Arquivo de Notícias Resultados para: "cibernético"

Influenciadores que estimulam soltura ilegal de balões em SP são alvos de operação da PM e Ministério Público

Publicado em: 25/11/2025 06:41

Vídeo de outubro mostra queda de balão em cima do telhado de casas e pega fogo na Vila Mariana A Polícia Militar Ambiental e o Ministério Público do Estado de São Paulo realizam na manhã desta terça-feira (25) a Operação Bancada, que tem como objetivo combater crimes cibernéticos e a atuação de influenciadores que promovem a fabricação e a soltura ilegal de balões no estado de São Paulo. A ação é resultado de uma investigação conduzida ao longo dos últimos seis meses, que permitiu identificar os principais responsáveis pela confecção, soltura e recuperação de balões de grande porte, além de pessoas envolvidas na produção e divulgação de conteúdo digital que incentiva e normaliza a prática nas redes sociais. Segundo as autoridades, a ideia é desarticular completamente a cadeia logística da atividade ilegal, impedindo a produção e soltura de balões, além da atuação da rede de influenciadores e páginas que lucram com a divulgação e monetização da prática criminosa. Além de mandados de busca e apreensão, a Justiça de São Paulo determinou a suspensão e o congelamento das contas e páginas utilizadas pelos investigados. 👉 Contexto: A fabricação, armazenagem, transporte ou soltura de balões é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. A prática pode provocar incêndios urbanos e florestais, causar acidentes aéreos, gerar danos ambientais significativos e colocar em risco a vida de pessoas em áreas urbanas e rurais. Balão cai na Vila Mariana Reprodução/TV Globo Queda de balão atinge imóveis e rede elétrica na Zona Leste de São Paulo

Palavras-chave: cibernético

PF faz buscas após postagens contra mulheres e de apologia ao nazismo

Publicado em: 19/11/2025 10:44

Violência contra mulher: como pedir ajuda A Polícia Federal (PF) iniciou nesta quarta-feira (19) a Operação Rebanho, com o objetivo de apurar a prática de crimes de ódio pela internet. Agentes da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (Deleciber/PF) cumprem 1 mandado de busca e apreensão no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ordem judicial foi expedida pela 2ª Vara Federal Criminal. A investigação teve início em 2024, após o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) identificar postagens de caráter misógino e discriminatório contra mulheres em uma rede social, bem como publicações de apologia ao nazismo. Após um cruzamento de dados, a PF localizou o autor no Rio de Janeiro. Durante as buscas, foram apreendidos celulares e um computador, que serão submetidos à perícia técnica criminal. O investigado pode responder por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, com pena de até 3 anos de reclusão e multa, podendo chegar a 5 anos se houver uso de símbolos nazistas ou meios de comunicação. PF cumpre mandado no Engenho Novo Divulgação/PF

Palavras-chave: cibernético

Golpes na internet: especialista alerta sobre crimes no WhatsApp e ensina a se proteger

Publicado em: 17/11/2025 07:22

Fique por Dentro: entenda como evitar os golpes on-line mais comuns Os golpes virtuais estão cada vez mais sofisticados e atingem milhares de brasileiros diariamente. Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostram que, apenas em 2024, 153 mil pessoas foram vítimas do golpe do WhatsApp no Brasil. A exposição é grande, já que a vida moderna está bastante conectada por meio de dispositivos móveis, usados para pagar contas, fazer compras e trabalhar. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Para entender os riscos e como se proteger nesse ambiente, o g1 conversou com o especialista em cibersegurança Ismael Júnior. O que é cibersegurança? De acordo com Ismael Júnior, há uma diferença entre segurança da informação e cibersegurança. A primeira é mais abrangente, envolvendo processos e pessoas para proteger dados. Já a cibersegurança foca especificamente no mundo digital, como a internet, WhatsApp e Facebook, adaptando a proteção para esse ambiente. Golpes mais comuns e o público-alvo O golpe do WhatsApp é um dos mais registrados, com 153 mil casos em 2024, segundo a Febraban. No entanto, ele não é único. Existem variações, como o golpe do PIX, do advogado, do boleto falso e do motoboy. Um exemplo citado é o golpe da maquininha, onde o criminoso passa um valor muito superior ao combinado. "Todos eles no final, os golpistas, eles querem saber de dinheiro", afirmou o especialista. Embora qualquer pessoa possa ser vítima, os idosos acabam sendo um alvo mais frequente. Isso ocorre, segundo Ismael, devido à menor familiaridade com a tecnologia, à falta de acompanhamento das novidades do mundo digital e ao apelo familiar, como no caso de golpes que se passam por parentes pedindo ajuda financeira. Estratégias dos criminosos Os valores dos golpes variam. Alguns buscam quantias vultuosas, enquanto outros pedem valores menores, como R$ 50 ou R$ 100, para não assustar a vítima e facilitar a transação. Ismael confirmou que, em alguns casos, começa com valores baixos, mas em outros, a estratégia já é aplicar golpes de alto valor desde o início. Um exemplo é o golpe do boleto falso, que oferece um desconto vantajoso. "Se o seu boleto lá é R$ 450, ele diz que houve um erro na emissão do boleto, e você tem uma vantagem financeira, e aquele boleto é R$ 430 ou R$ 420... só que você está perdendo R$ 420, porque você está pagando o boleto que não é do seu condomínio, é o boleto que vai para o golpista." Dicas de proteção no dia a dia Com a proximidade da Black Friday, Ismael Júnior alerta para as falsas promoções. "Não vai ter uma televisão de 75 polegadas, 4K, por R$ 1.200, por mais que ela esteja na promoção, isso é algo que não existe." Ele recomenda desconfiar de gatilhos mentais como escassez e urgência. "Antes de comprar ou acessar o link que você recebeu naquele e-mail, vai por fora, não vai pelo e-mail. Pega lá o seu WhatsApp, pede para o esposo, para o filho: 'Filho, dá uma olhada ali no site da loja tal e valida se essa televisão está nesse preço mesmo'." Senhas fortes e gerenciadores O especialista reforçou a importância de senhas fortes, que incluam letras minúsculas, maiúsculas, números e caracteres especiais, com no mínimo oito caracteres. Ele desaconselha o uso de datas comemorativas ou nomes de familiares. Para quem tem dificuldade em criar e memorizar senhas complexas para cada serviço, a dica é usar um gerenciador de senhas. "As senhas que estão lá dentro, elas vão ser bem aleatórias, que você não precisa decorar." Ele reconhece que não existe segurança 100%, mas o risco de usar um gerenciador é menor do que o de repetir senhas fracas. Cuidado com Wi-Fi público Evite acessar informações sensíveis em redes Wi-Fi públicas. "Golpistas ou pessoas com má intenção estão ali naquele ambiente junto com você... e aí ele consegue, com algumas ferramentas, descobrir quem são as outras pessoas que estão ali navegando", recomenda Ismael. A recomendação é não acessar bancos ou a rede da empresa em Wi-Fi público. Se for extremamente necessário, deve-se usar uma VPN (Rede Privada Virtual) para criar um "túnel seguro". Caso contrário, o uso deve se restringir a navegação comum, como assistir a vídeos. Ligações suspeitas e deepfakes Sobre as incessantes ligações telefônicas, muitas são de centrais legítimas, mas os golpistas também usam essa tática. Ismael alerta para dois grandes riscos: a aplicação imediata de um golpe, se passando por um banco, e a coleta de voz para uso em golpes futuros com inteligência artificial. "A dica... não conhece o número, não está cadastrado? Atende e aguarda. Porque se alguém quiser falar com você, ele vai falar... Se não for nada disso, calado estava, calado fica, que aí você resguarda a sua voz." Sobre os deepfakes (vídeos falsos criados com IA), o especialista citou o caso de uma loteria que teve um vídeo do proprietário manipulado para oferecer um bolão da virada por um preço muito abaixo do real. "E aí passava uma chave Pix que não era da loteria." Golpes com deepfakes de famosos anunciando programas governamentais falsos também são comuns. Legislação e o que fazer se for vítima Questionado sobre a legislação, Ismael Júnior citou a Lei Carolina Dieckmann (de Crimes Cibernéticos) e o artigo 154-A do Código Penal como instrumentos para punir esses crimes. "Acredito que não seja por falta de leis... Talvez tenham que melhorar mais um pouco? Talvez sim, porque a tecnologia ela vem se desenvolvendo." Se a pessoa cair em um golpe, a primeira medida é registrar um boletim de ocorrência (BO), de preferência em uma delegacia especializada ou pelo meio eletrônico. As demais ações dependem do tipo de golpe: Golpe Financeiro: Contatar imediatamente o banco para bloquear transações. Golpe do PIX: Acionar o MED (Mecanismo Especial de Devolução), do Banco Central. Verificar contas em seu nome: Acessar o Registrato, também do Banco Central, para identificar se foram abertas contas ou feito empréstimos em seu nome sem autorização. Rede Social clonada: Além do BO, entrar em contato com a plataforma (Meta, etc.) para reportar o problema e tentar recuperar o acesso. Como orientar os funcionários da empresa sobre cibersegurança Adobe Stock Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

Golpistas usam mensagem com arquivo zipado para invadir celulares de empresas no Amapá

Publicado em: 15/11/2025 08:00

Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DR-CCIBER) é responsável por investigar Polícia Civil/divulgação Golpistas estão usando arquivos zipados para invadir celulares de empresas no Amapá. O golpe é aplicado por meio de mensagens disfarçadas como orçamentos, que ao serem abertas instalam vírus nos dispositivos. As mensagens geralmente chegam de contatos conhecidos e usam linguagem técnica, o que aumenta a credibilidade e facilita a ação dos criminosos. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça 🔍Como funciona o golpe A vítima recebe uma mensagem com link ou arquivo ZIP; O conteúdo parece confiável; Ao clicar, o vírus é instalado no celular ou computador; O malware acessa o WhatsApp Web e envia o mesmo arquivo para todos os contatos e grupos; Em poucos minutos, o golpe se espalha em cadeia; Criminosos conseguem acessar dados pessoais e senhas. Em um dos casos, os golpistas clonaram o WhatsApp de uma concessionária de veículos em Macapá e passaram a enviar mensagens para clientes. O analista de sistemas Abrahao Costa recebeu uma dessas mensagens na quinta-feira (13). Ele já havia comprado um carro na empresa e faz manutenção no local. “Eu não caí no golpe, mas se uma pessoa leiga estiver fazendo um orçamento e receber a mensagem, pode abrir o arquivo”, disse. A concessionária divulgou um comunicado alertando os clientes sobre o vírus. A orientação é não abrir links ou documentos suspeitos e apagar imediatamente a mensagem. Mensagem recebida por Abrahao pelo whatsapp da consecionária Abrahao Costa/Divulgação LEIA TAMBÉM: Defeso proíbe pesca de 22 espécies no Amapá até março de 2026; veja relação Homem vestido de mototáxi é preso com porções de maconha e cocaína em Macapá; VÍDEO A Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DR-CCIBER) é responsável por investigar esse tipo de crime. Em caso de golpe, a recomendação é registrar boletim de ocorrência (veja o endereço da delegacia no final desta matéria). Dicas de segurança Bloqueie e denuncie mensagens suspeitas; Ative a verificação em duas etapas no WhatsApp; Nunca clique em links ou baixe arquivos de desconhecidos. Segundo a Meta, o WhatsApp realiza verificações e alerta o usuário quando um arquivo é suspeito ou incompatível com o aplicativo. Essas checagens acontecem no próprio dispositivo e, por causa da criptografia de ponta a ponta, o app não tem acesso ao conteúdo das mensagens. Endereço da DR-CCIBER: Aeroporto Internacional de Macapá, todos os dias, das 7h30 às 18h. Golpe do falso advogado: criminosos aproveitam da confiança das vítimas no Amapá Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: cibernético

Governo nomeia nova superintendente da Polícia Federal em PE e Antônio de Pádua deixa cargo para representar PF na China

Publicado em: 14/11/2025 17:52

Governo nomeia nova superintendente da Polícia Federal em PE O governo federal nomeou a delegada Adriana Albuquerque de Vasconcelos como nova superintendente da Polícia Federal em Pernambuco. Ela era adjunta do então chefe da corporação, também delegado Antônio de Pádua. Ele estava no cargo desde 2023 e, agora, vai representar a PF na China, como o primeiro adido da instituição na Embaixada do Brasil em Pequim. O cargo, criado pelo presidente Lula (PT), é inédito nas relações institucionais entre as duas nações e visa ampliar a cooperação com o país oriental nas áreas de segurança pública, investigação criminal e combate a crimes internacionais. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp A portaria de nomeação da nova superintendente foi publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e foi assinada pelo secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto. Ainda não foi divulgada a data da posse da nova chefe da PF no estado, bem como detalhes sobre o currículo da delegada. Adriana Albuquerque será a segunda mulher a chefiar a PF em Pernambuco. A primeira foi a delegada Carla Patrícia Cintra Barros da Cunha, que ocupou o cargo entre dezembro de 2019 e maio de 2021. Antônio de Pádua e Adriana Albuquerque de Vasconcelos Saulo Moreira/Divulgação Novo cargo Como adido da PF, Antônio de Pádua vai atuar diretamente com autoridades chinesas, principalmente em temas como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, contrabando, crimes cibernéticos e cooperação jurídica internacional. Também vai desempenhar papel na proteção de cidadãos brasileiros na China. Antônio de Pádua foi nomeado superintendente da PF em janeiro de 2023. Antes disso, ele ocupou o cargo de secretário de Defesa Social de Pernambuco, entre junho de 2017 e junho de 2021, durante a gestão do ex-governador Paulo Câmara (então PSB, agora, sem partido). Antonio de Pádua deixou o cargo de secretário após a repressão violenta da Polícia Militar a um protesto pacífico contra Bolsonaro (PL), no Recife. Em 29 de maio de 2021, policiais militares atacaram manifestantes, agrediram uma vereadora e atiraram nos olhos de dois homens que sequer participavam do ato e perderam a visão de um dos olhos. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: cibernético

Escalabilidade da rede: como crescer sem perder velocidade e qualidade

Publicado em: 14/11/2025 15:53

O crescimento de uma empresa traz oportunidades, mas também novos desafios de conectividade. À medida que o time aumenta e a carteira de clientes se expande, surgem mais dispositivos conectados e maior tráfego de dados. Se a estrutura de rede não evoluir junto, o reflexo pode vir na forma de lentidão, instabilidade e até falhas de segurança. É como a estrutura de um prédio: se não houver uma boa fundação, problemas como rachaduras e infiltrações não demorarão a aparecer. Tudo isso pode interromper vendas, atrasar entregas, prejudicar o atendimento ao cliente e manchar a reputação da empresa, então, a rede corporativa deve ser pensada não apenas para atender as demandas de hoje com eficiência e segurança, mas principalmente estar preparada para o futuro. E é aí que entra a escalabilidade de rede, ou seja, a capacidade de uma infraestrutura crescer e se adaptar para suportar um aumento no número de usuários, dispositivos conectados ou volume de dados. Uma rede escalável mantém o desempenho mesmo sob maior demanda, garantindo que as operações não percam a qualidade. Existem dois tipos principais de escalabilidade: Vertical (scaling up): quando a empresa aumenta a capacidade de um mesmo equipamento, por exemplo, adicionar mais memória, processadores ou armazenamento a um servidor existente Horizontal (scaling out): quando novos dispositivos são adicionados à rede para distribuir a carga e garantir o desempenho mesmo durante picos de uso 5 sinais de que a sua rede precisa evoluir Alguns indícios mostram quando a infraestrutura atual já não atende às necessidades da sua empresa e que chegou a hora de atualizar a rede para evitar gargalos e vulnerabilidades operacionais: Lentidão constante, tempo de resposta alto e dificuldade para acessar sistemas ou arquivos em nuvem Interrupções frequentes que afetam reuniões online, operações de vendas ou de atendimento ao cliente Equipamentos como roteadores, switches e cabos estão muito defasados e já não suportam as novas demandas tecnológicas Há mais dispositivos conectados e houve um aumento na pressão sobre a largura de banda Houve um aumento no número de ataques cibernéticos bem-sucedidos como phishing, ransomware e DDoS 5 estratégias práticas para escalar a sua rede corporativa Crescer com segurança requer planejamento e a adoção de tecnologias que tornem a rede mais flexível e resiliente. A seguir estão as principais práticas que ajudam a alcançar esses fatores: Segmentação: dividir a rede em partes menores melhora o desempenho e reduz riscos de segurança e o congestionamento da rede. Com a segmentação também é possível isolar setores críticos (como financeiro) e limitar o impacto de falhas operacionais Virtualização: permite criar ambientes independentes dentro da mesma infraestrutura física, o que significa que, em vez de cada serviço depender de um hardware específico, várias redes virtuais podem operar simultaneamente sobre o mesmo equipamento, facilitando ajustes rápidos de configuração conforme a demanda. Tecnologias como Network Functions Virtualization (NFV) permitem substituir dispositivos físicos por funções executadas virtualmente, com o mesmo desempenho e menor custo operacional Redundância: consiste em criar caminhos alternativos e sistemas de reserva para garantir o funcionamento da rede mesmo em caso de falhas. Isso é feito através de links redundantes (se uma conexão falha, outra assume automaticamente), sistemas de failover (detectam falhas e redirecionam o tráfego em tempo real) e backups sincronizados, que evitam a perda de dados em caso de incidentes Serviços em nuvem: migrar parte da estrutura de rede para a nuvem amplia a capacidade de expansão sem grandes investimentos em hardware e novos equipamentos, permitindo que funções críticas sejam geridas remotamente por provedores especializados Segurança: a expansão da rede precisa vir acompanhada de políticas de proteção modernas, com soluções como VPNs (Redes Privadas Virtuais), que criam túneis criptografados entre usuários e servidores corporativos, protegendo os dados em trânsito; sistemas de detecção de intrusão (IDS/IPS), que monitoram e bloqueiam acessos indevidos em tempo real; e controle de acesso com autenticação multifator, garantindo que apenas pessoas autorizadas acessem informações críticas Escale sua rede corporativa com a Ligga Investir em uma rede escalável é investir no futuro da sua empresa, garantindo que ela possa crescer sem ser limitada por gargalos de conexão. Conte com a Ligga para que a sua empresa chegue cada vez mais longe, e sempre conectada. Além de banda larga 100% fibra óptica, também oferecemos serviços de IP dedicado, apoio para backup em nuvem, soluções de segurança com firewall dedicado e Anti-DDoS e redes privativas para manter múltiplas unidades online. Nossos serviços são escaláveis e adaptáveis para empresas de todos os segmentos, dos pequenos negócios ao setor público. Conheça nossas soluções em detalhes.

Indígenas venezuelanos serão vacinados em abrigos de Teresina; veja cronograma

Publicado em: 14/11/2025 07:06

FMS registra oito casos de tuberculoses em abrigos de venezuelanos em Teresina Indígenas venezuelanos receberão vacinas contra várias doenças a partir desta sexta-feira (14) em seis abrigos de Teresina. A campanha da Fundação Municipal de Saúde (FMS) busca atualizar a caderneta de vacinação dos imigrantes, que vivem na capital desde 2019. LEIA TAMBÉM: Abrigos para venezuelanos tiveram 8 casos de tuberculose em quase um ano Segundo a FMS, o objetivo da vacinação é prevenir surtos e reduzir os riscos de doenças entre a população indígena. O público-alvo da campanha inclui crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes, puérperas e pessoas com condições especiais. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Queremos garantir o acesso às vacinas e reforçar a proteção coletiva contra doenças que podem ser evitadas [pela imunização]", afirma a coordenadora de vacinação da pasta, Emanuelle Dias. Em média, a Fundação estima que 360 pessoas terão suas cadernetas de vacinação atualizadas. A campanha começa nesta sexta e se estende até 4 de dezembro. Veja o cronograma divulgado pela FMS: 14/11: Abrigo Tabuleta; 18/11: Abrigo Buenos Aires; 25/11: Abrigo Poty Velho; 27/11: Abrigo Casa de Passagem; 02/12: Abrigo São João; 04/12: Abrigo Miguel Rosa. Chegada dos indígenas Cerca de 50 venezuelanos chegaram a Teresina em março de 2019. Entre eles estavam indígenas da etnia Warao, que disseram ter fugido da crise econômica na Venezuela, que deixou muitas famílias sem trabalho e passando fome. A trajetória deles começou em 2017. Os imigrantes moraram durante quase um ano em Belém, no Pará. Depois, viajaram por semanas por cidades do Maranhão até se estabelecerem no Piauí. A maioria desses venezuelanos trabalhava com a pesca e agricultura em Tucupita, no estado de Delta Amacuro, na região Leste do país. Após a chegada dos imigrantes, a Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcaspi) fez parceria com a Associação Beneficente São Paulo Apóstolo (Abespa) para acolhê-los em abrigos na capital. Desde novembro de 2022, o atendimento direto a eles passou a ser feito exclusivamente pela Semcaspi. Indígenas venezuelanos serão vacinados em abrigos de Teresina; veja cronograma Divulgação/FMS VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube Pelo menos sete pessoas suspeitas de aplicar o "golpe da falsa central telefônica" foram presas, na manhã desta sexta-feira (8), durante uma operação da Polícia Civil do Piauí de combate o. Segundo a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), os presos aplicava o "golpe da falsa central telefônica".

Palavras-chave: cibernético

Como é o golpe do bilhete premiado que fez idosa perder mais de R$ 3 milhões no interior de SP

Publicado em: 13/11/2025 14:09

Alerta do golpe do bilhete premiado: Idosa perde R$ 3,2 milhões Uma idosa do interior de São Paulo perdeu mais de R$ 3,2 milhões após ser vítima de um estelionato conhecido como 'golpe do bilhete premiado', em novembro de 2024. Ela tem 66 anos e é de São José dos Campos. Nesta quarta-feira (12), uma quadrilha investigada pelo golpe foi alvo de uma operação da Polícia Civil em São José e outras cidades do Brasil. A Justiça bloqueou R$ 74,7 milhões dos investigados, e duas mulheres foram presas - leia mais detalhes abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Como é o golpe do bilhete premiado? No 'golpe do bilhete premiado', os criminosos abordam vítimas - geralmente idosas e com alto poder aquisitivo -, alegando que têm um bilhete de loteria premiado, mas que não conseguem retirá-lo. Os golpistas, então, oferecem o suposto bilhete às vítimas, em troca de transferências bancárias com valores menores em relação ao do bilhete. "Idosos acabam sendo mais suscetíveis a golpes que envolvem transferências digitais, porque estão menos acostumados com as plataformas. Eles são alvos também de outros golpes, como do falso advogado e do motoboy. E a principal dica para todos é: desconfiar de tudo o que vem fácil", alerta o advogado especialista em golpes financeiros Léo Rosenbaum. Caso tenha caído do golpe, a vítima deve registrar um boletim de ocorrência e acionar o Banco Central para tentar bloquear as transferências bancárias. "Lamentavelmente o golpe do bilhete premiado é muito comum. Acontece tanto em comunicações pela internet quanto em comunicações físicas. A orientação é que qualquer um que tenha feito pagamentos para receber esse bilhete premiado, ao notar que caiu em um golpe, lavre boletim de ocorrência. Caso tenha feito as transferências por pix, acione o mecanismo especial de devolução, que é um sistema dentro das transferências bancárias via pix para bloqueio do dinheiro na conta de destino e devolução para a vítima", explica Luiz Augusto Filizzola D'urso, advogado especialista em crimes cibernéticos. De acordo com Rosenbaum, os bancos podem ser responsabilizados casos as vítimas não consigam recuperar o dinheiro. "O banco deve ter controle e responsabilidade sobre operações financeiras que fogem do perfil de risco do cliente. Então se um cliente está acostumado a fazer transferências de no máximo R$ 10 e do nada passam a fazer de R$ 40 mil, o banco deve acionar um sistema de segurança e confirmar se essa transferência maior está de fato sendo feita pelo cliente. Então várias decisões judiciais apontam responsabilidade também dos bancos em transferências altas, que acabam sendo golpes" completa. Imagem de arquivo - golpe do bilhete premiado e perde R$ 200 mil no Paraná Reprodução RPC Mais orientações, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo: desconfie de solicitações de informações pessoais: nunca compartilhe informações pessoais, como senhas, números de cartão de crédito, CPF, etc., através de e-mails, mensagens de texto ou telefonemas não solicitados verifique a autenticidade dos sites: ao fazer compras online, verifique se o site é seguro e autêntico, pesquise opiniões e avaliações sobre a loja virtual cuidado com e-mails e links suspeitos: evite clicar em links enviados por e-mails desconhecidos ou suspeitos. Esses links podem redirecionar para sites projetados para roubar informações fortaleça suas senhas: utilize senhas fortes, com uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais ative a autenticação de dois fatores: sempre que possível, habilite a autenticação de dois fatores nas suas contas online. Isso adiciona uma camada extra de segurança tenha cuidado ao compartilhar informações pessoais nas redes sociais: evite fornecer informações pessoais sensíveis nas redes sociais, como data de nascimento completa, endereço residencial e número de telefone desconfie de ofertas muito boas para ser verdade: se uma oferta parecer boa demais, desconfie. Golpistas frequentemente usam ofertas tentadoras para atrair vítimas. Seja cauteloso e pesquise sobre a empresa ou vendedor antes de realizar qualquer transação mantenha seu software atualizado: mantenha seu sistema operacional, navegador e programas antivírus atualizados. As atualizações ajudam a corrigir falhas de segurança e proteger seu dispositivo. Operação Uma quadrilha responsável por aplicar um golpe financeiro em uma idosa que perdeu mais de R$ 3,25 milhões em transferências bancárias foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta quarta-feira (12). Polícia deflagra operação contra grupo que aplicava golpes financeiros De acordo com a Polícia Civil, a idosa de 66 anos é de São José dos Campos (SP) e foi vítima um estelionato conhecido como 'golpe do bilhete premiado', em novembro de 2024. Após receber uma denúncia sobre o crime, a polícia descobriu um grupo criminoso formado por pelo menos 23 pessoas. Elas são investigadas por estelionato e lavagem de dinheiro. Nesta quarta-feira, os policiais civis cumpriram 15 mandados de busca e apreensão contra alvos da investigação em São José e outras cidades do país, como Rio Claro (SP), Nova Odessa (SP), Atibaia (SP), Salvador (Bahia) e Londrina (Paraná). Duas mulheres foram presas com documentos falsos. Houve também a apreensão de R$ 300 mil, 30 mil euros, 50 mil dólares, 20 celulares, quatro computadores, um tablet, um carro (Jeep Compass), um pendrive, um HD (dispositivo de armazenamento) e documentos, que serão usados na investigações. Além disso, 23 contas bancárias foram bloqueadas, cada uma no valor de R$ 3,25 milhões, totalizando mais de R$ 74,7 milhões. A operação 'Golpe da Sorte' foi conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São José e contou com o apoio das corporações de outras cidades. Ao todo, 50 policiais participaram da ação Polícia deflagra operação contra grupo que aplicava golpes financeiros Divulgação/Polícia Civil Como a polícia descobriu o suspeitos Segundo a DIG de São José dos Campos, a denúncia do golpe sofrido pela idosa deu início a uma série de análises dos destinos dos valores das transferências feitas por ela para contas de pessoas intermediárias. Os valores, ainda de acordo com a investigação, foram enviados para casas de câmbio em operações fracionadas após as transferências feitas pela idosa. Em seguida, os valores eram convertidos em criptoativos. Polícia deflagra operação contra grupo que aplicava golpes financeiros Divulgação/Polícia Civil Por meio dos criptoativos, a polícia conseguiu identificar carteiras digitais usadas pelos responsáveis pelo golpe "Através de cruzamento de dados bancários, registros de operadoras de criptoativos e relatórios do COAF, foi possível mapear todo o fluxo de conversão e ocultação dos valores, chegando aos operadores e beneficiários finais", explica a Polícia Civil. De acordo com a polícia, o grupo criminoso especializado na lavagem de dinheiro após os estelionatos conta com uma rede estruturada e atua em diversos estados do país Polícia deflagra operação contra grupo que aplicava golpes financeiros Divulgação/Polícia Civil Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: cibernético

Tank, um dos hackers mais procurados da história, revela da prisão como operam os cibercriminosos

Publicado em: 13/11/2025 11:32

Vyacheslav Penchukov, o 'Tank', deixou milhares de vítimas em todo o mundo BBC Depois de anos lendo sobre "Tank" e meses planejando uma visita a ele em uma prisão no Colorado, ouço o clique da porta se abrindo antes de vê-lo entrar na sala. Levanto-me, pronta para cumprimentar profissionalmente esse ex-rei do cibercrime. Mas, como um personagem travesso de desenho animado, ele espreita por trás de uma coluna com um sorriso enorme no rosto e pisca. Tank, cujo nome verdadeiro é Vyacheslav Penchukov, chegou ao topo do submundo cibernético não tanto por genialidade técnica, mas pelo seu carisma criminoso. "Sou um cara simpático, faço amigos com facilidade", diz o ucraniano de 39 anos, com um largo sorriso. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ter amigos influentes é apontado como um dos motivos pelos quais Penchukov conseguiu escapar da polícia por tanto tempo. Ele passou quase 10 anos na lista dos mais procurados do FBI e foi líder de duas gangues distintas, em dois períodos diferentes da história do cibercrime. É raro poder conversar com um cibercriminoso de tão alto nível, que deixou tantas vítimas pelo caminho. Penchukov conversou conosco por seis horas ao longo de dois dias, como parte da série de podcasts Cyber Hack: Evil Corp. A entrevista exclusiva — a primeira que Penchukov já concedeu — revela os bastidores dessas gangues cibernéticas prolíficas, a mentalidade de algumas das pessoas por trás delas e detalhes inéditos sobre hackers que ainda estão foragidos — incluindo o suposto líder do grupo russo sancionado Evil Corp. Operação dramática de prisão Foram necessários mais de 15 anos para que as autoridades finalmente prendessem Penchukov, em uma operação dramática realizada na Suíça em 2022. "Havia atiradores no telhado, e a polícia me colocou no chão, algemou e colocou um saco na minha cabeça, na rua, na frente dos meus filhos. Eles ficaram assustados", relembra ele, com irritação. Ele ainda guarda rancor da forma como foi preso, argumentando que a ação foi exagerada. Suas milhares de vítimas ao redor do mundo, no entanto, certamente discordariam: Penchukov e as gangues que ele liderou — ou das quais participou — roubaram dezenas de milhões de dólares. No fim dos anos 2000, ele e o infame grupo Jabber Zeus usaram uma tecnologia de cibercrime revolucionária para roubar diretamente das contas bancárias de pequenas empresas, prefeituras e até instituições de caridade. As vítimas viram suas economias desaparecerem e seus balanços serem destruídos. Só no Reino Unido, houve mais de 600 vítimas, que perderam mais de 4 milhões de libras (5,2 milhões de dólares) em apenas três meses. O correspondente Joe Tidy, em frente à Penitenciária de Englewood, no Colorado BBC Entre 2018 e 2022, Penchukov mirou mais alto, juntando-se ao próspero ecossistema de ransomware com gangues que tinham como alvo corporações internacionais e até um hospital. A Penitenciária de Englewood, onde Penchukov está detido, não permitiu que levássemos equipamentos de gravação para dentro da prisão, então um produtor e eu fizemos anotações durante a entrevista, sob a supervisão de um agente de segurança próximo. A primeira coisa que chama a atenção em Penchukov é que, embora esteja ansioso para ser libertado, ele parece bem-humorado e claramente aproveita o tempo que passa na prisão. Ele conta que pratica muitos esportes, está aprendendo francês e inglês — um dicionário russo-inglês bastante usado permanece ao seu lado durante toda a entrevista — e acumula diplomas do ensino médio. "Você deve ser inteligente", eu comento. "Não o bastante — estou na prisão", ele brinca. Englewood é uma prisão de segurança mínima com boas instalações. O edifício de um só andar, mas extenso, fica aos pés das Montanhas Rochosas, no Colorado. A grama seca ao redor do presídio está repleta de esquilos-da-pradaria barulhentos, que correm para dentro de suas tocas sempre que algum veículo da prisão passa por perto. É um longo caminho desde Donetsk, na Ucrânia, onde ele comandou sua primeira gangue de cibercrime depois de se envolver com hackers em fóruns de trapaças de jogos, onde procurava códigos para seus videogames favoritos, como Fifa 99 e Counter-Strike. Ele se tornou o líder do prolífico grupo Jabber Zeus— nomeado assim por causa do uso do malware revolucionário Zeus e da plataforma de comunicação favorita da equipe, o Jabber. Depois de hackear de dia, Penchukov se apresentava à noite como DJ Slava Rich BBC Penchukov trabalhava com um pequeno grupo de hackers que incluía Maksim Yakubets — um russo que mais tarde seria sancionado pelo governo dos Estados Unidos, acusado de liderar o infame grupo de cibercrime Evil Corp. Penchukov conta que, ao longo do fim dos anos 2000, o grupo Jabber Zeus trabalhava em um escritório no centro de Donetsk, em jornadas de seis a sete horas diárias, roubando dinheiro de vítimas em outros países. Ele costumava terminar o dia com um set de DJ na cidade, tocando sob o nome DJ Slava Rich. O cibercrime naquela época era "dinheiro fácil", ele diz. Os bancos não tinham ideia de como impedir, e as polícias dos Estados Unidos, da Ucrânia e do Reino Unido não conseguiam acompanhar. No início dos seus 20 anos, ele ganhava tanto dinheiro que comprava "carros novos como se fossem roupas novas". Ao todo, teve seis — "todos alemães e caros". Mas a polícia conseguiu um avanço quando passou a escutar as conversas de texto dos criminosos no Jabber e descobriu a verdadeira identidade de Tank a partir de detalhes que ele mesmo havia revelado sobre o nascimento de sua filha. A rede começou a se fechar em torno do grupo Jabber Zeus, e uma operação liderada pelo FBI, chamada Trident Breach, resultou em prisões na Ucrânia e no Reino Unido. Mas Penchukov escapou, graças a um aviso prévio de alguém cujo nome ele não revela — e também a um de seus carros potentes. "Eu tinha um Audi S8 com um motor Lamborghini de 500 cavalos. Quando vi as luzes da polícia piscando no retrovisor, avancei o sinal vermelho e consegui despistá-los facilmente. Foi uma boa chance de testar toda a potência do meu carro", conta. Ele se escondeu por um tempo na casa de um amigo, mas quando o FBI deixou a Ucrânia, as autoridades locais pareceram perder o interesse nele. Então, Penchukov manteve-se discreto e, segundo ele, passou a agir dentro da lei. Fundou uma empresa de compra e venda de carvão, mas o FBI continuava em seu encalço. "Eu estava de férias na Crimeia quando recebi uma mensagem de um amigo dizendo que eu tinha entrado na lista dos mais procurados do FBI. Achei que tinha me safado de tudo — até perceber que agora eu tinha um novo problema", diz ele, num claro eufemismo. Na época, seu advogado estava calmo e o aconselhou a não se preocupar: contanto que ele não viajasse para fora da Ucrânia ou da Rússia, a polícia dos EUA não poderia fazer muito. Penchukov (à direita) estava entre os mais procurados do FBI; seus dois cúmplices ainda não foram capturados FBI As autoridades ucranianas acabaram aparecendo — mas não para prendê-lo. Penchukov havia sido exposto como um hacker rico procurado pelo Ocidente e alega que quase todos os dias oficiais vinham até ele para extorquir dinheiro. Seu negócio de venda de carvão ia bem até a invasão da Crimeia pela Rússia em 2014. Os chamados "Homens de Verde" do presidente Putin — soldados russos com uniformes sem identificação — arruinaram seu negócio, e mísseis atingiram seu apartamento em Donetsk, danificando o quarto de sua filha. Penchukov diz que foram os problemas nos negócios e os constantes pagamentos aos funcionários ucranianos que o levaram a ligar seu laptop mais uma vez e voltar à vida de cibercrime. "Decidi que era a maneira mais rápida de conseguir dinheiro para pagá-los", diz ele. Sua trajetória mostra a evolução do cibercrime moderno — do roubo rápido e fácil de contas bancárias ao ransomware, o tipo de ataque cibernético mais pernicioso e prejudicial atualmente, usado em ataques de grande repercussão este ano, inclusive contra a tradicional rede britânica Marks & Spencer. Ele diz que o ransomware era mais trabalhoso, mas o dinheiro valia a pena. "A cibersegurança havia melhorado muito, mas conseguíamos ganhar cerca de 200 mil dólares por mês. Lucros muito maiores." Em uma anedota reveladora, ele lembra de rumores sobre um grupo que teria recebido 20 milhões de dólares (cerca de 105 milhões de reais) de um hospital que havia sido paralisado por ransomware. Penchukov afirma que a notícia animou centenas de hackers nos fóruns criminosos, que passaram a atacar instituições médicas nos EUA para repetir o "dia de pagamento". Essas comunidades de hackers têm uma "mentalidade de rebanho", diz ele: "As pessoas não se importam com o lado médico das coisas — tudo o que veem são 20 milhões sendo pagos." Penchukov reconstruiu suas conexões e habilidades para se tornar um dos principais afiliados de serviços de ransomware, incluindo Maze, Egregor e o prolífico grupo Conti. Quando questionado se esses grupos criminosos trabalhavam com os serviços de segurança russos — uma acusação comum do Ocidente — Penchukov dá de ombros e diz: "Claro". Ele afirma que alguns membros das gangues de ransomware às vezes falavam sobre conversar com "seus contatos" nos serviços de segurança russos, como o FSB. A BBC escreveu para a Embaixada da Rússia em Londres, perguntando se o governo russo ou suas agências de inteligência se envolviam com cibercriminosos para auxiliar em espionagem cibernética, mas não recebeu resposta. Penchukov logo voltou ao topo e se tornou líder do IcedID — uma gangue que infectou mais de 150 mil computadores com softwares maliciosos, levando a vários tipos de ataques cibernéticos, incluindo ransomware. Penchukov era responsável por uma equipe de hackers que examinava os computadores infectados para descobrir a melhor forma de lucrar com eles. A gangue de Penchukov deixou muitas vítimas; uma delas disse ter sentido 'descrença e horror' ao perder seu dinheiro BBC Uma das vítimas que eles infectaram com ransomware em 2020 foi o University of Vermont Medical Center, nos EUA. Segundo procuradores americanos, isso resultou na perda de mais de 30 milhões de dólares (cerca de 157,5 milhões de reais) e deixou o centro médico incapaz de fornecer muitos serviços críticos aos pacientes por mais de duas semanas. Embora ninguém tenha morrido, os procuradores afirmam que o ataque, que desativou 5 mil computadores do hospital, criou risco de morte ou ferimentos graves para os pacientes. Penchukov nega ter feito o ataque, alegando que apenas admitiu para reduzir sua pena. De modo geral, Penchukov, que desde então mudou seu sobrenome para Andreev, considera que as duas sentenças de nove anos que cumpre simultaneamente são excessivas para o que fez (ele espera ser libertado muito antes). Ele também foi condenado a pagar US$ 54 milhões (cerca de R$ 280 milhões de reais) em restituição às vítimas. Sua visão como jovem hacker, que começou no cibercrime ainda adolescente, era de que empresas e pessoas no Ocidente poderiam arcar com perdas e que tudo estava coberto por seguro. Mas, ao falar com uma de suas primeiras vítimas dos tempos do Jabber Zeus, fica claro que seus ataques tiveram um impacto prejudicial em pessoas inocentes. A Lieber's Luggage, um negócio familiar em Albuquerque, no Novo México, teve US$ 12 mil dólares (R$ 63 mil) roubados de uma só vez pela gangue. A dona Leslee ainda se lembra do choque anos depois. "Foi só descrença e horror quando o banco ligou, porque não tínhamos ideia do que tinha acontecido, e o banco claramente também não sabia", diz ela. Embora fosse uma quantia modesta, foi devastadora para o negócio, pois o dinheiro era usado para pagar aluguel, comprar mercadorias e pagar funcionários. Eles não tinham economias para se amparar e, para piorar, a mãe idosa de Leslee cuidava das contas da empresa e se culpava até que o roubo foi descoberto. "Tivemos todos aqueles sentimentos: raiva, frustração, medo", conta. Quando pergunto o que eles gostariam de dizer aos hackers responsáveis, eles acham que é inútil tentar mudar a mente desses criminosos frios. "Não há nada que pudéssemos dizer que o afetasse", diz Leslee. "Eu não daria atenção a ele", acrescenta seu marido, Frank. Penchukov diz que não pensava nas vítimas, e parece não pensar muito nelas atualmente também. O único sinal de remorso em nossa conversa foi quando ele falou sobre um ataque de ransomware a uma instituição de caridade para crianças com deficiência. Yakubets — conhecido como "Aqua" — foi incluído na lista dos mais procurados do FBI em 2019. FBI Seu único arrependimento real parece ser ter confiado demais em outros hackers, o que acabou levando à prisão dele e de muitos outros criminosos. "Não se pode fazer amigos no cibercrime, porque no dia seguinte seus amigos serão presos e se tornarão informantes", afirma. "A paranoia é uma companheira constante dos hackers", diz ele. Mas o sucesso leva a erros. "Se você faz cibercrime tempo suficiente, perde sua vantagem", conclui, com um tom melancólico. Como se para destacar a natureza desleal do submundo cibernético, Penchukov diz que deliberadamente evitou qualquer contato adicional com seu antigo colaborador e amigo do Jabber Zeus, Maksim Yakubets, depois que o russo foi exposto e sancionado em 2019 pelas autoridades ocidentais. Penchukov conta que percebeu uma mudança distinta na comunidade hacker, à medida que as pessoas evitavam trabalhar com Yakubets e muitos de seus supostos associados da Evil Corp. Anteriormente, Penchukov e "Aqua", como Yakubets era conhecido, costumavam se encontrar em Moscou, bebendo e comendo em restaurantes de luxo. "Ele tinha seguranças, o que achei estranho — quase como se quisesse exibir sua riqueza ou algo assim", diz ele. Ser ostracizado do mundo do cibercrime, no entanto, não impediu a Evil Corp, e no ano passado a National Crime Agency do Reino Unido acusou outros membros da família Yakubets de estarem envolvidos em uma década de crimes, sancionando 16 integrantes da organização no total. Mas, ao contrário de Penchukov, as chances de a polícia prender Yakubets ou outros membros da gangue parecem baixas. Com uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levem à sua prisão, Yakubets e seus supostos co-conspiradores dificilmente repetirão o erro de Penchukov de deixar seu país.

Polícia Civil prende homem que teria oferecido dinheiro para sair com adolescente em João Pessoa

Publicado em: 13/11/2025 07:21

Polícia Civil prende homem que teria oferecido dinheiro para sair com adolescente em João Pessoa Divulgação/Polícia Civil da Paraíba Um homem investigado por oferecer dinheiro para sair com uma adolescente foi alvo da Operação Ecclesia, da Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (13), no Portal do Sol, em João Pessoa. Segundo as investigações, o homem frequenta a mesma igreja da adolescente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a Delegacia de Crimes Cibernéticos (DECC) cumpriu mandado de busca e apreensão contra o investigado, no início desta manhã. O homem teria oferecido vantagem financeira para sair com uma adolescente de 14 anos, que frequentava a mesma igreja que ele. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O celular do investigado também foi apreendido e deve passar por análise na DECC. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: cibernético

Grupo suspeito de aplicar golpes pela internet é alvo de operação policial em MT e AM

Publicado em: 12/11/2025 12:18

Policia realiza 18 mandados em em Cuiabá e em Manaus (AM). PJC-MT Dezoito mandados, sendo seis de busca e apreensão, seis de quebra de sigilo telefônico e seis bloqueio bancário, durante a Operação Dardanário, para desarticular uma associação criminosa suspeita de aplicar golpes virtuais. As ordens foram executadas nas cidades de Cuiabá (MT) e Manaus (AM). Segundo a investigação, uma das vítimas foi um idoso, de 69 anos, morador de Várzea Grande e que caiu no “golpe do intermediário” no ano de 2023. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a apuração, o idoso encontrou em uma rede social o anúncio de um carro utilitário esportivo e iniciou as negociações com um homem que se identificava como “Rafael”. O golpista afirmou que o carro estaria em Tangará da Serra, sob os cuidados de seu “sobrinho”, que, na verdade, também era vítima do esquema e estava negociando um imóvel com o mesmo criminoso. O idoso realizou duas transferências de R$ 30 mil e R$ 3 mil, respectivamente, mas conforme a polícia a segunda vítima não recebeu os repasses. As investigações apontaram que o golpista que atuava como intermediador era um jovem, de 20 anos, do bairro Sol Nascente, em Cuiabá. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Já a mulher que recebeu os valores fez a pulverização do dinheiro para outras cinco contas bancárias para pessoas residentes na cidade de Manaus (AM). Os suspeitos são investigados por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Durante as diligências, os policiais apreenderam diversos cartões bancários, cerca de R$ 1,9 mil em espécie e cinco celulares, que passarão por perícia. A ação foi executada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, e o trabalho operacional foi deflagrado em parceria com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Cibernéticos, da Polícia Civil do Amazonas. A Polícia Civil segue investigando a participação de outros suspeitos.

Palavras-chave: cibernético

BC não vê 'risco relevante' à estabilidade financeira, mas diz que ataques cibernéticos trazem preocupações concretas

Publicado em: 12/11/2025 08:31

O Banco Central avaliou nesta quarta-feira (12) que não há "risco relevante" para a estabilidade financeira no país, considerando que o sistema permanece com capitalização e liquidez confortáveis e provisões adequadas ao nível de perdas esperadas. " Além disso, os testes de estresse de capital e de liquidez demonstram a robustez do sistema bancário", acrescentou, por meio do relatório de estabilidade financeira do primeiro semestre deste ano. Entretanto, a autoridade monetária avaliou que incidentes ocorridos em empresas que prestam serviços tecnológicos para instituições financeiras trazem "preocupações concretas sobre a possibilidade de materialização de eventos com repercussão para o sistema financeiro nacional".

Palavras-chave: cibernético

PF prende homem em flagrante por armazenar material de abuso sexual infantil em Governador Valadares

Publicado em: 11/11/2025 13:16

PF prende homem em flagrante por armazenar material de abuso sexual infantil em Governador Valadares Polícia Federal/Divulgação Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (11), em Governador Valadares. A prisão aconteceu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, parte da Operação Egeia V, que tem como objetivo identificar e prender suspeitos de envolvimento em crimes de abuso sexual infantojuvenil. De acordo com a PF, o mandado foi expedido pela 2ª Vara Federal de Governador Valadares e decorre de uma investigação em ambiente cibernético que identificou o armazenamento e o compartilhamento de imagens e vídeos contendo cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Durante a ação, o investigado foi preso em flagrante por manter em seu poder material contendo registros desse tipo de crime, que é considerado hediondo pela legislação brasileira. Operação Egeia V A operação faz parte de um esforço contínuo da Polícia Federal para combater a violência sexual infantojuvenil. A PF destacou que o termo “pornografia infantil”, ainda presente no Estatuto da Criança e do Adolescente (artigo 241-E da Lei nº 8.069/1990), tem sido substituído pela expressão “abuso sexual de crianças e adolescentes”, adotada internacionalmente por refletir de forma mais precisa a gravidade e a violência desses crimes. VEJA TAMBÉM: Casal gay morto por envenenamento em MG: veja o que se sabe sobre o caso Corpo de motorista desaparecido é encontrado a poucos metros do local onde carro capotou na BR-116 ‘Matei mesmo, cansei de apanhar’, diz mulher após matar o companheiro na zona rural de Coroaci Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

Palavras-chave: cibernético

Homem é preso em flagrante suspeito de armazenar imagens de abuso sexual infantojuvenil

Publicado em: 11/11/2025 11:00

Homem é preso em flagrante suspeito de armazenar imagens de abuso sexual infantojuvenil Polícia Federal Um homem foi preso, na manhã desta terça-feira (11), suspeito de armazenar imagens de abuso sexual infantil, em Itaberaba, na região da Chapada Diamantina. A "Operação M3dlin" foi deflagrada pela Polícia Federal para cumprir mandado judicial de busca domiciliar e apreensão de dispositivos cibernéticos. Durante a investigação policial, o suspeito foi identificado como responsável pelo compartilhamento de materiais ilícitos pela internet. O investigado foi preso em flagrante por armazenar conteúdo contendo abuso sexual infantojuvenil. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Os dispositivos cibernéticos apreendidos serão periciados com o objetivo de identificar outros suspeitos e impedir a propagação do material. O mandado foi expedido pela Justiça Federal em Feira de Santana. A Polícia Federal alerta os pais e os responsáveis sobre a importância de orientar e acompanhar crianças e adolescentes, tanto no ambiente virtual quanto no físico, para protegê-los de abusos sexuais. LEIA TAMBÉM: Três pessoas são presas em operação de combate a crimes sexuais contra crianças na Bahia Homem é preso suspeito de armazenar imagens de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes na Bahia Suspeito de comercializar imagens de abuso sexual infantil é preso no interior da Bahia Como proteger crianças e adolescentes do abuso sexual Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé💻

Palavras-chave: cibernético

Derrite diz haver 'muita ideologia política' nas críticas do governo ao seu relatório do PL antifacção na Câmara

Publicado em: 10/11/2025 11:19

Proposta de Derrite para PL Antifacção 'banaliza o terrorismo', diz Sarrubbo O relator do projeto de lei antifacção que tramita na Câmara dos Deputados, o deputado federal Guilherme Derrite (PL), rebateu nesta segunda-feira (10) as críticas que recebeu do secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, sobre o relatório que apresentou para o projeto do governo federal sobre o assunto. Em entrevista à GloboNews, Derrite disse que o debate está contaminado por "muita ideologia política". A proposta do deputado e secretário licenciado de Segurança Pública de São Paulo altera o texto original do governo Lula, que criou uma nova figura penal para as facções criminosas, e passa a enquadrar parte dessas condutas dentro da Lei Antiterrorismo. Segundo Sarrubbo, o texto do relator “banaliza o terrorismo” e desestabiliza o sistema penal brasileiro, além de ter deixado de fora o trecho que sufoca financeiramente o crime organizado no Brasil. O relator prometeu entregar uma nova versão do seu texto até semana que vem, incorporando parte das críticas que recebeu. Estamos discutindo aqui o sexo dos anjos. Primeiro, precisa ler o relatório e realmente entender o que está no substitutivo. Acho que tem muita ideologia política e pouco conhecimento sobre o que realmente está no relatório. O relator do projeto de lei antifacção que tramita na Câmara dos Deputados, o deputado federal Guilherme Derrite (PL). Reprodução/GloboNews Ele acrescentou ainda que "o relatório não é uma coluna de concreto" e "ele pode ser alterado até o dia da votação", que ainda não tem data. “Podem ter certeza que todas essas alterações, que já foram incorporadas ao novo substitutivo, em especial de descapitalização de bens do crime organizado, vai ser incorporado”, afirmou. Na entrevista, o secretário licenciado também disse que fez mudanças no texto para impedir intervenções no Brasil de países externos, como Estados Unidos, com o pretexto de combater ações terroristas de organizações criminosas, caso sejam equiparadas. “Quem tem que resolver os nossos problemas somos nós. Acredito muito que o estado brasileiro – de forma ampla – é capaz de fornecer, sim, uma legislação robusta que seja capaz de punir adequadamente qualquer criminoso. De pequenos criminosos ou aqueles grandes que criam um estado paralelo no Brasil", disse. Segundo ele, foi tomado esse cuidado ao não classificar "as organizações criminosas como terroristas, mas sim tipificando, criando condutas típicas”. “Ou seja, se o indivíduo que tem condutas de organizações criminosas e combate tais delitos, equiparando a atos de terrorismo, sem chamar de organização terrorista. Cumprindo sua pena, pelo menos 70% dela, em regime fechado”, declarou. Críticas do governo federal Sarrubbo: texto de Derrite pode 'gerar anulações' e 'enfraquecer combate às facções' Pouco antes, também em entrevista à GloboNews, Sarrubbo disse que "terrorismo, em qualquer país do mundo, é uma exceção para determinadas circunstâncias e não para qualquer atividade criminosa". "Aqui, se banaliza o terrorismo, de tal forma que a lei ficou com muitos artigos, com inúmeras situações", afirmou. O governo pede diálogo antes da votação do projeto. "Eu não peço para não votar, eu peço para abrir o diálogo. Uma legislação dessa envergadura, uma legislação dessa importância, ela precisa de maior diálogo", afirma o secretário. O secretário alertou que, ao aplicar os novos mecanismos apenas aos crimes classificados como terrorismo, o texto exclui diversas organizações criminosas. “Teremos dificuldade, por exemplo, para investigar facções que operam golpes cibernéticos e de Pix. O relatório olha só para grandes facções e ignora as demais, que também precisam ser combatidas", explicou. LEIA MAIS: Veja os principais pontos do projeto de lei antifacção, que prevê até 30 anos para crimes de organização criminosa SADI: Relator de PL antifacção, Derrite aponta 'fragilidades' no projeto do governo Lula e propõe incluir facções criminosas em lei antiterrorismo O que previa o projeto original do governo O texto original do governo, enviado ao Congresso no fim de outubro, cria a figura da facção criminosa, com pena de 8 a 15 anos de prisão. A proposta também amplia instrumentos de investigação e bloqueio de bens, autoriza infiltração de agentes e rastreamento financeiro e de dados digitais, e prevê o afastamento de servidores públicos ligados a facções. O projeto foi construído ao longo de mais de um ano pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a participação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), do Ministério Público, da academia e da sociedade civil.

Palavras-chave: cibernético