Golpe do motel: suspeitos faziam tocaia na rua e em quartos para flagrar traições e extorquir dinheiro das vítimas no RS
Publicado em: 26/08/2025 19:04
<br /> Presos suspeitos de extorquir pessoas para não divulgar supostas infidelidades no RS
Um esquema de extorsão foi alvo da Polícia Civil do RS em operação nesta terça-feira (26) que prendeu cinco pessoas em Porto Alegre e na Região Metropolitana. De acordo com a polícia, os suspeitos de praticar o chamado golpe do motel faziam tocaia na frente de estabelecimentos e por vezes dentro de suítes alugadas com o propósito de cometer o crime.
As vítimas eram filmadas deixando o motel e, depois, passavam a receber ameaças. Saiba abaixo detalhes de como funcionava o golpe.
O caso começou a ser investigado em junho deste ano e 10 vítimas foram identificadas. De acordo com o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos, os criminosos exigiam até R$ 15 mil para não divulgar as supostas infidelidades.
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Golpe do motel: polícia prende suspeitos de extorquir pessoas para não divulgar supostas infidelidades no RS
Polícia Civil/Divulgação
Como funcionava o golpe
De acordo com os investigadores, o esquema era coordenado por criminosos de dentro de presídios e contava com uma mulher, chamada de articuladora externa, que fotografava veículos e ameaçava as vítimas.
O golpe começava com a tocaia em frente ou dentro de motéis. A mulher, que foi presa nesta terça-feira, ficava na calçada em frente aos estabelecimentos ou em suítes alugadas com essa finalidade e fotografava veículos, principalmente de luxo, na entrada e saída do local.
Com essas imagens, os criminosos usavam aplicativos e dados da placa dos veículos para obter outros dados pessoais das vítimas como nomes completos, números de telefone e informações sobre seus familiares, e em seguida entravam em contato com essas pessoas.
Eles entravam em contato com as vítimas pela internet e, se passando por detetives particulares, diziam que foram contratados pelos cônjuges para investigar supostas traições e ameaçavam expor o material registrado, como fotos. O dinheiro exigido era para ficarem em silêncio (veja uma das mensagens acima).
Para garantir o silêncio, exigiam pagamentos, via Pix, de até R$ 15 mil.
Mulher presa sob suspeita de aplicar golpe do motel no RS
Polícia Civil/Divulgação
VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Um esquema de extorsão foi alvo da Polícia Civil do RS em operação nesta terça-feira (26) que prendeu cinco pessoas em Porto Alegre e na Região Metropolitana. De acordo com a polícia, os suspeitos de praticar o chamado golpe do motel faziam tocaia na frente de estabelecimentos e por vezes dentro de suítes alugadas com o propósito de cometer o crime.
As vítimas eram filmadas deixando o motel e, depois, passavam a receber ameaças. Saiba abaixo detalhes de como funcionava o golpe.
O caso começou a ser investigado em junho deste ano e 10 vítimas foram identificadas. De acordo com o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos, os criminosos exigiam até R$ 15 mil para não divulgar as supostas infidelidades.
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Polícia Civil/Divulgação
Como funcionava o golpe
De acordo com os investigadores, o esquema era coordenado por criminosos de dentro de presídios e contava com uma mulher, chamada de articuladora externa, que fotografava veículos e ameaçava as vítimas.
O golpe começava com a tocaia em frente ou dentro de motéis. A mulher, que foi presa nesta terça-feira, ficava na calçada em frente aos estabelecimentos ou em suítes alugadas com essa finalidade e fotografava veículos, principalmente de luxo, na entrada e saída do local.
Com essas imagens, os criminosos usavam aplicativos e dados da placa dos veículos para obter outros dados pessoais das vítimas como nomes completos, números de telefone e informações sobre seus familiares, e em seguida entravam em contato com essas pessoas.
Eles entravam em contato com as vítimas pela internet e, se passando por detetives particulares, diziam que foram contratados pelos cônjuges para investigar supostas traições e ameaçavam expor o material registrado, como fotos. O dinheiro exigido era para ficarem em silêncio (veja uma das mensagens acima).
Para garantir o silêncio, exigiam pagamentos, via Pix, de até R$ 15 mil.
Mulher presa sob suspeita de aplicar golpe do motel no RS
Polícia Civil/Divulgação
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Palavras-chave:
cibernético
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