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Polícia Civil do MA prende no Tocantins suspeitos de golpes com passagens aéreas falsas

Publicado em: 10/09/2025 18:13

Polícia Civil do MA prende no Tocantins suspeitos de golpes com passagens aéreas falsas Divulgação/Polícia Civil do Maranhão Dois homens, suspeitos de integrarem um grupo criminoso especializado em estelionato virtual, foram presos na manhã desta quarta-feira (10), durante uma operação da Polícia Civil do Maranhão na cidade de Augustinópolis, no Tocantins. Segundo a Polícia Civil, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), os suspeitos são apontados como responsáveis pela execução direta de golpes envolvendo falsas vendas de passagens aéreas, que vitimaram moradores de São Luís, e pela redistribuição dos valores obtidos ilegalmente. Durante as buscas realizadas em suas residências, foram apreendidos diversos objetos que servirão de suporte à continuidade das investigações. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo apurado pela Seic, o esquema criminoso consistia na criação de perfis falsos em redes sociais, utilizados para atrair vítimas por meio de anúncios enganosos. Após o pagamento pelas passagens, os golpistas encerravam o contato e desviavam os valores para contas bancárias de integrantes do grupo. Ao todo, a operação resultou no cumprimento de dois mandados de prisão e três de busca e apreensão expedidos pela Justiça contra os investigados. A Polícia Civil do Maranhão reforça que a ação integra as estratégias permanentes de combate às fraudes digitais e reafirma seu compromisso em proteger a população contra crimes cibernéticos que afetam a segurança financeira e social dos cidadãos. Veja também: Golpe do consórcio contemplado faz vítimas no Maranhão; saiba como se proteger Golpe do consórcio contemplado faz vítimas no Maranhão; saiba como se proteger

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Chefe de facção criminosa comandavam tráfico no PI, MA e CE de dentro de presídio, diz delegado

Publicado em: 09/09/2025 11:32

De dentro de presídio, suspeitos comandavam tráfico e lavagem de dinheiro Os dois principais alvos da segunda fase da Operação Capital Oculto são Alandilson Cardoso Passos e Leonardo Oliveira da Costa, conhecido como “Léo Gordim”. Segundo o delegado Samuel Silveira, os suspeitos, de dentro do presidio, coordenavam as ações de uma facção criminosa com atuação no Piauí, Maranhão e Ceará. LEIA MAIS: Empresário é preso em condomínio de luxo durante operação Capital Oculto Operação Hackback: PF investiga ataques cibernéticos contra a UFPI "Essa investigação atua desde a base, onde as drogas são vendidas nas comunidades, até mesmo intermediários que agenciavam negócios para traficantes, empresários que lavavam dinheiro da organização criminosa e os próprios chefes e cabeças da facção criminosa do Bonde dos 40", explicou o delegado Samuel. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A segunda fase da operação tinha como objetivo cumprir 42 mandados judiciais, sendo 21 de prisão. Até o momento, 14 pessoas foram presas e outras continuam foragidas, segundo o Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico do Piauí (Denarc). De acordo com o delegado Samuel, coordenador do Denarc, os investigados por lavagem de dinheiro devem usar tornozeleira eletrônica. Já os que têm ligação direta com o núcleo da facção receberam mandado de prisão, como o empresário Marcus Vinícius Veloso Nogueira, que está foragido. "Os integrantes que tem envolvimento com tráfico e arma de fogo também receberam mandados de prisão. Assim como os formadores da facção. A investigação aponta que o Léo Gordim mesmo preso no Ceará coordenada as ações da facção. Há provas que apontam que Alandilson operaria via telefone dando comandos também para a organização criminosa", afirmou o delegado Samuel. O empresário Deivison José dos Santos Lima também é alvo da polícia e foi preso na manhã desta terça-feira (8) em um condomínio de luxo na Zona Leste da capital. Ainda teve mandado de prisão cumprido contra Valdeci da Silva Lima, conhecido como "Brizola". Antecedentes criminais dos envolvidos Alandilson Passos, um dos alvos da operação, é namorado da vereadora Tatiana Medeiros, o casal foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral em maior de 2025 por corrupção eleitoral, organização criminosa e outros crimes. A polícia informou que ela não é alvo desta operação Capital Oculto. Ele está preso desde novembro de 2024 respondendo a processos por tráfico de drogas. Leonardo Oliveira da Costa, conhecido como “Léo Gordim” foi preso em Fortaleza em outubro de 2024. Ele é suspeito de participar do sequestro do tesoureiro do Banco do Brasil em 2017. Além disso, é suspeito de matar a técnica em enfermagem Maria Clara após a saída de uma festa. Deivison José foi preso em outubro de 2024, em Teresina, suspeito de participar de um "racha", corrida automobilística em via pública, que resultou na morte de duas pessoas em março de 2018 na BR-343, entre as cidades de Altos e Campo Maior. Ele foi solto 30 dias depois da prisão. Valdeci da Silva Lima, conhecido como "Brizola", foi preso com o seu irmão em junho de 2024, os dois são suspeitos de crimes como tráfico, lavagem de dinheiro e agiotagem. Em julho de 2022, Brizola foi baleado na inauguração de seu supermercado. No mês seguinte criminosos tentaram matar ele no hospital. Alandilson Passos e Leonardo Oliveira da Costa, conhecido como “Léo Gordim” Montagem g1 VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube

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Operação Hackback: PF investiga ataques cibernéticos contra a UFPI

Publicado em: 09/09/2025 07:52

Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Piauí Divulgação/PF A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (9), a Operação Hackback, com o objetivo de apurar ataques cibernéticos realizados contra a Universidade Federal do Piauí (UFPI). Policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, nos municípios de São João do Piauí/PI, Formosa/GO, Santo André/SP e Paraupebas/PA. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp As investigações começaram após denúncias feitas pela Reitoria da UFPI, que relatou dois incidentes de invasão ao sistema da instituição, ocorridos em maio e junho do ano de 2024. Reportagem em atualização. VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube

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Como enviar redação para a plataforma de correção gratuita do Lá Vem o Enem

Publicado em: 09/09/2025 06:02

Redação do Enem é aplicada no primeiro dia de provas Agência Brasil Os estudantes que estão se preparando para o Enem já podem enviar redações de treino para a plataforma de correção gratuita do Lá Vem o Enem. O primeiro tema, que já está disponível, é “Políticas públicas para prevenção de crimes cibernéticos”. Ao todo, serão corrigidas 800 redações. Para cada texto, o participante recebe um relatório detalhado, com notas e observações sobre todas as competências da prova de redação do Enem. 📝 Entre na plataforma de correção gratuita de redações A plataforma também oferece materiais de apoio e a possibilidade de baixar a folha de redação, no mesmo formato usado no exame oficial. Quem não tiver impressora pode escrever o texto em uma folha pautada A4. Depois de concluir, é necessário tirar uma foto de boa qualidade e enviar pelo próprio site. Passo a passo para enviar sua redação 1. Acesse o site do Lá Vem o Enem, clique em “Correção de Redação” e depois em “Fazer Redação”. Plataforma do Lá vem o Enem Reprodução / Lá Vem o Enem 2. Clique em “Cadastre-se aqui” e preencha seus dados. Como enviar redação para a plataforma de correção gratuita do Lá Vem o Enem Reprodução / Lá Vem o Enem 3. Após o cadastro, confirme no card verde “clique para acessar”. Após o cadastro, confirme no card verde “clique para acessar”. Reprodução / Lá Vem o Enem 4. Pronto, você já está logado na plataforma. Agora, clique em "Fazer redação". Área do Aluno da plataforma Lá Vem o Enem Reprodução / Lá Vem o Enem 5. Verifique o tema disponível e a data final de envio. Área do Lá Vem o Enem para verificar o tema disponível de redação Reprodução / Lá Vem o Enem 6. Clique no tema para ler os textos de apoio e começar a escrever. Você também pode baixar o modelo da folha de redação. Plataforma do Lá vem o Enem lança 1º tema para correção gratuita de redação Reprodução / Lá Vem o Enem 7. Depois de produzir o texto, clique em “Enviar”, selecione o arquivo e finalize em “Salvar”. Passo a passo para enviar redação na plataforma de correção gratuita do Lá Vem o Enem Reprodução /Lá Vem o Enem Agora é só esperar o feedback dos professores. O envio das redações segue aberto até o limite de correções previstas. Quer treinar para o Enem e ter sua redação corrigida gratuitamente? Acesse agora o site do Lá Vem o Enem, siga o passo a passo e garanta sua vaga entre as 800 disponíveis. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Plataforma do Lá vem o Enem lança 1º tema para correção gratuita de redação; vagas são limitadas

Publicado em: 08/09/2025 06:50

Redação do Enem é aplicada no primeiro dia de provas Agência Brasil O Lá vem o Enem 2025 lançou, nesta segunda-feira (7), a plataforma de correção gratuita de redações. O primeiro tema para treino, que já pode ser acessado, é “Políticas públicas para prevenção de crimes cibernéticos". 📝 Entre na plataforma de correção gratuita de redações Para participar, os estudantes precisam se inscrever no site oficial do projeto. A correção é feita por professores parceiros. A plataforma oferece materiais de apoio e permite baixar a folha de redação, que tem o mesmo formato do exame oficial. Quem não tiver impressora pode usar uma folha pautada A4. Após concluir o texto, é necessário tirar uma foto de boa qualidade e enviar pelo próprio site. As vagas são limitadas! Serão corrigidas 800 redações. Os participantes recebem um relatório detalhado com notas e observações sobre cada competência da prova. O que é o Lá vem o Enem O Lá vem o Enem é um projeto da Rede Paraíba voltado para preparação de estudantes para o exame. Nesta quinta edição, as TVs Cabo Branco e Paraíba, a CBN Paraíba, a Cabo Branco FM, além de portais como o g1 Paraíba e Jornal da Paraíba, produzem conteúdos que ajudam candidatos a se preparar para provas e dão espaço para professores compartilharem assuntos relevantes. O projeto oferece materiais focados em temas atuais que têm grande chance de cair na prova, ajudando estudantes a treinar redações de forma prática e objetiva. Acesse o site do Lá vem o Enem, faça sua redação sobre crimes cibernéticos e garanta a correção gratuita. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Operação da Polícia Civil cumpre mandados em Altinho e Caruaru

Publicado em: 05/09/2025 11:11

Operação apreende armas, munições e drogas no Agreste Reprodução/PCPE A Polícia Civil realizou na manhã desta sexta-feira (4) a operação “Hat Trick”, com cumprimento de mandados de prisão nos municípios de Altinho e Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a polícia, o objetivo da operação é dar cumprimento a 10 mandados de busca domiciliar e quatro de prisão. Os alvos são suspeitos de ter envolvimento com o tráfico de drogas, homicídios, latrocínios e crimes cibernéticos. Até a última atualização desta reportagem, a polícia informou que três pessoas presas e oito mandados de busca domiciliar foram cumpridos. Foram apreendidos: Três armas de fogo; Um simulacro; 36 munições calibre 9mm; 33 munições calibre .380; 7 carregadores; 480 gramas de maconha; 58 gramas de crack.

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Mulher é presa suspeita de filmar e vender conteúdo sexual da filha, na PB

Publicado em: 03/09/2025 08:20

Casa onde mulher que vendia vídeos sexuais da filha foi presa Divulgação/Polícia Civil Uma mulher foi presa na cidade de Gurinhém, na Paraíba, suspeita de vender vídeos em posições sexuais da própria filha, uma criança que não teve a idade revelada. A investigação é da Delegacia de Crimes Cibernéticos. De acordo com o delegado João Ricardo, no momento do cumprimento do mandado, os investigadores encontraram outros vídeos da mesma natureza envolvendo outras duas menores de idade que residiam próximo à casa da investigada. O delegado detalhou que a investigada mantinha contato com homens de outros estados, onde eles faziam os pedidos dos conteúdos dos vídeos. “Ela filmava e vendia, mantinha contato com outros homens de outros estados, onde eles pediam para que as crianças fizessem determinadas posições sexuais e a pessoa investigada, é, filmava para receber lucro com isso”. As investigações seguem em andamento, pois existe a possibilidade de haver outras vítimas que eram utilizadas para produção de vídeos sexuais e posterior venda deste material de forma on-line. A suspeita foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Gurinhém, onde deve passar por audiência de custódia. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Hackers que ameaçaram Felca e psicóloga faziam parte de grupo com 700 suspeitos monitorados pela polícia por abuso infantil

Publicado em: 31/08/2025 06:00

Cayo Santos (à esquerda) e um adolescente (à direita) são suspeitos de usar computadores, como um dos apreendidos acima em Olinda, para ameaçar Felca e uma psicóloga que moram em São Paulo Reprodução Dois hackers detidos nesta semana por ameaçar matar o influenciador Felca e uma psicóloga faziam parte de um grupo no Discord e no Telegram com mais de 700 suspeitos monitorados pela Polícia Civil de São Paulo por crimes virtuais. Um terceiro suspeito preso não era investigado (leia mais abaixo). De acordo com o Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, o grupo se chama "Country". Nele, seus membros divulgam, compartilham e vendem imagens de abuso sexual infantil. Também cometem estupros virtuais, maus-tratos a animais e ataques a moradores de rua e fazem apologia ao nazismo. E promovem desafios de automutilação, instigando as vítimas, a maioria delas meninas e adolescentes, ao suicídio. Ainda segundo a investigação, as mensagens com ameaças enviadas por WhatsApp e e-mail ao youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, e à psicóloga Ana Beatriz Chamati foram feitas por Cayo Lucas Rodrigues dos Santos, de 22 anos, e um adolescente de 17 anos. O motivo do ataque? O fato de Felca ter produzido o vídeo "Adultização" e Ana ter participado dele. O documentário viralizou desde que foi postado nas redes sociais, em 6 de agosto. Ele mostra como outros influenciadores digitais ganham dinheiro produzindo conteúdos que exploram e sexualizam crianças e adolescentes. O youtuber demonstrou como esse material é compartilhado por pedófilos. Após a repercussão de "Adultização", a Justiça da Paraíba decretou as prisões de Hytalo Santos e Euro, casal de influenciadores citado no vídeo de Felca. Os dois foram presos acusados por exploração sexual de menores, trabalho infantil e tráfico humano entre outros crimes. Já Cayo foi preso pela polícia paulista na segunda-feira (25) em Olinda, Pernambuco. O adolescente foi apreendido na quinta-feira (28) em Arapiraca pela polícia de Alagoas. Por causa das mensagens enviadas a Felca e a Ana, eles vão responder por ameaça. Mas também foram acusados de terem cometido outros crimes, como invasão de dispositivo informático, perseguição e associação criminosa em ambiente virtual (saiba mais abaixo). Os dois foram identificados pela polícia porque já estavam nesse grupo criminoso e intolerante na internet, o "Country", que era vigiado, desde novembro de 2024, por agentes infiltrados. Os policiais levantaram uma lista com 708 usuários, muitos deles usando apelidos. Esses membros trocavam fotos e vídeos de garotas menores nuas, algumas delas eram chantageadas depois que suas imagens íntimas eram vazadas e caíam na web. As identificações de Cayo e do adolescente pela polícia não foram possíveis à época. Mas depois que os dois passaram a ameaçar o youtuber e a psicóloga, deixaram pistas de onde estavam. Polícia de SP prende homem acusado de fazer ameaças ao youtuber Felca "Nós não tínhamos ainda a qualificação completa, a localização, mas tínhamos conhecimento de que esse indivíduo já era um indivíduo perigoso", disse ao g1 Artur Dian, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, sobre Cayo. O delegado explicou que só chegou à identificação de Cayo e do adolescente após eles fazerem as ameaças a Felca e Ana. "[Cayo] já era uma pessoa conhecida da polícia por conta de material pornográfico infantil veiculado por ele mesmo e monetizado, vendido outrora para o público em geral", falou Artur, que também confirmou o monitoramento do adolescente. Cayo é considerado um dos líderes do "Country". De acordo com a polícia, ele usava codinomes como Lammer, F4llen ou Lucifage. E decidiu com o adolescente mandar mensagens eletrônicas e digitais com ameaças para Felca e Ana. Eles queriam que o youtuber e a psicóloga retirassem do ar o vídeo "Adultização". Felca e a psicóloga, que moram em São Paulo, não atenderam aos pedidos do criminoso e procuraram a polícia para relatar e registrar boletins de ocorrência sobre as ameaças. As informações do Noad acabaram compartilhadas com a Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber) no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O órgão pediu então mandados de prisão contra Cayo e de apreensão do adolescente. A Justiça de São Paulo concordou. No dia em que foi preso, Cayo estava com Paulo Vinicius Oliveira Barbosa, de 21 anos, que também acabou detido, mas em flagrante. Ele não havia sido detectado antes. Os dois estavam numa residência com o computador usado para fazer as ameaças. Segundo os policiais, no momento das prisões, ambos estavam acessando ilegalmente sistemas do governo pernambucano. Assim como Cayo, Paulo também foi indiciado por ameaça, invasão de dispositivo informático, perseguição e associação criminosa em ambiente virtual. Mandado falso e ameaças Preso por ameaçar Felca é preso em Olinda pela Polícia Civil de SP Reprodução/Polícia Civil Segundo a investigação, Cayo ainda forjou um mandado de prisão contra Felca e pretendia incluí-lo no sistema do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), mas foi impedido antes pela polícia. Ele divulgava nas redes uma tabela que cobrava por seus serviços criminosos, que variavam de R$ 20 a R$ 50 mil. "Você tem até 23:00 para apagar o seu perfil no Instagram e cortar laços com o felca. A country vai atrás de TODA a sua família", diz um dos trechos das ameaças feitas à psicóloga por Cayo e o adolescente. Como Cayo e Paulo foram detidos tentando invadir um órgão público de Pernambuco, ficarão presos naquele estado à disposição das autoridades locais. O g1 não conseguiu localizar as defesas deles para se pronunciarem. Em seu interrogatório, Cayo negou que tenha ameaçado alguém, mas admitiu que vendia dados de sistemas governamentais nas redes sociais. Admitiu ter recebido mais de R$ 500 mil pelo que chamou de "serviço". O adolescente apreendido permanece sob custódia da Polícia Civil de Alagoas, à disposição da Justiça alagoana. 280 vítimas salvas Segundo a Polícia Civil de São Paulo, a maioria dos mais de 700 suspeitos de crimes virtuais monitorados pelo Noad nas redes sociais ainda não foi presa porque precisa ser identificada. Muitos usuários dessas redes criminosas usam apelidos, o que dificulta saber quem de fato é. Desde novembro de 2024, o núcleo da SSP ajudou a prender cerca de 20 desses suspeitos que eram monitorados e usam a internet para cometer crimes. Segundo a polícia, as operações ajudaram a salvar vidas de mais de 200 vítimas. "Monitoramos 24 horas por dia redes sociais e plataformas digitais. Temos aproximadamente 280 vítimas salvas de suicídio infantojuvenil, estupros virtuais e automutilações em lives", falou ao g1 a delegada Lisandrea Salvariego Colabuono, coordenadora do Núcleo de Operações e Articulações Digitais. O g1 procurou os advogados que defendem os interesses de Felca e Ana para comentarem o assunto. O advogado do youtuber não retornou os contatos. O advogado da psicóloga a orientou a não falar a respeito. Esta não foi a primeira ameaça que Felca recebeu após a divulgação do vídeo "Adultização". No último dia 17 de agosto, a Justiça de São Paulo aceitou pedido de seu advogado para determinar que o Google quebre o sigilo de uma outra pessoa que ameaçou o youtuber por e-mail. Entre as mensagens que Felca recebeu estão ameaças como: "Você acha que vai ficar impune por denunciar o Hytalo Santos?"; "Você tá enganado você vai ferrar muito sua vida"; "Prepara pra morrer" e "Você vai pagar com a sua vida". Este usuário ainda não foi identificado pela polícia paulista, que investiga a denúncia. A psicóloga Ana Beatriz Chamati comentou a apuração feita por Felca no vídeo 'Adultização' Reprodução Segundo a polícia, Cayo Santos forjou um mandado de prisão contra Felca que ira colocar num banco de dados oficiais Reprodução Cayo Santos (foto à esquerda) fez ameaças por WhatsApp a psicóloga que participou do vídeo de Felca (à esquerda) Reprodução Conversa por Whats App sugere incluir o nome de Felca no banco dos mandado de prisões Reprodução DCCiber e Noad de São Paulo participaram de investigação que identificou quem ameaçou Felca e psicóloga Divulgação/Secretaria da Segurança Pública (SSP) Segundo a polícia, F4llen é um dos codinomes de Cayo Santos Reprodução Segundo a investigação, Cayo Santos vendia serviços para colocar nomes e fotos de pessoas no banco de mandados de prisão Reprodução

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Empresas de fachada envolvidas em esquema de desvio de produtos hospitalares são alvo de busca e apreensão na Bahia

Publicado em: 29/08/2025 19:47

Polícia Civil deflagra operação na Bahia PC-BA Fraudes contra empresas de materiais hospitalares são investigadas pela Polícia Civil no âmbito da Operação Justa Causa, deflagrada na quinta-feira (28). As investigações apontam que um grupo criminoso especializado em estelionatos, falsidade documental e receptação utilizava empresas de fachada para desviar produtos. Segundo informações da PC, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Feira de Santana e Candeias. Uma das supostas empresas de fachada, localizada em Feira de Santana, foi alvo de um mandado de busca e apreensão. Por volta das 10h da manhã, policiais da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos cumpriram um mandado, onde foram apreendidos um computador, dois notebooks, três celulares e diversos documentos. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Uma funcionária de uma das empresas é suspeita de fraudar o sistema de pedidos eletrônicos, inserindo solicitações falsas em nome de hospitais com crédito pré-aprovado. De acordo com a polícia, os produtos eram desviados para endereços fictícios ou empresas de fachada, e posteriormente comercializados a preços abaixo do mercado, favorecendo receptadores. O material apreendido será encaminhado para perícia, e a análise deve subsidiar o andamento das investigações. A operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), através da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC). Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Feira de Santana e Candeias. PC-BA LEIA MAIS: Suspeito morre em confronto com a polícia e outros 14 são presos em operação contra o tráfico de drogas em Feira de Santana Mulher de 35 anos suspeita de chefiar organização criminosa é presa no interior da Bahia Dezessete suspeitos são presos por tráfico de armas, munições e drogas na Bahia; R$ 84 milhões foram bloqueados Polícia Civil faz operação contra o tráfico na região sudoeste da Bahia Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

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Recentes ataques cibernéticos e a importância da cibersegurança

Publicado em: 29/08/2025 12:15

No cenário digital atual, a segurança da informação deixou de ser um diferencial e se tornou um aspecto estratégico para empresas de todos os portes. Relatórios recentes mostram que ataques cibernéticos continuam crescendo em escala global, atingindo organizações de diferentes setores. Segundo o FortiGuard Labs (Global Threat Landscape Report, 2025), o Brasil foi o segundo país mais atacado do mundo em 2025, registrando 315 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos apenas no primeiro semestre. Além disso, a América Latina contabilizou 374 bilhões de tentativas de ataques, sendo 84% direcionadas ao Brasil. Esses números reforçam que a proteção digital não é apenas uma preocupação para grandes corporações. As pequenas e médias empresas também estão expostas e precisam adotar medidas preventivas. Divulgação Freepik O Brasil como alvo preferencial De acordo com o relatório da Fortinet (2025): O Brasil ocupa a 2ª posição mundial em volume de ataques. Foram registradas 41,9 milhões de atividades de distribuição de malwares e 52 milhões de ações ligadas a botnets no período analisado. O impacto financeiro médio de um ataque pode ultrapassar R$ 15 milhões, considerando paralisações, perdas de dados e danos reputacionais. Para negócios de menor porte, esses custos podem comprometer seriamente a continuidade da operação. Divulgação Freepik Segurança cibernética começa no básico, mas vai muito além Práticas como senhas fortes, backups regulares e autenticação multifator são medidas essenciais. Mas diante da frequência e sofisticação das ameaças, contar com serviços especializados tornou-se uma forma estratégica de reduzir riscos. A Opus Tech atua com soluções de nuvem dedicada, hospedagem de ERP e cibersegurança, oferecendo um ecossistema de resiliência digital. Isso inclui monitoramento contínuo, múltiplos fatores de autenticação, backups automatizados e planos de recuperação de desastres. Tudo para ajudar empresas a fortalecer sua proteção frente ao cenário atual. Como destaca Marcelo Pinzon, arquiteto de soluções da Opus Tech: Nosso papel é apoiar empresas a evoluírem sua postura de segurança digital, com práticas alinhadas às melhores referências globais, de forma transparente e estratégica. Divulgação Opus Tech Em um mundo cada vez mais digital e interconectado, a segurança da informação deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma aliada estratégica. Investir em cibersegurança significa estar melhor preparado para enfrentar os desafios, reduzir riscos e manter a confiança de clientes e parceiros.

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Polícia prende mecânico de avião que perseguiu ex-namorada por três anos em Vitória

Publicado em: 29/08/2025 11:32

Polícia prende homem que fazia ameaças e violência psicólogica contra a ex durante 3 anos Um homem de 45 anos suspeito de perseguir e ameaçar a ex-namorada durante três anos, em Vitória, foi preso nesta quinta-feira (28), no bairro Jardim da Penha,em Vitória. O mecânico de aviões, que não teve o nome divulgado pela polícia, enviava mensagens anônimas ameaçadoras e difamatórias, além de praticar violência psicológica contra a vítima, uma estudante de 26 anos. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp O relacionamento do casal durou sete meses e terminou em agosto de 2022. Desde então, segundo a polícia, o homem passou a perseguir a ex-namorada de forma insistente. 'Eu nunca imaginei que pudesse ser ele, de verdade. Tinha essa suspeita, mas eu queria não acreditar que ele fosse capaz de tanto terror por tanto tempo, afetou a minha vida, três anos que eu perdi, porque eu não saio, não faço nada”, disse emocionada a vítima após a prisão. Polícia prende homem que perseguiu ex-namorada por três anos em Vitória, Espírito Santo. Reprodução LEIA TAMBÉM: SÃO GABRIEL DA PALHA Pintor que perseguiu mulher por 3 meses e 'copiou' refeições dela é preso por stalking no ES STALKING Homem é preso por ameaçar e praticar stalking contra ex-companheira no ES SEXTORSÃO: jovem é preso após ameaçar namorada de divulgar vídeo íntimo filmado sem permissão Prisão No local da prisão, também foram apreendidos celulares e notebooks do investigado. De acordo com a Polícia Civil, o homem usava diferentes números de telefone e chips para não ser identificado. Nas mensagens enviadas por WhatsApp e SMS, ele detalhava a rotina da jovem, ameaçava e fazia acusações difamatórias. “Vamos ver quem ri por último”, “Não tenho pressa, tô na sua cola” e “Anda logo, eu sei que você tá aí” foram algumas das mensagens recebidas pela vítima. Polícia prende homem que perseguiu ex-namorada por três anos em Vitória, Espírito Santo. Reprodução A estudante disse que sentia medo com as mensagens que recebia frequentemente. “Sempre mensagens muito pesadas, ameaçando a minha vida, falando muitas coisas de calúnia em relação a mim. Essas mensagens eram enviadas por SMS, por Whatsapp, para o celular comercial da minha mãe. Eu recebia essas mensagens e é uma coisa que abala todo mundo, abala a família”, disse a vítima. Investigação e identificação do suspeito A polícia informou que a investigação encontrou dificuldades porque o suspeito trocava constantemente de número e aparelho. “O fato dele ter trocado de linha por dezenas de vezes, de aparelho por algumas vezes, dificultou a investigação, porque a gente não conseguia conectar ele às mensagens. Somente agora em julho deste ano a gente consegue conectar ele com o chip em um aparelho que era utilizado para mandar as mensagens para a vítima”, apontou o titular do 4º DP de Vitória, delegado Guilherme Sodré. A delegada da Divisão Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Vitória, Juliana Santos Saadeh, foi a responsável pelas investigações que terminou na prisão do suspeito da vítima. “O prejuízo à saúde mental dessa vítima foi de tal ordem que ela já não saía mais de casa sozinha. Após a identificação, representamos pela prisão preventiva do autor e pelas buscas que resultaram na apreensão de eletrônicos”, disse. Alívio após prisão A estudante disse que a prisão do ex-namorado representa um recomeço. “Hoje eu recebi a melhor notícia que eu poderia ter recebido, que isso tudo acabou”, desabafou emocionada. Apesar das provas reunidas, o suspeito negou as acusações ao ser ouvido na delegacia. O homem foi levado a um presídio da Região Metropolitana e permanece à disposição da Justiça. Segundo a polícia, o suspeito poderá responder por falsidade ideológica, perseguição, ameaça e violência psicológica. Homem que perseguiu ex-namorada por 3 anos foi preso em Vitória por policiais do 4º Distrito Policial (DP) de Goiabeiras, em conjunto com a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). PCES A delegada Juliana Saadeh reforçou a importância da denúncia em casos semelhantes. “Esse tipo de comportamento pode gerar danos emocionais permanentes e, se comprovados, pode configurar crime de lesão corporal, previsto no Código Penal, Art. 129, § 13, com pena de até cinco anos de reclusão”, explicou. 'Stalking' De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram registradas 914 ocorrências de ''stalking'" (perseguição, em inglês) no Espírito Santo em 2024, uma média de mais de dois casos por dia. O número representa um aumento de 35,9%, em relação aos 668 casos de 2023. O delegado Brenno Andrade, da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), disse que o crime de "stalking" configura uma perseguição de forma reiterada (repetidas vezes) que acontece por qualquer meio, seja virtual ou físico. "Ameaça a integridade física ou psicológica da vítima e restringe a capacidade de locomoção invadindo, perturbando suas esferas de liberdade de privacidade", explicou o delegado. 'Stalking' (perseguição, em inglês) é crime no Brasil Daniel Ivanaskas/Arte G1 O delegado disse ainda que quem pratica "stalking" pode responder não só criminalmente, mas também nas esferas cível e administrativa. "Porque a vítima pode pedir uma indenização por dano moral para essa pessoa e, às vezes, também na esfera administrativa. A gente já pegou casos de criminosos que estão no local de trabalho cometendo esse crime e essa pessoa pode ser mandada embora por justa causa", informou o delegado. No Espírito Santo, as denúncias podem ser feitas de forma virtual por meio da Delegacia Online, onde é possível anexar informações dos prints de ameaças, mensagens, fotos e link das contas da rede social. Presencialmente, é necessário levar tudo impresso a uma delegacia. No caso de perseguição virtual, a vítima também pode procurar a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos que fica localizada na Avenida Marechal Campos, número 1.236, 2º andar, no bairro Bonfim, em Vitória. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h30. Os telefones são (27) 3137-2607 e (27) 3137-9106. Legislação A lei 14.132, que prevê o crime de perseguição, foi sancionada em 2021, e diz em seu artigo 147-A que o crime se trata de "perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade". A pena para o crime de stalking é de reclusão seis meses a dois anos e multa podendo ser aumentada mediante os seguintes agravantes: Se o crime for cometido contra criança, adolescente ou idoso; Se for contra uma mulher e cometido por razões da condição de sexo feminino; Se for praticado por duas ou mais pessoas ou mediante o uso de arma. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

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Crimes virtuais crescem 165% no RN; veja casos e saiba como se prevenir

Publicado em: 28/08/2025 18:12

Cuidado com golpe de compra e venda pela internet Os golpes virtuais no Rio Grande do Norte subiram 165% em 2024 em comparação com o ano anterior, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O levantamento apontou que esse foi o maior crescimento percentual desse tipo de crime em todo o país. Ao todo, neste período, foram 5.007 casos registrados no estado. ⬇️ Veja, mais abaixo, dicas para evitar cair nesse tipo de golpes. Dois desses casos recentes foram o do barbeiro Jackson Roberto, que teve um prejuízo de R$ 2,5 mil ao tentar comprar um sofá pela internet, e do comerciário Manoel Luiz da Silva, que tomou um prejuízo de cerca de R$ 4,5 mil na compra de uma moto. (Veja, mais abaixo, detalhes dos dois casos). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Segundo o delegado Felipe Botelho, da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos do RN, os golpistas têm usado cada vez mais detalhes para convencer as vítimas, além de dados pessoais dos compradores, como CPF e endereço, por exemplo. “As pessoas hoje em dia, com a facilidade da internet, utilizam muito esses pagamentos mais práticos, tipo o PIX ou o boleto, e acreditam logo. Chegou um boleto, só porque no e-mail tem ali banco tal ou instituição tal, como Receita [Federal], Correios, encomenda, a pessoa já pega aquele boleto e paga. E os criminosos estão muito especialistas”, explicou. LEIA TAMBÉM LEVANTAMENTO: Um em cada quatro potiguares perdeu dinheiro em golpes digitais “Eles utilizam informações verdadeiras para aplicar golpes. Então, ele sabe o seu nome, ele sabe o seu CPF, seu endereço. Ele vai te abordar com informações verdadeiras”. O delegado explicou que os crimes virtuais representam uma tendência entre os golpistas. “O crime está migrando da rua para a internet. Ele acontece em um volume muito grande. Enquanto um ladrão na rua furta de um em um, na internet ele aplica o golpe de volume, várias pessoas caem no golpe de uma vez”, comentou. Golpes aplicados em potiguares: venda de moto e de móveis Cedidas Golpe de R$ 2,5 mil em compra de sofá O barbeiro Jackson Roberto, de Parnamirim, perdeu R$ 2,5 mil após cair em um golpe virtual ao tentar comprar móveis para a nova casa com a esposa. O caso ocorreu depois que ele encontrou um anúncio de sofá nas redes sociais e entrou em contato com a vendedora, que se passava por uma comerciante legítima. O golpe incluiu o envio de fotos do sofá sendo transportado e contatos com um suposto frete, que também seria parte do esquema. "Ela mandou para mim vídeos, fotos de tudo, placa de caminhão, tudo, dizendo que tinha colocado as coisas no caminhão. Mostrou vídeo, foto", contou Jackson. O barbeiro acabou convencido a comprar outros itens, como máquina de lavar, mesa e guarda-roupa, produtos que a suposta vendedora disse que também estava vendendo com desconto. Após realizar o pagamento via PIX, no entanto, ele não conseguiu mais contato com os golpistas. "Eu fui tentar entrar em contato com as pessoas, inclusive o frete. Tentei entrar em contato com ele, com ela. Quando eu fui ver, o número já estava bloqueado, já não tinha mais nada", disse. Sofá anunciado pela golpista era objetivo da compra inicial de Jackson e a esposa Cedida Moto comprada a R$ 4,5 mil era golpe Outro morador de Parnamirim também caiu em um golpe semelhante. O comérciário Manoel Luiz tentou comprar uma moto por meio de uma suposta loja localizada em Patos, na Paraíba. A negociação também foi feita pelas redes sociais. O golpista enviou imagens da moto e mantinha uma conversa aparentemente profissional. Manoel fez duas transferências via PIX e só depois percebeu que havia sido enganado. "Eu entrei em contato com o pessoal e, depois de muita conversa, acabei me comovendo com a situação, fiz um PIX no valor de R$ 2,5 mil. Eles não quiseram entregar essa moto, porque, segundo ele, a tesoureira estava procurando uma situação barata para vir para cá, para fazer essa entrega", disse. "Aí me pediram mais de R$ 2 mil. Com muita conversa, depois de algumas várias horas, eu acabei cedendo esse valor: mais R$ 2 mil num valor total de R$ 4,5 mil", completou. Manoel tomou golpe de R$ 4,5 mil em compra de moto Divulgação O que fazer para evitar cair em golpe virtual O delegado Felipe Botelho, da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos, alerta que nesse tipo de negociação, as transações pela internet só devem ser realizadas depois que o comprador tiver acesso ao produto. “É normal uma transação feita pela internet, mas aquele pagamento que você vai fazer, faça só depois que você estiver com o bem, tiver acesso ao bem, para que não aconteça o que acontece sempre: que a pessoa paga, e logo depois o golpista some”, explicou. Ele recomenda desconfiar de ofertas de outros estados, de vendedores que não se mostram pessoalmente e de valores muito abaixo do mercado. "Desconfiar sempre, ainda que o preço esteja ali aproximado ou não nessas ofertas incríveis que aparecem. Mas sempre desconfiar, principalmente quando uma pessoa não está querendo se mostrar ali pessoalmente”, completou. Em caso de cair no golpe, a recomendação é tentar, primeiro, acionar a instituição financeira, recomenda o delegado. “Se a pessoa acabou de cair no golpe, o primeiro passo é procurar a instituição financeira para tentar bloquear ou restringir o valor e depois registrar a ocorrência na polícia”, explicou Botelho. O passo a passo, segundo ele, é: Procurar imediatamente a instituição financeira para tentar bloquear ou restringir o valor transferido; Registrar boletim de ocorrência na polícia, preferencialmente na Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos; Manter registro de conversas, comprovantes de pagamento e dados de contato do golpista. 📍 A Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos, inaugurada neste ano, está localizada na avenida Capitão-Mor Gouveia, número 1339, no bairro Nazaré, Zona Oeste de Natal. Denúncias sobre golpes podem ser feitas pelo telefone 181, inclusive de forma anônima. Pesquisa mostra de 1 em cada 3 brasileiros já caiu em golpe virtual e perdeu dinheiro Veja os vídeos mais assistidos do g1 RN

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Polícia Federal cumpre mandados contra armazenamento de imagens de abuso sexual infantil em Juiz de Fora

Publicado em: 28/08/2025 13:09

A Polícia Federal realizou, na manhã desta quinta-feira (28), uma operação contra o armazenamento de imagens de abuso sexual infantil em Juiz de Fora. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na cidade. De acordo com a PF, as investigações começaram após informações indicarem que um suspeito fazia download e armazenava fotos e vídeos com cenas de abuso contra crianças e adolescentes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Foram apreendidos dois celulares e um pendrive, que serão analisados pela perícia. Ninguém foi preso. Ainda conforme a PF, a operação faz parte do combate aos crimes cibernéticos, especialmente aqueles relacionados ao abuso e à exploração sexual de menores. LEIA TAMBÉM: Operação 'Caminhos Seguros' prende suspeitos de violência sexual em Cataguases e Além Paraíba Idoso é preso por suspeita de estuprar a neta de 4 anos em São João del Rei Câmeras de monitoramento auxiliam na prisão de homem por estupro de vulnerável em MG ASSISTA TAMBÉM: Homem é preso suspeito de estuprar criança em Muriaé Homem é preso suspeito de estuprar criança em Muriaé VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

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Golpe do motel: suspeitos faziam tocaia na rua e em quartos para flagrar traições e extorquir dinheiro das vítimas no RS

Publicado em: 26/08/2025 19:04

Presos suspeitos de extorquir pessoas para não divulgar supostas infidelidades no RS Um esquema de extorsão foi alvo da Polícia Civil do RS em operação nesta terça-feira (26) que prendeu cinco pessoas em Porto Alegre e na Região Metropolitana. De acordo com a polícia, os suspeitos de praticar o chamado golpe do motel faziam tocaia na frente de estabelecimentos e por vezes dentro de suítes alugadas com o propósito de cometer o crime. As vítimas eram filmadas deixando o motel e, depois, passavam a receber ameaças. Saiba abaixo detalhes de como funcionava o golpe. O caso começou a ser investigado em junho deste ano e 10 vítimas foram identificadas. De acordo com o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos, os criminosos exigiam até R$ 15 mil para não divulgar as supostas infidelidades. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Golpe do motel: polícia prende suspeitos de extorquir pessoas para não divulgar supostas infidelidades no RS Polícia Civil/Divulgação Como funcionava o golpe De acordo com os investigadores, o esquema era coordenado por criminosos de dentro de presídios e contava com uma mulher, chamada de articuladora externa, que fotografava veículos e ameaçava as vítimas. O golpe começava com a tocaia em frente ou dentro de motéis. A mulher, que foi presa nesta terça-feira, ficava na calçada em frente aos estabelecimentos ou em suítes alugadas com essa finalidade e fotografava veículos, principalmente de luxo, na entrada e saída do local. Com essas imagens, os criminosos usavam aplicativos e dados da placa dos veículos para obter outros dados pessoais das vítimas como nomes completos, números de telefone e informações sobre seus familiares, e em seguida entravam em contato com essas pessoas. Eles entravam em contato com as vítimas pela internet e, se passando por detetives particulares, diziam que foram contratados pelos cônjuges para investigar supostas traições e ameaçavam expor o material registrado, como fotos. O dinheiro exigido era para ficarem em silêncio (veja uma das mensagens acima). Para garantir o silêncio, exigiam pagamentos, via Pix, de até R$ 15 mil. Mulher presa sob suspeita de aplicar golpe do motel no RS Polícia Civil/Divulgação VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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Crimes cibernéticos: Polícia Civil cumpre mandados de de busca e apreensão em Rurópolis

Publicado em: 26/08/2025 16:22

Equipamentos apreendidos para investigação de crimes cibernéticos Polícia Civil / Divulgação Policiais civis dos municípios de Rurópolis e Placas deram cumprimento a mandados judiciais de busca e apreensão de computadores, notebooks e celulares em Rurópolis, com o objetivo de instruir inquérito policial que apura crimes cibernéticos no âmbito doméstico. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp De acordo com a polícia, mesmo residindo em outro município a vítima passou a ser difamada e ameaçada virtualmente e ter seus dados telemáticos invadidos pelo ex-companheiro. Policiais dos dois municípios trabalham no caso e encontraram os objetos da investigação em uma farmácia de Rurópolis. Os equipamentos apreendidos serão submetidos à perícia para extração de dados. A operação contou com o apoio da Polícia Militar e teve resultado positivo com o cumprimento do mandado e apreensão dos objetos. O resultado da perícia pode levar a um desdobramento do caso, a responsabilização e até prisão dos responsáveis. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região

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