Da lua ao cosmos: conheça o planetário no meio da Amazônia que simula universo e fenômenos astronômicos
Publicado em: 10/04/2026 05:01
<br /> Simulação do universo no Planetário Médio Solimões.
Jeferson Santos
Em Coari, no interior do Amazonas, uma grande semiesfera azul abriga a lua, planetas, estrelas e fenômenos astrológicos. Por lá, os mistérios do universo começaram a ser simulados — ou melhor, explorados — em março deste ano, quando o Planetário do Médio Solimões começou a funcionar.
Instalado no Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas (ISB/Ufam), o local é o primeiro planetário permanente no Amazonas e o terceiro em toda a Região Norte.
O espaço conta com uma cúpula de projeção onde são exibidas simulações do céu, do universo e de eventos astronômicos. O objetivo é proporcionar o acesso da população ao conhecimento científico na Amazônia.
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Com capacidade para até 30 pessoas por sessão, o Planetário do Médio Solimões recebeu os primeiros visitantes no dia 10 de março, quando uma turma de estudantes do Ensino Fundamental participou das atividades. Desde então, o espaço vem atraindo os moradores do município.
As sessões são guiadas e adaptadas para diferentes públicos. Além das visitas, o planetário também será utilizado em atividades de ensino, pesquisa e extensão, além da formação de professores e realização de eventos científicos.
A criação do espaço nasceu dentro da própria universidade, a partir da iniciativa do professor Jefferson Ferreira dos Santos, coordenador do planetário.
“Sempre quis criar um espaço para ampliar o ensino e a divulgação científica na região, especialmente em Astronomia, que tem um jeito especial de despertar a curiosidade dos estudantes", revela.
Segundo ele, o projeto enfrentou dificuldades no início, principalmente por causa dos custos e da estrutura necessária.
“Tinha um desejo pessoal de ver isso acontecer, mas o planetário só virou realidade graças a todo mundo que embarcou junto nessa história.”
A inauguração oficial do Planetário do Médio Solimões está prevista para o dia 22 de maio. A expectativa é consolidar o local como um centro permanente de educação, ciência e cultura, aproximando a universidade da comunidade e despertando o interesse pelo estudo do universo.
"Gerir um espaço como esse significa garantir que ele esteja sempre acessível, ativo e conectado com o que a sociedade precisa", diz Santos.
Artemis II: calor extremo, velocidade altíssima e pouso no mar; veja como será o retorno da espaçonave à Terra
Planetário Médio Solimões, no Amazonas.
Jeferson Santos
Impacto na região
Mesmo com pouco tempo de funcionamento, o planetário já mostra impacto na região. Mais de 500 pessoas visitaram o espaço nas primeiras semanas, incluindo estudantes de diferentes níveis de ensino e profissionais da educação.
Para o coordenador, o equipamento representa uma mudança importante no acesso à ciência no interior do Amazonas.
“Para a nossa comunidade, é um portal de acesso à ciência que, até então, estava distante da realidade do Médio Solimões. A Região Norte ainda carece profundamente de ações que popularizem o conhecimento científico, e este projeto é uma resposta concreta a essa lacuna.”
Ele também destaca que muitos visitantes têm a primeira experiência com esse tipo de atividade no local.
“Muita gente que vai visitar o planetário talvez nunca tivesse essa oportunidade de fazer isso em grandes centros urbanos.”
Astronautas da Artemis II se preparam para voltar à Terra
Jeferson Santos
Em Coari, no interior do Amazonas, uma grande semiesfera azul abriga a lua, planetas, estrelas e fenômenos astrológicos. Por lá, os mistérios do universo começaram a ser simulados — ou melhor, explorados — em março deste ano, quando o Planetário do Médio Solimões começou a funcionar.
Instalado no Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas (ISB/Ufam), o local é o primeiro planetário permanente no Amazonas e o terceiro em toda a Região Norte.
O espaço conta com uma cúpula de projeção onde são exibidas simulações do céu, do universo e de eventos astronômicos. O objetivo é proporcionar o acesso da população ao conhecimento científico na Amazônia.
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Com capacidade para até 30 pessoas por sessão, o Planetário do Médio Solimões recebeu os primeiros visitantes no dia 10 de março, quando uma turma de estudantes do Ensino Fundamental participou das atividades. Desde então, o espaço vem atraindo os moradores do município.
As sessões são guiadas e adaptadas para diferentes públicos. Além das visitas, o planetário também será utilizado em atividades de ensino, pesquisa e extensão, além da formação de professores e realização de eventos científicos.
A criação do espaço nasceu dentro da própria universidade, a partir da iniciativa do professor Jefferson Ferreira dos Santos, coordenador do planetário.
“Sempre quis criar um espaço para ampliar o ensino e a divulgação científica na região, especialmente em Astronomia, que tem um jeito especial de despertar a curiosidade dos estudantes", revela.
Segundo ele, o projeto enfrentou dificuldades no início, principalmente por causa dos custos e da estrutura necessária.
“Tinha um desejo pessoal de ver isso acontecer, mas o planetário só virou realidade graças a todo mundo que embarcou junto nessa história.”
A inauguração oficial do Planetário do Médio Solimões está prevista para o dia 22 de maio. A expectativa é consolidar o local como um centro permanente de educação, ciência e cultura, aproximando a universidade da comunidade e despertando o interesse pelo estudo do universo.
"Gerir um espaço como esse significa garantir que ele esteja sempre acessível, ativo e conectado com o que a sociedade precisa", diz Santos.
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Planetário Médio Solimões, no Amazonas.
Jeferson Santos
Impacto na região
Mesmo com pouco tempo de funcionamento, o planetário já mostra impacto na região. Mais de 500 pessoas visitaram o espaço nas primeiras semanas, incluindo estudantes de diferentes níveis de ensino e profissionais da educação.
Para o coordenador, o equipamento representa uma mudança importante no acesso à ciência no interior do Amazonas.
“Para a nossa comunidade, é um portal de acesso à ciência que, até então, estava distante da realidade do Médio Solimões. A Região Norte ainda carece profundamente de ações que popularizem o conhecimento científico, e este projeto é uma resposta concreta a essa lacuna.”
Ele também destaca que muitos visitantes têm a primeira experiência com esse tipo de atividade no local.
“Muita gente que vai visitar o planetário talvez nunca tivesse essa oportunidade de fazer isso em grandes centros urbanos.”
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Palavras-chave:
tecnologia
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