Com apoio da Globo, FGV premia iniciativas que promovem responsabilidade social e desenvolvimento sustentável
Publicado em: 29/09/2025 21:04
<br /> Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da Globo, premia iniciativas que promovem a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável
A Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da Globo, premiou nesta segunda-feira (29) iniciativas que promovem a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável.
Um debate para todos e pelo bem de todos. Responsabilidade social é o compromisso de promover ações que beneficiem a sociedade e o meio ambiente. Essas práticas em prol do desenvolvimento sustentável são o ponto central do quarto Seminário de Responsabilidade Social, promovido pela FGV Conhecimento, em parceria com a Globo, a Aegea e o Instituto Iter.
O diretor-presidente da Globo, Paulo Marinho, participou da abertura, nesta segunda-feira (29) de manhã.
“Iniciativas como essa são importantes para que a gente possa realmente impulsionar a agenda de responsabilidade social, uma vez que temos tantas mazelas, tantas desigualdades aqui no país. Fico feliz de ver esse ano a questão climática em pauta, a gente tendo a COP pela frente. Muitas discussões em torno da COP. Mas o Brasil, certamente, tem um potencial enorme em relação ao tema. Quando a gente olha inclusive economicamente, todas as oportunidades em torno do desenvolvimento sustentável, da economia verde”, diz Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo.
Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo
Jornal Nacional/ Reprodução
Os painéis falaram sobre o papel do terceiro setor no enfrentamento da emergência climática e sobre o novo Plano Nacional de Educação, que estabelece metas para melhorar a qualidade do ensino até 2034.
Além dos debates, o seminário reconhece e premia iniciativas que promovem inclusão e mais qualidade de vida para pessoas em situação de vulnerabilidade. O prêmio teve 970 inscritos de todo o país. Projetos nas áreas de saúde, educação, cultura e meio ambiente. É mais do que o triplo das inscrições recebidas em 2024, revelou o coordenador do Fórum de Responsabilidade Social, ministro André Mendonça, do STF - Supremo Tribunal Federal.
“Significa que tem muita gente trabalhando e levando solidariedade, levando esperança a tantos que precisam. E a nossa esperança é que novos adiram a essas práticas, e as práticas já existentes se consolidem e consigam ainda alcançar mais pessoas”, afirma o ministro do STF André Mendonça.
Com apoio da Globo, FGV premia iniciativas que promovem responsabilidade social e desenvolvimento sustentável
Jornal Nacional/ Reprodução
Três projetos foram premiados nesta segunda-feira (29). A ONG Habitat Brasil já fez melhorias em mais de 20 mil habitações precárias em todas as regiões do país. O projeto Ponte para o Futuro, do Instituto Ponte, oferece desenvolvimento e profissionalização para jovens vulneráveis. Hoje, tem mais de 450 alunos.
O grande vencedor, que faturou o prêmio de R$ 50 mil, foi o projeto Rota Solidária, da Associação Prato Cheio. Além de distribuir pratos de comida, combate o desperdício.
“São 33 mil refeições semanais, e a gente trabalha nesses dois lados: atendendo as pessoas que estão em situação de fome, de vulnerabilidade, e o outro lado evitando o desperdício, que é muito sério no nosso país”, diz o economista Walter Belik, presidente voluntário da Associação Prato Cheio.
A Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da Globo, premiou nesta segunda-feira (29) iniciativas que promovem a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável.
Um debate para todos e pelo bem de todos. Responsabilidade social é o compromisso de promover ações que beneficiem a sociedade e o meio ambiente. Essas práticas em prol do desenvolvimento sustentável são o ponto central do quarto Seminário de Responsabilidade Social, promovido pela FGV Conhecimento, em parceria com a Globo, a Aegea e o Instituto Iter.
O diretor-presidente da Globo, Paulo Marinho, participou da abertura, nesta segunda-feira (29) de manhã.
“Iniciativas como essa são importantes para que a gente possa realmente impulsionar a agenda de responsabilidade social, uma vez que temos tantas mazelas, tantas desigualdades aqui no país. Fico feliz de ver esse ano a questão climática em pauta, a gente tendo a COP pela frente. Muitas discussões em torno da COP. Mas o Brasil, certamente, tem um potencial enorme em relação ao tema. Quando a gente olha inclusive economicamente, todas as oportunidades em torno do desenvolvimento sustentável, da economia verde”, diz Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo.
Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo
Jornal Nacional/ Reprodução
Os painéis falaram sobre o papel do terceiro setor no enfrentamento da emergência climática e sobre o novo Plano Nacional de Educação, que estabelece metas para melhorar a qualidade do ensino até 2034.
Além dos debates, o seminário reconhece e premia iniciativas que promovem inclusão e mais qualidade de vida para pessoas em situação de vulnerabilidade. O prêmio teve 970 inscritos de todo o país. Projetos nas áreas de saúde, educação, cultura e meio ambiente. É mais do que o triplo das inscrições recebidas em 2024, revelou o coordenador do Fórum de Responsabilidade Social, ministro André Mendonça, do STF - Supremo Tribunal Federal.
“Significa que tem muita gente trabalhando e levando solidariedade, levando esperança a tantos que precisam. E a nossa esperança é que novos adiram a essas práticas, e as práticas já existentes se consolidem e consigam ainda alcançar mais pessoas”, afirma o ministro do STF André Mendonça.
Com apoio da Globo, FGV premia iniciativas que promovem responsabilidade social e desenvolvimento sustentável
Jornal Nacional/ Reprodução
Três projetos foram premiados nesta segunda-feira (29). A ONG Habitat Brasil já fez melhorias em mais de 20 mil habitações precárias em todas as regiões do país. O projeto Ponte para o Futuro, do Instituto Ponte, oferece desenvolvimento e profissionalização para jovens vulneráveis. Hoje, tem mais de 450 alunos.
O grande vencedor, que faturou o prêmio de R$ 50 mil, foi o projeto Rota Solidária, da Associação Prato Cheio. Além de distribuir pratos de comida, combate o desperdício.
“São 33 mil refeições semanais, e a gente trabalha nesses dois lados: atendendo as pessoas que estão em situação de fome, de vulnerabilidade, e o outro lado evitando o desperdício, que é muito sério no nosso país”, diz o economista Walter Belik, presidente voluntário da Associação Prato Cheio.
Palavras-chave:
vulnerabilidade
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