Arquivo de Notícias Resultados para: "cibernético"

Brasileira presa com drogas no Camboja: o que se sabe sobre o caso

Publicado em: 25/10/2025 06:01

O que se sabe sobre o caso da brasileira presa no Camboja por suspeita de posse de drogas Arquivo Pessoal A brasileira Daniela Marys de Oliveira está presa no Camboja e é acusada de posse ilegal de drogas. Ela está na penitenciária Provincial de Banteay Meanchey, e a família argumenta que ela é vítima de tráfico humano e alvo de uma armação de uma organização criminosa, que ''implantou'' droga no banheiro do local onde ela morava. O g1 separou as principais informações sobre o caso, desde o início do ano, quando Daniela saiu de João Pessoa e aceitou uma vaga de emprego no país do Sudoeste Asiático até o julgamento dela, realizado na quinta-feira (23). Inicialmente a informação era de que Daniela era acusada de tráfico de drogas pelas autoridades cambojanas, no entanto, a irmã dela informou que desde o início das investigações contra ela, a acusação é de posse ilegal de drogas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Brasileira aceitou vaga de emprego no telemarketing para ir ao Camboja Brasileira presa no Camboja é vítima de tráfico humano, adoeceu na prisão e família perdeu R$ 27 mil em golpe Arquivo Pessoal Natural de Minas Gerais, parte da família de Daniela veio para a Paraíba antes da filha. Somente em novembro de 2024 Daniela, arquiteta formada, em busca de emprego, chegou a João Pessoa, para passar um período com a mãe, Myriam Marys. Ela contou que, nesse período, a filha enviou vários currículos em vagas na internet e encontrou uma vaga para trabalhar como telemarketing no Camboja. Era uma vaga temporária para o trabalho, que poderia se estender até um ano. Daniela ficou muito interessada porque não conseguiu outras vagas desde que havia chegado à Paraíba em janeiro de 2025. Por isso, aceitou a oferta, embarcando para a Ásia no fim de janeiro. A mãe foi contra a ida desde o início e desconfiou do local em que a filha se instalou para o trabalho. “Eu achei tudo estranho desde o começo. O lugar era isolado, cheio de beliches, e disseram que esperavam mais pessoas para começar o trabalho”, relatou Myriam. De acordo com a mãe, após as desconfianças iniciais, a suspeita se confirmou e por meio do celular da filha supostos golpistas pediram dinheiro para a família, cerca de R$ 27 mil. O argumento era de que esse era o valor da multa prevista em uma rescisão contratual, que os suspeitos teriam dito que precisaria ser paga após uma demissão da brasileira. “Disseram que ela tinha sido demitida e precisava pagar uma multa de US$ 4 mil. Nós acreditamos, achando que era verdade, e acabamos transferindo o dinheiro. Foram R$ 27 mil no total”, afirmou. A prisão por posse ilegal de drogas Brasileira que morou na Paraíba está presa no Camboja Segundo a mãe, pouco depois de enviar o dinheiro para os supostos golpistas, ela recebeu uma ligação da filha, que desde a transferência do montante não havia entrado em contato mais. Ela conta que a própria Daniela relatou ter sido detida injustamente por posse de drogas no Camboja. “Ela me ligou do telefone de um policial dizendo que estava presa. Disseram que encontraram três cápsulas de droga no banheiro. Ela implorou para fazer um teste toxicológico, mas nunca deixaram”, contou. A mãe explicou que Daniela havia dito que essas cápsulas de droga foram colocadas no banheiro do local onde a mulher morava porque ela havia recusado participar de um esquema de golpes na internet. Na prisão, segundo a família, Daniela chegou a adoecer devido às más condições do local. “O médico da prisão disse que ela precisava de exames fora, mas demoraram quase 20 dias para levá-la. A embaixada não faz nada. Dizem que o governo do Camboja não permite contato”, relatou Myriam. Superlotação, registro de morte e inundações em penitenciária Como é a prisão em que brasileira está após tráfico humano denunciado pela família Reprodução A prisão Provincial de Banteay Meanchey, onde Daniela está presa, tem um histórico de superlotação, registro de morte e até inundações. De acordo com a mãe, a cela onde a brasileira está é compartilhada com outras 90 mulheres. De acordo com o noticiado pela mídia do Camboja, um levantamento feito em relação às prisões do país, entre elas a que a brasileira está presa, as penitenciárias estão operando acima da capacidade que suportam. O levantamento destaca que a operação está 200% acima do que é suportado, com o número de presos aumentando 23% nas unidades. Em março deste ano, um deteteto de 22 anos morreu na prisão Provincial de Banteay Meanchey, devido a um problema cardíaco e falta de oxigênio no cérebro, segundo a mídia do Camboja. Ele foi preso em 2023, por posse e transporte de armas sem permissão, violência intencional, roubo e uso de drogas ilegais. A província onde a prisão está situada, que leva o mesmo nome da penitenciária, fica a noroeste do Camboja e a imprensa do país registra diversas inundações na região que atingiram várias pessoas. Em 2020, por exemplo, tempestades mataram 18 pessoas e 25 mil tiveram que ser evacuadas de suas casas. Por conta dessas inundações, a prisão de Banteay Meanchey também teve que evacuar alguns detentos à época. Os julgamentos no Camboja De acordo com o documento da Human Rights Watch, no código penal cambojano existem diversas etapas de procedimento padrão para serem adotadas em investigações contra diversos crimes no país, como a seguir: Prisão pelo crime apontado; polícia faz relatório fazendo o indiciamento ou não. Em caso de indiciamento, um promotor de Justiça recebe o caso; Com o promotor, ele tem o poder de liberar a pessoa ou abrir um processo judicial; Caso ofereça denúncia, o caso vai para um juiz de instrução analisar; Na fase de instrução, o acusado é interrogado, provas são reunidas e outras medidas podem ser adotadas; Ao fim de toda a análise, o juiz de instrução tem dois caminhos: encerra o caso ou emite uma "ordem de acusação". Se essa acusação for feita, o caso passa para um tribunal julgar em primeira instância. Na segunda fase do processo, no Tribunal de Primeira Instância, não há um júri para analisar o caso e, sim, três juízes responsáveis pela sentença após deliberação da promotoria, que acusa, e os advogados que defendem. O g1 teve acesso a um documento que mostra que Daniela está na fase de julgamento, ou seja, ela passou por avaliação dos juízes sobre a acusação de posse ilegal de drogas. No entanto, o código de processo penal afirma que uma sentença sobre o caso não é necessariamente proferida no mesmo dia do julgamento. O juiz marcou a data de divulgação do resultado para o dia 12 de novembro. Caso de Daniela é realidade constante de outros brasileiros no Sudoeste Asiático, diz ONG A presidente da ONG The Exodus Road no Brasi e também integrante de uma ramificação da Interpol que combate o tráfico humano, Cintía Meirelles, disse que o caso em que Daniela aparenta estar, em situação de tráfico humano, é uma realidade constante de muitos brasileiros. Ela diz que brasileiros são cooptados por redes criminosas para trabalharem no exterior. "O que chama ainda mais atenção é que parte dessas redes é composta por brasileiros aliciando seus próprios conterrâneos, por meio das redes sociais, com falsas promessas de emprego e oportunidades no exterior", disse Cintía. O modus operandi dessas organizações de tráfico humano, conforme a ONG, exploram as vítimas cooptadas "para a prática de diversos crimes, inclusive cibernéticos, cometidos sob coerção e ameaça". A presidente da ONG também faz parte de uma ramificação da Interpol, que atua no combate ao tráfico humano internacional. De acordo com essa ramificação, estima-se que mais de 300 mil migrantes estejam sendo traficados atualmente para a região do Sudeste Asiático. O que diz o Itamaraty Palácio do Itamaraty Reprodução/ Agência Brasília Em nota, o Itamaraty disse que "tem conhecimento" do caso. No entanto, não deu detalhes do que está sendo adotado como providência para ajudar Daniela no Camboja. "A Embaixada vem realizando gestões junto ao governo cambojano e prestando a assistência consular cabível à nacional brasileira, em conformidade com o Protocolo Operativo Padrão de Atendimento às Vítimas Brasileiras do Tráfico Internacional de Pessoas", diz a nota. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, em 2024 foi prestada assistência a 63 brasileiros em situação de tráfico de pessoas, dos quais 41 no Sudeste Asiático. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: cibernético

Homem é preso e carro de luxo é apreendido durante operação contra golpe do falso boleto, em Belém

Publicado em: 24/10/2025 11:39

Carro apreendido durante a operação. PC A Polícia Civil do Pará (PCPA) prendeu um homem em Belém por envolvimento em um golpe conhecido como "golpe do falso boleto". Os agentes investigam fraudes eletrônicas que causaram um prejuízo de R$ 54 mil a uma empresa de serviços póstumos em Rio Verde, em Goiás. A operação "Último Boleto" ocorreu na última quarta-feira (22) e também resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão de itens, incluindo um carro de luxo. A Divisão de Combate a Crimes Cibernéticos (DCCCEP) da PCPA deu apoio à Polícia Civil de Goiás. De acordo com os agentes, as investigações começaram em junho de 2023. Criminosos adulteraram boletos bancários e os enviaram a setores de pagamentos de fornecedores da empresa, o que gerou sete pagamentos indevidos. Segundo o delegado João Amorim, titular da DCCCEP, a análise técnica apontou invasão cibernética. Os golpistas acessaram os e-mails corporativos da vítima e alteraram as informações dos beneficiários dos boletos. Homem preso durante a operação. PC ✅ Siga o canal do g1 PA no WhatsApp O acesso não autorizado teria sido feito por um programa remoto, que redirecionava as comunicações para um e-mail usado pelos criminosos. Durante as investigações, a polícia identificou três suspeitos. Um deles é um empresário do ramo de informática residente em Belém, que foi o alvo da prisão. Duas outras pessoas também estão vinculadas ao caso. Nos imóveis dos alvos e na sede de uma empresa, a polícia apreendeu aparelhos telefônicos, equipamentos de informática, 500 libras esterlinas em espécie, cartões bancários e um veículo de luxo. As investigações mostraram ainda que o suspeito preso realizou movimentações financeiras atípicas durante o período do crime. Os envolvidos podem responder por furto qualificado mediante fraude, invasão de dispositivo informático e uso de documento falso. A polícia acredita que se trata de um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas, com base operacional no Pará. Itens e dinheiro apreendido durante a ação policial. PC VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

Palavras-chave: cibernético

Homem é preso suspeito de exploração sexual infanto-juvenil após troca de mensagens com adolescente de 13 anos, na PB

Publicado em: 24/10/2025 07:49

Homem foi preso em Cabedelo após troca de mensagens com adolescente Divulgação/Polícia Civil Um homem de 35 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (24) em Cabedelo, na Grande João Pessoa, suspeito de exploração sexual contra um adolescente de 13 anos. Segundo a Polícia Civil, o homem pedia fotos íntimas ao adolescente e chegou a convidá-lo para um encontro. O delegado João Ricardo detalhou que a família do adolescente procurou a Delegacia de Crimes Cibernéticos, em João Pessoa, ao ver as conversas via redes sociais. O suspeito pedia fotos íntimas do adolescente e oferecia quantias em dinheiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Além disso, o homem também buscava convencer o adolescente a ir a um encontro pessoalmente em um motel, o que possivelmente iria se concretizar, caso a família não tivesse visto as mensagens. Ele foi preso e encaminhado para a Central de Polícia de João Pessoa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: cibernético

Plataforma do Lá vem o Enem lança 5º e último tema da redação para correção gratuita; vagas são limitadas

Publicado em: 24/10/2025 06:26

Último tema de redação da plataforma de correção gratuita do Lá Vem o Enem é sobre "a reintegração social de egressos do sistema prisional" Reprodução / Freepik O Lá vem o Enem 2025 lançou, nesta sexta-feira (24), o quinto e último tema da redação para correção gratuita na plataforma do projeto: "A reintegração social de egressos do sistema prisional". 📝 Entre na plataforma de correção gratuita de redações Para participar, os estudantes precisam se inscrever no site oficial do projeto. A correção é feita por professores parceiros. A plataforma oferece materiais de apoio e permite baixar a folha de redação, que tem o mesmo formato do exame oficial. Quem não tiver impressora pode usar uma folha pautada A4. Após concluir o texto, é necessário tirar uma foto de boa qualidade e enviar pelo próprio site. As vagas são limitadas. Serão corrigidas 800 redações até o fim do projeto. Os participantes recebem um relatório detalhado com notas e observações sobre cada competência da prova. O que é o Lá vem o Enem O Lá vem o Enem é um projeto da Rede Paraíba voltado para preparação de estudantes para o exame. Nesta quinta edição, as TVs Cabo Branco e Paraíba, a CBN Paraíba, a Cabo Branco FM, além de portais como o g1 Paraíba e Jornal da Paraíba, produzem conteúdos que ajudam candidatos a se preparar para provas e dão espaço para professores compartilharem assuntos relevantes. O projeto oferece materiais focados em temas atuais que têm grande chance de cair na prova, ajudando estudantes a treinar redações de forma prática e objetiva. Acesse o site do Lá vem o Enem, faça sua redação sobre crimes cibernéticos e garanta a correção gratuita. Lá Vem o Enem: professora destaca temas quentes e estratégias de escrita Vídeos mais assistidos do Lá Vem o Enem

Palavras-chave: cibernético

Brasileira presa no Camboja: como funcionam julgamentos no país em casos envolvendo drogas

Publicado em: 24/10/2025 00:01

Brasileira presa no Camboja é vítima de tráfico humano, adoeceu na prisão e família perdeu R$ 27 mil em golpe Arquivo Pessoal A brasileira Daniela Marys de Oliveira, que foi presa com drogas no Camboja, passou por julgamento pelo crime, mas a sentença só vai ser proferida pelo juiz em 12 de novembro. A família da brasileira, que reside em João Pessoa, alega que ela foi vítima de tráfico humano, após uma promessa de emprego, e uma enganação de uma organização criminosa que a incriminou. O g1 consultou um documento da Human Rights Watch, organização internacional de direitos humanos, não-governamental, sem fins lucrativos, que explica o código de processo penal do Camboja e como funcionam julgamentos envolvendo crimes por conta de drogas no país do Sudoeste Asiático. Também de acordo com a família, enquanto é julgada, Daniela Marys está presa em uma penitenciária do país. Segundo a mídia local, essa penitenciária tem registro de superlotação, caso de morte e também inudações. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Inicialmente a informação era de que Daniela estava sendo acusada de tráfico de drogas pelas autoridades cambojanas, no entanto, a irmã dela informou ao g1 que desde o início das investigações contra ela, a acusação é de posse ilegal de drogas. A família diz que cápsulas de drogas foram encontradas em um banheiro coletivo, utilizado por Daniela e outras pessoas, e que por uma armação ela foi responsabilizada. Código de processo penal prevê sentença em dia diferente do julgamento Brasileira é julgada no Camboja De acordo com o documento que a Human Rights Watch faz comentários sobre o código penal cambojano, existem diversas etapas de procedimento padrão para ser adotadas em investigações contra diversos crimes no país. No caso de crimes relacionados à drogas, a disposição é a seguinte, na ordem: Prisão pelo crime apontado; polícia faz relatório fazendo o indiciamento ou não. Em caso de indiciamento, um promotor de Justiça recebe o caso; Com o promotor, ele tem o poder de liberar a pessoa ou abrir um processo judicial; Caso ofereça denúncia, o caso vai para um juiz de instrução analisar; Na fase de instrução, o acusado é interrogado, provas são reunidas e outras medidas podem ser adotadas; Ao fim de toda a análise, o juiz de instrução tem dois caminhos: encerra o caso ou emite uma "ordem de acusação". Se essa acusação for feita, o caso passa para um tribunal julgar em primeira instância. Na segunda fase do processo, no Tribunal de Primeira Instância, não há um júri para analisar o caso e, sim, três juízes responsáveis pela sentença após deliberação da promotoria, que acusa, e os advogados que defendem. O g1 teve acesso a um documento que mostra que Daniela está na fase de julgamento, ou seja, nesta terça-feira (23) ela passou por avaliação dos juízes sobre a acusação de posse ilegal de drogas. No entanto, o código de processo penal afirma que uma sentença sobre o caso não é necessariamente proferida no mesmo dia do julgamento. De acordo com a Human Rights Watch, não há um prazo fixado para que a sentença seja emitida após o julgamento no código de processo penal, no entanto, em média, os prazos se estendem em até duas semanas na maioria das ações. Esse período de hiato é justificado como um prazo para que seja possível fazer uma fundamentação teórica escrita pelos juizes para que as razões de culpabilidade, ou não, sejam elencadas, juntamente com as provas. O juiz de primeira instância marcou a data de divulgação do resultado de Daniela para o dia 12 de novembro. ONG diz que caso de Daniela é realidade constante no Sudoeste Asiático A presidente da ONG The Exodus Road no Brasil, Cintía Meirelles, disse que o caso em que Daniela aparenta estar, em situação de tráfico humano, é uma realidade constante. Ela diz que brasileiros são cooptados por redes criminosas para trabalharem no exterior. "O que chama ainda mais atenção é que parte dessas redes é composta por brasileiros aliciando seus próprios conterrâneos, por meio das redes sociais, com falsas promessas de emprego e oportunidades no exterior", disse Cintía. A presidente da ONG também faz parte de uma ramificação da Interpol, que atua no combate ao tráfico humano internacional. De acordo com essa ramificação, estima-se que mais de 300 mil migrantes estejam sendo traficados atualmente para a região do Sudeste Asiático. O modus operandi dessas organizações de tráfico humano, conforme a ONG, exploram as vítimas cooptadas "para a prática de diversos crimes, inclusive cibernéticos, cometidos sob coerção e ameaça". "Casos como o de Daniela evidenciam a urgência de fortalecer campanhas de prevenção ao tráfico de pessoas, com foco em alertar a população sobre os riscos e métodos de aliciamento. Reconhecemos as limitações de recursos das embaixadas e consulados brasileiros na região, mas é essencial uma ação coordenada entre o governo brasileiro, suas representações diplomáticas e os órgãos de segurança pública", disse. Quem é Daniela, brasileira presa no Camboja Daniela foi para o Camboja com intuito de trabalhar com telemarketing Arquivo Pessoal Daniela Marys de Oliveira é natural de Minas Gerais e morando na capital paraibana João Pessoa desde novembro de 2024. Segundo a mãe de Daniela, Myriam Marys, a filha fala inglês fluentemente. Até janeiro de 2025, a arquiteta enviou vários currículos para vagas de emprego na internet e encontrou uma que particularmente chamou atenção: uma vaga temporária para trabalhar como telemarketing no Camboja. Daniela embarcou para o Camboja no fim de janeiro de 2025 mesmo contra a vontade da família. Até fevereiro, mãe e filha se comunicavam normalmente por aplicativos de mensagem on-line, mas, em março, a família começou a receber mensagens suspeitas, enviados por supostos golpistas que se passaram pela brasileira. Ainda de acordo com a família, os golpistas teriam pedido dinheiro para Daniela pagar uma multa de rescisão contratual no trabalho como telemarketing. O valor da multa, US$ 4 mil, cerca R$ 27 mil, foi transferido, mas depois disso Daniela ligou para a mãe e contou que foi detida injustamente por posse de drogas no Camboja. O que diz o Itamaraty Em nota, o Itamaraty disse que "tem conhecimento" do caso. No entanto, não deu detalhes do que está sendo adotado como providência para ajudar Daniela no Camboja. "A Embaixada vem realizando gestões junto ao governo cambojano e prestando a assistência consular cabível à nacional brasileira, em conformidade com o Protocolo Operativo Padrão de Atendimento às Vítimas Brasileiras do Tráfico Internacional de Pessoas", diz a nota. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, em 2024 foi prestada assistência a 63 brasileiros em situação de tráfico de pessoas, dos quais 41 no Sudeste Asiático. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: cibernético

Suspeito de produzir e armazenar conteúdos de nudez infantil é preso na Grande Natal

Publicado em: 23/10/2025 19:48

Polícia prendeu suspeito de armazenar conteúdo de nudez em Extremoz Um homem de 30 anos de idade foi preso nesta quinta-feira (23) em Extremoz, na Grande Natal, suspeito de produzir e armanezar conteúdos de nudez infantil. Segundo a polícia, o suspeito, que não teve o nome revelado, confessou o crime. De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontaram que a vítima da produção do conteúdo de nudez e abuso sexual era do círculo familiar do suspeito - o grau de parentesco não foi informado. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp As imagens de nudez e abuso sexual infantil eram armazenadas no celular do suspeito, informou a polícia. Contra o homem, a 1ª Vara da Comarca de Extremoz expediu mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva. Polícia Civil prendeu suspeito em Extremoz, na Grande Natal Divulgação/Polícia Civil Na residência do suspeito, que fica no bairro Santos Dumont, em Extremoz, os policiais apreenderam dispositivos eletrônicos. "A prisão foi concretizada após diligências empreendidas com o uso de técnicas de investigação cibernética, que permitiram identificar e localizar o suspeito, que se encontrava foragido", explicou, em nota, a Polícia Civil. A investigação foi da 23ª Delegacia de Polícia (DP) de Extremoz, com apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) e do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV). O homem foi autuado em flagrante e conduzido à delegacia para os procedimentos legais, ficando a disposição da Justiça. Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: cibernético

Polícia Federal cumpre mandados em Governador Valadares em operação contra abuso infantil na internet

Publicado em: 22/10/2025 11:57

Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, durante a Operação Joio na Rede IV, deflagrada na manhã desta quarta-feira (22). A ação tem o objetivo de identificar e prender suspeitos de envolvimento em crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes, especialmente os cometidos pela internet. Segundo a PF, as investigações ocorreram em ambiente cibernético e apontaram que um dos alvos armazenava imagens e vídeos contendo cenas de exploração sexual infantojuvenil. O suspeito poderá responder por posse e armazenamento de material pornográfico envolvendo menores, crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Durante a apuração, os agentes constataram que algumas residências da região compartilhavam uma mesma rede de internet, o que pode levar à responsabilização de todos os usuários, caso algum deles pratique crimes digitais. A PF alerta que o uso indevido ou compartilhamento de conexões pode acarretar responsabilidades civis, criminais e contratuais. A corporação também reforçou a importância da denúncia de qualquer forma de violência sexual contra crianças e adolescentes, lembrando que a prevenção começa no diálogo dentro de casa. Pais e responsáveis devem acompanhar o uso da internet pelos filhos, orientar sobre os riscos e ficar atentos a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou sigilo excessivo sobre o uso de celulares e computadores. VEJA TAMBÉM: Operação prende sete suspeitos de abuso sexual infantil no Leste de Minas Ex da mulher suspeita de matar 5 filhos é preso por abusar das irmãs dela, em MG Polícia flagra imagens de abuso sexual infantil em celular de idoso que disse ter pago R$ 26 mil para 'adotar' adolescente Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

Palavras-chave: cibernético

Bandidos usam dados oficiais para legalizar carros roubados, com clonagem de cartões e registros de veículos

Publicado em: 21/10/2025 20:50

Polícia prende quadrilha que vendia dados oficiais para remarcação de carros roubados As polícias de Mato Grosso e outros nove estados fizeram nesta terça-feira (21) uma operação contra bandidos que usavam dados oficiais para legalizar carros roubados. Os policiais prenderam seis pessoas suspeitas de crimes como fraude, furto e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, eles montaram uma operação nacional de clonagem de cartões de crédito e de registros de veículos. O golpe começou em 2023, quando o grupo conseguiu invadir computadores pessoais de servidores de Mato Grosso. Nesses computadores havia senhas administrativas da Polícia Civil do estado. Depois, os golpistas criaram um site e vendiam informações de veículos legalizados para que outros bandidos remarcassem os chassis de carros roubados. O grupo chegou a fazer mais de 3 mil acessos à base de dados da polícia em um único dia, o que chamou a atenção dos investigadores. Bandidos usam dados oficiais para legalizar carros roubados, com clonagem de cartões e registros de veículos Jornal Nacional/ Reprodução Os bandidos também clonavam cartões de crédito e, nas redes sociais, o grupo ostentava compras realizadas de forma fraudulenta. A Justiça determinou a retirada do ar de três sites e de grupos de mensagens em aplicativos que a quadrilha usou para vender dados de cartão de crédito. "É uma característica dessa criminalidade moderna, que utiliza de ferramentas e meios cibernéticos para a prática de crimes. Uma atuação de âmbito nacional. Então, ainda que sediados em um estado, eles praticavam os crimes contra vítimas de estados. Se deslocavam, eventualmente, entre um estado e outro", diz o delegado Guilherme Rocha.

Palavras-chave: cibernético

Direito Anhembi Morumbi + Opice Blum Academy: o curso de Direito do presente e do futuro

Publicado em: 20/10/2025 11:23

O cenário jurídico está em constante transformação, e o Direito não é exceção. Segundo o IBGE, a demanda por advogados especializados cresceu 15% nos últimos dois anos, refletindo a necessidade de profissionais preparados para áreas específicas e para um mercado cada vez mais tecnológico e conectado. Pensando nisso, o curso de Direito da Universidade Anhembi Morumbi, em parceria com a Opice Blum Academy, oferece uma formação completa, que une a tradição da base jurídica às práticas mais atuais do universo digital. É uma parceria da maior escola de Direito Digital do Brasil e a universidade mais inovadora do país. A matriz curricular combina os pilares clássicos do Direito Civil, Penal e Constitucional, com aprofundamento em áreas emergentes, como Direito Digital, Proteção de Dados (LGPD), Cibersegurança, Contratos de Tecnologia, Propriedade Intelectual no ambiente digital e ética aplicada à inteligência artificial. Além de uma base jurídica sólida, o curso foi atualizado para responder aos desafios do mundo digital. Crimes cibernéticos, tributação na nuvem e ética digital agora fazem parte do cotidiano dos estudantes, que contam com a expertise da Opice Blum Academy, referência nacional em Direito Digital, Tecnologia e Proteção de Dados. Segundo a coordenadora Laura Mascaro, "a parceria integra excelência acadêmica e prática de mercado, formando profissionais capazes de atuar com visão estratégica, ética e responsabilidade em um mundo cada vez mais conectado". Mais do que aprender o Direito, o aluno vive o Direito. A metodologia ativa da Anhembi combina teoria e prática por meio da análise de casos reais, resolução de desafios complexos e uso de ferramentas de Legal Tech, simulando o cotidiano de escritórios e tribunais. O resultado é uma formação dinâmica, que prepara o futuro jurista para atuar na linha de frente das transformações jurídicas e tecnológicas. Com o corpo docente, composto por profissionais renomados e experientes, e além dos mestres e doutores da Anhembi Morumbi, os estudantes terão aulas com professores da Opice Blum Academy conectando os alunos às tendências mais recentes, enquanto laboratórios modernos, bibliotecas atualizadas e ambientes de aprendizagem completos reforçam a prática de cada disciplina. Com a Anhembi Morumbi e a Opice Blum Academy, o estudante de Direito sai preparado para enfrentar os desafios do mercado e se destacar na área jurídica da nova era, ética, digital e global. As matrículas para 2026 estão abertas. 🔗 Saiba mais sobre o curso: portal.anhembi.br/cursos/graduacao/direito-bacharelado.

PF prende hacker de BH em operação contra rede internacional de ataque cibernético

Publicado em: 18/10/2025 13:48

Hacker de BH é preso em São Paulo suspeito de integrar grupo internacional de ataques cibernéticos A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta sexta-feira (17), um homem de Belo Horizonte (MG) que foi detido no estado de São Paulo. Ele é suspeito de participar de uma organização criminosa transnacional especializada em ataques cibernéticos do tipo ransomware (entenda abaixo). A ação fez parte da Operação Decrypt, para desarticular o grupo. O objetivo da investigação é esclarecer a participação do brasileiro no grupo internacional de hackers, responsável por sequestrar dados de vítimas e exigir o pagamento de resgate, geralmente em criptomoedas, para a liberação das informações. De acordo com a PF, foram cumpridos um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão em São Paulo, além de dois mandados de busca e apreensão em Minas Gerais. Os três endereços alvos das buscas estão ligados ao suspeito. O que é 'ransomware'? O ransomware é um tipo de ataque em que os sistemas das vítimas são invadidos e os dados são criptografados (codificados). Os criminosos, então, exigem um pagamento para fornecer a chave de descriptografia e liberar as informações. A PF alerta que esse tipo de crime causa graves prejuízos financeiros e operacionais às vítimas, com interrupção de serviços e perdas que podem alcançar milhões de reais. As medidas judiciais foram expedidas com base em indícios da prática de crimes como: Invasão de dispositivos informáticos; Extorsão digital; Organização criminosa; Lavagem de dinheiro. Dinheiro apreendido na Operação Decrypt Divulgação/Polícia Federal

Palavras-chave: cibernéticohackerhackers

Como fortalecer a segurança digital da sua empresa para as vendas de Black Friday e Natal?

Publicado em: 17/10/2025 15:03

Black Friday e Natal são as datas mais valiosas para o varejo brasileiro. Mas o aumento expressivo de compras online nesse período também atrai cibercriminosos em busca de brechas nos sistemas de segurança dos ecommerces. Na Black Friday de 2024, por exemplo, foram identificadas cerca de 18 mil tentativas de fraude, que poderiam ter causado prejuízos de R$ 27,6 milhões caso não tivessem sido interceptadas. Segundo dados da Cloudflare, ataques como DDoS (negação de serviço distribuída) cresceram 78% no quarto trimestre de 2024, justamente por explorarem o período de maior movimento para sobrecarregar sites e extorquir empresas. Ataques cibernéticos não afetam apenas o faturamento da empresa: eles também podem manchar a reputação dos negócios e abalar a confiança dos clientes em compras futuras. Principalmente em períodos tão importantes nas vendas, investir em soluções robustas de proteção digital ajuda as empresas a se destacar em um mercado altamente competitivo, além de reforçar para os clientes que eles estão seguros na sua loja online. Golpes digitais que crescem no pico das vendas Durante a Black Friday e o Natal, cibercriminosos aproveitam o aumento do tráfego online para intensificar ataques sofisticados, entre eles: Ransomware: criptografa dados essenciais da loja, paralisando meios de pagamento, estoques, atividades logísticas e sistemas até que um resgate seja pago. Além de paralisar a logística de vendas, pode causar o vazamento de informações sensíveis DDoS (negação de serviço distribuída): sobrecarrega servidores e torna os sites indisponíveis. Com a página fora do ar, os clientes tendem a migrar para ecommerces concorrentes em segundos Skimming/Magecart: códigos maliciosos inseridos em páginas de checkout roubam informações de cartões de crédito em tempo real. Além de os clientes poderem ser alvo de golpes financeiros e de roubo de identidade, as lojas ficam com a reputação manchada e sujeitas a multas de leis de privacidade Como proteger a sua loja online Para garantir que a sua operação online se mantenha segura durante a Black Friday e o Natal, é essencial adotar medidas estratégicas que cubram toda a infraestrutura digital. O passo inicial é uma análise detalhada de vulnerabilidades para identificar e corrigir possíveis falhas antes que o tráfego online aumente. Realizar auditorias de segurança e testes de penetração também ajudam a prever ataques e ajustar a sua defesa digital de forma preventiva. Outras soluções que podem ajudar o seu negócio a se proteger são: Implementar ferramentas de SD-WAN e Anti-DDoS: enquanto a SD-WAN organiza a rede de forma inteligente, segmentando conexões e garantindo redundância entre os links, o Anti-DDoS protege servidores contra ataques que visam sobrecarregar o site durante picos de acesso Criptografar dados e restringir acessos: as informações sensíveis dos clientes e da empresa devem estar protegidas através de políticas rigorosas de controle de acesso, o que garante conformidade com a LGPD e diminui os riscos de violações de dados Capacitar a sua equipe: os colaboradores são a primeira linha de defesa contra ataques baseados em engenharia social. Eles devem estar preparados para identificar e-mails suspeitos e reconhecer sites falsos Monitorar transações e acessos: é possível configurar alertas automáticos para conter ameaças vindas de ações como múltiplas tentativas de login, acessos de locais incomuns ou compras com valores atípicos Exigir autenticação multifator: isso ajuda a fortalecer a proteção contra acessos indevidos ao acessar as contas de clientes Implementar filtros antifraude: o bloqueio automático de transações suspeitas, como aquelas vindas de IPs previamente associados a atividades fraudulentas, ajudam a reduzir riscos financeiros e danos à reputação da empresa Tudo o que não pode parar no Paraná é conectado pela Ligga Telecom. Conte com as nossas soluções para o seu e-commerce seguir a todo vapor nas datas de maior acesso: Internet dedicada: infraestrutura robusta para suportar grandes volumes de dados Anti-DDoS: monitoramento de tráfego 24h para proteger a sua empresa contra ataques em tempo real SD-WAN Gerenciado: Roteamento otimizado, firewall e suporte a múltiplos links

Eu Te Explico #154: 'Sextorsão' - o que é, sinais de alerta e como evitar ser vítima do crime

Publicado em: 16/10/2025 08:01

Divulgar material íntimo sem consentimento, independente do meio, com o intuito de causar constrangimento, humilhação ou danos à reputação da vítima, é crime. A prática é chamada "sextorsão". Apesar de não estar previsto com essa nomenclatura no Código Penal, o crime é enquadrado como extorsão e tem pena prevista em 4 a 10 anos de reclusão, mais multa. Casos de "sextorsão" foram registrados nas últimas semanas em Salvador e Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, e são investigados pela Polícia Civil da Bahia. 🎧 PODCAST: ouça mais episódios do Eu Te Explico Bruno Pereira, delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), é um dos convidados desta edição TV Bahia O episódio 154 do podcast Eu te Explico fala sobre as características do crime, sinais de alerta, o que fazer em caso de se tornar vítima e quais medidas de segurança podem ser adotadas para evitar ser alvo. A apresentadora Camila Oliveira conversa sobre o tema com Bruno Pereira, delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC); e com a psicóloga especialista em psicologia jurídica Kallila Barbosa. 🎧 Ouça também... MAMOGRAFIA A PARTIR DOS 40: da prevenção à rede de assistência às pacientes PRESSÃO 12x8: diretriz que reclassifica nível pré-hipertensão acende alerta na saúde ESTELIONATO SENTIMENTAL: Quem são as vítimas, os criminosos e como evitar cair no 'golpe do amor' Você pode ouvir o Eu Te Explico no g1, GloboPlay, Spotify, Deezer e Amazon Music. Siga o Eu Te Explico para ser avisado sempre que tiver novo episódio. 🎧 Veja trechos do episódio #154 do Eu Te Explico 🎧 VÍDEOS: Cortes do Eu Te Explico

Palavras-chave: cibernético

Plataforma do Lá vem o Enem lança 4º tema da redação para correção gratuita; vagas são limitadas

Publicado em: 16/10/2025 06:10

Quarto tema de redação da plataforma gratuita Lá Vem o Enem é sobre "o impacto da urbanização na saúde mental da população" Reprodução / Freepik O Lá vem o Enem 2025 lançou, nesta quinta-feira (16), o quarto tema da redação para correção gratuita na plataforma do projeto, que é "o impacto da urbanização na saúde mental da população". 📝 Entre na plataforma de correção gratuita de redações Para participar, os estudantes precisam se inscrever no site oficial do projeto. A correção é feita por professores parceiros. A plataforma oferece materiais de apoio e permite baixar a folha de redação, que tem o mesmo formato do exame oficial. Quem não tiver impressora pode usar uma folha pautada A4. Após concluir o texto, é necessário tirar uma foto de boa qualidade e enviar pelo próprio site. As vagas são limitadas. Serão corrigidas 800 redações até o fim do projeto. Os participantes recebem um relatório detalhado com notas e observações sobre cada competência da prova. O que é o Lá vem o Enem O Lá vem o Enem é um projeto da Rede Paraíba voltado para preparação de estudantes para o exame. Nesta quinta edição, as TVs Cabo Branco e Paraíba, a CBN Paraíba, a Cabo Branco FM, além de portais como o g1 Paraíba e Jornal da Paraíba, produzem conteúdos que ajudam candidatos a se preparar para provas e dão espaço para professores compartilharem assuntos relevantes. O projeto oferece materiais focados em temas atuais que têm grande chance de cair na prova, ajudando estudantes a treinar redações de forma prática e objetiva. Acesse o site do Lá vem o Enem, faça sua redação sobre crimes cibernéticos e garanta a correção gratuita. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: cibernético

Microsoft encerra suporte ao Windows 10 nesta terça; veja consequências

Publicado em: 14/10/2025 00:01

Windows decreta fim da temida 'tela azul'; veja como será nova versão A Microsoft encerra nesta terça-feira (14) o suporte ao Windows 10, lançado em 2015. A partir de agora, o sistema não receberá mais atualizações, correções de segurança nem suporte técnico. A Microsoft recomenda que os usuários migrem para o Windows 11, disponível desde 2021. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Quais são as consequências para os usuários? Nem todos os computadores são compatíveis com a transição do Windows 10 para o Windows 11. Para esses casos, a Microsoft oferece um pacote de atualizações estendidas, com duração de um ano e preço de US$ 30 (cerca de R$ 163). Quantos usuários serão afetados? Procurada pela AFP, a Microsoft não informou quantos usuários seriam afetados pelo fim do suporte. Segundo a Consumer Reports, cerca de 650 milhões de pessoas em todo o mundo ainda usavam o Windows 10 em agosto. O Public Interest Research Group estima que até 400 milhões de computadores não são compatíveis com o Windows 11. LEIA MAIS: Windows decreta fim da temida 'tela azul'; veja como será nova versão Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil Ataque no WhatsApp pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger Associações protestam contra decisão da Microsoft Entidades de defesa do consumidor protestaram contra o fim do suporte ao Windows 10. Nos Estados Unidos, a Consumer Reports afirmou que computadores incapazes de rodar o Windows 11 ainda eram vendidos em 2022 e 2023, o que deve torná-los obsoletos em apenas três anos. Na França, uma coalizão com 22 associações lançou uma petição pedindo atualizações gratuitas até 2030. Quais são os riscos? Usuários que permanecerem no Windows 10 podem ficar mais expostos a ataques cibernéticos, alertam especialistas. "Ao deixar de receber as atualizações, ele não estará mais protegido contra as ameaças cibernéticas mais recentes", diz Martin Kraemer, analista de segurança da KnowBe4. Ele afirma que o Windows 10 tende a se tornar alvo preferencial de hackers que exploram falhas de segurança. O analista Paddy Harrington, da consultoria americana Forrester, alerta que aplicativos também podem ser afetados. "Os desenvolvedores dependem do sistema operacional para garantir certas funções. Sem atualizações, o fornecedor não pode garantir que seu aplicativo continue funcionando corretamente", diz Harrington. O antivírus é uma alternativa? Questionados sobre a eficácia dos programas antivírus, os especialistas apontam que eles são insuficientes para um sistema operacional desatualizado. "A proteção desses programas tem um limite. É melhor do que nada, mas essa é uma solução temporária", diz Paddy Harrington. Quem não puder instalar o Windows 11 também pode migrar para outro sistema, como o Linux, que é gratuito. "Se os aplicativos forem compatíveis com esse sistema operacional e as ferramentas de gerenciamento e segurança o suportarem, é uma boa opção", afirma Harrington. Microsoft Windows 10 foi lançado em 2015 Unsplash Torres com câmeras se espalham e levantam alerta sobre privacidade

Falta de pilotos gera crise em companhias aéreas; até 2044 serão precisos mais de 600 mil profissionais

Publicado em: 11/10/2025 07:01

Pilotos experientes podem receber bons salários, mas a jornada para se chegar até a cabine de comando é longa e cara Cavan Images/IMAGO Voar não é mais o que costumava ser. Longas filas para passar pela segurança, ataques cibernéticos aos sistemas de check-in dos aeroportos, drones levam a cancelamentos de voos, greves trabalhistas, bagagens perdidas e cancelamentos. Agora, além de tudo isso, há uma escassez global de pilotos, e as companhias aéreas sentem os efeitos. Durante e após a pandemia de covid-19, o treinamento de pilotos foi suspenso em muitos países, enquanto as empresas aguardavam para ver como a pandemia afetaria o setor de viagens. Hoje, com a recuperação das viagens aéreas, há um atraso nos treinamentos, e as escolas de voo têm dificuldades para colocar novos pilotos no ar. Ao mesmo tempo, a pandemia inspirou muitos pilotos experientes a se aposentarem inesperadamente, com muitos outros aguardando para pendurar suas asas, principalmente na América do Norte. Isso deixa as companhias aéreas com o duplo desafio de compensar uma onda de aposentadorias e encontrar mais pilotos em meio a uma demanda cada vez maior por viagens aéreas, especialmente viagens de lazer. Por que milhões seguem fora do mercado há anos? Quão grande é a escassez de pilotos? "O atual crescimento da demanda por viagens aéreas surpreendeu muitas companhias", disse Christoph Klingenberg, especialista em gestão de companhias aéreas e aeroportos da Universidade de Ciências Aplicadas de Worms, na Alemanha. "Como leva vários anos para treinar pilotos, a situação levará alguns anos para se normalizar." O número ideal de pilotos para preencher as vagas nas companhias aéreas varia muito, dependendo da fonte. Só nos Estados Unidos, serão criadas cerca de 18.200 vagas de emprego para pilotos de companhias aéreas e comerciais a cada ano na próxima década, de acordo com o Manual de Perspectivas Ocupacionais do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA. Somados, esses números representam mais de 180 mil novos empregos para pilotos. Considerando tanto o transporte de passageiros quanto o de carga, a fabricante de aeronaves Boeing estimou recentemente que serão necessários 660 mil novos pilotos comerciais em todo o mundo até 2044. Tornar-se piloto é um grande investimento "Aspirantes a pilotos que iniciam seu treinamento hoje estarão bem posicionados para aproveitar as oportunidades emergentes quando se formarem", diz o relatório da Boeing. Para atender a essa enorme demanda, os aspirantes devem ter acesso a "treinamento relevante, acessível e com preços razoáveis". Embora pilotos experientes possam ganhar muito, a jornada para se chegar até a cabine de comando é longa e cara. Nos EUA, o treinamento de voo pode custar mais de 100 mil dólares (R$ 535 mil), um valor assustador que provavelmente desencoraja muitos de sonhar com um emprego na aviação. Além de outras certificações e qualificações, a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) exige que todos os comandantes de uma companhia aérea que oferece serviços aéreos regulares de passageiros tenham o certificado de piloto de transporte aéreo (ATP). Isso significa 1,5 mil horas adicionais de experiência de voo, um requisito que pode levar de um a dois anos para os pilotos recém-formados cumprirem. No Brasil, a formação completa de um piloto comercial pode custar mais de R$ 400 mil, incluindo cursos teórico e prático, horas de voo e custos dos exames. Por que não pagar mais aos pilotos? Recentemente, muitas companhias aéreas, tanto as grandes quanto as regionais, aumentaram o salário dos pilotos para atrair mais inscrições e manter seus quadros de pilotos. "A melhor maneira de tornar o trabalho de piloto comercial mais atraente é aumentar o salário", disse Dan Bubb, professor da Universidade de Nevada, em Las Vegas, especializado em aviação comercial. "Por muitos anos, isso foi especialmente perceptível nas companhias aéreas regionais, onde o salário era deploravelmente baixo." "Hoje, os salários dos pilotos estão no patamar mais alto que já vi há muito tempo", disse Bubb, que também é ex-piloto de linha aérea, à DW. Além de salários-base mais altos, algumas companhias aéreas também oferecem bônus e outras vantagens para contratar e reter pilotos. Outras criam horários mais equilibrados entre vida pessoal e profissional para as tripulações. Todos esses custos, porém, aumentam o preço das passagens. Mas, nem todas as empresas são tão generosas. Nesta semana, os pilotos da Lufthansa votaram a favor de uma greve após o fracasso das negociações sobre as contribuições previdenciárias, embora, até o momento nenhuma data para a paralisação tenha sido anunciada. Esta seria a primeira greve de pilotos da Lufthansa desde 2022. Aposentadoria compulsória aos 60, 65 ou 67 anos? Há duas décadas, pilotos de companhias aéreas internacionais eram obrigados a se aposentar aos 60 anos, de acordo com as regras estabelecidas pela Organização da Aviação Civil Internacional (OIAC). A agência da ONU com sede em Montreal, no Canadá, define regulamentações para a aviação civil em mais de 190 países. Com os avanços na área da saúde, a idade de aposentadoria foi elevada em 2006 para 65 anos. Contudo, em meio à escassez de pilotos e a um rigor ainda maior sobre os padrões de saúde dos profissionais, alguns propõem aumentar a idade de aposentadoria para 67 anos. Perspectivas de emprego para pilotos estão melhores do que nunca, apesar do custo e do tempo para se obter uma licença Unai Huizi/imagebroker/IMAGO "A experiência de voo, frequentemente associada à idade, está significativamente correlacionada com a segurança da aviação", escreveu o senador americano Ted Cruz em uma carta de 19 de setembro ao presidente Donald Trump, buscando apoio para o aumento da idade obrigatória de aposentadoria dos pilotos. "Ter uma idade de aposentadoria 'arbitrária' também torna as viagens aéreas mais caras", acrescentou Cruz. "Como vocês sabem, em termos econômicos, menos oferta necessariamente leva a preços mais altos." Seja qual for a justificativa econômica por trás disso, a ideia encontrou oposição dos sindicatos de pilotos. Até o momento, tanto a Organização da Aviação Civil quanto a FAA preferem manter a idade de aposentadoria atual. O que mais fazer para atrair pilotos? "Para manter o fluxo de novos pilotos e a satisfação dos que já estão no ar, as companhias aéreas precisam aumentar seus esforços de contratação, expandir as instalações de treinamento e recrutar pilotos de outras companhias aéreas não comerciais", argumenta Christoph Klingenberg. Ele acredita que aumentar a idade de aposentadoria para 67 anos possa ser um passo na direção certa. Algumas companhias aéreas ao redor do mundo contratam pilotos com consideravelmente menos horas de serviço, oferecendo grandes bônus e dispensando certos requisitos, segundo Bubb. Ainda assim, eles também precisam passar por treinamento rigoroso e uma série de exames antes de poderem assumir o manche de uma aeronave. Mais IA e automação na cabine? A inteligência artificial (IA) ou o aumento da automação na cabine poderiam compensar a falta de pilotos? "Enquanto muitos setores aderem à ideia de usar IA para otimizar o trabalho, as companhias aéreas ainda hesitam", disse Klingenberg. Ele não espera que isso vá mudar muito nas próximas décadas. A IA desempenhará um papel significativo, mas não substituirá os pilotos, na avaliação de Bubb. "Não tenho dúvidas de que a IA tornará as viagens aéreas mais eficientes, em termos de tempo e consumo de combustível, mas não substituirá os humanos", disse. Quanto a colocar mais pilotos no ar, isso realmente depende de quantos serão necessários, à medida que aumenta a demanda por viagens aéreas. "Espero que a situação melhore depois de 2030, então pode levar cinco anos para se recuperar", concluiu Klingenberg. Bubb acredita que a situação da escassez "permanecerá moderada" e vê possibilidades para o setor. "É uma oportunidade para as companhias aéreas planejarem com antecedência, para que sejam proativas em vez de reativas sempre que houver uma iminente escassez de pilotos", acrescentou. Por que os jovens pedem mais demissão? Veja como pensa cada geração