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Operação prende 13 suspeitos de dar golpe de R$ 8 milhões com saques em caixas eletrônicos

Publicado em: 30/09/2025 12:08

Polícia prende grupo suspeito de fraudar caixas eletônicos, em Goiás Treze pessoas foram presas suspeitas de participar de esquema de fraude eletrônica em caixas 24 horas durante operação da Polícia Civil nesta terça-feira (30). Segundo a polícia, os criminosos teriam causado um prejuízo de cerca de R$ 8 milhões. As prisões ocorreram em Goiânia e Aparecida de Goiânia. Como o nome dos investigados não foi divulgado, o g1 não conseguiu entrar em contato com a defesa deles. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Além dos mandados de prisão, também foram cumpridos 13 mandados de busca domiciliar, onde foram apreendidos cartões, celulares e até uma máquina de contar cédulas. Os equipamentos foram levados para a delegacia, onde passaram por perícia. Os crimes ocorreram em um período de 9 horas, entre a virada de outubro e novembro de 2024. Conforme a investigação, o grupo atuava de forma calculada e se aproveitava de uma vulnerabilidade no sistema de segurança do banco no processo de saque via QR Code em caixas do Banco24Horas. Ao todo, os suspeitos realizaram os saques fraudulentos em 285 ocasiões diferentes, causando o prejuízo milionário ao banco. Polícia prende suspeitos de causarem prejuízo de R$ 8 milhôes a instituição bancária, em Goiás Divulgação/ Polícia Civil Como funcionava De acordo com a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), o grupo suspeito se aproveitava de uma brecha no sistema que permitia a retirada de dinheiro em espécie sem que o valor fosse debitado das contas digitais. Com isso, os investigados realizavam múltiplos saques, o que gerou prejuízos às instituições bancárias. LEIA TAMBÉM: Operação bloqueia R$ 21 milhões de grupo ligado a tráfico de drogas em Goiás, DF e mais oito estados Operação em Goiás prende suspeitos de emitir boletos falsos para pagamento em lotéricas Operação mira grupo suspeito de fabricar e vender remédios falsificados em Goiás e vários estados do país A delegada Bárbara Natal Buttini, responsável pela investigação, apontou que os integrantes do grupo faziam transações financeiras entre si para viabilizar os saques irregulares. “Não toleramos fraudes milionárias que colocam em risco a confiança no sistema financeiro”, afirmou a delegada. A polícia ainda destacou que as transações ocorriam exclusivamente por meio de dispositivos vinculados às contas dos investigados, o que afasta a possibilidade de prejuízo a pessoas comuns não envolvidas no esquema. A pena para o crime de furto qualificado mediante fraude eletrônica pode chegar a onze anos de reclusão, segundo a Polícia Civil. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

Palavras-chave: cibernéticovulnerabilidade

Após audiência na Argentina, Justiça mantém prisão de influenciador suspeito de desviar R$ 146 milhões via PIX

Publicado em: 29/09/2025 18:43

Fotos mostram a prisão de Gabriel Spalone Alves no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires. Montagem/g1/Reprodução Após passar por audiência de custódia, a Justiça manteve nesta segunda-feira (29) a prisão do influenciador e empresário Gabriel Spalone em Buenos Aires, Argentina. Gabriel tem mandado de prisão temporária expedido em São Paulo por ser suspeito de participar de um esquema de desvio de R$ 146 milhões via PIX. Ele estava foragido desde a última terça-feira (23) após uma operação da Polícia Civil (veja mais abaixo). Em nota, o advogado de defesa dele, Eduardo Maurício, informou ao g1 que "será feita a juntada de documentos ao Juiz do Tribunal Criminal pedindo a reconsideração da decisão, sob pena de interpor recurso ao Supremo, para que Spalone responda o processo de extradição em liberdade". O advogado afirmou também que já fez o pedido de revogação de prisão do influencer, e que aguarda decisão do Juiz criminal de São Paulo. "Estou juntando provas da sua inocência e a comprovação do estorno de 100% do valor objeto da fraude, sem o seu conhecimento prévio, praticado por terceiros em detrimento do Banco Itaú no que tange à sua empresa, e também já entrei com requerimento de exclusão da Interpol diretamente no Órgão Polícia internacional e já apresentou também denúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos, sediada na Costa Rica", afirmou, em nota. Sobre a transferência de Gabriel ao Brasil, a defesa afirmou que "tem que aguardar julgar a extradição para a Argentina decidir se ele vai ao Brasil ou se pode aguardar o processo e ser julgado da Argentina". No momento, o influenciador segue em uma cadeia da Polícia de Segurança do Aeroportuária (PSA) do Aeroporto Internacional de Ezeiza. Como foi a prisão na Argentina Policiais prendem influencer Gabriel Spalone em avião ao pousar na Argentina Spalone foi detido na noite de sábado (27) ao desembargar no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, por volta das 22h, depois que seu nome foi incluído na Difusão Vermelha de procurados da Interpol. 🔴Difusão Vermelha, também conhecida como "lista vermelha" é um mecanismo internacional para o compartilhamento de informações de foragidos internacionais. Atualmente, a organização possui 19 bancos de dados à disposição das polícias do mundo, entre eles, de impressões digitais, perfis de DNA, documentos falsificados e obras de arte, por exemplo. De acordo com a Polícia Federal, a prisão foi feita com apoio da Polícia Civil de São Paulo e das autoridades da Argentina, Panamá, Paraguai e Estados Unidos. Na sexta-feira (26), Gabriel chegou a ser detido no Aeroporto Internacional do Panamá, mas foi liberado em menos de 24 horas após as autoridades locais serem informadas de que ele não possuía ordem de prisão internacional e que nem estava na lista da Interpol naquele momento. Contudo, horas depois, Gabriel foi incluído no alerta vermelho da Interpol. Segundo Paulo Barbosa, delegado chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos, "a inclusão do nome do Gabriel Spalone na Difusão Vermelha foi resultado de uma ação conjunta da Polícia Civil de São Paulo com a Polícia Federal". FOTOS: como foi a prisão do influencer Gabriel Spalone no aeroporto de Buenos Aires Cooperação policial internacional garantiu a prisão de influenciador Gabriel Spalone antes que fugisse para Dubai, dizem autoridades Na ordem de prisão internacional ao qual o g1 teve acesso, a Interpol apontou que em 26 de fevereiro de 2025, Gabriel Spalone Alves e outros desviaram a quantia de R$ 146,5 milhões de um banco brasileiro, por meio de uma empresa que prestava serviços ao banco. Segundo o documento, assim que o banco descobriu a fraude, recuperou a quantia de R$ 107,5 milhões, resultando em um prejuízo real de R$ 39 milhões. “As investigações revelaram que as contas bancárias que se beneficiaram dos fundos ilicitamente desviados eram movimentadas pelo réu e outros”, afirma o documento. Detido e liberado no Panamá Polícia Federal do Panamá detém influenciador e empresário Gabriel Spalone Conforme a TV Globo apurou, após deixar o Brasil nesta sexta-feira (26) para seguir até Dubai, o influenciador foi para o Paraguai, onde comprou uma passagem com destino a Nova York, nos Estados Unidos, com escala no Panamá. Ao chegar, Gabriel desistiu da conexão para Nova York e adquiriu uma nova passagem com destino à Holanda. Foi nesse momento, enquanto tentava embarcar, que acabou detido. A TV Globo também apurou que empresário seria deportado para o Paraguai, país onde a fuga começou, e, em seguida, transferido para o Brasil. Contudo, o advogado informou às autoridades que Gabriel "era uma pessoa livre para viajar e não tinha qualquer ordem de prisão internacional ou inclusão na Interpol". Em menos de 24 horas, após as autoridades locais serem informadas de que ele não possuía ordem de prisão internacional e que nem estava na lista da Interpol naquele momento, o influencer foi liberado. O que diz a defesa "Eduardo Maurício, advogado de defesa de Gabriel Spalone, confirmou que seu cliente foi mantido detido em Argentina após audiência de custódia, e que agora fará a juntada de documentos ao Juiz do Tribunal Criminal pedindo a reconsideração da decisão, sob pena de interpor recurso ao Supremo, para que Spalone responda o processo de extradição em liberdade. O Eduardo Maurício afirma também que já fez o pedido de revogação de prisão do influencer e empresário no Brasil, aguardando decisão do Juiz criminal de São Paulo (inclusive juntando provas da sua inocência e a comprovação do estorno de 100% do valor objeto da fraude, sem o seu conhecimento prévio, praticado por terceiros em detrimento do Banco Itaú no que tange à sua empresa), e também já entrou com requerimento de exclusão da Interpol diretamente no Órgão Polícia internacional e já apresentou também denúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos, sediada na Costa Rica" Esquema de desvio Operação mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX Na última terça-feira (23), a Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão e prisão temporária contra Gabriel Spalone, mas o influenciador não foi encontrado. Ele é suspeito de participação em um esquema que desviou R$ 146 milhões via PIX de um banco e de empresas vítimas das transferências ilegais. Outras duas pessoas foram presas. Guilherme Sateles Coelho e Jesse Mariano da Silva teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema. Os investigadores dizem que o esquema envolvia empresas criadas por Gabriel Spalone, que ofereciam serviços financeiros digitais, como transações de câmbio, criptomoedas e pagamentos. Elas não tinham autorização do Banco Central para operar transferências diretas via PIX. Então, usavam o sistema de bancos ou empresas financeiras que têm autorização para realizar a operação. Esta intermediação é o chamado o PIX indireto, que é ilegal desde janeiro, quando o Banco Central endureceu regras para fintechs, como as de Gabriel. Segundo a polícia, em fevereiro deste ano, as empresas dele realizaram em menos de 5 horas mais de 600 transferências ilegais por pix indireto, de 10 contas de um único banco, totalizando R$ 146 milhões. O banco conseguiu identificar a fraude e recuperar R$ 100 milhões. Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital Reprodução/Arquivo pessoal

Palavras-chave: cibernético

Partido pró-Ocidente ganha maioria parlamentar na Moldávia e derrota grupos pró-Rússia

Publicado em: 29/09/2025 04:47

Um apoiador do Partido Ação e Solidariedade (PAS), pró-UE, envolto na bandeira da Moldávia, sorri enquanto confere os resultados parciais em um celular após o fechamento das urnas para a eleição parlamentar, em Chisinau, Moldávia, no domingo, 28 de setembro de 2025. AP Photo/Vadim Ghirda O partido pró-Ocidente da Moldávia conquistou uma clara maioria parlamentar, derrotando grupos pró-Rússia em uma eleição amplamente vista como uma escolha decisiva entre o Leste e o Ocidente. Com quase todos os relatórios das seções eleitorais apurados na segunda-feira, os dados eleitorais mostraram que o pró-UE Partido Ação e Solidariedade (PAS) obteve 50,1% dos votos, enquanto o Bloco Eleitoral Patriótico, pró-Rússia, ficou com 24,2%. O Bloco Alternativa, favorável à Rússia, ficou em terceiro lugar, seguido pelo populista Nosso Partido. O partido de direita Democracia em Casa também conquistou votos suficientes para entrar no parlamento. A votação tensa de domingo colocou o governista PAS contra vários adversários pró-Rússia, mas sem parceiros pró-Europeus viáveis. Os dados eleitorais indicam que o partido terá uma maioria clara de cerca de 55 das 101 cadeiras no Legislativo. A eleição foi amplamente vista como uma escolha geopolítica para os moldavos: entre um caminho rumo à União Europeia ou um retorno à esfera de influência de Moscou. Cristian Cantir, professor associado de relações internacionais da Oakland University e moldavo, disse à Associated Press que a vitória do PAS é “uma clara conquista para as forças pró-Europa na Moldávia, que poderão garantir continuidade nos próximos anos na busca de seu objetivo final de integração à UE”. “Uma maioria do PAS poupa o partido de ter que formar uma coalizão que provavelmente seria instável e atrasaria o ritmo das reformas para aderir à UE”, afirmou, acrescentando que “a Moldávia continuará em um ambiente geopolítico difícil, caracterizado pelas tentativas da Rússia de trazê-la de volta à sua esfera de influência”. O resultado da votação de domingo foi notável diante das repetidas afirmações das autoridades moldavas de que a Rússia conduzia uma vasta “guerra híbrida” para tentar influenciar o pleito. A Moldávia solicitou adesão à UE em 2022, após a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, e recebeu o status de candidata naquele ano. Bruxelas concordou em abrir negociações de adesão no ano passado. Os supostos esquemas russos incluíram a orquestração de um esquema em larga escala de compra de votos, a realização de mais de 1.000 ataques cibernéticos contra infraestrutura governamental crítica só neste ano, um plano para incitar tumultos durante a eleição de domingo e uma ampla campanha de desinformação online para influenciar os eleitores. Em entrevista à AP, dias antes da votação, o líder do PAS, Igor Grosu, também alertou sobre a interferência russa e disse que os resultados de domingo definiriam o futuro do país “não apenas pelos próximos quatro anos, mas por muitos, muitos anos à frente”. “Mas eu acredito na determinação e no espírito de mobilização dos moldavos, dentro do país e na diáspora”, afirmou. O dia da eleição foi marcado por uma série de incidentes, que variaram de ameaças de bomba em várias seções eleitorais no exterior a ataques cibernéticos contra a infraestrutura eleitoral e governamental, eleitores fotografando suas cédulas e alguns sendo transportados ilegalmente até os locais de votação. Três pessoas também foram detidas, suspeitas de planejar causar distúrbios após a eleição. Fundado em 2016 pela presidente pró-Ocidente Maia Sandu, o PAS fez campanha com a promessa de continuar a trajetória da Moldávia rumo à adesão à UE, assinando um tratado de adesão ao bloco de 27 países até 2028, dobrando a renda da população, modernizando a infraestrutura e combatendo a corrupção. Após uma eleição legislativa, o presidente da Moldávia nomeia um primeiro-ministro, geralmente do partido ou bloco vencedor, que então tenta formar um novo governo. A proposta de governo precisa da aprovação do parlamento. Cerca de 1,6 milhão de pessoas, ou aproximadamente 52,1% dos eleitores habilitados, compareceram às urnas, segundo a Comissão Eleitoral Central, sendo 280 mil desses votos vindos de seções instaladas no exterior.

Palavras-chave: cibernético

Vídeo mostra momento em que influencer Gabriel Spalone é preso ao pousar na Argentina

Publicado em: 28/09/2025 14:34

Policiais prendem influencer Gabriel Spalone em avião ao pousar na Argentina Um vídeo mostra o momento em que o influenciador e empresário Gabriel Spalone é preso na Argentina neste sábado (27) por participar de um esquema de desvio de R$ 146 milhões via PIX. Spalone foi detido ao desembargar no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, por volta das 22h, após o nome dele ter sido ser incluído pelas autoridades brasileiras na Difusão Vermelha de procurados da Polícia Internacional (Interpol). Ele chegou a ser detido no Panamá, mas ainda não estava na lista do órgão internacional e foi liberado logo em seguida (leia mais abaixo). 🔴Difusão Vermelha, também conhecida como "lista vermelha" é um mecanismo internacional para o compartilhamento de informações de foragidos internacionais. Atualmente, a organização possui 19 bancos de dados à disposição das polícias do mundo, entre eles, de impressões digitais, perfis de DNA, documentos falsificados e obras de arte, por exemplo. Pelas imagens é possível ver Spalone descendo do avião acompanhado de policiais federais argentinos e um agente da Interpol. Ele carrega uma mala de mão e o policial o segura pelo ombro. Spalone não aparece algemado. O influenciador passou por audiência de custódia em Buenos Aires nesta segunda-feira (29), segundo o advogado de defesa dele, Eduardo Maurício. Ele será transferido para o Brasil para ficar à disposição da Justiça. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Ele era considerado foragido no Brasil deste terça-feira (23), após ser alvo de uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra crimes virtuais. Fotos mostram a prisão de Gabriel Spalone Alves no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo FOTOS: Veja como foi a prisão do influencer Gabriel Spalone no aeroporto de Buenos Aires, na Argentina Na ordem de prisão internacional ao qual o g1 teve acesso, a Interpol aponta que em 26 de fevereiro de 2025, Gabriel Spalone Alves e outros desviaram a quantia de R$ 146,5 milhões de um banco brasileiro, por meio de uma empresa que prestava serviços ao banco. Segundo o documento, assim que o banco descobriu a fraude, recuperou a quantia de R$ 107,5 milhões, resultando em um prejuízo real de R$ 39 milhões. “As investigações revelaram que as contas bancárias que se beneficiaram dos fundos ilicitamente desviados eram movimentadas pelo réu e outros”, afirma o documento. “Este pedido deve ser tratado como um pedido oficial de prisão preventiva. Favor prosseguir com a prisão preventiva, em conformidade com a legislação nacional aplicável e os tratados bilaterais e multilaterais pertinentes”, completa. Segundo o advogado Eduardo Maurício, além de defendê-lo no processo de extradição para o Brasil, o escritório dele deve fazer um pedido de exclusão do nome do influencer da lista da Interpol diretamente na sede da entidade, em Lyon (França), além de protoco ar enúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos. A defesa de Spalone também trabalha na defesa dele no inquérito da 'Operação Dubai', da Polícia Civil de São Paulo e vai pedir um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), com objetivo de revogar sua prisão no Brasil, o que deve pode refletir em liberdade imediata na Argentina (Veja nota na íntegra abaixo). “Recentemente apresentamos todas as provas que provam a inexistência de crime por parte do influencer e também requeremos a revogação da sua prisão preventiva, que está aguardando decisão Judicial da Justiça de São Paulo”, disse Eduardo Maurício (veja vídeo abaixo). Advogado fala de prisão de Gabriel Spalone na Argentina e diz que cliente não cometeu crim O adido da Polícia Federal na Argentina, André Vianna, disse que "graças aos postos da Polícia Federal no exterior e em conjunto com nossas adidâncias e a cooperação internacional e integração com a Interpol conseguimos prendê-lo na Argentina quando desembarcou". "Foi algo bastante importante e que mostra a importância da PF no exterior. Essa prisão jamais teria ocorrido se não fosse por isso e a integração com a Interpol", declarou Vianna. Detenção no Panamá Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital Reprodução/Arquivo pessoal Na sexta-feira (26), Gabriel chegou a ser detido no Aeroporto Internacional do Panamá, mas foi liberado em menos de 24 horas após as autoridades locais serem informadas de que ele não possuía ordem de prisão internacional e que nem estava na lista da Interpol naquele momento. Maurício disse que as autoridades do Panamá o liberaram para seguir viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Sua defesa também afirmou que a prisão no Panamá havia sido "ilegal e abusiva". Contudo, horas depois, Gabriel foi incluído no alerta vermelho da Interpol. Segundo Paulo Barbosa, delegado chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos, "a inclusão do nome do Gabriel Spalone na Difusão Vermelha foi resultado de uma ação conjunta da Polícia Civil de São Paulo com a Polícia Federal". Ele será transferido para o Brasil para ficar à disposição da Justiça. Destinos Conforme a TV Globo apurou, após deixar o Brasil nesta sexta-feira (26) para seguir até Dubai, o influenciador foi para o Paraguai, onde comprou uma passagem com destino a Nova York, nos Estados Unidos, com escala no Panamá. Ao chegar, Gabriel desistiu da conexão para Nova York e adquiriu uma nova passagem com destino à Holanda. Foi nesse momento, enquanto tentava embarcar, que acabou detido. A TV Globo também apurou que empresário seria deportado para o Paraguai, país onde a fuga começou, e, em seguida, transferido para o Brasil. Contudo, o advogado informou às autoridades que Gabriel "era uma pessoa livre para viajar e não tinha qualquer ordem de prisão internacional ou inclusão na Interpol". Menos de 24 horas, ele foi liberado. Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital. Reprodução/Instagram O que diz a defesa "Eduardo Maurício advogado de defesa de Gabriel Spalone ratifica que seu cliente foi colocado em liberdade no Panamá, e afirma que posteriormente foi detido novamente em Buenos Aires (desta vez com uma inclusão ao que parece correta na Interpol). Dr. Eduardo Maurício afirma que exercerá a defesa do influencer e empresário no processo de extradição que se inicia na Argentina, e em paralelo, já foi fornecida provas da sua inocência e já foi requerido no Brasil a revogação da sua prisão pendente de decisão judicial, e se o caso impetrará habeas corpus perante o Tribunal, bem como a defesa procederá com o pedido exclusão de Spalone da Interpol diretamente em Lyon na França; e também com denúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos, tudo visando com que Gabriel possa responder o processo em liberdade." Esquema de desvio Operação mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX Na última terça-feira (23), a Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão e prisão temporária contra Gabriel Spalone, mas o influenciador não foi encontrado. Ele é suspeito de participação em um esquema que desviou R$ 146 milhões via PIX de um banco e de empresas vítimas das transferências ilegais. Outras duas pessoas foram presas. Guilherme Sateles Coelho e Jesse Mariano da Silva teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema. Os investigadores dizem que o esquema envolvia empresas criadas por Gabriel Spalone, que ofereciam serviços financeiros digitais, como transações de câmbio, criptomoedas e pagamentos. Elas não tinham autorização do Banco Central para operar transferências diretas via PIX. Então, usavam o sistema de bancos ou empresas financeiras que têm autorização para realizar a operação. Esta intermediação é o chamado o PIX indireto, que é ilegal desde janeiro, quando o Banco Central endureceu regras para fintechs, como as de Gabriel. Segundo a polícia, em fevereiro deste ano, as empresas dele realizaram em menos de 5 horas mais de 600 transferências ilegais por pix indireto, de 10 contas de um único banco, totalizando R$ 146 milhões. O banco conseguiu identificar a fraude e recuperar R$ 100 milhões. Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação

Palavras-chave: cibernético

Veja fotos da prisão do influencer Gabriel Spalone no aeroporto de Buenos Aires, na Argentina

Publicado em: 28/09/2025 12:05

Fotos mostram a prisão de Gabriel Spalone Alves no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo A TV Globo teve acesso, com exclusividade, das imagens da prisão do influenciador Gabriel Spalone Alves, na Argentina. Ele foi preso sob a acusação de por participar de um esquema de desvio de R$ 146 milhões via PIX. Spalone foi detido ao desembargar no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, por volta das 22h, em razão do nome dele ter sido ser incluído pelas autoridades brasileiras na Difusão Vermelha de procurados da Polícia Internacional (Interpol). O influenciador eve passar por audiência de custódia em Buenos Aires nesta segunda-feira (29), segundo o advogado de defesa dele, Eduardo Maurício. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Gabriel Spalone foi detido ao desembargar no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, por volta das 22h, nesta sábado (27). Reprodução/TV Globo O influencer era considerado foragido no Brasil deste terça-feira (23), após ser alvo de uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra crimes virtuais. 🔴Difusão Vermelha, também conhecida como "lista vermelha" é um mecanismo internacional para o compartilhamento de informações de foragidos internacionais. Atualmente, a organização possui 19 bancos de dados à disposição das polícias do mundo, entre eles, de impressões digitais, perfis de DNA, documentos falsificados e obras de arte, por exemplo. Na ordem de prisão internacional ao qual o g1 teve acesso, a Interpol aponta que em 26 de fevereiro de 2025, Gabriel Spalone Alves e outros desviaram a quantia de R$ 146,5 milhões de um banco brasileiro, por meio de uma empresa que prestava serviços ao banco. Segundo o documento, assim que o banco descobriu a fraude, recuperou a quantia de R$ 107,5 milhões, resultando em um prejuízo real de R$ 39 milhões. “As investigações revelaram que as contas bancárias que se beneficiaram dos fundos ilicitamente desviados eram movimentadas pelo réu e outros”, afirma o documento. Gabriel Spalone foi detido ao desembargar no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, por volta das 22h, nesta sábado (27). Montagem/g1/Reprodução/TV Globo “Este pedido deve ser tratado como um pedido oficial de prisão preventiva. Favor prosseguir com a prisão preventiva, em conformidade com a legislação nacional aplicável e os tratados bilaterais e multilaterais pertinentes”, completa. Segundo o advogado Eduardo Maurício, além de defendê-lo no processo de extradição para o Brasil, o escritório dele deve fazer um pedido de exclusão do nome do influencer da lista da Interpol diretamente na sede da entidade, em Lyon (França), além de protoco ar enúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos. A defesa de Spalone também trabalha na defesa dele no inquérito da 'Operação Dubai', da Polícia Civil de São Paulo e vai pedir um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), com objetivo de revogar sua prisão no Brasil, o que deve pode refletir em liberdade imediata na Argentina (Veja nota na íntegra abaixo). “Recentemente apresentamos todas as provas que provam a inexistência de crime por parte do influencer e também requeremos a revogação da sua prisão preventiva, que está aguardando decisão Judicial da Justiça de São Paulo”, disse Eduardo Maurício (veja vídeo abaixo). Advogado fala de prisão de Gabriel Spalone na Argentina e diz que cliente não cometeu crim Prisão no Panamá Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital Reprodução/Arquivo pessoal Na sexta-feira (26), Gabriel chegou a ser detido no Aeroporto Internacional do Panamá, mas foi liberado em menos de 24 horas após as autoridades locais serem informadas de que ele não possuía ordem de prisão internacional e que nem estava na lista da Interpol naquele momento. Maurício disse que as autoridades do Panamá o liberaram para seguir viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Sua defesa também afirmou que a prisão no Panamá havia sido "ilegal e abusiva". Contudo, horas depois, Gabriel foi incluído no alerta vermelho da Interpol. Segundo Paulo Barbosa, delegado chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos, "a inclusão do nome do Gabriel Spalone na Difusão Vermelha foi resultado de uma ação conjunta da Polícia Civil de São Paulo com a Polícia Federal". Ao pousar em Buenos Aires, Argentina, depois de sair do Panamá, Gabriel foi preso pela Interpol dentro do avião. Ele será transferido para o Brasil para ficar à disposição da Justiça. Liberação Foto da Interpol no documento de prisão de Gabriel Spalone Alves, em Buenos Aires. Montagem/g1/Reprodução Conforme a TV Globo apurou, após deixar o Brasil nesta sexta-feira (26) para seguir até Dubai, o influenciador foi para o Paraguai, onde comprou uma passagem com destino a Nova York, nos Estados Unidos, com escala no Panamá. Ao chegar, Gabriel desistiu da conexão para Nova York e adquiriu uma nova passagem com destino à Holanda. Foi nesse momento, enquanto tentava embarcar, que acabou detido. A TV Globo também apurou que empresário seria deportado para o Paraguai, país onde a fuga começou, e, em seguida, transferido para o Brasil. Contudo, o advogado informou às autoridades que Gabriel "era uma pessoa livre para viajar e não tinha qualquer ordem de prisão internacional ou inclusão na Interpol". Menos de 24 horas, ele foi liberado. Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital. Reprodução/Instagram O que diz a defesa "Eduardo Maurício advogado de defesa de Gabriel Spalone ratifica que seu cliente foi colocado em liberdade no Panamá, e afirma que posteriormente foi detido novamente em Buenos Aires (desta vez com uma inclusão ao que parece correta na Interpol). Dr. Eduardo Maurício afirma que exercerá a defesa do influencer e empresário no processo de extradição que se inicia na Argentina, e em paralelo, já foi fornecida provas da sua inocência e já foi requerido no Brasil a revogação da sua prisão pendente de decisão judicial, e se o caso impetrará habeas corpus perante o Tribunal, bem como a defesa procederá com o pedido exclusão de Spalone da Interpol diretamente em Lyon na França; e também com denúncia na Corte Interamericana de Direitos Huamnos, tudo visando com que Gabriel possa responder o processo em liberdade." Esquema de desvio Operação mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX Na última terça-feira (23), a Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão e prisão temporária contra Gabriel Spalone, mas o influenciador não foi encontrado. Ele é suspeito de participação em um esquema que desviou R$ 146 milhões via PIX de um banco e de empresas vítimas das transferências ilegais. Outras duas pessoas foram presas. Guilherme Sateles Coelho e Jesse Mariano da Silva teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema. Os investigadores dizem que o esquema envolvia empresas criadas por Gabriel Spalone, que ofereciam serviços financeiros digitais, como transações de câmbio, criptomoedas e pagamentos. Elas não tinham autorização do Banco Central para operar transferências diretas via PIX. Então, usavam o sistema de bancos ou empresas financeiras que têm autorização para realizar a operação. Esta intermediação é o chamado o PIX indireto, que é ilegal desde janeiro, quando o Banco Central endureceu regras para fintechs, como as de Gabriel. Segundo a polícia, em fevereiro deste ano, as empresas dele realizaram em menos de 5 horas mais de 600 transferências ilegais por pix indireto, de 10 contas de um único banco, totalizando R$ 146 milhões. O banco conseguiu identificar a fraude e recuperar R$ 100 milhões. Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação

Palavras-chave: cibernético

Gabriel Spalone, suspeito de desviar R$ 146 milhões via PIX, passará por audiência de custódia na Argentina nesta segunda-feira

Publicado em: 28/09/2025 10:30

Polícia Federal do Panamá detém influenciador e empresário Gabriel Spalone O influenciador e empresário Gabriel Spalone, preso na Argentina neste sábado (27) por participar de um esquema de desvio de R$ 146 milhões via PIX, deve passar por audiência de custódia em Buenos Aires nesta segunda-feira (29), segundo o advogado de defesa dele, Eduardo Maurício. Spalone foi detido ao desembargar no aeroporto da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, por volta das 22h, em razão do nome dele ter sido ser incluído pelas autoridades brasileiras na Difusão Vermelha de procurados da Polícia Internacional (Interpol). ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp O influencer era considerado foragido no Brasil deste terça-feira (23), após ser alvo de uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra crimes virtuais. 🔴Difusão Vermelha, também conhecida como "lista vermelha" é um mecanismo internacional para o compartilhamento de informações de foragidos internacionais. Atualmente, a organização possui 19 bancos de dados à disposição das polícias do mundo, entre eles, de impressões digitais, perfis de DNA, documentos falsificados e obras de arte, por exemplo. Na ordem de prisão internacional ao qual o g1 teve acesso, a Interpol aponta que em 26 de fevereiro de 2025, Gabriel Spalone Alves e outros desviaram a quantia de R$ 146,5 milhões de um banco brasileiro, por meio de uma empresa que prestava serviços ao banco. Segundo o documento, assim que o banco descobriu a fraude, recuperou a quantia de R$ 107,5 milhões, resultando em um prejuízo real de R$ 39 milhões. Fotos da Interpol no documento de prisão de Gabriel Spalone Alves, em Buenos Aires, e da prisão dele no aeroporto. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo “As investigações revelaram que as contas bancárias que se beneficiaram dos fundos ilicitamente desviados eram movimentadas pelo réu e outros”, afirma o documento. “Este pedido deve ser tratado como um pedido oficial de prisão preventiva. Favor prosseguir com a prisão preventiva, em conformidade com a legislação nacional aplicável e os tratados bilaterais e multilaterais pertinentes”, completa. Segundo o advogado Eduardo Maurício, além de defendê-lo no processo de extradição para o Brasil, o escritório dele deve fazer um pedido de exclusão do nome do influencer da lista da Interpol diretamente na sede da entidade, em Lyon (França), além de protoco ar enúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos. A defesa de Spalone também trabalha na defesa dele no inquérito da 'Operação Dubai', da Polícia Civil de São Paulo e vai pedir um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), com objetivo de revogar sua prisão no Brasil, o que deve pode refletir em liberdade imediata na Argentina (Veja nota na íntegra abaixo). “Recentemente apresentamos todas as provas que provam a inexistência de crime por parte do influencer e também requeremos a revogação da sua prisão preventiva, que está aguardando decisão Judicial da Justiça de São Paulo”, disse Eduardo Maurício (veja vídeo abaixo). Advogado fala de prisão de Gabriel Spalone na Argentina e diz que cliente não cometeu crim Prisão no Panamá Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital Reprodução/Arquivo pessoal Na sexta-feira (26), Gabriel chegou a ser detido no Aeroporto Internacional do Panamá, mas foi liberado em menos de 24 horas após as autoridades locais serem informadas de que ele não possuía ordem de prisão internacional e que nem estava na lista da Interpol naquele momento. Maurício disse que as autoridades do Panamá o liberaram para seguir viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Sua defesa também afirmou que a prisão no Panamá havia sido "ilegal e abusiva". Contudo, horas depois, Gabriel foi incluído no alerta vermelho da Interpol. Segundo Paulo Barbosa, delegado chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos, "a inclusão do nome do Gabriel Spalone na Difusão Vermelha foi resultado de uma ação conjunta da Polícia Civil de São Paulo com a Polícia Federal". Ao pousar em Buenos Aires, Argentina, depois de sair do Panamá, Gabriel foi preso pela Interpol dentro do avião. Ele será transferido para o Brasil para ficar à disposição da Justiça. Detido e liberado no Panamá Conforme a TV Globo apurou, após deixar o Brasil nesta sexta-feira (26) para seguir até Dubai, o influenciador foi para o Paraguai, onde comprou uma passagem com destino a Nova York, nos Estados Unidos, com escala no Panamá. Ao chegar, Gabriel desistiu da conexão para Nova York e adquiriu uma nova passagem com destino à Holanda. Foi nesse momento, enquanto tentava embarcar, que acabou detido. A TV Globo também apurou que empresário seria deportado para o Paraguai, país onde a fuga começou, e, em seguida, transferido para o Brasil. Contudo, o advogado informou às autoridades que Gabriel "era uma pessoa livre para viajar e não tinha qualquer ordem de prisão internacional ou inclusão na Interpol". Menos de 24 horas, ele foi liberado. Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital. Reprodução/Instagram O que diz a defesa "Eduardo Maurício advogado de defesa de Gabriel Spalone ratifica que seu cliente foi colocado em liberdade no Panamá, e afirma que posteriormente foi detido novamente em Buenos Aires (desta vez com uma inclusão ao que parece correta na Interpol). Dr. Eduardo Maurício afirma que exercerá a defesa do influencer e empresário no processo de extradição que se inicia na Argentina, e em paralelo, já foi fornecida provas da sua inocência e já foi requerido no Brasil a revogação da sua prisão pendente de decisão judicial, e se o caso impetrará habeas corpus perante o Tribunal, bem como a defesa procederá com o pedido exclusão de Spalone da Interpol diretamente em Lyon na França; e também com denúncia na Corte Interamericana de Direitos Huamnos, tudo visando com que Gabriel possa responder o processo em liberdade." Esquema de desvio Operação mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX Na última terça-feira (23), a Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão e prisão temporária contra Gabriel Spalone, mas o influenciador não foi encontrado. Ele é suspeito de participação em um esquema que desviou R$ 146 milhões via PIX de um banco e de empresas vítimas das transferências ilegais. Outras duas pessoas foram presas. Guilherme Sateles Coelho e Jesse Mariano da Silva teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema. Os investigadores dizem que o esquema envolvia empresas criadas por Gabriel Spalone, que ofereciam serviços financeiros digitais, como transações de câmbio, criptomoedas e pagamentos. Elas não tinham autorização do Banco Central para operar transferências diretas via PIX. Então, usavam o sistema de bancos ou empresas financeiras que têm autorização para realizar a operação. Esta intermediação é o chamado o PIX indireto, que é ilegal desde janeiro, quando o Banco Central endureceu regras para fintechs, como as de Gabriel. Segundo a polícia, em fevereiro deste ano, as empresas dele realizaram em menos de 5 horas mais de 600 transferências ilegais por pix indireto, de 10 contas de um único banco, totalizando R$ 146 milhões. O banco conseguiu identificar a fraude e recuperar R$ 100 milhões. Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação

Palavras-chave: cibernético

Jovens denunciam ex-colegas de escola por criar falsas ‘nudes’ delas e compartilhar em app de mensagens, no Ceará

Publicado em: 28/09/2025 04:01

Jovens denunciam ex-colegas de escola por criar falsas ‘nudes’ delas e compartilhar em app de mensagens, no Ceará. Reprodução Um grupo de jovens denunciou dois ex-colegas de escola que criaram falsas “nudes” delas e compartilharam em um aplicativo de mensagens. Conforme as mulheres, o grupo possuía inúmeras imagens de diferentes pessoas, mas elas já identificaram sete vítimas. O g1 conversou com duas delas. As imagens eram retiradas das redes sociais das vítimas e manipuladas com uso de inteligência artificial. As sete vítimas já identificadas e os dois homens denunciados são todos estudantes de uma mesma escola em Fortaleza. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga denúncias de crimes contra a dignidade sexual, em ambiente virtual, registrados em Fortaleza. Os fatos foram comunicados por meio de boletins de ocorrência (BO) na Delegacia do 27° Distrito Policial, unidade responsável pela apuração do caso. ✅ Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp A corporação também orientou que, caso existam outras vítimas, elas também registrem um boletim de ocorrência, que pode ser feito presencialmente em qualquer delegacia. Depois de criadas, as falsas nudes eram compartilhadas em um grupo de um aplicativo de mensagens onde estavam os dois denunciados. O grupo foi descoberto por um amigo — tanto das vítimas, quanto dos criminosos —, que também é ex-estudante da mesma escola. Conforme uma das vítimas, esse amigo teve acesso ao grupo através do celular de um dos criminosos e flagrou uma imagem manipulada da própria mãe. Revoltado, ele contou para as ex-colegas. Vítimas eram próximas de criminosos Uma das vítimas é uma jovem de 20 anos, que vai ter a identidade preservada. Ela disse ter ficado surpresa não apenas com a criação das imagens, mas também com quem eram os responsáveis. "Esse ano mesmo eu saí, conversei com eles e tudo. Eles pareciam pessoas que não iriam fazer coisas assim. Quando a gente recebeu esses vídeos, todo mundo ficou sem acreditar... Eles ficavam rindo. Dá pra ver nas mensagens eles falando: 'A gente tem o poder nas mãos', coisa assim do tipo", disse. "Eu cheguei a aconselhar ele sobre faculdade, quando ele queria trocar de faculdade, sobre emprego, trabalho. A gente conversava porque a gente cresceu junto", reforçou a vítima. Ela disse também que uma das fotos que os criminosos pegaram foi de um "status" que ela postou em um aplicativo de mensagens. "Um print [captura de tela] de foto que eu tirei no banheiro do shopping com as minhas amigas. Eles vinham guardando coisas para fazer isso. Das outras meninas, por exemplo, eram postagens de Instagram e tudo, que eles pegavam delas, que elas estavam de biquíni e botavam no aplicativo", explicou a jovem. Crise de ansiedade Uma segunda vítima ouvida pelo g1 revelou que teve uma crise de ansiedade quando soube da existência do grupo e do material compartilhado entre os criminosos. "Ah, eu acho que pra mim foi uma das piores notícias que eu recebi recentemente. Eu senti que o meu corpo gelou", disse. "Eu simplesmente tremia, o meu corpo gelou, e eu comecei a passar mal. Eu tive uma crise de ansiedade. Meu marido estava na sala comigo, me ouviu chorando, me ouviu com falta de ar", reforçou a vítima. Ela disse que o choque foi agravado quando viu quem era um dos responsáveis por fazer as imagens — alguém que foi próximo a ela durante o ensino médio. "Foi um baque muito grande, tanto por eu ter visto esse tipo de exposição que não é real, o que torna muito pior, como quando eu soube que era um amigo meu, alguém que eu compartilhava minha vida, na inocência, achando que era uma pessoa boa pra mim", lamentou a jovem. Pena de até 8 anos de prisão Advogado comenta sobre punições aplicáveis a quem comete crimes sexuais na internet. O advogado Filipe Brayan alertou que é preciso desmistificar que crimes cometidos pela internet sempre saem impunes. "Há uma falsa percepção da sociedade que aqueles comportamentos realizados nas redes sociais não são passíveis de punição, não são alcançados pela lei ou que o autor daquele comportamento dificilmente vai ser descoberto pela justiça, o que não é verdade", disse. "Hoje em dia já há uma delegacia especializada em crimes cibernéticos. Lá, há procedimentos cujo o nome da vítima vai permanecer em sigilo e o conteúdo não vai ser disponibilizado para acesso. Também há softwares adequados para descobrir o verdadeiro autor daquele conteúdo, que se descoberto pode responder até a três crimes, o primeiro deles de violência psicológica contra a mulher", destacou. Ele explicou que sujeitar uma mulher a constrangimentos usando a imagem dela, mesmo que gerada por inteligência artificial, em contextos sexuais pode gerar pena de até dois anos de prisão. "Além disso, aquele que produziu um conteúdo utilizando a imagem da vítima em ato sexual, ato libidinoso, responde a um outro crime que a pena é até de um ano de prisão. Mas se esse conteúdo gerado for disponibilizado em qualquer rede social, grupo do WhatsApp, já há um novo e terceiro crime, cuja pena é de até cinco anos de prisão", reforçou. "Juntando os três tipos de crimes que podem ser cometidos com apenas um único ato, chegamos a pena de até oito anos de prisão. Aquele que produziu o conteúdo vai ser sujeito ao crime de violência psicológica contra a mulher, ao crime de produção de conteúdo libidinoso por inteligência artificial e ao crime de publicação desse conteúdo", complementou. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

Influencer suspeito de desviar R$ 146 milhões via PIX é preso na Argentina após inclusão na lista da Interpol

Publicado em: 27/09/2025 22:15

Polícia Federal do Panamá detém influenciador e empresário Gabriel Spalone O influenciador e empresário Gabriel Spalone, alvo de mandado de prisão temporária por suspeita de participar de um esquema de desvio de R$ 146 milhões via PIX, foi preso na noite deste sábado (27) ao pousar no Aeroporto Internacional da Argentina, em Buenos Aires, depois de ser incluído na Difusão Vermelha de procurados da Interpol. 🔴Difusão Vermelha, também conhecida como "lista vermelha" é um mecanismo internacional para o compartilhamento de informações de foragidos internacionais. Atualmente, a organização possui 19 bancos de dados à disposição das polícias do mundo, entre eles, de impressões digitais, perfis de DNA, documentos falsificados e obras de arte, por exemplo. De acordo com a Polícia Federal, a prisão foi feita com apoio da Polícia Civil de São Paulo e das autoridades da Argentina, Panamá, Paraguai e Estados Unidos. A nota diz ainda que Gabriel deve ser extraditado para o Brasil. De acordo com o advogado Eduardo Maurício, que representa o empresário, foi requirido um pedido de revogação da prisão e para a exclusão do influenciador da lista da Interpol. Também foi feita uma denúncia na Corte Interamericana de Direitos Huamanos, para que Gabriel possa responder o processo em liberdade. (Veja nota na íntegra abaixo). Na sexta-feira (26), Gabriel chegou a ser detido no Aeroporto Internacional do Panamá, mas foi liberado em menos de 24 horas após as autoridades locais serem informadas de que ele não possuía ordem de prisão internacional e que nem estava na lista da Interpol naquele momento. Maurício disse que as autoridades do Panamá o liberaram para seguir viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Sua defesa também afirmou que a prisão no Panamá havia sido "ilegal e abusiva". Contudo, horas depois, Gabriel foi incluído no alerta vermelho da Interpol. Segundo Paulo Barbosa, delegado chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos, "a inclusão do nome do Gabriel Spalone na Difusão Vermelha foi resultado de uma ação conjunta da Polícia Civil de São Paulo com a Polícia Federal". Ao pousar em Buenos Aires, Argentina, depois de sair do Panamá, Gabriel foi preso pela Interpol dentro do avião. Ele será transferido para o Brasil para ficar à disposição da Justiça. Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital Reprodução/Arquivo pessoal Detido e liberado no Panamá Conforme a TV Globo apurou, após deixar o Brasil nesta sexta-feira (26) para seguir até Dubai, o influenciador foi para o Paraguai, onde comprou uma passagem com destino a Nova York, nos Estados Unidos, com escala no Panamá. Ao chegar, Gabriel desistiu da conexão para Nova York e adquiriu uma nova passagem com destino à Holanda. Foi nesse momento, enquanto tentava embarcar, que acabou detido. A TV Globo também apurou que empresário seria deportado para o Paraguai, país onde a fuga começou, e, em seguida, transferido para o Brasil. Contudo, o advogado informou às autoridades que Gabriel "era uma pessoa livre para viajar e não tinha qualquer ordem de prisão internacional ou inclusão na Interpol". Menos de 24 horas, ele foi liberado. O que diz a defesa "Eduardo Maurício advogado de defesa de Gabriel Spalone ratifica que seu cliente foi colocado em liberdade no Panamá, e afirma que posteriormente foi detido novamente em Buenos Aires (desta vez com uma inclusão ao que parece correta na Interpol). Dr. Eduardo Maurício afirma que exercerá a defesa do influencer e empresário no processo de extradição que se inicia na Argentina, e em paralelo, já foi fornecida provas da sua inocência e já foi requerido no Brasil a revogação da sua prisão pendente de decisão judicial, e se o caso impetrará habeas corpus perante o Tribunal, bem como a defesa procederá com o pedido exclusão de Spalone da Interpol diretamente em Lyon na França; e também com denúncia na Corte Interamericana de Direitos Huamnos, tudo visando com que Gabriel possa responder o processo em liberdade." Esquema de desvio Operação mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX Na última terça-feira (23), a Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão e prisão temporária contra Gabriel Spalone, mas o influenciador não foi encontrado. Ele é suspeito de participação em um esquema que desviou R$ 146 milhões via PIX de um banco e de empresas vítimas das transferências ilegais. Outras duas pessoas foram presas. Guilherme Sateles Coelho e Jesse Mariano da Silva teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema. Os investigadores dizem que o esquema envolvia empresas criadas por Gabriel Spalone, que ofereciam serviços financeiros digitais, como transações de câmbio, criptomoedas e pagamentos. Elas não tinham autorização do Banco Central para operar transferências diretas via PIX. Então, usavam o sistema de bancos ou empresas financeiras que têm autorização para realizar a operação. Esta intermediação é o chamado o PIX indireto, que é ilegal desde janeiro, quando o Banco Central endureceu regras para fintechs, como as de Gabriel. Segundo a polícia, em fevereiro deste ano, as empresas dele realizaram em menos de 5 horas mais de 600 transferências ilegais por pix indireto, de 10 contas de um único banco, totalizando R$ 146 milhões. O banco conseguiu identificar a fraude e recuperar R$ 100 milhões. Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação

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Autoridades do Panamá prendem influenciador brasileiro suspeito de desviar milhões via Pix

Publicado em: 27/09/2025 20:40

Polícia Federal do Panamá detém influenciador e empresário Gabriel Spalone Um influenciador brasileiro, investigado pela Polícia de São Paulo, foi detido no Panamá durante uma conexão de aeroporto. Gabriel Spalone é considerado foragido aqui no Brasil desde terça-feira (23), quando foi alvo de uma operação sobre um esquema de golpes com transferências digitais. Gabriel Spalone, de 29 anos, é dono de duas empresas que se apresentam como fintechs , que são financeiras online voltadas para pagamentos e investimentos. Em uma rede social, o influenciador afirma que mora em Dubai. Ele também tem endereços em São Paulo. Na última terça-feira, a Polícia Civil fez uma operação para cumprir mandatos de busca e apreensão e de prisão temporária contra Spalone, mas o influenciador não foi encontrado. Duas pessoas foram presas. Os investigadores dizem que o esquema funcionava da seguinte forma: as empresas criadas por Gabriel Spalone ofereciam serviços financeiros digitais, como transações de câmbio, criptomoedas e pagamentos; essas companhias não tinham autorização do Banco Central para operar diretamente transferências diretas via Pix. Então, usavam o sistema de bancos ou empresas financeiras que têm autorização – o chamado Pix indireto, que é ilegal desde janeiro, quando o Banco Central endureceu as regras para as fintechs, como as de Spalone. Segundo a polícia, em fevereiro, as empresas de Gabriel realizaram, em menos de 5 horas, mais de 600 transferências ilegais por Pix indireto de 10 contas de um único banco, totalizando R$ 146,5 milhões A instituição conseguiu identificar a fraude e recuperar R$ 100 milhões. As autoridades brasileiras localizaram o influenciador na sexta-feira (26). Ele estava no Aeroporto Internacional do Panamá fazendo uma escala de um voo para os Estados Unidos. Os policiais brasileiros pediram a detenção dele e a transferência para o Brasil. A defesa de Gabriel Spalone disse que recorreu à Justiça panamenha e que o influenciador foi solto na tarde deste sábado. A Polícia Civil de São Paulo não confirmou a informação. Em nota, o advogado do influenciador afirmou ainda que o seu cliente "já esclareceu e apresentou todas as provas que demonstram inexistir necessidade de prisão e qualquer ato ilícito de sua autoria." gora há pouco, a Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo confirmou que o nome Gabriel Spalone foi incluído na lista vermelha da Interpol. Gabriel Spalone Reprodução JN SAIBA MAIS: Gabriel Spalone: quem é influenciador suspeito de desviar R$ 146 milhões via PIX no Panamá Após ser detido no Panamá, influenciador suspeito de desviar R$ 146 milhões via PIX é liberado, diz advogado

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Alepa em foco: fique por dentro dos destaques do poder legislativo

Publicado em: 26/09/2025 12:10

Alepa em foco Divulgação Veja abaixo os destaques da semana na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa): Alepa em Parauapebas Sessão ordinária da Assembleia Legislativa do Estado do Pará em Parauapebas Ozeas Santos A sessão ordinária da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), realizada nesta terça-feira, 23, na Câmara Municipal de Parauapebas, foi marcada pela aprovação de três projetos e por discursos voltados às demandas da região. O encontro integrou a programação da Alepa Itinerante, que tem levado o parlamento estadual a diferentes municípios. O presidente da Casa, deputado Chicão (MDB), presidiu a sessão. Além das votações realizadas em plenário durante a sessão, os deputados também aprovaram o Projeto de Resolução nº 2/2025, de autoria da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. A proposta acrescenta dispositivos à Resolução nº 01/2025, que criou o programa Alepa Itinerante COP30, e garante maior flexibilidade para a realização de atividades. O texto aprovado prevê que, no âmbito do programa, poderão ser realizadas sessões ordinárias, sessões especiais e audiências públicas extraordinárias, a critério da presidência. Proteção à infância Deputado Braz (PDT) Balthazar Costa Durante a sessão ordinária, em Parauapebas, dos deputados aprovaram o Projeto de Lei nº 63/2024, de autoria do deputado Braz (PDT), que institui a Campanha de Conscientização e Prevenção contra Crimes Cibernéticos cometidos contra crianças e adolescentes no Pará por meio do uso indevido da inteligência artificial. O parlamentar defendeu a aprovação do projeto por considerar a matéria de extrema relevância e sensibilidade no contexto contemporâneo, que é a proteção de crianças e adolescentes diante dos perigos advindos do uso da inteligência artificial. Meio ambiente Deputado Carlos Bordalo (PT) Balthazar Costa Também foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei nº 210/2023, do deputado Carlos Bordalo (PT), que dispõe sobre medidas de prevenção a desperdícios, de aproveitamento das águas de chuva e de reuso não potável das águas cinzas no Estado. Segundo o proponente, o projeto tem como objetivo instituir medidas de prevenção a desperdícios, de aproveitamento das águas de chuva e de reuso não potável das chamadas águas cinzas, descartadas por pias, ralos, máquinas de lavar e chuveiros, e que podem ser aproveitadas em irrigação de jardins e manutenção de lagos artificiais, além de lavagem de calçadas, pisos e veículos, por exemplo. Audiência pública Audiência pública em Parauapebas Balthazar Costa A cidade de Parauapebas foi o primeiro, dos cinco municípios, que recebeu os parlamentares estaduais para a realização do projeto Alepa Itinerante - Edição COP 30. Durante a manhã desta terça (23), no plenário da Câmara do município, os deputados participaram de uma Audiência Pública com o objetivo de ouvir as demandas da população parauapebense. O movimento “Parauapebas cidade universitária” foi representado por lideranças políticas da região e contou com a presença de cerca de 70 alunos. Representando a Federação Umbandista do Estado, mãe Vanessa de Oxum e mãe Gláucia usaram da palavra na tribuna clamando por políticas públicas que protejam os povos de matriz africana do preconceito e dos casos de violência vividos. Encontro estadual Deputada Andréia Xarão no Encontro Estadual “O Brasil precisa pensar o Brasil” Fernanda Cirino A Fundação Ulysses Guimarães – Pará promoveu na nesta quinta-feira (25), às 13h30, no Plenário da Alepa, o encontro estadual “O Brasil precisa pensar o Brasil”. A iniciativa faz parte da série nacional de debates que marcam os 60 anos do MDB e os 30 anos da FUG, e que resultarão em um documento programático para orientar as diretrizes do partido em 2026. O encontro foi presidido pela presidente da FUG-PA, deputada Andréia Xarão e terá como foco a Amazônia no contexto da COP30.

Influenciadora presa lucrou quase R$ 14 mi com apostas ilegais, diz delegado: ‘sem compaixão com o próximo’

Publicado em: 25/09/2025 10:49

Delegado diz que influenciadora lucrou R$ 14 mi com apostas ilegais: 'sem compaixão' A DJ e influenciadora Maria Vitória Lima, conhecida como Latina Gold, foi presa nesta quinta-feira (25) em Teresina. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, ela movimentou quase R$ 14 milhões com apostas ilegais nos últimos dois anos. De acordo com o delegado Matheus Zanatta, superintendente de Operações Integradas da SSP, a influenciadora promovia o Jogo do Tigrinho, um cassino on-line que promete lucros altos. O g1 procurou a equipe da investigada e aguarda retorno. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp “Isso mostra que você não tem compaixão ou amor ao próximo, porque você divulgou mais uma vez uma plataforma ilegal, enganando seus seguidores”, disse o delegado em um vídeo gravado na casa da DJ. O marido de Latina, Domingos Ferreira, conhecido como DJ Loboox, também foi preso na terceira fase da Operação Jogo Sujo. Segundo a polícia, ele movimentou cerca de R$ 700 mil com apostas ilegais entre 2023 e 2025. O delegado Humberto Mácola, coordenador do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos, informou que uma vítima perdeu R$ 400 mil em apostas promovidas pelo grupo. Além de Latina Gold e DJ Loboox, foram presas as influenciadoras Nayanna Fonseca e Therccya Ribeiro. Segundo a Polícia Civil, o grupo movimentou cerca de R$ 30 milhões com o esquema. O g1 também procurou os demais investigados e aguarda resposta. LEIA TAMBÉM: Festa de aniversário de Latina Gold termina com apreensão de 60 crianças e adolescentes em Teresina Blogueira e namorado são presos suspeitos de tráfico de drogas em Teresina; homem foi baleado Ganhos falsos e lavagem de dinheiro A investigação da SSP mostrou que os suspeitos usavam contas falsas para simular ganhos e enganar os seguidores. Eles são investigados por lavar o dinheiro obtido com o esquema com a compra de carros e celulares de luxo. “A gente concluiu [pela deflagração] da operação para coibir a indução dos consumidores ao erro e a promoção ilegal de jogos de azar, bem como a lavagem de dinheiro e a organização criminosa", afirmou o delegado Alisson Landim, do DRCC. A polícia apreendeu carros, celulares e outros objetos em oito endereços ligados aos suspeitos nas Zonas Norte, Sul e Leste de Teresina. O delegado Humberto Mácola alertou sobre os riscos de acessar sites e aplicativos de apostas não autorizados pelo Ministério da Fazenda. “Desconfie de promessas de ganhos fáceis por meio de jogos de azar, pois essas práticas são frequentemente utilizadas para enganar e prejudicar financeiramente as vítimas”, disse o delegado. Influenciadora presa lucrou quase R$ 14 mi com apostas ilegais, diz delegado Instagram/SSP-PI VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Influenciadores suspeitos de usar ‘contas demo’ para divulgar apostas ilegais são presos em Teresina

Publicado em: 25/09/2025 06:47

Influenciadores suspeitos de divulgar apostas ilegais são presos em Teresina Divulgação/SSP-PI Quatro influenciadores foram presos suspeitos de divulgar plataformas de apostas on-line ilegais e usar “contas demo” para simular ganhos falsos. As prisões aconteceram nesta quinta-feira (25), durante a Operação Jogo Sujo 3, em Teresina. Segundo a Polícia Civil do Piauí, os influenciadores são Nayanna Fonseca, Maria Vitória Lima (DJ Latina Gold), Domingos Ferreira (DJ Loboox) e Therccya Ribeiro. O g1 procura as defesas dos investigados. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Até a última atualização desta reportagem, a polícia fez buscas e apreensões em oito endereços ligados aos suspeitos nas Zonas Norte, Sul e Leste de Teresina. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, os alvos da operação fazem parte de estruturas criminosas que usavam estratégias de marketing digital para “atrair e enganar seguidores” e movimentar valores de origem duvidosa. O coordenador do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos, Humberto Mácola, alertou para os riscos do acesso a sites e aplicativos de jogos de azar não regulamentados pelo Ministério da Fazenda. “Desconfie de promessas de ganhos fáceis por meio de jogos de azar, pois essas práticas são frequentemente utilizadas para enganar e prejudicar financeiramente as vítimas”, disse o delegado. Fase anterior da operação Em outubro de 2024, a Polícia Civil deflagrou a segunda fase da Operação Jogo Sujo e prendeu oito suspeitos de divulgar jogos de azar ilegais nas redes sociais. A Justiça entendeu que os influenciadores, por meio de publicidade enganosa, levaram os usuários que seguem seus perfis nas redes sociais a desenvolver uma dependência pelos jogos de azar, impulsionados por uma falsa expectativa de enriquecimento rápido. Os policiais apreenderam armas de fogo, joias e carros de luxo, além de dinheiro vivo. A quantia em dinheiro apreendida com todos os investigados somou R$ 500 mil. Em 2024, delegado citou crimes de blogueiros presos Delegado fala sobre crimes de blogueiros presos na Operação Jogo Sujo VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Suspeito de desviar R$ 146 milhões via PIX, influencer tem 29 anos e 800 mil seguidores em uma rede social

Publicado em: 23/09/2025 10:15

Gabriel Spalone tem 29 anos e é empresário e influenciador digital Reprodução/Arquivo pessoal O influenciador e empresário Gabriel Spalone, de 29 anos, dono de fintechs e com mais de 800 mil seguidores no Instagram, é o principal alvo da “Operação Dubai”, realizada nesta terça-feira (23) pela Polícia Civil de São Paulo. Ele é investigado por suspeita de participação em um esquema que desviou R$ 146 milhões via PIX de um banco e de empresas vítimas das transferências ilegais. Segundo seu perfil na rede social, Spalone mora em Dubai, embora também possua endereços em São Paulo. Apesar da prisão decretada pela Justiça, ele ainda não foi localizado pela polícia na capital paulista. Outros dois suspeitos, Guilherme Sateles Coelho e Jesse Mariano da Silva, foram presos em cumprimento à decisão judicial — em São Paulo e Campinas, respectivamente — e teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema. Os presos estão sendo levados à sede da Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), na região da Luz, em São Paulo. A equipe de reportagem tenta contato com as defesas dos investigados. Perfil do influenciador Operação mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX No Instagram, onde a conta estava como privada nesta terça (23), Spalone divulgava sua rotina de negócios e reforçava a imagem de jovem investidor ligado ao mercado financeiro. Ele é proprietário das empresas Dubai Cash e Next Trading Dubai, que se apresentam como fintechs voltadas a pagamentos e investimentos, com promessas de atuação no Brasil e no exterior. Mandados de prisão e busca Gabriel Spalone tem 29 anos e se apresenta como empresário e influenciador nas redes sociais Reprodução/Arquivo pessoal A operação, conduzida pela 1ª DCCiber, saiu às ruas para tentar cumprir três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão. Policiais foram a endereços de imóveis e veículos ligados aos investigados em bairros de São Paulo como Vila Leopoldina, Jardim Morumbi, Vila Santo Henrique e Jardim Ampliação. Foram apreendidos computadores, objetos e bens suspeitos de terem sido adquiridos de maneira irregular pelos alvos, como carros. Como funcionava o esquema Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação Segundo as investigações, em 26 de fevereiro de 2025, um banco identificou um movimento atípico: entre 4h23 e 9h47, foram realizadas 607 transferências via PIX, somando R$ 146,5 milhões. As operações partiram de dez contas vinculadas a uma empresa parceira do banco, prática conhecida como “PIX indireto”, considerada ilegal. Mais de R$ 100 milhões foram recuperados graças à reação rápida da instituição financeira, mas R$ 39 milhões permanecem como prejuízo para o banco e empresas correntistas. DCCiber fica no Palácio da Polícia Civil em São Paulo Reprodução/Google Maps Operação da Polícia Civil foi a endereços ligados aos investigados em São Paulo Reprodução/Divulgação

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Operação da polícia de SP mira influencer suspeito de esquema que teria desviado R$ 146 milhões via PIX

Publicado em: 23/09/2025 07:54

Policiais cumprem mandados de busca e apreensão de carros e entram em imóveis de investigados no esquema de fraude com o PIX em São Paulo Reprodução/Divulgação A Polícia Civil de São Paulo realiza na manhã desta terça-feira (23) uma operação contra um grupo suspeito de desviar mais de R$ 146 milhões por meio de fraudes no sistema Pix. As vítimas são um banco e empresas que perderam o dinheiro após transferência ilegais feitas pelos criminosos. A "Operação Dubai" é feita por policiais da 1ª Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Mandados de prisão e de busca Gabriel Spalone é procurado pela polícia de São Paulo Reprodução/Arquivo pessoal A Justiça autorizou o cumprimento de três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão. O principal alvo da operação é o empresário e influenciador digital Gabriel Spalone, dono das empresas Dubai Cash e Next Trading Dubai. Ele tem mais de 800 mil seguidores no Instagram, onde informa morar em Dubai. A Justiça decretou a prisão dele, que não foi localizado pela polícia até a última atualização desta reportagem. Os outros dois investigados foram presos — juntos, eles teriam se beneficiado em quase R$ 75 milhões do esquema criminoso. A equipe de reportagem tenta contato com as defesas dos investigados. Como era o esquema criminoso DHPP de São Paulo fica no Palácio da Polícia Civil em São Paulo Reprodução/Google Maps Segundo as investigações, em 26 de fevereiro de 2025 um banco identificou um movimento atípico em seus sistemas: em poucas horas, entre 4h23 e 9h47, foram realizadas 607 transferências via PIX, que somaram R$ 146.593.142,28. As operações partiram de dez contas vinculadas a uma empresa parceira da instituição financeira responsável pelo serviço de “PIX indireto”. Essa prática é considerada ilegal, segundo o banco. Por causa da rápida reação do banco, foi possível recuperar mais de R$ 100 milhões, mas ainda restou um prejuízo de R$ 39 milhões à instituição e às empresas correntistas. Policias cumpriram mandados de busca em diversos endereços ligados aos investigados, incluindo imóveis na Vila Leopoldina, no Jardim Morumbi, na Vila Santo Henrique e no Jardim Ampliação, todos em São Paulo. Os presos estão sendo levados para a sede da DCCiber, no prédio do DHPP, na região da Luz, no Centro da capital.

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OAB recebe mais de 300 denúncias de golpe do falso advogado no RN

Publicado em: 22/09/2025 16:25

Sede da OAB-RN em Natal OAB-RN/Divulgação Mais de 300 denúncias sobre o "golpe do falso advogado" foram registradas pela Ordem dos Advogados do Brasil, até esta segunda-feira (22), no Rio Grande do Norte. Segundo a instituição, os casos são repassados para a Polícia Civil, que abriu investigação sobre a fraude. O golpe ocorre quando criminosos se passam por advogados e entram em contato com vítimas por telefone, e-mail ou aplicativos alegando falsamente que existem processos judiciais ou a liberação de valores. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Com a justificativa de arcar com custas processuais, os criminosos induzem as vítimas a realizarem depósitos ou "pagamentos antecipados". "Normalmente, os golpistas utilizam discursos alarmistas, criando um senso de urgência para pressionar a vítima", informou a instituição. LEIA MAIS 'Falso advogado': homem é condenado a 9 anos de prisão por golpes de R$ 100 mil contra idosas no RN TJRN alerta para golpe em que criminosos se passam por advogados para enganar vítimas no RN; veja como evitar Ao todo, 302 denúncias já foram recebidas pela Ouvidoria da OAB/RN, que encaminha os casos à Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil do RN. Somente entre o dia 3 de setembro e esta segunda-feira (22), 66 novos casos foram registrados. A instituição também afirmou que mantém diálogo constante com o delegado responsável para acompanhar o andamento das investigações e reforçou a importância de que os advogados e vítimas do golpe registrem Boletins de Ocorrência. A OAB/RN informou que realiza uma campanha de orientação e conscientização dirigida a advogados, advogadas e à sociedade em geral, com o objetivo de informar e alertar os profissionais e clientes sobre os riscos e formas de atuação dos criminosos. Golpe do falso advogado cai em operação A representação da classe no estado também realiza articulações com o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), buscando aumento da segurança nos acessos ao sistema da justiça, a fim de evitar o uso indevido de informações processuais por golpistas. Orientações Diante disso, a OAB orientou que advogados e clientes redobrem a atenção a sinais suspeitos, como contatos fora dos canais habituais, pedidos de pagamento em contas de terceiros e comunicações com linguagem não compatível com a atuação profissional de advogados. "É fundamental que qualquer informação seja confirmada diretamente com o advogado responsável pelo caso e que se utilize o site oficial da OAB (Cadastro Nacional dos Advogados – CNA) para verificar a autenticidade da inscrição profissional", informou a instituição. As denúncias sobre esse tipo de crime podem ser realizadas por meio da Ouvidoria da OAB/RN, acessando o site (aqui). No portal, o denunciante deve preencher o formulário disponível com as informações solicitadas. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

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