armadas possuem unidades especializadas que constroem transmissores em bases fixas ou os instalam em veículos. Mas voos comerciais agora estão sendo afetados por essa guerra eletrônica. Pilotos da Força Aérea Real foram forçados a guiar a aeronave usando um sistema de navegação mais antigo e menos preciso, que opera em paralelo com o GPS. O Ministério da Defesa britânico declarou que a segurança da aeronave não foi comprometida. Na verdade, não foi a única aeronave na área afetada naquele dia. Dados compartilhados com a BBC pela consultoria de aviação SkAI Data Services mostram que mais de cem aeronaves com passageiros a bordo estavam transmitindo localizações incorretas como resultado de falsificação de sinal. Os mesmos dados indicam que a falsificação e o bloqueio de sinal — outro tipo de interferência que mascara os sinais de satélite para impedir o funcionamento do GPS — estão se tornando cada vez mais comuns em áreas próximas a zonas de guerra ou onde há muita atividade militar, como a região do Mar Báltico, o Golfo Pérsico, o Mar Vermelho, a Índia, o Paquistão e a área ao redor de Mianmar. A falsificação de identidade é geralmente realizada por militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que utilizam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e pequenos drones Getty Images No Golfo Pérsico, por exemplo, houve um aumento repentino no número de voos que relataram falsificação de GPS após o início da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Em março, 5.381 voos relataram falsificação, um aumento em relação aos 99 de fevereiro e aos 14 de janeiro, segundo a SkAI Data Services. Os casos na região do Báltico dispararam de 17.243 em 2024 para 59.447 em 2025, ainda de acordo com a SkAI Data Services. Esse aumento coincide com o crescente uso de ataques com drones no conflito entre a Rússia e Ucrânia. Outras rotas aéreas movimentadas na Europa, no Oriente Médio e na Ásia também sofreram com falsificação ou interferência de GPS, com uma média de mais de 800 voos afetados diariamente em todo o mundo neste ano. Considerando que a tecnologia necessária para isso é facilmente encontrada na maioria dos países, especialistas temem que esse fenômeno se torne generalizado. Falsificação atrapalha mesmo pilotos experientes Este foi o problema que o piloto britânico Sam Rutherford enfrentou quando pilotava um avião de quatro lugares da Arábia Saudita para Omã no mês passado. Quando estava próximo da fronteira entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, os sistemas de navegação e o piloto automático pararam de funcionar. A princípio, ele pensou que poderia ser um problema com o avião, mas várias companhias aéreas na região relataram o mesmo problema. Descobriu-se que tanto a falsificação dos sinais do GPS quanto o bloqueio das ondas estavam afetando sua aeronave. Rutherford, que pilotou helicópteros no Exército Britânico por oito anos, usou a bússola magnética de seu avião e contatou o controle de tráfego aéreo para obter ajuda na navegação até seu destino. Embora tenha pousado em segurança, ele afirma: "Se eu tivesse encontrado mau tempo, pouco combustível e fosse noite, a situação teria sido muito diferente". Sistema de navegação da aeronave pode apresentar mau funcionamento devido à falsificação de sinal GPS Getty Images Os riscos da falsificação Um dos riscos da falsificação de sinais de navegação é que, ao serem levados a acreditar que estão em uma posição diferente da real, os pilotos podem acabar desativando ou ignorando os alertas dos sistemas de prevenção de colisão com o solo, afirma Tanja Harter, presidente da European Cockpit Association, entidade que representa cerca de 40 mil pilotos. Esse sistema alerta os pilotos quando identifica risco iminente de colisão com o solo ou com obstáculos, como montanhas. Harter afirma que há inúmeros relatos de pilotos recebendo alertas falsos para ganhar altitude, mesmo quando a aeronave voa a 37 mil pés (cerca de 11,3 mil metros). Sistemas de radar que ajudam as aeronaves a evitar condições climáticas adversas também podem apresentar mau funcionamento, acrescenta. Embora muitas companhias aéreas façam um bom trabalho ao fornecer informações aos pilotos, Harter diz que a combinação desses problemas "está comprometendo a segurança a bordo das aeronaves". O piloto Artur Rodionov conta que um "salto da Lituânia para o Mar do Norte" foi a maior discrepância entre a realidade e a localização exibida na tela que ele já presenciou. "São mais de 1.600 quilômetros", diz Rodionov, que pilota pequenos aviões de passageiros para a empresa de fretamento estoniana Diamond Sky Aviation. Em resposta a essas ocorrências, Rodionov conta que sua empresa desenvolveu protocolos para lidar com a falsificação de sinal, incluindo a desativação do GPS pelos pilotos ao sobrevoarem áreas conhecidas por interferências. Isso permite que o piloto monitore se os sinais da aeronave estão sendo falsificados, evitando que o restante do equipamento de navegação seja afetado. Rodionov afirma que a falsificação de sinal pode causar problemas especialmente para pilotos inexperientes ou quando as aeronaves apresentam outros problemas, como uma pane mecânica ou falha de equipamento. "Sem dúvida, isso representa uma carga de trabalho adicional", conclui. Interferências permitidas Não é ilegal que países interfiram no GPS. O órgão das Nações Unidas (ONU) que regula os sinais de radiodifusão, a União Internacional de Telecomunicações, autoriza a prática para fins de segurança ou defesa, embora tenha expressado a sua "profunda preocupação" com o fato de a sua utilização generalizada estar ameaçando a segurança das aeronaves. A instituição europeia de segurança da navegação aérea, Eurocontrol, afirma que as aeronaves têm "medidas de mitigação em vigor para garantir a manutenção da segurança" durante a falsificação de sinais e que a tecnologia de navegação aérea e o controle de tráfego em terra podem guiar a aeronave. Os fabricantes de aeronaves estão trabalhando com os fornecedores da aviação para encontrar soluções técnicas contra a falsificação de sinais, acrescenta a Eurocontrol. Mas a BBC apurou que há indícios de que as organizações da aviação, incluindo a Eurocontrol, estão mais preocupadas. Em uma apresentação identificada como "não destinada ao público geral", à qual a BBC teve acesso, há um alerta de que a falsificação de sinais "mina os princípios atuais de segurança da cabine de comando". Especialistas do setor sugerem que existe uma urgência maior em encontrar uma solução para o problema do que a reconhecida publicamente. "As companhias aéreas estão clamando por melhorias", diz Todd Humphreys, professor de engenharia aeroespacial da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. "O que teremos que fazer é desenvolver novas tecnologias muito mais resilientes", acrescenta. A navegação por barcos e carros também pode ser afetada Getty Images Soluções possíveis Possíveis soluções incluem a atualização do software das aeronaves para filtrar interferências, o uso de antenas direcionais para que os equipamentos possam ignorar sinais falsificados vindos do solo e sistemas de navegação totalmente novos que funcionem em conjunto com o GPS. Mas implementar mudanças em equipamentos críticos para a segurança pode levar tempo. Humphreys alerta que não é apenas o transporte marítimo comercial que pode ser afetado por falsificação e bloqueio de GPS. Isso pode impactar até mesmo aplicativos de mapas para celulares. "Trata-se do tráfego marítimo, das pessoas dirigindo nas estradas", diz ele. "Sempre que um conflito eclodir no futuro, podemos esperar que o GPS seja uma das primeiras vítimas."

Palavras-chave: cibernéticotecnologia

Como montagem com Bolsonaro agredindo jogador Gustavo Gómez causou confusão na fronteira e fez até o presidente do Paraguai intervir

Publicado em: 30/05/2026 00:00

Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão Uma montagem exibida em telões publicitários de Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai com o Brasil, causou revolta e confusão na sexta-feira (29). Nela, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece agredindo o jogador paraguaio Gustavo Gómez, que atua no Palmeiras e foi escalado para a Copa do Mundo de 2026. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Na sexta-feira, a imagem causou manifestação pública do presidente do Paraguai, Santiago Peña, que disse nas redes sociais que ordenou a retirada dos telões. Além disso, pessoas destruíram estruturas que exibiam a montagem nas ruas (veja no vídeo acima). As empresas responsáveis pelos painéis publicitários afirmam que trata-se de uma invasão hacker. Navegue nesta reportagem para entender os desdobramentos do caso: Imagem foi exibida em três telões Empresas se manifestam Prefeitura abre denúncia Presidente ordena retirada de painéis Imagem foi exibida em três telões As imagens mostraram, por cerca de uma hora e em pelo menos três painéis, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez. A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política", acompanhada da imagem do político sentado nas costas do jogador, o puxando pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso". Montagem foi produto de uma invasão hacker Reprodução/ Rede Sociais Revoltados, moradores destruíram um dos telões, nesta sexta-feira. Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local. Veja: Moradores destruíram telão Reprodução/ Rede Sociais Empresas se manifestam Foi identificado que os telões pertencem a três empresas: Fast Print, Publimix e New Zone. A Fast Print e a Publimix alegam que os sistemas foram alvo de invasão hacker e que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Em nota, disseram que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes. A New Zone informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens. As empresas afirmaram que uma denúncia criminal foi formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos, no Paraguai. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la. Leia também: Rachadinha: Vereador de Curitiba é filmado recebendo dinheiro vivo de funcionária Veja prints: Estagiário do MP-PR denunciado por ofertar advogada 'no off' a acusado em troca de academia foi descoberto por vítima de violência doméstica Feminicídio e vicaricídio: Marido que jogou carro com esposa e filha em rio no Paraná matou criança para causar sofrimento à mulher, conclui MP Prefeitura abre denúncia A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. No mesmo dia, em vídeo publicado nas redes sociais, informou ter formalizado uma denúncia na Fiscalía, órgão do Paraguai correspondente ao Ministério Público no Brasil. Presidente ordena retirada de painéis Santiago Peña, presidente do Paraguai, usou as redes sociais para se manifestar sobre a montagem. Na publicação, afirmou ter ordenado que o Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai retire as estruturas. Ele também lamentou a situação e disse que "esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos". Santiago Peña se manifestou sobre montagem exibida em telões na Cidade do Leste. Reprodução/Redes sociais Confira a tradução na íntegra: "Lamentamos os cartazes ofensivos instalados em Cidade do Leste. Esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos. O Paraguai está vivendo um dos seus melhores momentos. Cresce, atrai investimentos e avança com força rumo ao futuro. Talvez isso incomode alguns. A nós, isso motiva a continuar trabalhando para que o gigante que é o Paraguai siga crescendo e ocupando o lugar que merece. Ordenei ao MOPC a retirada de todas essas estruturas, assim como de qualquer outra instalação irregular que ocupe espaços públicos, no âmbito das atribuições legais que a instituição vem exercendo em diferentes pontos do país. O Paraguai seguirá em frente". VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: cibernéticohacker

Prefeitura de Bariri sofre ataque hacker e perde R$ 135 mil de contas bancárias

Publicado em: 29/05/2026 20:16

Prefeitura de Bariri sofre ataque hacker e perde R$ 135 mil de contas bancárias A Prefeitura de Bariri (SP) foi alvo de um ataque cibernético que resultou na perda de R$ 135 mil depositados em contas vinculadas ao município no Banco do Brasil. A informação foi confirmada pela Diretoria de Finanças da prefeitura. Segundo a administração municipal, hackers invadiram duas contas bancárias ligadas à prefeitura e efetuaram a retirada do valor. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp O Banco do Brasil informou que já iniciou os procedimentos para devolução do dinheiro e adotou uma série de medidas de segurança, como o bloqueio preventivo das contas, a troca de senhas e o reforço dos protocolos de proteção. Um boletim de ocorrência foi registrado para apurar o crime cibernético, e a Prefeitura de Bariri afirmou que está colaborando com as investigações. Prefeitura de Bariri perde R$ 135 mil em ataque hacker a contas Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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Presidente do Paraguai diz ter ordenado a retirada de telões que exibiram montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio

Publicado em: 29/05/2026 20:02

Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão Santiago Peña, presidente do Paraguai, usou as redes sociais para se manifestar sobre a montagem exibida em telões publicitários de Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai com o Brasil, nesta sexta-feira (29). Na publicação, disse ter ordenado a retiradas das estruturas. As imagens mostraram, por cerca de uma hora e em pelo menos três painéis, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez, que atua no Palmeiras e foi escalado para a Copa do Mundo de 2026. O conteúdo causou um confusão generalizada na fronteira. Assista acima. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Peña lamentou a situação e disse que "esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos". A ordem de retirada das estruturas, segundo Peña, foi encaminhada ao Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai. Santiago Peña se manifestou sobre montagem exibida em telões na Cidade do Leste. Reprodução/Redes sociais Confira a tradução na íntegra: "Lamentamos os cartazes ofensivos instalados em Cidade do Leste. Esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos. O Paraguai está vivendo um dos seus melhores momentos. Cresce, atrai investimentos e avança com força rumo ao futuro. Talvez isso incomode alguns. A nós, isso motiva a continuar trabalhando para que o gigante que é o Paraguai siga crescendo e ocupando o lugar que merece. Ordenei ao MOPC a retirada de todas essas estruturas, assim como de qualquer outra instalação irregular que ocupe espaços públicos, no âmbito das atribuições legais que a instituição vem exercendo em diferentes pontos do país. O Paraguai seguirá em frente". Leia também: Rachadinha: Vereador de Curitiba é filmado recebendo dinheiro vivo de funcionária App de carona: Influenciadora vai parar em delegacia após pegar carona em aplicativo Feminicídio: Homem que viajou da Bahia ao Paraná para matar ex ficou 17 dias planejando crime Entenda o caso A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política". A imagem era acompanhada da imagem de Bolsonaro sentado nas costas do jogador, o puxando pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso". Revoltados, moradores destruíram um dos telões, nesta sexta-feira. Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local. Moradores destruíram telão Reprodução/ Rede Sociais A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. Em nota, repudiou os anúncios e informou que também irá analisar possíveis sanções e multas contra as empresas responsáveis pelas estruturas publicitárias. A Fast Print e a Publimix alegam que os sistemas foram alvo de invasão hacker e que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Em nota, disseram que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes. As imagens também apareceram em um outdoor ligado à loja New Zone. A empresa informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens. As empresas afirmaram que uma denúncia criminal foi formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos no Paraguai. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: cibernéticohacker

É #FATO: FBI emitiu alerta contra sites fraudulentos que imitam página da Fifa para vender ingressos falsos e roubar dados

Publicado em: 29/05/2026 14:32

É #FATO: FBI fez alerta contra sites fraudulentos que imitam site da FIFA para aplicar golpes e roubar dados Reprodução O Federal Bureau of Investigation (FBI), equivalente à Polícia Federal (PF) dos Estados Unidos, emitiu um alerta sobre sites que imitam a página oficial da Fédération Internationale de Football Association (Fifa) para aplicar vender ingressos falsos e roubados dados pessoas das vítimas. É #FATO. Selo Fato (Horizontal) g1 🟢 Como é o alerta? O FBI publicou, nesta quarta-feira (27), um comunicado em seu site oficial que diz no título: "Atores maliciosos estão falsificando sites da Fifa antes da Copa do Mundo de 2026". O texto cita que páginas mentirosas se passam pelo endereço oficial da Fifa para promover atividades ilegais, como golpes financeiros. O objetivo é vender ingressos falsos para a Copa do Mundo, que começa em 11 de junho, e furtar dados sensíveis das vítimas, que possibilitam novos golpes no futuro. Os criminosos criam versões falsas, simulando a aparência do site legítimo. Também imitam o URL verdade, acrescendo, por exemplo, um "f" a mais no termo "Fifa" ou a extensão ".org" em vez de ".com". Essa forma de ataque cibernético, chamada de typosquatting, depende de erros frequentes comentidos por usuário, como digitação equivocada. A nota cita uma lista com 36 sites falsos e prevê a criação de outros domínios fraudulantes antes e durante a Copa do Mundo de 2026. Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa do FBI informou, por e-mail, que todos os anúncios de serviço público divulgados no endereço ic3.gov (o mesmo do alerta) são oficiais. 📌 Quais as dicas do FBI para se proteger? O FBI recomenda as seguintes precauções: Digite sempre na barra de navegação - Ao acessar o site oficial da Fifa, digite fifa.com diretamente na barra de endereços localizada na parte superior do seu navegador de internet, em vez de usar um mecanismo de busca. Cuidado com resultados patrocinados - Ao usar um mecanismo de busca, evite resultados "patrocinados", pois podem ser imitadores pagos que buscam desviar o tráfego do site real. Atenção à URL - Verifique se o endereço do site da Fifa termina em ".com" e se está digitado corretamente como www.fifa.com. Evite clicar em qualquer link com endereço diferente do verdadeiro, para reduzir o risco de fraude. Cuidado com subdomínios - Acesse subdomínios como plus.fifa.com diretamente da página inicial oficial da Fifa. Cuidado ao digitar subdomínios diretamente na barra de endereços. Não clique em links - Nunca clique em links que possam conter elementos ou gráficos suspeitos, como imagens amadoras ou de baixa qualidade usadas para imitar um site autêntico. Cuidado com dados pessoais - Nunca compartilhe informações confidenciais se tem certeza da legitimidade do site. Cautela ao clicar em anúncios - Verifique o URL para garantir que o site seja real. Anúncios maliciosos podem redirecionar os usuários para páginas diferentes da indicada. Navegue com segurança - Use os favoritos ou marcadores do navegador para acessar sites de login, em vez de clicar em resultados de busca na internet ou anúncios. É #FATO: FBI fez alerta contra sites fraudulentos que imitam site da FIFA para aplicar golpes e roubar dados Reprodução Veja também É #FAKE foto de Carlo Ancelotti dormindo no jogo Athletico-PR x Flamengo É #FAKE foto de Carlo Ancelotti dormindo no jogo Athletico-PR x Flamengo VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Agora no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

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Vídeo: telões com montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio causam confusão generalizada na fronteira com o Brasil

Publicado em: 29/05/2026 13:26

Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão Uma montagem exibida em telões publicitários de Cidade do Leste, na fronteira do Brasil com o Paraguai, provocou revolta e confusão nesta sexta-feira (29). As imagens mostraram, por cerca de uma hora, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez, escalado para a Copa do Mundo. O conteúdo foi exibido em pelo menos três painéis eletrônicos da cidade, conforme apurou o g1. Assista acima. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp As empresas responsáveis pelos espaços publicitários, Fast print e Publimix, afirmaram que os sistemas foram alvo de invasão hacker. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la. Revoltados, moradores destruíram um dos telões. A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política". A imagem era acompanhada da imagem de Bolsonaro sentado nas costas do jogador, o puxando pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso". Montagem foi produto de uma invasão hacker Reprodução/ Rede Sociais Leia também: Rachadinha: Vereador de Curitiba é filmado recebendo dinheiro vivo de funcionária App de carona: Influenciadora vai parar em delegacia após pegar carona em aplicativo Feminicídio: Homem que viajou da Bahia ao Paraná para matar ex ficou 17 dias planejando crime Confusão é investigada Moradores destruíram telão Reprodução/ Rede Sociais Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local. A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. Em nota, o município repudiou os anúncios e informou que também irá analisar possíveis sanções e multas contra as empresas responsáveis pelas estruturas publicitárias. As imagens também foram exibidas em um outdoor ligado à loja New Zone. A empresa informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens. Em nota, as empresas responsáveis afirmaram que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Disseram ainda que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes. “As informações preliminares apontam para atos ilícitos de invasão hacker da estrutura publicitária”, informou o comunicado. As empresas disseram ainda que uma denúncia criminal foi sendo formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos no Paraguai. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

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Suspeito de gravar e vender vídeos de relações sexuais com mulheres por R$ 75 é preso em operação

Publicado em: 29/05/2026 06:42

Pessoa mexendo no celular Reprodução/RBS TV Um homem identificado apenas pelas iniciais J. C. da S. foi preso preventivamente, na manhã desta sexta-feira (29), suspeito de gravar, armazenar e vender vídeos de relações sexuais com várias mulheres, sem o consentimento delas, em um aplicativo de mensagens. A prisão e um mandado de busca e apreensão foram cumpridos durante a Operação Lente Oculta, realizada em Teresina. Segundo o Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), da Polícia Civil do Piauí, as relações aconteceram há mais de 10 anos e algumas das vítimas eram menores de idade na época das gravações. O homem preso é suspeito de cobrar o preço de R$ 75 pelo acesso às imagens. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A investigação do DRCC descobriu indícios de que o suspeito usava perfis e robôs automatizados, ou "bots", para vender o material íntimo no aplicativo. Mesmo com a derrubada das contas iniciais pela plataforma, ele criou um novo link para continuar a comercialização clandestina dos vídeos. Agora no g1 Ainda de acordo com a Polícia Civil, fotos atuais das vítimas em perfis públicos nas redes sociais eram coletadas e expostas junto aos vídeos. As primeiras vítimas que compareceram à sede do DRCC, em 21 de maio, encorajaram outras mulheres, também avisadas da existência do material nos grupos do aplicativo, a denunciar o suspeito. A polícia alertou que a disponibilização não autorizada de conteúdo íntimo e sua aquisição são crimes graves. "A orientação é de que possíveis outras vítimas que não denunciaram por constrangimento ou temor procurem imediatamente a delegacia especializada", disse o departamento. "Recomenda-se preservar todas as evidências digitais disponíveis, como links e relatórios técnicos de evidências, e buscar o departamento para registro da ocorrência", completou o DRCC. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Empresa de pagamentos é alvo de ataque hacker, tem dados de 8 mil clientes vazados e operação mira suspeitos em SP e no RJ

Publicado em: 27/05/2026 17:40

PCDF faz operação contra hackers suspeitos de invadir empresa e vazar dados de clientes Uma empresa de pagamentos do Distrito Federal teve os servidores invadidos por hackers, que roubaram dados de cerca de 8 mil clientes e exigiram R$ 400 mil para não divulgar as informações. Nesta quarta-feira (27), a Polícia Civil (PCDF) fez uma operação em São Paulo e no Rio de Janeiro contra suspeitos de participação no ataque cibernético. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp A operação é conduzida pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), ligada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor). Segundo a investigação, o ataque aconteceu em agosto de 2024. Os criminosos acessaram os servidores da empresa, hospedados em nuvem, e conseguiram obter dados pessoais e bancários dos clientes cadastrados na plataforma. Os hackers deram prazo de 24 horas para que a empresa pagasse o valor exigido. Como o pagamento não foi feito, as informações foram vazadas na internet. Em outubro de 2024, a polícia identificou um dos suspeitos e cumpriu mandado de busca e apreensão em Americana (SP). Segundo a PCDF, ele confessou participação no esquema e disse que contratou hackers para invadir o sistema e praticar a extorsão. Celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos foram apreendidos, além de "Manual do Hacker". TV Globo Nesta quarta, a segunda fase da Operação Disrupção teve como alvo outros dois suspeitos apontados como responsáveis diretos pela invasão dos servidores. Os mandados foram cumpridos nos bairros de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro; e Barra Funda, em São Paulo. Celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos foram apreendidos, além de "Manual do Hacker". Os três investigados podem responder pelos crimes de extorsão, associação criminosa e invasão de dispositivo informático. Somadas, as penas podem chegar a 17 anos de prisão. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos. LEIA TAMBÉM: SÃO SEBASTIÃO: Criança de 1 ano está entubada em UTI após picada de escorpião no DF POLÍTICA: Celina Leão diz que decisões no BRB podem ter motivado críticas de Ibaneis: 'só pode ter incomodado' Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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QUIZ: Sua equipe é a maior porta de entrada para ataques cibernéticos?

Publicado em: 26/05/2026 13:23

Relatórios globais de cibersegurança acendem um alerta: aproximadamente 95% dos incidentes cibernéticos envolvem algum tipo de erro humano. Outras estatísticas indicam que entre 70% a até 98% dos ataques cibernéticos usam engenharia social, uma prática que consiste em manipular intencionalmente o comportamento humano para obter acesso a sistemas e dados sensíveis. Se índices como esses te assustam, é importante entender se a sua equipe está preparada para identificar as armadilhas dos cibercriminosos ou se ela é hoje a maior porta de entrada para ataques na sua empresa. Escolha a alternativa que melhor descreve a realidade da sua operação, confira qual letra você marcou com mais frequência e descubra o nível de risco oferecido pelos seus times. QUIZ: Sua equipe é a maior porta de entrada para ataques cibernéticos?

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Operação mira grupo suspeito de aplicar golpes em idosos com falsas ligações bancárias

Publicado em: 26/05/2026 07:22

Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Divulgação/MPMS O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Crédito Fantasma, que investiga uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes digitais contra idosos, aposentados e beneficiários do INSS. A ação cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Campinas e Guarulhos, no estado de São Paulo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Agora no g1 Segundo o MPMS, os investigados se passavam por funcionários de bancos e financeiras para enganar as vítimas. O grupo utilizava dados bancários obtidos ilegalmente e documentos falsificados para convencer os idosos a fazer transferências via PIX. De acordo com as investigações, após os depósitos, o dinheiro era dividido entre diversas contas bancárias para dificultar o rastreamento. Um dos suspeitos teria movimentado mais de R$ 2,3 milhões durante o período investigado. Durante a operação, foram apreendidos celulares, computadores e documentos que devem ajudar no andamento das investigações. A operação foi conduzida pela 10ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, em conjunto com a Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos do MPMS. As apurações apontam que dezenas de vítimas eram beneficiárias do INSS. ⚠️ O Ministério Público ainda fez alerta para que a população desconfie de contatos não solicitados feitos por supostos funcionários de bancos ou financeiras, principalmente quando houver pedido de transferência, depósito ou estorno via PIX. Segundo o órgão, instituições financeiras não pedem transferências para terceiros como condição para cancelar contratos ou regularizar contas. Denúncias de crimes cibernéticos podem ser feitas pela Ouvidoria do MPMS. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Wi-fi gerenciado x captive portal: qual o melhor para a sua empresa?

Publicado em: 21/05/2026 15:24

Em uma empresa, é comum surgir a dúvida entre investir em um Wi-Fi gerenciado ou em um captive portal. Embora eles cumpram papéis diferentes, normalmente funcionam de forma complementar pensando em infraestrutura de conexão, estratégias de marketing e segurança do visitante. Enquanto o Wi-Fi gerenciado garante a gestão centralizada da infraestrutura de rede, o captive portal estabelece uma camada de autenticação obrigatória para usuários externos. Essa integração entre as tecnologias não apenas protege a empresa contra vulnerabilidades de segurança, como também fornece dados estratégicos que permitem otimizar a performance operacional e entender melhor a base de clientes. O que é Wi-Fi gerenciado? Muitas organizações enfrentam problemas de lentidão e quedas de conexão quando o número de usuários conectados aumenta. O Wi-Fi gerenciado soluciona esses desafios ao oferecer equipamentos de alta performance integrados a um monitoramento em tempo real. Principais características: Monitoramento de link: detecção de falhas, sobrecargas e acessos indevidos Separação de redes para visitantes e colaboradores Gestão de banda: priorização de tráfego para setores críticos da empresa, por exemplo, ao definir que o setor administrativo tenha prioridade de velocidade sobre a rede de visitantes Segurança reforçada: uso de protocolos modernos (WPA3) e firewalls robustos que protegem a rede contra invasões externas Sua empresa oferece Wi-Fi grátis aos clientes? Saiba como segmentar sua rede corretamente O que é captive portal? Para melhor entender o captive portal é possível compará-lo a um controlador de tráfego em um cruzamento movimentado: antes de liberar a passagem, ele recepciona o usuário e exige uma identificação, garantindo que nenhum acesso seja anônimo e gerando informações para que a empresa possa melhorar a performance dos negócios. A tecnologia funciona através de 4 etapas principais: Quando o dispositivo se associa ao ponto de acesso, ele tenta carregar serviços em segundo plano ou páginas iniciais. Nesse instante, um gateway ou firewall identifica que o dispositivo ainda não possui credenciais válidas e intercepta a solicitação O sistema utiliza o redirecionamento via DNS para alterar o destino solicitado pelo dispositivo e o encaminhar obrigatoriamente para o endereço IP da página de login personalizada, garantindo que o primeiro ponto de contato do visitante seja a tela de autenticação da empresa O usuário realiza o check-in através de login social, formulários, aceite dos termos de uso ou preenchendo um cadastro com e-mail e WhatsApp Após a validação, o firewall libera o dispositivo e o usuário navega livremente enquanto a empresa fica com uma base de dados qualificada Blindando a conexão Wi-Fi Embora o captive portal funcione como uma barreira inicial contra acessos indevidos, ele não é suficiente para conter ataques cibernéticos mais complexos. Quando a página de acesso trabalha em conjunto com as ferramentas adicionais do Wi-Fi gerenciado, consegue reduzir riscos como o ataque de Man-in-the-Middle (MitM), ou "homem no meio", em que um invasor intercepta dados que trafegam em conexões não criptografadas, e ataque de gêmeo maligno (Evil Twin), em que o cibercriminoso cria uma rede Wi-Fi falsa com nome idêntico à oficial e faz o usuário fornecer credenciais e dados pessoais em um portal clonado. Para blindar o seu negócio contra essas e outras ameaças, é importante contar com recursos do Wi-Fi gerenciado como: Segmentação via VLAN: isolamento entre a rede de visitantes e a rede interna corporativa, impedindo que qualquer usuário externo visualize servidores ou documentos empresariais Modelo Zero Trust: filosofia de segurança em que nenhum dispositivo é confiável por padrão e serve para monitorar o comportamento de cada conexão continuamente Criptografia avançada: protocolos como WPA3-Enterprise ajudam a proteger o tráfego de dados do início ao fim da navegação Firewall e monitoramento de link: essa combinação permite filtrar acessos indevidos, identificar tentativas de invasão e bloquear comportamentos suspeitos em tempo real Alto desempenho e segurança para o seu negócio Não permita que a conexão oferecida ao seu público seja vulnerável ou um sinônimo de frustração para a sua equipe. Em vez de ter que optar por uma ou outra solução, o ideal é combinar Wi-Fi gerenciado e captive portal: enquanto o primeiro evita que a conexão seja um gargalo técnico, o segundo garante que cada acesso seja identificado, registrado e transformado em uma oportunidade de relacionamento. Conte com as soluções corporativas da Ligga Telecom para estruturar uma rede que una alta performance e blindagem contra ameaças.

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