Unicamp recebe 1º equipamento que melhora diagnóstico de câncer no SUS com inteligência artificial e medicina nuclear
Publicado em: 10/04/2026 18:48
<br /> Unicamp recebe 1º equipamento que melhora diagnóstico de câncer no SUS com inteligência artificial e medicina nuclear
Reprodução/EPTV
O Hospital de Clínicas da Unicamp inaugurou, na tarde desta sexta-feira (10), uma nova área de medicina nuclear com equipamento inédito no Sistema Único de Saúde, que usa radioisótopos e inteligência artificial para fazer exames voltados ao diagnóstico de câncer com maior velocidade e precisão.
O equipamento é um SPECT/CT-CZT, tecnologia baseada em detectores de Cádmio-Zinco-Telúrio. De acordo com o Ministério da Saúde, esse tipo de equipamento ainda não estava disponível em nenhuma unidade do SUS — o de Campinas é o primeiro no país.
🩺 A medicina nuclear é uma especialidade médica que usa radiofármacos – ou seja, materiais radioativos – para diagnóstico e tratamento de doenças, especialmente contra o câncer.
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Na prática, o aparelho permite gerar imagens de corpo inteiro em três dimensões (3D) com alto nível de detalhamento. O equipamento também conta com inteligência artificial para melhorar a precisão dos exames e acelerar o processo: o uso de radioisótopos acontece até quatro vezes mais rápido do que nos aparelhos convencionais, de acordo com o hospital.
"Isso traz um conforto muito grande para o paciente. Então, se a gente imaginar aqueles pacientes com dores, que precisavam, às vezes, levar mais de uma hora, às vezes até duas horas deitados, você conseguir fazer imagens mais rápidas ajuda muito, né? Isso vai te dar uma capacidade de atender muito mais pacientes também", afirmou acoordenadora Medicina Nuclear do HC, Bárbara Amorim.
O equipamento instalado é o Sistema Veriton-CT 416 Digital SPECT/CT-CZT. O valor da compra foi de R$ 8,6 milhões, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Unicamp e de emendas parlamentares. O financiamento faz parte do projeto CEPID CancerThera, sediado no Hemocentro da Unicamp.
Para abrigar a nova tecnologia, foi preciso adaptar a área de medicina nuclear do hospital. As obras tiveram investimento total de R$ 2,1 milhões, também com recursos da Fapesp.
Unicamp recebe 1º equipamento que melhora diagnóstico de câncer no SUS com inteligência artificial e medicina nuclear
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O equipamento é um SPECT/CT-CZT, tecnologia baseada em detectores de Cádmio-Zinco-Telúrio. De acordo com o Ministério da Saúde, esse tipo de equipamento ainda não estava disponível em nenhuma unidade do SUS — o de Campinas é o primeiro no país.
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Na prática, o aparelho permite gerar imagens de corpo inteiro em três dimensões (3D) com alto nível de detalhamento. O equipamento também conta com inteligência artificial para melhorar a precisão dos exames e acelerar o processo: o uso de radioisótopos acontece até quatro vezes mais rápido do que nos aparelhos convencionais, de acordo com o hospital.
"Isso traz um conforto muito grande para o paciente. Então, se a gente imaginar aqueles pacientes com dores, que precisavam, às vezes, levar mais de uma hora, às vezes até duas horas deitados, você conseguir fazer imagens mais rápidas ajuda muito, né? Isso vai te dar uma capacidade de atender muito mais pacientes também", afirmou acoordenadora Medicina Nuclear do HC, Bárbara Amorim.
O equipamento instalado é o Sistema Veriton-CT 416 Digital SPECT/CT-CZT. O valor da compra foi de R$ 8,6 milhões, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Unicamp e de emendas parlamentares. O financiamento faz parte do projeto CEPID CancerThera, sediado no Hemocentro da Unicamp.
Para abrigar a nova tecnologia, foi preciso adaptar a área de medicina nuclear do hospital. As obras tiveram investimento total de R$ 2,1 milhões, também com recursos da Fapesp.
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