Pescadores estão com seguro defeso atrasado e relatam dificuldades no interior de SP
Publicado em: 07/04/2026 07:22
<br /> Pescadores de Cachoeira de Emas, em Pirassununga, estão sem receber o seguro defeso
Pescadores profissionais de Cachoeira de Emas, em Pirassununga (SP), relatam dificuldades financeiras devido ao atraso no pagamento do seguro defeso. O benefício deveria ser pago durante os meses de proibição da pesca por conta da Piracema, época de reprodução dos peixes, que terminou no final de fevereiro.
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O Ministério do Trabalho e Emprego informou que até dia 2 de abril foram emitidas 11.889 parcelas para o estado de São Paulo. Questionado sobre a previsão de pagamento para os pescadores de Cachoeira de Emas, o órgão não respondeu.
Sem seguro defeso
Pescadores estão com seguro defeso atrasado em Pirassununga (SP)
Renan Ciconelo/EPTV
Desde 1º de março, a pesca foi retomada no Rio Mogi Guaçu, mas muitos pescadores ainda aguardam o benefício. O pescador Jonathan Nathan Leme, que atua há 15 anos na região, contou que o trabalho é sua única fonte de renda: “A gente limpa e vende na rua, vende nas feirinhas, tem barraquinha também. A gente vai vivendo aí", disse.
Durante a Piracema, os profissionais têm direito a quatro parcelas equivalentes a um salário mínimo. No entanto, ao consultar o Portal Emprega Brasil, muitos encontram apenas mensagens como “aguardando análise” ou “não há recursos para o benefício”.
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Fernando Henrique de Moura Picciarelli, representante da categoria e filho de pescador, ajuda voluntariamente colegas que têm dificuldade com tecnologia. Ele conta que os pagamentos eram regulares quando estavam sob responsabilidade do INSS.
Após a transferência para o Ministério do Trabalho e Emprego, em novembro de 2025, muita gente ficou sem o pagamento e está no prejuízo.
“É mercadinho que deve, conta de luz, conta de água. Alguns tiveram até corte de luz. E como faz?", disse.
VÍDEOS DA EPTV:
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Pescadores profissionais de Cachoeira de Emas, em Pirassununga (SP), relatam dificuldades financeiras devido ao atraso no pagamento do seguro defeso. O benefício deveria ser pago durante os meses de proibição da pesca por conta da Piracema, época de reprodução dos peixes, que terminou no final de fevereiro.
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O Ministério do Trabalho e Emprego informou que até dia 2 de abril foram emitidas 11.889 parcelas para o estado de São Paulo. Questionado sobre a previsão de pagamento para os pescadores de Cachoeira de Emas, o órgão não respondeu.
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Pescadores estão com seguro defeso atrasado em Pirassununga (SP)
Renan Ciconelo/EPTV
Desde 1º de março, a pesca foi retomada no Rio Mogi Guaçu, mas muitos pescadores ainda aguardam o benefício. O pescador Jonathan Nathan Leme, que atua há 15 anos na região, contou que o trabalho é sua única fonte de renda: “A gente limpa e vende na rua, vende nas feirinhas, tem barraquinha também. A gente vai vivendo aí", disse.
Durante a Piracema, os profissionais têm direito a quatro parcelas equivalentes a um salário mínimo. No entanto, ao consultar o Portal Emprega Brasil, muitos encontram apenas mensagens como “aguardando análise” ou “não há recursos para o benefício”.
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Após a transferência para o Ministério do Trabalho e Emprego, em novembro de 2025, muita gente ficou sem o pagamento e está no prejuízo.
“É mercadinho que deve, conta de luz, conta de água. Alguns tiveram até corte de luz. E como faz?", disse.
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Palavras-chave:
tecnologia
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