Defensor público e mais 11 são denunciados por envolvimento em fraudes no sistema de home care no RS
Publicado em: 25/09/2025 19:17
<br /> Imagem ilustrativa de home care
Reprodução/ RBS TV
O defensor público Bruno Pugialli Cerejo está entre os 12 denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) por envolvimento em uma organização criminosa que fraudava o sistema de atendimento domiciliar, o chamado home care.
Segundo o MPRS, Cerejo está afastado de suas funções e, conforme a Defensoria Pública do estado, ele não exerce atualmente suas atribuições. A instituição informou que os fatos estão sendo apurados pela Corregedoria Geral.
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Cerejo era titular da 1ª Defensoria Pública na Comarca de Santo Ângelo. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do defensor público e mantém espaço aberto para posicionamento.
A denúncia foi formalizada nesta quinta-feira (25) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), no âmbito da Operação Home Cash.
A apuração indica que os denunciados faziam parte dos setores jurídico, empresarial e médico de um grupo criminoso organizado, que teria como objetivo inflar os custos dos atendimentos domiciliares e cobrar por serviços que não foram realizados ou por equipamentos que nunca foram comprados.
Os crimes ocorreram em municípios da Região das Missões e causaram prejuízos à administração pública e a pacientes em situação de vulnerabilidade. A denúncia inclui 19 casos de estelionato qualificado, cometidos contra o poder público e pessoas em situação de vulnerabilidade, além da acusação por participação em organização criminosa.
O esquema envolvia empresas contratadas para oferecer serviços de saúde, que agiam em parceria com profissionais e gestores para manipular procedimentos e falsificar relatórios. Segundo a investigação, a organização recorria à produção de documentos fraudulentos com o objetivo de receber pagamentos indevidos do poder público.
Início da investigação
A Operação Home Cash teve início em abril, com mandados de busca e apreensão em Santo Ângelo, Giruá e Passo Fundo.
Desde então, os promotores vêm aprofundando as investigações sobre o esquema, que estaria se aproveitando de decisões judiciais para desviar recursos públicos destinados ao tratamento de pacientes em casa.
VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Reprodução/ RBS TV
O defensor público Bruno Pugialli Cerejo está entre os 12 denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) por envolvimento em uma organização criminosa que fraudava o sistema de atendimento domiciliar, o chamado home care.
Segundo o MPRS, Cerejo está afastado de suas funções e, conforme a Defensoria Pública do estado, ele não exerce atualmente suas atribuições. A instituição informou que os fatos estão sendo apurados pela Corregedoria Geral.
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Cerejo era titular da 1ª Defensoria Pública na Comarca de Santo Ângelo. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do defensor público e mantém espaço aberto para posicionamento.
A denúncia foi formalizada nesta quinta-feira (25) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), no âmbito da Operação Home Cash.
A apuração indica que os denunciados faziam parte dos setores jurídico, empresarial e médico de um grupo criminoso organizado, que teria como objetivo inflar os custos dos atendimentos domiciliares e cobrar por serviços que não foram realizados ou por equipamentos que nunca foram comprados.
Os crimes ocorreram em municípios da Região das Missões e causaram prejuízos à administração pública e a pacientes em situação de vulnerabilidade. A denúncia inclui 19 casos de estelionato qualificado, cometidos contra o poder público e pessoas em situação de vulnerabilidade, além da acusação por participação em organização criminosa.
O esquema envolvia empresas contratadas para oferecer serviços de saúde, que agiam em parceria com profissionais e gestores para manipular procedimentos e falsificar relatórios. Segundo a investigação, a organização recorria à produção de documentos fraudulentos com o objetivo de receber pagamentos indevidos do poder público.
Início da investigação
A Operação Home Cash teve início em abril, com mandados de busca e apreensão em Santo Ângelo, Giruá e Passo Fundo.
Desde então, os promotores vêm aprofundando as investigações sobre o esquema, que estaria se aproveitando de decisões judiciais para desviar recursos públicos destinados ao tratamento de pacientes em casa.
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Palavras-chave:
vulnerabilidade
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