Governo Federal destina mais R$ 18 milhões para combater vassoura-de-bruxa nas plantações do Amapá
Publicado em: 26/09/2025 18:24
<br /> A vassoura-de-bruxa da mandioca no Amapá
O Governo Federal por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) anunciou na terça-feira (23) o repasse de mais de R$ 18 milhões para ajudar o Amapá no combate à praga da vassoura-de-bruxa, que afeta lavouras em várias regiões do Estado.
De acordo com o ministério, o objetivo é garantir a segurança alimentar das famílias atingidas. O dinheiro deve ser usado em ações da Defesa Civil estadual, na compra de cestas básicas, e apoiar projetos rurais, além de reforçar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
A praga já foi identificada em lavouras de pelo menos oito municípios, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Amapá (Diagro).
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O fungo foi detectado pela primeira vez em terras indígenas de Oiapoque por técnicos da Embrapa. Depois, apareceu em Calçoene, Amapá, Pracuúba, Tartarugalzinho, Pedra Branca do Amapari e Porto Grande. Também há registros na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Brasil.
LEIA MAIS:
Praga da mandioca: barreiras fitossanitárias são montadas nos municípios atingidos no AP
Agentes ambientais indígenas são capacitados para combater praga da mandioca no Amapá
O ministério está preocupado com as comunidades tradicionais, que dependem da mandioca para alimentação e renda. Como a cultura é a mais afetada pela praga, uma das ações é a entrega de farinha para essas famílias.
Segundo Elisângela Sanches Januário, coordenadora da Sesan, muitas roças foram destruídas para evitar a propagação do fungo.
“A entrega de cestas e farinha garante o mínimo de alimento durante esse período crítico, principalmente para indígenas e agricultores em situação de vulnerabilidade”, afirmou
Praga da vassoura-de-bruxa
A praga da vassoura-de-bruxa reduz a produção de mandioca e afeta a qualidade dos alimentos. O fungo se espalha por ferramentas contaminadas, além da movimentação de solo e água.
A planta infectada fica com os ramos secos e deformados, parecendo uma vassoura de bruxa. Os caules apresentam brotos fracos e finos, e a planta sofre de nanismo.
Com o avanço da doença, as folhas ficam amareladas (clorose) e a planta pode morrer, especialmente em temperaturas muito baixas.
Desde que a praga foi identificada, o Amapá enfrenta uma crise na produção de alimentos derivados da mandioca.
Praga da mandioca 'Vassoura de Bruxa' é discutida entre representantes do AP e PA
GEA/divulgação
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O Governo Federal por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) anunciou na terça-feira (23) o repasse de mais de R$ 18 milhões para ajudar o Amapá no combate à praga da vassoura-de-bruxa, que afeta lavouras em várias regiões do Estado.
De acordo com o ministério, o objetivo é garantir a segurança alimentar das famílias atingidas. O dinheiro deve ser usado em ações da Defesa Civil estadual, na compra de cestas básicas, e apoiar projetos rurais, além de reforçar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
A praga já foi identificada em lavouras de pelo menos oito municípios, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Amapá (Diagro).
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O fungo foi detectado pela primeira vez em terras indígenas de Oiapoque por técnicos da Embrapa. Depois, apareceu em Calçoene, Amapá, Pracuúba, Tartarugalzinho, Pedra Branca do Amapari e Porto Grande. Também há registros na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Brasil.
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Segundo Elisângela Sanches Januário, coordenadora da Sesan, muitas roças foram destruídas para evitar a propagação do fungo.
“A entrega de cestas e farinha garante o mínimo de alimento durante esse período crítico, principalmente para indígenas e agricultores em situação de vulnerabilidade”, afirmou
Praga da vassoura-de-bruxa
A praga da vassoura-de-bruxa reduz a produção de mandioca e afeta a qualidade dos alimentos. O fungo se espalha por ferramentas contaminadas, além da movimentação de solo e água.
A planta infectada fica com os ramos secos e deformados, parecendo uma vassoura de bruxa. Os caules apresentam brotos fracos e finos, e a planta sofre de nanismo.
Com o avanço da doença, as folhas ficam amareladas (clorose) e a planta pode morrer, especialmente em temperaturas muito baixas.
Desde que a praga foi identificada, o Amapá enfrenta uma crise na produção de alimentos derivados da mandioca.
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vulnerabilidade
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