Imposto de Renda: Receita Federal cobrou mais de R$ 5 bilhões em 2025 por conta de irregularidades
Publicado em: 09/04/2026 10:37
<br /> A Secretaria da Receita Federal informou que foram cobrados, em 2025, R$ 5,2 bilhões de contribuintes pessoas físicas por conta de irregularidades identificadas na declaração do Imposto de Renda — que teve por base as movimentações financeiras do ano anterior.
As informações constam no relatório anual de Fiscalização, divulgado nesta quinta-feira (9).
Deste total, R$ 2,6 bilhões referem-se a 2,4 milhões contribuintes que se "autorregularizaram", ou seja, que apresentaram declaração retificadora e pagaram à vista, ou parcelaram, os valores.
Outros 600 mil contribuintes, entretanto, não enviaram declaração retificadora, apesar das notificações do Fisco de que estavam na malha fina, e foram autuados em R$ 2,6 bilhões.
Contribuintes que acertaram as contas com o leão espontaneamente
Apresentação da Receita Federal
Imposto de Renda: golpes ficam mais sofisticados e enganam até usuários atentos
Filtros de checagem
Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.
Além das movimentações financeiras, o Fisco checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes.
Ao todo, são mais de 160 filtros de checagem de dados na declaração do Imposto de Renda, que tem de ser entregue todos os anos.
Alguns cruzamentos são mais simples, como CPF, endereço, dependentes, ou seja, informações pessoais.
Entre as informações obtidas e checadas pela Receita, estão:
rendimentos;
movimentações financeiras no PIX (acima de R$ 2 mil por mês);
pagamentos no débito (acima de R$ 2 mil por mês);
cartões de crédito (acima de R$ 2 mil por mês);
aluguéis;
despesas médicas (titular e dependentes, com recibos digitais a partir de 2025);
mercado acionário e criptoativos;
automóveis;
aplicações em renda fixa;
número de dependentes;
despesas com educação (titular e dependentes);
previdência complementar;
gastos com empregados domésticos,
informações sobre imóveis, incluindo compra e venda;
carnê leão;
bens no exterior;
deduções de incentivo cultural;
contribuição a entidades beneficentes.
O objetivo é saber se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos, ou se eles precisam ser ajustados.
As informações constam no relatório anual de Fiscalização, divulgado nesta quinta-feira (9).
Deste total, R$ 2,6 bilhões referem-se a 2,4 milhões contribuintes que se "autorregularizaram", ou seja, que apresentaram declaração retificadora e pagaram à vista, ou parcelaram, os valores.
Outros 600 mil contribuintes, entretanto, não enviaram declaração retificadora, apesar das notificações do Fisco de que estavam na malha fina, e foram autuados em R$ 2,6 bilhões.
Contribuintes que acertaram as contas com o leão espontaneamente
Apresentação da Receita Federal
Imposto de Renda: golpes ficam mais sofisticados e enganam até usuários atentos
Filtros de checagem
Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.
Além das movimentações financeiras, o Fisco checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes.
Ao todo, são mais de 160 filtros de checagem de dados na declaração do Imposto de Renda, que tem de ser entregue todos os anos.
Alguns cruzamentos são mais simples, como CPF, endereço, dependentes, ou seja, informações pessoais.
Entre as informações obtidas e checadas pela Receita, estão:
rendimentos;
movimentações financeiras no PIX (acima de R$ 2 mil por mês);
pagamentos no débito (acima de R$ 2 mil por mês);
cartões de crédito (acima de R$ 2 mil por mês);
aluguéis;
despesas médicas (titular e dependentes, com recibos digitais a partir de 2025);
mercado acionário e criptoativos;
automóveis;
aplicações em renda fixa;
número de dependentes;
despesas com educação (titular e dependentes);
previdência complementar;
gastos com empregados domésticos,
informações sobre imóveis, incluindo compra e venda;
carnê leão;
bens no exterior;
deduções de incentivo cultural;
contribuição a entidades beneficentes.
O objetivo é saber se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos, ou se eles precisam ser ajustados.
Palavras-chave:
inteligência artificial
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