WePink: MP quer que empresa de Virginia pague indenização de R$ 5 milhões por práticas abusivas contra consumidores
Publicado em: 09/10/2025 17:46
<br /> MP quer que empresa de Virginia pague indenização de R$ 5 milhões
O Ministério Público de Goiás ajuizou uma Ação Civil Pública para que a empresa da influenciadora Virginia Fonseca, a WePink, pague R$ 5 milhões de indenização por práticas abusivas contra os consumidores. O promotor de Justiça Élvio Vicente da Silva informou que o MP vai pedir dois tipos de indenização: uma coletiva (a de R$ 5 milhões) e uma individual para cada consumidor prejudicado, esse valor será definido no decorrer do processo (assista acima).
Ao g1, o advogado da empresa, Felipe de Paula, informou que eles não foram citados na ação, portanto, ainda não tomaram conhecimento dos termos.
A ação foi protocalada na quarta-feira (8) em conjunto com o Procon. Segundo o órgão, a WePink recebeu cerca de 340 reclamações entre 2024 e 2025.
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Segundo o MP, a empresa comercializa cosméticos por meio de transmissões ao vivo (lives) nas redes sociais e acumula mais de 90 mil reclamações registradas somente em 2024 no site do Reclame Aqui.
Em nota enviada ao g1, a investigação do MP constatou as seguintes práticas abusivas:
Falta de entrega de produtos: consumidores que pagaram pelos produtos e nunca receberam
Descumprimento de prazos: alguns atrasos ultrapassaram sete meses
Dificuldade de reembolso: resistência da empresa em devolver valores pagos
Atendimento deficiente: o sistema é automatizado, mas não resolve os problemas
Exclusão de críticas: a empresa removeu comentários negativos nas redes sociais
Produtos com defeito: os cosméticos chegam estragados na entrega e estão diferente do enunciado
LEIA TAMBÉM:
Empresa de Virginia, WePink é autuada pelo Procon por atrasos e falta de entrega de produtos comprados online
Virginia e Vini Jr. estão entre os assuntos mais comentados na web após pedido de desculpas do jogador
Virginia e Vini Jr. não estão mais juntos após divulgação de prints, diz assessoria
Segundo o MP, a estratégia de "flash sales" (ofertas-relâmpago) criou um senso artificial de urgência, induzindo à compra impulsiva e explorando a vulnerabilidade psicológica das pessoas.
O uso da imagem da influenciadora Virgínia Fonseca agravou essa vulnerabilidade, pois milhões de seguidoras e seguidores confiam em sua recomendação, destacou o órgão.
WePink autuada pelo Procon
Segundo o Procon, a autuação da empresa foi feita no final de setembro. De acordo com a fiscalização, a empresa anunciou e comercializou os produtos nacionalmente, mas não realizou a entrega no prazo estabelecido.
O órgão lembrou ainda que a marca realizou lives nas redes sociais em que influenciadores anunciaram os produtos a preços muito atrativos e links promocionais, apesar da quantidade significativa de reclamações dos consumidores.
MP quer que WePink pague R$ 5 milhões por práticas abusivas
Reprodução/Instagram da WePink
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O Ministério Público de Goiás ajuizou uma Ação Civil Pública para que a empresa da influenciadora Virginia Fonseca, a WePink, pague R$ 5 milhões de indenização por práticas abusivas contra os consumidores. O promotor de Justiça Élvio Vicente da Silva informou que o MP vai pedir dois tipos de indenização: uma coletiva (a de R$ 5 milhões) e uma individual para cada consumidor prejudicado, esse valor será definido no decorrer do processo (assista acima).
Ao g1, o advogado da empresa, Felipe de Paula, informou que eles não foram citados na ação, portanto, ainda não tomaram conhecimento dos termos.
A ação foi protocalada na quarta-feira (8) em conjunto com o Procon. Segundo o órgão, a WePink recebeu cerca de 340 reclamações entre 2024 e 2025.
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Segundo o MP, a empresa comercializa cosméticos por meio de transmissões ao vivo (lives) nas redes sociais e acumula mais de 90 mil reclamações registradas somente em 2024 no site do Reclame Aqui.
Em nota enviada ao g1, a investigação do MP constatou as seguintes práticas abusivas:
Falta de entrega de produtos: consumidores que pagaram pelos produtos e nunca receberam
Descumprimento de prazos: alguns atrasos ultrapassaram sete meses
Dificuldade de reembolso: resistência da empresa em devolver valores pagos
Atendimento deficiente: o sistema é automatizado, mas não resolve os problemas
Exclusão de críticas: a empresa removeu comentários negativos nas redes sociais
Produtos com defeito: os cosméticos chegam estragados na entrega e estão diferente do enunciado
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Virginia e Vini Jr. não estão mais juntos após divulgação de prints, diz assessoria
Segundo o MP, a estratégia de "flash sales" (ofertas-relâmpago) criou um senso artificial de urgência, induzindo à compra impulsiva e explorando a vulnerabilidade psicológica das pessoas.
O uso da imagem da influenciadora Virgínia Fonseca agravou essa vulnerabilidade, pois milhões de seguidoras e seguidores confiam em sua recomendação, destacou o órgão.
WePink autuada pelo Procon
Segundo o Procon, a autuação da empresa foi feita no final de setembro. De acordo com a fiscalização, a empresa anunciou e comercializou os produtos nacionalmente, mas não realizou a entrega no prazo estabelecido.
O órgão lembrou ainda que a marca realizou lives nas redes sociais em que influenciadores anunciaram os produtos a preços muito atrativos e links promocionais, apesar da quantidade significativa de reclamações dos consumidores.
MP quer que WePink pague R$ 5 milhões por práticas abusivas
Reprodução/Instagram da WePink
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Palavras-chave:
vulnerabilidade
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