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Operação prende suspeitos de ameaçar e perseguir vítimas pela internet no Pará

Publicado em: 19/12/2025 11:07

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Polícia Civil do Pará deflagrou, na manhã da quinta-feira (18), uma operação que investiga crimes de ameaça, perseguição, calúnia e associação criminosa praticados por meios cibernéticos. Três pessoas foram presas em Belém. Outro mandado foi cumprido no presídio de Santa Izabel do Pará, contra um investigado que já estava custodiado. Um quinto mandado foi executado no estado de Santa Catarina, onde outro suspeito também se encontrava preso. Segundo as investigações, as vítimas vinham sendo alvo de perseguições e ameaças há cerca de um ano. As intimidações eram feitas por meio de mensagens enviadas por aplicativos de conversa, a partir de diferentes números de telefone. De acordo com a polícia, os investigados demonstravam monitorar as vítimas de forma constante. Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia para auxiliar no esclarecimento dos fatos. Os presos em Belém foram encaminhados à sede da DECCC, onde permanecem à disposição da Justiça. A ação foi coordenada pela Divisão de Combate a Crimes Contra Direitos Individuais Praticados por Meios Cibernéticos (DCCCDI), vinculada à Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC). Ao todo, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão nos municípios de Belém e Benevides. A operação denominada "Imperio Legis" contou com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), da Delegacia de Feminicídios (DEFEM), da Divisão de Combate a Crimes Contra Grupos Vulneráveis Praticados por Meios Cibernéticos (DCCV) e da Polícia Civil de Santa Catarina. Operação “Imperio Legis” da Polícia Civil PCPA Vídeos com as principais notícias do Pará

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Tribunal de Justiça abre procedimento administrativo contra juiz suspeito de armazenar pornografia infantil no RS

Publicado em: 18/12/2025 11:45

Juiz do RS é afastado por suspeita de pornografia infantil O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul abriu um procedimento administrativo disciplinar (PAD) contra o juiz Jerson Moacir Gubert, suspeito de armazenar e compartilhar conteúdo pornográfico infantil. Ao final do procedimento, a pena máxima prevista é a aposentadoria compulsória. O magistrado está afastado das funções desde setembro de 2024, e segue recebendo os vencimentos de forma integral. Em novembro, segundo dados do Portal da Transparência do TJRS, o salário e as gratificações somaram R$ 94 mil. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A abertura do PAD foi decidida por unanimidade em sessão do Órgão Especial do Tribunal, colegiado formado por 24 desembargadores mais antigos e eleitos, responsável por julgar as infrações penais praticadas pelos juízes estaduais, dentre outras autoridades. O relator será o desembargador Marcelo Bandeira Pereira, ex-presidente da Corte. A sessão ocorreu na segunda-feira (15), de forma fechada, com acesso restrito aos membros do Órgão Especial e a servidores. A informação foi confirmada com exclusividade pelo g1. Procurado, o Tribunal de Justiça informou, por meio da assessoria de imprensa, que não divulgaria detalhes da decisão por se tratar de um procedimento sigiloso. O advogado Rafael Maffini, responsável pela defesa do magistrado no PAD, foi procurado na manhã desta quarta-feira (17), mas não respondeu até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso haja manifestação. Entenda o caso A investigação teve início após monitoramento da Polícia Federal (PF) sobre redes de pornografia infantil identificar que um usuário da Zona Sul de Porto Alegre estaria baixando conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes. Em apuração preliminar, a Delegacia de Crimes Cibernéticos (Deleciber) da PF identificou o endereço de IP da rede — uma espécie de identificação de um dispositivo na internet — e teria chegado a um apartamento vinculado ao magistrado. Agentes da PF realizaram uma investigação discreta para verificar se os arquivos estavam sendo baixados na residência do juiz ou em outro imóvel que utilizasse a mesma rede. Após confirmarem que o acesso estaria sendo feito do apartamento de Gubert, os investigadores encerraram a apuração preliminar. Isso porque a prerrogativa de foro impede que a PF abra inquérito criminal contra magistrados. Um relatório com o resultado da apuração foi produzido pela Deleciber e entregue à administração do Tribunal de Justiça. Na sequência, o TJRS encaminhou um ofício à Procuradoria-Geral de Justiça, autorizando o Ministério Público a conduzir a investigação criminal. A reportagem apurou que houve apreensão de HDs na residência do magistrado e também em seu computador de trabalho, localizado no nono andar do Foro Central de Porto Alegre. Além do PAD, Jerson Gubert responde a um procedimento investigatório criminal aberto pelo Ministério Público. O órgão informou apenas que o caso tramita sob sigilo. O magistrado é investigado com base em dois artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): o artigo 241-A, que trata do compartilhamento de pornografia infantil, e o artigo 241-B, referente ao armazenamento desse tipo de conteúdo. O juiz de Direito Jerson Moacir Gubert Reprodução VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Homem é condenado a 9 anos de prisão por ataque hacker que derrubou sistema do Tribunal de Justiça do RS

Publicado em: 18/12/2025 05:02

Tribunal de Justiça do RS Divulgação/TJRS A Justiça do Rio Grande do Sul condenou, na quarta-feira (17), um homem a 9 anos e 26 dias de reclusão, em regime fechado, por ter comandado um ataque cibernético que paralisou os serviços do Tribunal de Justiça do Estado (TJRS) em março deste ano. Ele foi sentenciado pelos crimes de invasão de dispositivo informático qualificada e interrupção de serviço de informação de utilidade pública. A decisão é da 12ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre. O réu, de 23 anos, seguirá preso e não poderá recorrer em liberdade. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Além da pena de reclusão, o juiz determinou 63 dias-multa, calculados sobre o salário mínimo vigente à época dos fatos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Como foi o ataque De acordo com a sentença, o crime aconteceu em 26 de março de 2025, quando o acusado, morador de Guarabira, no interior do estado da Paraíba, organizou uma ofensiva do tipo DDoS (Distributed Denial of Service ou Negação de Serviço Distribuída, que busca sobrecarregar um servidor até deixá-lo inacessível), contra o sistema E-Proc do TJRS, por meio do qual é possível consultar processos pela internet. Para isso, ele utilizou uma botnet (rede de dispositivos infectados) com mais de dois mil dispositivos comprometidos, espalhados por 432 redes diferentes, gerando mais de cinco mil requisições simultâneas. A ação derrubou o sistema eletrônico do tribunal durante toda a tarde daquele dia, impedindo a tramitação de processos, como Habeas Corpus, medidas protetivas e audiências. Segundo o magistrado, o ataque teve impacto direto no acesso da população à Justiça. Organização e motivação As investigações apontaram que o réu coordenava tudo por meio de um canal no aplicativo Telegram chamado “AVISOS”, onde usava o pseudônimo “POLÍCIA FEDERAL DERRUBANDO TODOS!!!”. No espaço, ele incitava outros usuários a participar da ofensiva e oferecia pagamentos via Pix. O juiz destacou que o crime foi premeditado e tecnicamente sofisticado, com objetivo de autopromoção no submundo digital e lucro fácil. Prisão e investigação Hacker suspeito de ataque contra o Tribunal de Justiça do RS é preso O caso veio à tona em março, quando o TJRS confirmou que o sistema ficou fora do ar por quase um dia inteiro. A Polícia Civil prendeu o suspeito preventivamente em julho, em Guarabira (PB), e apreendeu equipamentos eletrônicos. Segundo o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), o homem transmitiu o ataque ao vivo e chegou a divulgar um passo a passo para outros hackers. Homem suspeito de ataque hacker contra o sistema do TJ do RS é preso Polícia Civil/Divulgação VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Hackers atacam prefeitura do Norte de MG e pedem US$ 80 mil

Publicado em: 17/12/2025 19:59

Golpistas enviaram mensagens pedindo US$ 80 mil Philipp Katzenberger/Unsplash A Prefeitura de São João da Ponte foi alvo de um ataque cibernético. Segundo informações do município, os golpistas enviaram mensagens pedindo US$ 80 mil - o que equivalente a quase R$ 440 mil - para fornecer as chaves de acesso aos dados roubados. Segundo a Prefeitura, no dia 11 deste mês, o incidente de segurança da informação foi identificado. O secretário de Planejamento registrou os fatos junto à Polícia Militar, afirmando que houve bloqueio e exclusão de arquivos de backup, além de tentativa de criptografia de dados. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Ainda de acordo com as informações fornecidas à PM, o município contatou a empresa responsável pelo sistema, que adotou medidas de contenção, análise e recuperação dos dados. Foi criada uma força-tarefa envolvendo equipes do município, do setor contábil, da área de tecnologia da informação e técnicos especializados. Conforme a Prefeitura, todas as informações referentes ao período de maio a dezembro foram perdidas. Entre os dados comprometidos estão informações de servidores nomeados e contratados, vencimentos de pagamentos, licenças-maternidade, exonerações e transações com fornecedores. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Pagamento exigido pelos criminosos Já no domingo (14), a empresa recebeu mensagens dos autores do ataque informando que haviam eliminado backups e exigindo o pagamento de US$ 80 mil para liberar as chaves de acesso. Além de procurar a PM, a Prefeitura enviou ofício ao Ministério Público de Minas Gerais relatando o ocorrido. O documento, assinado pelo prefeito Fábio Luiz Fernandes Cordeiro, destacou que “não houve qualquer pagamento ou negociação com os autores do ataque.” O ofício ainda garantiu que “os recursos financeiros destinados à folha de pagamento encontram-se devidamente seguros nas contas bancárias, inexistindo qualquer desvio de valores, havendo apenas impossibilidade temporária de processamento individual dos créditos em razão da indisponibilidade sistêmica.” Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.

Após ação e bloqueio de Trump, Venezuela começa a ficar sem espaço para armazenar petróleo, diz agência

Publicado em: 17/12/2025 18:47

Trump anuncia bloqueio total a petroleiros da Venezuela e diz que país está completamente cercado A Venezuela está ficando sem espaço para armazenar petróleo, segundo reportagem da Bloomberg News publicada nesta quarta-feira (17). De acordo com a agência, a produção venezuelana enfrenta dificuldades para ser escoada após ações recentes do governo dos Estados Unidos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na terça-feira (16), o presidente Donald Trump afirmou em uma rede social que a Venezuela está “completamente cercada” e que petroleiros alvo de sanções seriam bloqueados. Na prática, essas embarcações ficam impedidas de atracar ou zarpar dos portos venezuelanos. A Bloomberg aponta que a situação de armazenamento começou a se agravar depois que os Estados Unidos interceptaram e apreenderam um navio petroleiro em 10 de dezembro. Após a operação, vários navios deixaram de sair do país por temor de exportadores. Fontes ouvidas pela agência afirmam que os principais centros de armazenamento, além de navios ancorados nos portos, estão enchendo rapidamente. A expectativa é que a capacidade máxima seja atingida em até dez dias. Caso o país fique sem espaço, parte da produção da estatal PDVSA pode ser interrompida. A empresa produz cerca de 1 milhão de barris por dia. Ainda nesta quarta-feira, o governo venezuelano disse que a exportação do petróleo e a navegação de navios petroleiros do país continuavam normalmente. A PDVSA disse também que retomou as entregas de petróleo após se recuperar de um ataque cibernético que teria sofrido no início desta semana. LEIA TAMBÉM Trump eleva o tom contra Maduro a nível estridente com ameaça de bloqueio total Petróleo é prioridade em investida de Trump contra a Venezuela, diz jornal INFOGRÁFICO: Entenda como os EUA cercaram a Venezuela em operação que mira petróleo e Maduro Bloqueio total de Trump Donald Trump, presidente dos EUA, e Nicolás Maduro, líder do chavismo na Venezuela Kevin Lamarque e Manaure Quintero/Reuters Em uma rede social, na terça-feira, Trump acusou os venezuelanos de roubarem petróleo e terras dos norte-americanos. Segundo ele, a Venezuela está cercada “pela maior Armada já reunida na história da América do Sul”. “Ela só vai aumentar, e o choque para eles será como nada que já tenham visto — até que devolvam aos Estados Unidos todo o petróleo, terras e outros bens que roubaram de nós.” Trump também acusou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de usar petróleo para financiar o que chamou de “regime ilegítimo”, além de “terrorismo ligado a drogas, tráfico de pessoas, assassinatos e sequestros”. “Pelos roubos de nossos bens e por muitos outros motivos, incluindo terrorismo, contrabando de drogas e tráfico de pessoas, o regime venezuelano foi designado como uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ESTRANGEIRA”, escreveu. Com base nessas acusações, o presidente anunciou um bloqueio total e completo de todos os navios petroleiros que foram alvos de sanções e que entrarem ou saírem da Venezuela. Segundo o site Axios, 18 embarcações que foram punidas pelos EUA estão em águas venezuelanas no momento. Navios fantasmas Segundo estimativas de analistas, a frota clandestina da Venezuela reúne cerca de 1,3 mil embarcações AFP Em 2019, durante o primeiro mandato, Trump impôs várias sanções ao setor petrolífero da Venezuela como forma de pressionar o governo Maduro, o que reduziu as exportações de petróleo do país. Mesmo com as restrições ainda em vigor, a Venezuela continua exportando cerca de 1 milhão de barris por dia. Segundo especialistas, o regime Maduro tem recorrido a “navios fantasmas” para escoar a produção. Em tese, essas embarcações “zumbis” foram alvo de sanções, mas mudam de nome ou de bandeira com frequência para tentar escapar das punições. Algumas também se apropriam da identidade de navios que já foram enviados para desmanche. De acordo com a empresa de inteligência financeira S&P Global, estima-se que 1 em cada 5 petroleiros no mundo seja usado para contrabandear petróleo de países sob sanções. Rússia e Irã também recorrem a estratégias semelhantes. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Exportação do petróleo e navegação de navios petroleiros continuam normais, diz governo Maduro após bloqueio de Trump

Publicado em: 17/12/2025 11:29

Presidente Donald Trump diz que militares americanos cercaram a Venezuela O governo Maduro afirmou nesta quarta-feira (17) que a exportação do petróleo e a navegação de navios petroleiros venezuelanos continuam normais, apesar de um "bloqueio total" imposto pelos Estados Unidos. "As operações de exportação de petróleo bruto venezuelano e de seus derivados seguem em funcionamento, apesar da tentativa de bloqueio ilegal e ilegítimo, por meio de esquemas seguros e garantias plenas", afirmou a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodrigues. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp SANDRA COHEN: Trump eleva o tom contra Maduro a nível estridente com ameaça de bloqueio total A fala ocorre um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter afirmado que a Venezuela está "completamente cercada" e que determinou um bloqueio total a petroleiros alvos de sanções que entram e saem do país. Em resposta, o regime Maduro repudiou o que chamou de "ameaça grotesca" vinda dos EUA. O anúncio de Trump adicionou uma nova camada à escalada de tensões sem precedentes entre os dois países. A escalada conta com uma mobilização militar em grande escala dos EUA no Caribe, bombardeios a barcos no mar do Caribe e no Oceano Pacífico e a apreensão de um navio petroleiro venezuelano. (Leia mais abaixo) "Os navios petroleiros vinculados às operações da PDVSA continuam navegando com pleno respaldo em termos de segurança, suporte técnico e garantias operacionais, no legítimo exercício dos direitos à livre navegação e ao livre comércio, amplamente reconhecidos e protegidos pelo Direito Internacional", afirmou a PDVSA, empresa estatal petroleira da Venezuela. A PDVSA disse também que retomou as entregas de petróleo após se recuperar de um ataque cibernético que teria sofrido no início desta semana. Venezuela critica bloqueio de Trump Imagem mostra o presidente dos EUA, Donald Trump (E), em Washington, DC, em 9 de julho de 2025, e o presidente venezuelano, Nicolás Maduro (D), em Caracas, em 31 de julho de 2024. AFP/Jim Watson Um comunicado do governo Maduro afirmou que o bloqueio de Trump a seus navios petroleiros é “absolutamente irracional” e viola o livre comércio e a navegabilidade. "A Venezuela, no pleno exercício do Direito Internacional que nos ampara, de nossa Constituição e das leis da República, reafirma sua soberania sobre todas as suas riquezas naturais, assim como o direito à livre navegação e ao livre comércio no Mar do Caribe e nos oceanos do mundo. Em consequência, procederá em estrito apego à Carta da ONU a exercer plenamente sua liberdade, jurisdição e soberania acima dessas ameaças belicistas", afirma o documento. Segundo o texto, o país vai recorrer à ONU para denunciar o que chamou de "grave violação do Direito Internacional". "A Venezuela jamais voltará a ser colônia de império algum ou de qualquer poder estrangeiro e continuará, junto ao seu povo, a trilhar o caminho da construção da prosperidade e da defesa irrestrita de nossa independência e soberania", continua o texto. Bloqueio total de Trump Em uma rede social, Trump acusou os venezuelanos de roubarem petróleo e terras dos norte-americanos. O post é mais um capítulo no aumento de tensões entre os dois países. Desde agosto, os Estados Unidos movimentam um forte aparato militar no Caribe. No início, a Casa Branca justificou a operação como parte do combate ao tráfico internacional de drogas. Nesta terça-feira, Trump escreveu na Truth Social que a Venezuela está cercada “pela maior Armada já reunida na história da América do Sul”. “Ela só vai aumentar, e o choque para eles será como nada que já tenham visto — até que devolvam aos Estados Unidos todo o petróleo, terras e outros bens que roubaram de nós.” Trump também acusou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de usar petróleo para financiar o que chamou de “regime ilegítimo”, além de “terrorismo ligado a drogas, tráfico de pessoas, assassinatos e sequestros”. “Pelos roubos de nossos bens e por muitos outros motivos, incluindo terrorismo, contrabando de drogas e tráfico de pessoas, o regime venezuelano foi designado como uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ESTRANGEIRA”, escreveu. Trump diz que Venezuela está completamente cercada Reprodução Com base nessas acusações, o presidente anunciou um bloqueio total e completo de todos os navios petroleiros que foram alvos de sanções e que entrarem ou saírem da Venezuela. Segundo o site Axios, 18 embarcações que foram punidas pelos EUA estão em águas venezuelanas no momento. Em 2019, durante o primeiro mandato, Trump impôs várias sanções ao setor petrolífero da Venezuela como forma de pressionar o governo Maduro, o que reduziu as exportações de petróleo do país. Mesmo com as restrições ainda em vigor, a Venezuela continua exportando cerca de 1 milhão de barris por dia. Segundo especialistas, o regime Maduro tem recorrido a “navios fantasmas” para escoar a produção. Em tese, essas embarcações “zumbis” foram alvo de sanções, mas mudam de nome ou de bandeira com frequência para tentar escapar das punições. Algumas também se apropriam da identidade de navios que já foram enviados para desmanche. De acordo com a empresa de inteligência financeira S&P Global, estima-se que 1 em cada 5 petroleiros no mundo seja usado para contrabandear petróleo de países sob sanções. Rússia e Irã também recorrem a estratégias semelhantes. LEIA TAMBÉM: O que é a frota de navios fantasmas que os EUA acusam a Venezuela de usar para burlar sanções e exportar petróleo? Navios com 11 milhões de barris de petróleo 'empacam' na Venezuela após apreensão dos EUA, segundo agência Trump tem 'personalidade de alcoólatra', diz chefe da Casa Branca em entrevista Navio petroleiro apreendido EUA interceptam e apreendem navio petroleiro perto da costa da Venezuela No dia 10 de dezembro, forças militares dos Estados Unidos interceptaram e apreenderam um navio petroleiro no Mar do Caribe, perto da costa da Venezuela. Segundo a imprensa americana, o navio foi identificado como “Skipper”. A embarcação já havia sido alvo de sanções dos Estados Unidos em 2022, sob suspeita de contrabandear petróleo e favorecer grupos islâmicos no Oriente Médio. De acordo com a BBC, o petroleiro navegava com bandeira da Guiana. Em comunicado divulgado na noite de quarta-feira, a Administração Marítima da Guiana afirmou que o Skipper estava “hasteando falsamente a bandeira da Guiana”, já que não está registrado no país. Após a apreensão, Maduro classificou a ação dos Estados Unidos como “pirataria naval criminosa”. Segundo ele, o navio transportava 1,9 milhão de barris de petróleo. “Sequestraram os tripulantes, roubaram o barco e inauguraram uma nova era, a era da pirataria naval criminosa no Caribe”, afirmou durante um ato presidencial em Caracas. Um levantamento da agência Reuters, publicado três dias depois da operação, mostrou que a ação provocou uma queda brusca nas exportações da Venezuela, deixando cerca de 11 milhões de barris de petróleo e combustível retidos em águas venezuelanas. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Polícia faz operação contra quadrilha suspeita de vender ingressos falsos para parques de SP

Publicado em: 16/12/2025 15:51

Polícia faz operação contra quadrilha suspeita de vender ingressos falsos para parques de Policiais civis da 2ª Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos (Dcciber) realizaram nesta terça-feira (16) uma operação contra uma associação criminosa suspeita de lucrar mais de R$ 200 mil com a venda de ingressos falsos para visitação em parques temáticos de São Paulo. Entre as atrações alvo do golpe estão o Aquário de São Paulo e o Animália Park, que emitiram alerta ao público sobre as fraudes (veja mais abaixo). A ação cumpriu dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Caculé e Presidente Jânio Quadros, no interior da Bahia, onde residem os investigados. Durante as buscas, um terceiro suspeito foi localizado em Vitória da Conquista. Os três foram levados a uma delegacia do estado para prestar esclarecimentos. Eles foram liberados, mas podem ser indiciados por estelionato e associação criminosa. Segundo a Polícia Civil, o golpe foi aplicado durante o mês de novembro. As vítimas só perceberam que haviam sido enganadas ao tentar acessar as atrações com os bilhetes falsos. De acordo com a investigação, cerca de mil ingressos teriam sido vendidos por aproximadamente R$ 200 cada. Durante as buscas realizadas nesta terça-feira, foram apreendidos dois notebooks, dois celulares, um HD e um computador. Divulgação/SSP A apuração apontou que os integrantes do grupo tinham funções específicas. O líder seria responsável pelo acesso dos dispositivos às páginas falsas, enquanto os outros dois divulgavam anúncios fraudulentos na internet e recebiam os valores pagos pelas vítimas. A equipe da Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos solicitou a quebra de dados telemáticos da página falsa criada pelos golpistas e a retirada do endereço do ar. A partir das informações obtidas, os suspeitos foram identificados. Durante as buscas realizadas nesta terça-feira, foram apreendidos dois notebooks, dois celulares, um HD e um computador. A operação Mirage contou com o apoio do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), da Polícia Civil da Bahia. Em nota, o Aquário de São Paulo e o Animália Park alertaram para o aumento da atuação de golpistas durante o período de férias escolares, quando há maior fluxo de visitantes. Segundo os parques, os criminosos utilizam sites falsos que replicam logotipos, identidades visuais e linguagem promocional para vender ingressos com valores muito abaixo dos praticados oficialmente, geralmente com pagamento via PIX. Ainda de acordo com o comunicado, as vítimas descobrem o golpe ao chegar à bilheteria, quando o QR Code apresentado não é válido. Há relatos de envio de e-mails simulando vouchers de entrada e, no caso do Animália Park, de pedidos para que consumidores gravem vídeos como suposta etapa para garantir o ingresso, prática que, segundo a administração, não existe. A orientação é para que o público realize compras exclusivamente pelos sites oficiais, desconfie de ofertas com preços muito abaixo do normal e evite qualquer solicitação incomum ou pagamento fora dos canais oficiais. Operação deteve três investigados na Bahia que venderam cerca de mil ingressos de atrações em um site falso Divulgação

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Piauí implanta a primeira supercloud pública do Brasil e avança na soberania digital

Publicado em: 16/12/2025 14:51

Supercloud é uma plataforma de orquestração de múltiplas nuvens. Ascom Etipi O Piauí dá um passo inédito na transformação digital ao implantar a primeira Supercloud pública do Brasil, sob a coordenação da Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi). A iniciativa coloca o estado em posição de destaque no cenário nacional ao adotar uma tecnologia avançada para gestão, segurança e continuidade dos dados governamentais. A supercloud é uma plataforma de orquestração de múltiplas nuvens que integra o datacenter da Etipi a diferentes ambientes, como nuvens públicas, privadas e outros data centers, inclusive fora do estado e do país. Diferente de um armazenamento tradicional, os dados são criptografados, fragmentados e distribuídos de forma redundante, garantindo que não fiquem concentrados em um único local. De acordo com o diretor técnico da Etipi, José Alves, a tecnologia vai além da infraestrutura. “O Supercloud representa soberania digital para o Estado. O Piauí passa a ter controle sobre seus próprios dados, com mais segurança institucional e sem depender de um único fornecedor de nuvem”, destaca. Entre os principais benefícios estão a proteção avançada contra ataques cibernéticos, a continuidade dos serviços públicos, mesmo em caso de falhas em provedores externos, e a alta disponibilidade de sistemas críticos das áreas de saúde, segurança, educação e finanças. A solução funciona como uma extensão virtual do datacenter da Etipi, que passa a operar integrado a múltiplas nuvens, ampliando sua capacidade de forma lógica, sem perder governança ou controle. Além disso, fortalece a Etipi como operadora estratégica de TIC e cria uma base sólida para o avanço do governo digital, inteligência artificial e interoperabilidade de sistemas. Um dos benefícios é a proteção avançada contra ataques cibernéticos. Ascom Etipi

PF faz operação contra grupo suspeito de tráfico internacional de brasileiros

Publicado em: 16/12/2025 08:02

A Polícia Federal fez uma uma operação, na manhã desta terça-feira (16), contra um grupo suspeito de tráfico internacional de brasileiros. Os brasileiros foram contratados por uma empresa de jogos esportivos (BET), que opera duas plataformas. Eles teriam sofrido exploração de trabalho e foram obrigados a praticar crimes cibernéticos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. *Esta reportagem está em atualização. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: GOLPE: Polícia prende suspeitos de clonarem sites e redes sociais de pousadas de Pirenópolis ELEIÇÕES DE 2026: Arruda se filia ao PSD para disputar governo do DF; distritais do partido já ensaiam 'debandada' Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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Como a IA pode ter sido usada em ataque no WhatsApp que engana antivírus e rouba senhas de bancos

Publicado em: 16/12/2025 03:00

Ataque no WhatsApp pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger A inteligência artificial pode ser usada para aplicar ataques cibernéticos e ajudar hackers a roubar senhas de bancos. Foi o que demonstraram pesquisadores de segurança na análise de uma nova versão de um vírus que se espalha pelo WhatsApp Web. Hackers atualizaram o ataque com foco em usuários no Brasil que foi chamado de Sorvepotel. Ele tinha sido descoberto em outubro por especialistas da empresa de cibersegurança Trend Micro. Como na primeira versão, o novo vírus também exibe versões adulteradas de sites de bancos e assume o controle do WhatsApp Web para enviar o mesmo arquivo malicioso para contatos de vítimas. Mas agora ele é baseado em outra linguagem de programação, migrando do padrão em PowerShell para Python. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil "Há fortes indícios circunstanciais de que um auxílio automatizado, como um modelo de linguagem abrangente (LLM) ou uma ferramenta de tradução de código, pode ter sido usado para acelerar o processo de portabilidade", disse a Trend Micro. Os indícios de que o novo vírus foi gerado por IA incluem melhorias na estrutura e na aparência do código, que usa até mesmo emojis, e a velocidade de desenvolvimento, dada sua semelhança com o vírus original. Ataque conhecido como Sorvepotel assume o controle do WhatsApp Web para enviar vírus para contatos da vítima Reprodução/Trend Micro Os criminosos usam o WhatsApp para disparar supostos comprovantes de pagamento ou orçamentos de empresas, por exemplo. "Tenta abrir no computador", diz uma das mensagens. Para a vítima, além de ter suas senhas roubadas, há o risco de ter a conta banida no WhatsApp. Isso porque a plataforma pode considerar o envio repetido de mensagens como spam, uma prática não recomendada. Segundo os pesquisadores, a nova versão é compatível com mais navegadores e pode entregar mensagens mais rapidamente. "Esta nova onda apresenta técnicas mais avançadas de infecção, persistência e evasão, evidenciando como plataformas legítimas estão sendo cada vez mais exploradas para atingir alvos brasileiros de forma mais eficaz", explicaram os pesquisadores. Entenda como o ataque hacker acontece, segundo a Trend Micro: Cibercriminosos abordam vítimas com arquivos que se passam por documentos verdadeiros, como orçamentos, mas que incluem apenas conteúdo malicioso, que costumam estar nos formatos ZIP, PDF ou HTA; Vítimas baixam os arquivos e são levadas a executá-los, criando uma conexão entre suas máquinas e a central de comando dos autores do ataque; A central dos hackers força o download de um arquivo de instalação que, quando é executado, infecta o dispositivo com o vírus bancário; O vírus busca informações sobre a máquina, incluindo o idioma do sistema operacional, que indica se a vítima é brasileira, e registros que mostrem atividades bancárias e o uso de antivírus; Após obter informações, o vírus começa a agir, ao acionar comandos que criam páginas falsas de banco, capturar senhas digitadas com o teclado e fazer capturas de tela, por exemplo. O vírus busca pastas com nomes de bancos e dados no histórico de navegação que mostrem o acesso a sites de instituições bancárias, diz a Trend Micro. "No Brasil, o acesso à maioria dos grandes bancos exige módulos de segurança desenvolvidos por empresas independentes", afirmam os pesquisadores. "Os atacantes sabem disso e usam essa exigência como um método confiável para identificar o banco principal da vítima". Menores de 16 anos terão que vincular suas redes sociais com as de seus pais; entenda regra 'Vejo você em 4 anos': adolescentes na Austrália se despedem das redes antes de proibição Hackers tomam controle do computador Capaz de transformar a máquina em um "zumbi", a tática se aproveita da distração das vítimas e não envolve uma falha no WhatsApp, afirmou o líder técnico da Trend Micro Brasil, Marcelo Sanches, em entrevista ao g1 em outubro. "É aberta uma porta de comunicação e, a partir disso, o sistema de ataque passa a receber instruções, podendo se atualizar ou receber comandos externos. A máquina da vítima fica sob comando do atacante". A investigação de outubro apontou que o Sorvepotel afetou "mais organizações governamentais e de serviços públicos, mas também vitimou organizações de indústria, tecnologia, educação e construção". "Nesse momento, esse ataque é orientado a vítimas no Brasil. Tanto é que na execução do malware, ele faz algumas checagens de idiomas, localização, formato da data para validar se aquilo tem relação com um usuário brasileiro". Como se proteger Os pesquisadores afirmam que criminosos parecem ter como foco computadores corporativos, mas atacam em contas de WhatsApp Web de funcionários, que usam os dispositivos do trabalho para ver mensagens pessoais. Os pesquisadores da Trend Micro orientam usuários e empresas a: desativar downloads automáticos no WhatsApp; restringir downloads em dispositivos corporativos; realizar treinamentos sobre riscos de baixar arquivos suspeitos; desconfiar de mensagens que pedem permissões em navegadores; confirmar com a pessoa por outros meios (telefone ou pessoalmente) se o envio do arquivo foi intencional. WhatsApp REUTERS/Thomas White

Justiça exige que ANP fiscalize combustível de aviação para combater garimpo ilegal em RR

Publicado em: 12/12/2025 19:59

Garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami Reprodução/ Jornal Nacional A Justiça Federal determinou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) endureça a fiscalização sobre a venda de combustível da aviação em Roraima. O objetivo da medida é impedir o desvio do produto para o abastecimento de garimpos ilegais na Terra Indígena Yanomami A decisão atende a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apontou omissão da agência reguladora no controle do comércio de combustíveis no estado. O g1 procurou a ANP e não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Pela sentença, a ANP deve apresentar um cronograma imediato para inspecionar revendedores e pontos de abastecimento. A agência também fica obrigada a suspender a licença de empresas irregulares ou que apoiem o garimpo ilegal. Entre as determinações, a Justiça exigiu ainda a criação de um sistema informatizado para rastrear a movimentação do combustível de aviação. Esse sistema deverá cruzar informações com o banco de dados de aeronaves autorizadas a voar. A Justiça condenou a ANP a pagar R$ 100 mil por danos morais coletivos. O valor da multa será destinado ao Fundo Nacional de Reparação dos Direitos Difusos. Fiscalização "insuficiente" No processo, a ANP alegou que já realizava fiscalizações e aplicava multas, mas enfrentava falta de verba, déficit de servidores e problemas causados por um ataque cibernético em 2022. O juiz, no entanto, considerou que a atuação da agência foi "insuficiente e reativa" para quebrar a logística que abastece o garimpo na região. Para a Justiça, o volume de autuações apresentado pela defesa não comprovou uma fiscalização eficaz. Cabe recurso da decisão. LEIA MAIS: Terra Yanomami segue sob ameaça quase 3 anos após emergência; lideranças denunciam garimpos Garimpo ameaça saúde de crianças Yanomami com contaminação por mercúrio, desnutrição e malária, aponta Unicef Operação da PF Em novembro de 2025, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação para desarticular um esquema que desviava combustível de aviação para abastecer aeronaves usadas na logística do garimpo ilegal dentro da TI Yanomami, em Roraima. Segundo a PF, o esquema funcionou entre 2022 e 2023. As investigações identificaram que o grupo utilizava empresas de fachada e postos de abastecimento falsos para dar aparência de legalidade às compras e ao transporte do combustível. Três mandados de busca foram cumpridos em Roraima e Tocantins. A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados, que pode chegar a R$ 20 milhões. Caminhonetes foram apreendidas durante a operação. 📍️ A Terra Yanomami é o maior território indígena do Brasil com quase 10 milhões de hectares entre os estados do Amazonas e Roraima. Garimpeiros atuam na região desde, ao menos, a década de 1970. ❓ Em 2023 o governo federal decretou emergência no território para combater uma crise sanitária sem precedente. Quase três anos após o decreto de emergência na Terra Yanomami, lideranças indígenas denunciam que o garimpo ilegal segue ativo, destruindo roças, contaminando rios com mercúrio e, consequentemente, provocando desnutrição e impactos na rotina dos indígenas. Veja reportagem sobre a operação: PF mira esquema que desviava combustível de aviação para garimpo ilegal na Terra Yanomami Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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CCXP25: mais de 300 Homens-Aranha, dinâmicas medievais e tradição nerd marcam evento de cultura pop com fãs do interior de SP

Publicado em: 11/12/2025 07:19

Mais de 300 Homens-Aranha, dinâmicas medievais e tradição nerd marcam CCXP25 ⚔️🖖Esbarrar em mais de 300 Homens-Aranha, presenciar lutas e atividades medievais, conhecer artistas de pertinho e ganhar brindes de diferentes estandes foram atividades corriqueiras para quem esteve na CCXP25. O g1 esteve no evento, realizado entre os dias 4 e 7 de dezembro, no Pavilhão de Exposições São Paulo Expo, e encontrou atrações e nerds vindos das terras longínquas do interior do estado, que compartilham a mesma paixão pelo festival, considerado a maior feira de cultura pop do país. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Alguns dos destaques da edição no domingo, além dos estandes, ativações e lojas, foram as entrevistas com artistas de "Tom & Jerry", "Miraculous", "Supernatural" e da série spin-off "It: Bem-vindos a Derry". A programação também foi marcada pela presença do ator Selton Mello, homenageado do ano, que estreiou recentemente em Hollywood com o filme "Anaconda". 🕸️🕷️ Spider de Jundiaí Acordar cedo e preparar o traje para o evento foi fácil para o Spider de Jundiaí (SP), cosplayer do Homem-Aranha que visita a feira anualmente com o grupo de fãs Mundo Teia. "Ao sair de Jundiaí, a gente vem direto para cá, enfrenta a fila, mas, já na fila, a gente reencontra vários amigos. Então, para mim, aqui [CCXP] é muito importante, é um encontro anual de amigos, né? Somos mais de 300 Aranhas. Tem Aranha do Brasil inteiro", disse. A roupa do herói feita por Diego para a CCXP25 foi o Spider-Cyborg, uma versão alternativa do Peter Parker diretamente da Terra-2818, onde o Aranha usa um traje cibernético com diversos implantes tecnológicos. Além do ciborgue, havia versões do Homem-Aranha branco, punk, Miles Morales, a Gwen-Aranha e até o Miguel O'Hara Aranha. Spider de Jundiaí (SP), à direita, estava com a versão ciborgue do herói na CCXP25 Beatriz Pereira/g1 "A gente se reúne aqui para matar a saudade, rever os amigos e tal. E é isso, acho que o evento é nossa principal reunião de Aranhas. É manter esse herói, né? Acho que é o melhor herói que nós temos aí, que é o mais humano possível, tem os seus problemas. Todo mundo aqui tem os seus problemas financeiros, amorosos, mas, no fim, a gente está sempre junto", acrescentou o cosplayer. Diego Pinheiro se veste de Homem-Aranha desde 2017 e faz sucesso nas redes sociais com exemplos de ações de solidariedade e bom humor. LEIA TAMBÉM: Analista faz sucesso na web como 'Spider-Man de Jundiaí' ao ajudar moradores com ações voluntárias Fã do Homem-Aranha que faz trabalho voluntário fantasiado ostenta coleção com mais de 500 itens 'nerds' Construído durante 7 anos, castelo em São Roque resgata estética medieval e oferece experiência imersiva Apesar de trabalhar como analista, Diego vive a rotina do "amigo da vizinhança" na pele. Ele faz trabalhos voluntários e visita crianças que estão sendo atendidas pelo Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc), além de participar de outros eventos culturais e de festas infantis. Outro destaque do encontro de Aranhas para o Spider de Jundiaí foi a participação dos três dubladores das três versões do herói adaptadas para o cinema: Wirley Contaifer, Sérgio Cantú e Manolo Rey. Segundo o artista, os três já se tornaram amigos do grupo de fãs do teioso. Dubladores Wirley Contaifer, Sérgio Cantú e Manolo Rey estiveram com o grupo Mundo Teia na CCXP25 Beatriz Pereira/g1 Ao g1, Sérgio Cantú, dublador do Homem-Aranha interpretado pelo ator Andrew Garfield, disse que participa de todos os encontros do Mundo Teia na CCXP e que a época do ano até já se tornou data comemorativa para ele. "Esse carinho dos fãs é essencial. (...) Desde a primeira vez que eu vim, eu não era reconhecido. Não tinha rede social direito ainda, ninguém associava e, depois que teve a explosão, principalmente depois do último filme do Homem-Aranha, as pessoas começaram a associar mais a nossa imagem, eu comecei a criar conteúdo para internet, comecei a aparecer mais. E é muito legal ser parado pelo pessoal para tirar foto, dar autógrafo", disse Sérgio. Manolo Rey, dublador do Homem-Aranha interpretado por Tobey Maguire, também ficou grato com o carinho dos fãs e pontuou que, para ele, o Homem-Aranha sempre será o melhor super-herói. "O melhor super-herói que tem é o Homem-Aranha mesmo. Todo mundo quer ser o 'amigo da vizinhança'. O carinho dos fãs é maravilhoso, eu parei para tirar foto com alguns e, automaticamente, forma fila, ninguém faz tumulto. Então, 'com grandes poderes vêm grandes responsabilidades', isso está em cada um, cada brasileiro", disse Manolo. Wirley Contaifer, dublador responsável por dar voz ao Aranha de Tom Holland, compartilhou com o g1 que também acompanha os encontros do Mundo Teia desde o início e que o Homem-Aranha não é apenas um personagem, mas, sim, um modo de vida. "O Mundo Teia [grupo de fãs] faz parte de mim. Corresponde a uma coisa que a gente já interpreta, como uma coisa que é muito além de personagem e herói. É uma coisa que foi fundamentalizada a nível de uma religião, mas sem ferir, é uma coisa que coloca um norte, que coloca um ponto de bússola e a gente consegue ser melhor, que a gente se identifica dentro do núcleo, né?", disse Wirley. O artista dublará Tom Holland mais uma vez em 2026, com o lançamento do quarto filme da nova geração do herói, "Homem-Aranha: Um Novo Dia". "Chego tremendo porque, desde antes, eu já recebo as mensagens de tipo: 'Já estou comprando ingresso antecipado', 'Eu estou esperando pela sua dublagem', 'Engrossa essa voz'. (...) Eu estou ansioso, meu 'sentido aranha' está tinindo em mim e eu estou pronto, sempre pronto, porque é para as pessoas que eu trabalho", finalizou o dublador. Grupo de fãs do Homem-Aranha, Mundo Teia, se reúne anualmente na CCXP Beatriz Pereira/g1 🏰 Castelo de São Roque Após viajar pouco mais de 70 quilômetros com armaduras, arcos, flechas e tronos, o Castelo de São Roque "desembarcou" na CCXP25. Os visitantes fãs de séries e filmes como "O Senhor dos Anéis" e "Game of Thrones" puderam desfrutar de diversas atividades medievais ao interagir com o castelo, que ficou instalado na área do Magic Market. "A gente pegou um público diferente, o público do castelo é mais família e aqui tem todos os tipos de apaixonados pelo medieval. (...) Só aqui no nosso estande vieram de 20 a 30 mil pessoas por dia", disse o proprietário José Eduardo Pereira. Eduardo Galvão, responsável pelo marketing do castelo, também disse que estar na CCXP foi importante para que a equipe estratégica pudesse estudar e conhecer um público diferente para as atividades. "A gente trouxe uma audiência legal para a temporada desse ano. Esse pavimento do Magic Market está sendo incrível, até porque todos os outros estandes conversaram bem conosco, as ativações. O pessoal tem abraçado bastante as ideias", disse Eduardo. Público pôde atirar com arco e flecha no estande do Castelo de São Roque (SP) Beatriz Pereira/g1 No espaço reservado para a exposição do castelo, o público pôde forjar sua própria moeda batendo com uma marreta em uma bigorna, atirar de arco e flecha em um manequim que ficava ao fundo de um corredor, além de jogar jogos de lógica e estratégia para ganhar um kit com diversos brindes. Um dos jogos era o desafio de levar uma bolinha de gude ao topo de um painel, com um tipo de corda, sem que a bola caísse pelos buracos da estrutura. Jogo medieval foi feito com bolinha de gude no estande do Castelo de São Roque (SP) Beatriz Pereira/g1 Os participantes também podiam jogar aerobille, jogo de madeira parecido com a sinuca no Brasil, originário do século XVIII no norte da França. Nesta dinâmica, os jogadores usam um taco para lançar bolas em rampas, conquistando pontuações. Todas as atividades eram acompanhadas por recreadores e eram abertas para crianças e adultos a partir de cinco anos, desafiando habilidades de concentração, equilíbrio e contagem. Castelo de São Roque (SP) levou o jogo aerobille para o público na CCXP25 Beatriz Pereira/g1 10 anos de CCXP Visitar a maior feira da cultura nerd do país já se tornou tradição para uma família que é de São Roque, mas atualmente mora em Votorantim (SP). Este ano, eles completaram 10 anos consecutivos de CCXP. A jornalista Rebeca Tenório, de 22 anos, foi para o evento pela primeira vez em 2015 com seu irmão, Ronaldo Vieira Tenório Júnior, engenheiro de software, de 31 anos. "Eu e o Junior já queríamos ter vindo na primeira edição em 2014. Só que eu era muito novinha, então não podia nem sair da cidade sozinha, meu irmão era muito novo também. A primeira vez que a gente pisou nessa feira foi em 2015. Eu acho que a memória mais marcante foi a entrada. Porque tinha chovido naquele dia e, aí, eles colocaram um tapume, porque estava tudo em construção, então só tinha lama e a gente foi vindo em uma fila gigante", lembrou Rebeca. Irmãos Rebeca e Júnior Tenório, de Votorantim (SP), foram para a CCXP 10 anos consecutivos Arquivo pessoal Na primeira vez em que esteve na CCXP, a dupla acordou de madrugada para ir à capital, por volta das 4h. De ônibus, com mochilas e um sonho, os irmãos chegaram à CCXP e nunca mais pararam de visitar a feira. "Eu trouxe ela [irmã] porque, assim, eu saí de casa em 2013, mais ou menos, e ia muito no final de semana para visitar ela, meus pais, em São Roque, e ela sempre me acompanhava para ir no cinema, assistir filme de herói, filme da Marvel, filme da DC, e ela começou a acompanhar as coisas que eu gostava, principalmente 'Star Wars"', disse Júnior. Na CCXP25, Rebeca e Júnior foram acompanhados da mãe, Rosemeire Soares, aposentada de 53 anos que também se tornou fã da cultura geek. Ao g1, Rosemeire contou que todo o cansaço vale a pena, porque a experiência de estar no evento com os filhos é maravilhosa. "A gente tem a oportunidade também de ver essa galera toda aí, né? Fantasiada e tal, a gente vê que as pessoas, elas se esforçam para estar aqui, isso é muito bacana. Então vale a pena o cansaço, anda para lá, vai para cá e você vê muita coisa legal, interessante", disse. Família de Sorocaba (SP) visitou a CCXP dez vezes consecutivas Beatriz Pereira/g1 A família participou da ativação do Castelo de São Roque e ficou impressionada com o realismo das decorações medievais. "Toda aquela questão da tenda, das armaduras e tudo mais, estão de parabéns. Foi uma experiência muito bacana, melhor que muitas outras ativações. Ainda não tive a oportunidade de visitar o Castelo de São Roque pessoalmente, mas tenho bastante curiosidade para ver se as experiências lá dentro são melhores do que as do evento", finalizou Júnior. Cosplayer vestido de Loki também testou a ativação do Castelo de São Roque (SP) @gildecy_rachel/Instagram Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Polícia prende homem suspeito de usar jogos virtuais para praticar extorsões

Publicado em: 10/12/2025 17:55

Divisão de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) prende suspeito de usar jogos para extorquir vítimas. Reprodução Policiais civis da Divisão de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) prenderam, nesta quarta-feira (10), um homem suspeito de usar plataformas de jogos virtuais para praticar extorsões. De acordo com a corporação, ele cobrou mais de R$ 10 mil, em transferências PIX e criptoativos, de uma única vítima. As investigações partiram de uma ocorrência registrada por uma vítima em Curitiba, no Paraná. Ela relatou que foi induzida por um outro jogador, durante uma partida online, a baixar um programa de um suposto jogo. Ao executar o arquivo, no entanto, o homem teve acesso ao dispositivo da vítima. Então, passou a exigir pagamentos, ameaçando divulgar informações da vítima ou praticar outras ações prejudiciais com o acesso. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Por isso, o Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (NUCIBER) da polícia paranaense, expediu os mandado de prisão temporária e busca e apreensão contra Nickolas de Souza de Mattos, de 18 anos, cumpridos nesta quarta. Mattos foi preso e interrogado. Com ele, foram apreendidos 9 aparelhos celulares, carões bancários, computadores e documentação. Contas bancárias e criptoativos de Nickolas também foram bloqueados. Veja os vídeos que estão em alta no g1

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6 fatores que estão causando a lentidão da sua internet empresarial

Publicado em: 10/12/2025 15:49

A internet é parte central do funcionamento de praticamente todos os setores de uma empresa. Quando ela fica lenta, tudo desacelera junto, desde o trabalho da equipe até a satisfação dos clientes. E na maioria das vezes, o problema não está apenas no provedor, mas dentro da própria estrutura empresarial. Por que a internet da sua empresa está lenta? A lentidão pode ter muitas causas diferentes, e normalmente elas atuam juntas. Veja os fatores que mais afetam o desempenho de uma rede corporativa: Equipamentos e softwares desatualizados Roteadores, modems, switches e cabos antigos não foram projetados para lidar com o volume de dados, a quantidade de dispositivos conectados e os padrões de segurança atuais. Sistemas operacionais, navegadores e aplicativos antigos também podem gerar queda de desempenho. Infraestrutura de rede mal planejada Mesmo com um bom plano de internet, a rede interna pode se tornar o principal obstáculo devido a sistemas sem atualização de firmware e equipamentos mal distribuídos. Largura de banda insuficiente Videoconferências, armazenamento em nuvem, backup online e transferência de arquivos pesados consomem muita banda. Quando o plano de internet contratado não acompanha essa demanda, a lentidão aparece principalmente nos horários de pico. Excesso de dispositivos conectados Quando computadores, celulares, impressoras, câmeras e equipamentos IoT disputam a mesma rede, a sobrecarga é inevitável. Falta de gerenciamento de tráfego Sem regras de prioridade estabelecidas, atividades críticas como videochamadas e ligações VoIP competem com usos secundários e menos importantes. Ataques cibernéticos e malwares Além de expor dados sensíveis da empresa, computadores infectados podem consumir banda de forma intensa, reduzindo drasticamente a velocidade. Soluções práticas para recuperar a velocidade da sua internet corporativa Resolver a lentidão da internet corporativa não é apenas sobre contratar um plano com “mais mega”. Sua empresa também pode precisar seguir passos como: Manter sistemas operacionais e softwares sempre atualizados para a versão mais recente Contratar um plano compatível com o porte da empresa e que seja escalável para acompanhar a evolução da operação Investir em soluções de segurança corporativas que protejam a rede de ameaças que consomem banda Contratar internet dedicada de alta velocidade para garantir que a sua empresa não precise compartilhar largura de banda com outras empresas ou usuários residenciais Atualizar os dispositivos de modo que consigam aproveitar conexões ultrarrápidas Considerar a contratação de uma conexão Wi-Fi Mesh para eliminar zonas de sombra na empresa e garantir velocidade constante em todas as situações Usar um sistema de distribuição de tráfego para limitar a conexão conforme a necessidade de cada departamento Criar redes separadas para dispositivos móveis, garantindo que o acesso via smartphones e tablets não sobrecarregue a rede principal Utilizar soluções de QoS (Quality of Service ou Qualidade de Serviço) para priorizar aplicações importantes, como videochamadas e sistemas financeiros, e direcionar rotinas de backup e atualizações em horários de menor uso Se a internet lenta está travando seu negócio, conte com a Ligga Não deixe que uma internet instável atrapalhe as suas operações. A Ligga oferece soluções completas para combater a lentidão da sua rede corporativa: Planos de internet 100% fibra de alta velocidade com suporte 24/7 Equipamentos de última geração que ajudam a garantir o máximo da velocidade contratada Tecnologias para um gerenciamento inteligente da rede, como configurações de QoS e SD-WAN Redes privativas de alta velocidade e internet dedicada Segurança avançada contra malwares e ataques DDoS

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Polícia investiga compartilhamento de material de abuso sexual infantil em Taiobeiras em Sabará

Publicado em: 10/12/2025 15:00

Policiais durante a operação Polícia Civil Uma operação de combate aos crimes de armazenamento e compartilhamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil foi realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em Taiobeiras e Sabará. Segundo as informações divulgadas pela PCMG nesta quarta-feira (10), foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão durante a ação, que recebeu o nome de Ártemis. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Conforme os levantamentos, um dos alvos usava aplicativos para acessar e disseminar arquivos ilícitos. Durante o cumprimento das ordens judiciais foram recolhidos HDs, celulares e computadores. O material recolhido será encaminhado para perícia. A operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Taiobeiras com o apoio da 1ª Delegacia Especializada em Crimes Cibernéticos. Os investigados podem responder pelos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Art. 241-A: Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. Art. 241-B: Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. Material apreendido pela polícia Polícia Civil Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.

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