Deepfake: Polícia apura suspeita de manipulação de imagens de alunas do Colégio de Aplicação da UFRGS
Publicado em: 31/03/2026 15:45
<br /> Ato em colégio de Porto Alegre pede respeito às mulheres
Reprodução/RBS TV
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar suposta manipulação de imagens (deepfake) de alunas do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). As investigações tiveram início na segunda-feira (30) a partir do registro de duas ocorrências por adolescentes que teriam sido vítimas.
➡️ Deepfake é uma técnica que permite alterar um vídeo ou foto com ajuda de inteligência artificial (IA). Com ele, por exemplo, o rosto da pessoa que está em cena pode ser trocado pelo de outra; ou aquilo que a pessoa fala pode ser modificado.
As imagens compartilhadas na internet teriam sido alteradas digitalmente, incluindo conteúdo pornográfico. Estudantes suspeitos de envolvimento foram suspensos cautelarmente, disse a instituição de ensino.
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A escola não informou o número de alunos suspensos. Também não foi divulgada quantidade de estudantes que seriam vítimas. A Corregedoria da Universidade acompanha o caso.
Em nota, a UFRGS afirma que "segue acompanhando o caso com a máxima seriedade, prestando apoio às estudantes e suas famílias, e adotará todas as medidas necessárias à responsabilização dos envolvidos, respeitando o devido processo legal". Leia abaixo a nota na íntegra
Segundo a delegada Alice Fernandes, do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente, testemunhas devem ser ouvidas nesta semana.
G1 Explica: Deepfake
Ato pede respeito às mulheres
Estudantes do colégio realizaram um ato na manhã desta terça-feira (31) em defesa do respeito às mulheres e do uso responsável das redes sociais. O ato foi organizado pelos próprios alunos após o caso.
Vestindo camisetas brancas e com cartazes com a frase "Respeito não é um favor. Respeito é um direito", os estudantes se reuniram em uma mobilização de conscientização no saguão do colégio. Participaram alunos de turmas do ensino fundamental e do ensino médio.
Ato em colégio de Porto Alegre pede respeito às mulheres
Reprodução/RBS TV
Nota da UFRGS
"A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Colégio de Aplicação, informa que tomou conhecimento de relatos envolvendo a produção e circulação de conteúdos digitais manipulados (deepfakes) com imagens de estudantes.
Desde o primeiro momento, a Direção do Colégio, juntamente com o Núcleo de Orientação Educacional, Serviço Social e Psicologia Escolar (NOPE), iniciou a escuta das estudantes envolvidas, bem como a apuração dos fatos junto aos alunos mencionados.
Medidas imediatas já foram adotadas, incluindo contato com as famílias, aplicação de suspensão cautelar dos estudantes envolvidos e o encaminhamento dos procedimentos administrativos cabíveis, com acompanhamento da Corregedoria da Universidade.
Até o momento, as informações apuradas indicam a existência de um número restrito de materiais, ainda não acessados pela instituição, sendo que as investigações seguem em andamento para a devida verificação dos fatos.
A UFRGS reafirma seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, com o combate a todas as formas de violência, inclusive digital, e com a promoção de um ambiente educacional seguro, ético e respeitoso.
A Universidade segue acompanhando o caso com a máxima seriedade, prestando apoio às estudantes e suas famílias, e adotará todas as medidas necessárias à responsabilização dos envolvidos, respeitando o devido processo legal."
VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Reprodução/RBS TV
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar suposta manipulação de imagens (deepfake) de alunas do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). As investigações tiveram início na segunda-feira (30) a partir do registro de duas ocorrências por adolescentes que teriam sido vítimas.
➡️ Deepfake é uma técnica que permite alterar um vídeo ou foto com ajuda de inteligência artificial (IA). Com ele, por exemplo, o rosto da pessoa que está em cena pode ser trocado pelo de outra; ou aquilo que a pessoa fala pode ser modificado.
As imagens compartilhadas na internet teriam sido alteradas digitalmente, incluindo conteúdo pornográfico. Estudantes suspeitos de envolvimento foram suspensos cautelarmente, disse a instituição de ensino.
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A escola não informou o número de alunos suspensos. Também não foi divulgada quantidade de estudantes que seriam vítimas. A Corregedoria da Universidade acompanha o caso.
Em nota, a UFRGS afirma que "segue acompanhando o caso com a máxima seriedade, prestando apoio às estudantes e suas famílias, e adotará todas as medidas necessárias à responsabilização dos envolvidos, respeitando o devido processo legal". Leia abaixo a nota na íntegra
Segundo a delegada Alice Fernandes, do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente, testemunhas devem ser ouvidas nesta semana.
G1 Explica: Deepfake
Ato pede respeito às mulheres
Estudantes do colégio realizaram um ato na manhã desta terça-feira (31) em defesa do respeito às mulheres e do uso responsável das redes sociais. O ato foi organizado pelos próprios alunos após o caso.
Vestindo camisetas brancas e com cartazes com a frase "Respeito não é um favor. Respeito é um direito", os estudantes se reuniram em uma mobilização de conscientização no saguão do colégio. Participaram alunos de turmas do ensino fundamental e do ensino médio.
Ato em colégio de Porto Alegre pede respeito às mulheres
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Nota da UFRGS
"A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Colégio de Aplicação, informa que tomou conhecimento de relatos envolvendo a produção e circulação de conteúdos digitais manipulados (deepfakes) com imagens de estudantes.
Desde o primeiro momento, a Direção do Colégio, juntamente com o Núcleo de Orientação Educacional, Serviço Social e Psicologia Escolar (NOPE), iniciou a escuta das estudantes envolvidas, bem como a apuração dos fatos junto aos alunos mencionados.
Medidas imediatas já foram adotadas, incluindo contato com as famílias, aplicação de suspensão cautelar dos estudantes envolvidos e o encaminhamento dos procedimentos administrativos cabíveis, com acompanhamento da Corregedoria da Universidade.
Até o momento, as informações apuradas indicam a existência de um número restrito de materiais, ainda não acessados pela instituição, sendo que as investigações seguem em andamento para a devida verificação dos fatos.
A UFRGS reafirma seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, com o combate a todas as formas de violência, inclusive digital, e com a promoção de um ambiente educacional seguro, ético e respeitoso.
A Universidade segue acompanhando o caso com a máxima seriedade, prestando apoio às estudantes e suas famílias, e adotará todas as medidas necessárias à responsabilização dos envolvidos, respeitando o devido processo legal."
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Palavras-chave:
inteligência artificial
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