Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Publicado em: 05/04/2026 02:00
<br /> Médicos criam aplicativo com IA para orientar pais sobre cuidados na primeira infância
Imagine uma mãe acordando às três da manhã preocupada com a febre do filho. Em vez de abrir dezenas de sites ou recorrer a fóruns na internet, ela busca uma orientação rápida, clara e confiável.
Foi pensando nesse tipo de situação que um grupo de empreendedores criou, em Goiânia (GO), um aplicativo voltado para cuidados e orientações na primeira infância.
A plataforma foi idealizada pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios — uma psicóloga, uma cientista da computação e um engenheiro com formação em administração — para desenvolver uma solução digital que ajudasse pais e cuidadores a acompanhar o desenvolvimento infantil.
O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade. A ideia surgiu da experiência profissional dos fundadores e do contato frequente com dúvidas e inseguranças de famílias durante consultas.
“Cuidar de uma criança é como estar em uma orquestra em que o regente é a própria criança. Todos precisam tocar afinados, porque quando alguém desafina, o desenvolvimento também pode ser afetado”, diz Luciane.
Segundo os empreendedores, a motivação para criar o negócio também veio das histórias de mães atendidas nos consultórios e da própria experiência deles como pais.
“O objetivo era levar para os pais as informações essenciais sobre desenvolvimento infantil, especialmente o desenvolvimento neuropsicomotor, que precisa ser acompanhado ao longo dos primeiros meses e anos de vida”, afirma Paulo.
Da ideia até o lançamento do aplicativo, o projeto levou quase sete anos de desenvolvimento. Durante esse período, a empresa também recebeu apoio por meio de editais e programas de incentivo à inovação.
O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma. Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil.
Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Reprodução/PEGN
Inteligência artificial com curadoria médica
O aplicativo oferece diferentes tipos de conteúdo para os usuários, como artigos, vídeos educativos e uma comunidade de famílias que trocam experiências. Um dos recursos mais utilizados é um chat com inteligência artificial disponível 24 horas por dia.
O diferencial, segundo os fundadores, é que as respostas da IA passam por curadoria de profissionais da saúde, o que busca garantir maior segurança nas orientações.
“Nós testamos diversas tecnologias de inteligência artificial, mas a maioria foi criada para propósitos gerais. O nosso propósito é muito específico: parentalidade e domínio médico”, explica a cientista da computação Nádia Félix, uma das sócias.
Hoje, cerca de 24 profissionais, em sua maioria da área da saúde, participam da produção e revisão do conteúdo disponível no aplicativo.
Modelo de negócios
A plataforma funciona em modelo freemium. Existe uma versão básica gratuita e dois planos pagos:
Plano essencial: R$ 25 por mês
Plano comunidade: R$ 30 por mês
A startup também aposta em estratégias de divulgação digital e no boca a boca entre pais e profissionais da saúde. O aplicativo já registra quase 2 mil downloads, com metade dos usuários formada por mães e cuidadores e a outra metade por profissionais da área médica.
Outra frente de expansão do negócio é oferecer a tecnologia para consultórios, permitindo que médicos acompanhem o desenvolvimento de pacientes pela plataforma.
Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Reprodução/PEGN
Impacto para as famílias
Para quem utiliza o aplicativo, o acesso rápido às informações pode fazer diferença em momentos de insegurança.
A mãe Larissa Arbués Carneiro conta que recorreu ao chat da plataforma após o filho cair da cama. “Eu fiquei com muito medo e perguntei o que deveria observar. A orientação foi clara sobre quais sinais acompanhar e em que situação procurar atendimento médico. Isso me deixou muito mais tranquila”, afirma.
Segundo os fundadores, a proposta da ferramenta não é substituir profissionais de saúde, mas ampliar o acesso das famílias a informações confiáveis.
“Como pediatra, vejo que o aplicativo cria uma oportunidade para que pais e cuidadores tenham acesso a orientações importantes”, diz Paulo.
Para Luciane, o projeto também tem um significado pessoal. “É uma forma de devolver às mães e às famílias alguns dos privilégios e aprendizados que tive ao longo da vida.”
Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Reprodução/PEGN
Mamãe Pingo (App Infantil)
📍 Endereço: Avenida T2, 471, Sala 714 – Edifício Focus Business Center – Setor Bueno, Goiânia/GO – CEP: 74210‑005
📞 Telefone/WhatsApp: (62) 99621‑7347
📧 E‑mail: contato@mamaepingo.com
🌐 Site: https://mamaepingo.com.br
📸 Instagram: https://www.instagram.com/mamaepingo
📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/17nQdS14R4
Impact Hub Goiânia
📍 Endereço: Avenida T4 – Shopping Buena Vista – Setor Bueno, Goiânia/GO – CEP: 74230‑030
📞 Telefone/WhatsApp: (62) 98144‑6677
🌐 Site: https://impacthub.net
📸 Instagram: https://www.instagram.com/impacthubgoiania
Imagine uma mãe acordando às três da manhã preocupada com a febre do filho. Em vez de abrir dezenas de sites ou recorrer a fóruns na internet, ela busca uma orientação rápida, clara e confiável.
Foi pensando nesse tipo de situação que um grupo de empreendedores criou, em Goiânia (GO), um aplicativo voltado para cuidados e orientações na primeira infância.
A plataforma foi idealizada pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios — uma psicóloga, uma cientista da computação e um engenheiro com formação em administração — para desenvolver uma solução digital que ajudasse pais e cuidadores a acompanhar o desenvolvimento infantil.
O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade. A ideia surgiu da experiência profissional dos fundadores e do contato frequente com dúvidas e inseguranças de famílias durante consultas.
“Cuidar de uma criança é como estar em uma orquestra em que o regente é a própria criança. Todos precisam tocar afinados, porque quando alguém desafina, o desenvolvimento também pode ser afetado”, diz Luciane.
Segundo os empreendedores, a motivação para criar o negócio também veio das histórias de mães atendidas nos consultórios e da própria experiência deles como pais.
“O objetivo era levar para os pais as informações essenciais sobre desenvolvimento infantil, especialmente o desenvolvimento neuropsicomotor, que precisa ser acompanhado ao longo dos primeiros meses e anos de vida”, afirma Paulo.
Da ideia até o lançamento do aplicativo, o projeto levou quase sete anos de desenvolvimento. Durante esse período, a empresa também recebeu apoio por meio de editais e programas de incentivo à inovação.
O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma. Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil.
Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Reprodução/PEGN
Inteligência artificial com curadoria médica
O aplicativo oferece diferentes tipos de conteúdo para os usuários, como artigos, vídeos educativos e uma comunidade de famílias que trocam experiências. Um dos recursos mais utilizados é um chat com inteligência artificial disponível 24 horas por dia.
O diferencial, segundo os fundadores, é que as respostas da IA passam por curadoria de profissionais da saúde, o que busca garantir maior segurança nas orientações.
“Nós testamos diversas tecnologias de inteligência artificial, mas a maioria foi criada para propósitos gerais. O nosso propósito é muito específico: parentalidade e domínio médico”, explica a cientista da computação Nádia Félix, uma das sócias.
Hoje, cerca de 24 profissionais, em sua maioria da área da saúde, participam da produção e revisão do conteúdo disponível no aplicativo.
Modelo de negócios
A plataforma funciona em modelo freemium. Existe uma versão básica gratuita e dois planos pagos:
Plano essencial: R$ 25 por mês
Plano comunidade: R$ 30 por mês
A startup também aposta em estratégias de divulgação digital e no boca a boca entre pais e profissionais da saúde. O aplicativo já registra quase 2 mil downloads, com metade dos usuários formada por mães e cuidadores e a outra metade por profissionais da área médica.
Outra frente de expansão do negócio é oferecer a tecnologia para consultórios, permitindo que médicos acompanhem o desenvolvimento de pacientes pela plataforma.
Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Reprodução/PEGN
Impacto para as famílias
Para quem utiliza o aplicativo, o acesso rápido às informações pode fazer diferença em momentos de insegurança.
A mãe Larissa Arbués Carneiro conta que recorreu ao chat da plataforma após o filho cair da cama. “Eu fiquei com muito medo e perguntei o que deveria observar. A orientação foi clara sobre quais sinais acompanhar e em que situação procurar atendimento médico. Isso me deixou muito mais tranquila”, afirma.
Segundo os fundadores, a proposta da ferramenta não é substituir profissionais de saúde, mas ampliar o acesso das famílias a informações confiáveis.
“Como pediatra, vejo que o aplicativo cria uma oportunidade para que pais e cuidadores tenham acesso a orientações importantes”, diz Paulo.
Para Luciane, o projeto também tem um significado pessoal. “É uma forma de devolver às mães e às famílias alguns dos privilégios e aprendizados que tive ao longo da vida.”
Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês
Reprodução/PEGN
Mamãe Pingo (App Infantil)
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Impact Hub Goiânia
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