Policial civil é preso novamente em investigação de golpe financeiro contra moradores do Jardim Pantanal
Publicado em: 14/09/2025 13:58
<br /> Agente da Polícia Civil de São Paulo Cyllas Salerno Elia Junior, criador e dono do 2GO Bank, uma das instituições financeiras citadas por Gritzbach
Reprodução/TV Globo
O policial civil Cyllas Elia Júnior, dono da fintech 2GO Bank, foi preso neste domingo (14) em São Paulo pela Corregedoria da Polícia Civil. A prisão temporária aconteceu no mesmo dia em que o Fantástico exibirá uma reportagem exclusiva mostrando como moradores do Jardim Pantanal, na Zona Leste da capital, foram vítimas de golpes financeiros.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, além da prisão, agentes cumpriram mandados de busca em cinco endereços autorizados pela Justiça. O caso corre em paralelo às investigações anteriores da Polícia Federal.
Em fevereiro, Cyllas já havia sido alvo da Operação Hydra, quando relatórios da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo apontaram que a 2GO Bank movimentava valores milionários com criptomoedas ligadas ao PCC e até a organizações terroristas. À época, ele chegou a ser preso, mas voltou a trabalhar normalmente na Polícia Civil meses depois.
De acordo com a apuração do Fantástico, no Jardim Pantanal os criminosos se aproveitaram da vulnerabilidade social da comunidade para aplicar fraudes. Com a promessa de cestas básicas, recolheram documentos dos moradores e abriram milhares de contas bancárias em nome das vítimas, que depois eram usadas no esquema de lavagem de dinheiro.
Cyllas foi levado para a Corregedoria da Polícia Civil, onde deve prestar depoimento.
Reprodução/TV Globo
O policial civil Cyllas Elia Júnior, dono da fintech 2GO Bank, foi preso neste domingo (14) em São Paulo pela Corregedoria da Polícia Civil. A prisão temporária aconteceu no mesmo dia em que o Fantástico exibirá uma reportagem exclusiva mostrando como moradores do Jardim Pantanal, na Zona Leste da capital, foram vítimas de golpes financeiros.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, além da prisão, agentes cumpriram mandados de busca em cinco endereços autorizados pela Justiça. O caso corre em paralelo às investigações anteriores da Polícia Federal.
Em fevereiro, Cyllas já havia sido alvo da Operação Hydra, quando relatórios da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo apontaram que a 2GO Bank movimentava valores milionários com criptomoedas ligadas ao PCC e até a organizações terroristas. À época, ele chegou a ser preso, mas voltou a trabalhar normalmente na Polícia Civil meses depois.
De acordo com a apuração do Fantástico, no Jardim Pantanal os criminosos se aproveitaram da vulnerabilidade social da comunidade para aplicar fraudes. Com a promessa de cestas básicas, recolheram documentos dos moradores e abriram milhares de contas bancárias em nome das vítimas, que depois eram usadas no esquema de lavagem de dinheiro.
Cyllas foi levado para a Corregedoria da Polícia Civil, onde deve prestar depoimento.
Palavras-chave:
vulnerabilidade
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