Rio Grande do Sul estuda utilizar inteligência artificial para conter aumento de feminicídios
Publicado em: 14/10/2025 03:01
<br /> O que é feminicídio?
De acordo com dados divulgados pelo governo do Rio Grande do Sul, entre janeiro e setembro de 2025, 57 mulheres foram assassinadas no estado, contra 47 no mesmo período de 2024. As tentativas de feminicídio também cresceram: foram 205 casos, alta de 23% em relação ao ano anterior.
Além disso, mais de 13 mil mulheres sofreram lesões corporais nos nove primeiros meses de 2025, média de 48 vítimas por dia. Uma proposta busca utilizar a tecnologia como estratégia para conter o avanço dos números.
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A secretária da Mulher, Fábia Richter, afirmou que o estado busca entender a dinâmica dos casos para melhorar a rede de proteção. “Estamos estudando os casos para entender a mecânica e dar mais liberdade e segurança às mulheres”, disse. Segundo ela, a ideia é fortalecer os serviços já existentes e garantir que vítimas tenham condições de pedir ajuda com segurança.
De acordo com o governo, a proposta é criar um sistema capaz de integrar dados de diferentes órgãos públicos, como saúde, desenvolvimento social e conselhos tutelares. A tecnologia deve cruzar informações para identificar sinais de violência que não chegam à polícia ou ao Judiciário.
Como denunciar violência contra a mulher no RS: veja serviços nas principais cidades do estado
Conforme a secretária adjunta da Mulher, Viviane Viegas, o objetivo é antecipar riscos.
“Queremos mapear vítimas que não tenham entrado no sistema de justiça e criar alertas de risco”, explicou.
O sistema também deve emitir notificações para equipes de atendimento quando houver indícios de violência, permitindo ações preventivas. Além disso, será possível monitorar casos de forma contínua, acompanhando mudanças no perfil das vítimas e nos registros feitos em outros serviços do Estado.
A tecnologia também deve ajudar a identificar padrões, como histórico de atendimentos médicos ou acionamentos de conselhos tutelares, que podem indicar situações de violência doméstica. “Por vezes, esses indicadores aparecem em registros de saúde ou assistência social, mas não chegam à segurança pública”, disse Viviane.
Ferramenta online da Delegacia de Polícia Online da Mulher
Reprodução/RBS TV
VÍDEOS: Tudo sobre o RS
De acordo com dados divulgados pelo governo do Rio Grande do Sul, entre janeiro e setembro de 2025, 57 mulheres foram assassinadas no estado, contra 47 no mesmo período de 2024. As tentativas de feminicídio também cresceram: foram 205 casos, alta de 23% em relação ao ano anterior.
Além disso, mais de 13 mil mulheres sofreram lesões corporais nos nove primeiros meses de 2025, média de 48 vítimas por dia. Uma proposta busca utilizar a tecnologia como estratégia para conter o avanço dos números.
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A secretária da Mulher, Fábia Richter, afirmou que o estado busca entender a dinâmica dos casos para melhorar a rede de proteção. “Estamos estudando os casos para entender a mecânica e dar mais liberdade e segurança às mulheres”, disse. Segundo ela, a ideia é fortalecer os serviços já existentes e garantir que vítimas tenham condições de pedir ajuda com segurança.
De acordo com o governo, a proposta é criar um sistema capaz de integrar dados de diferentes órgãos públicos, como saúde, desenvolvimento social e conselhos tutelares. A tecnologia deve cruzar informações para identificar sinais de violência que não chegam à polícia ou ao Judiciário.
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Conforme a secretária adjunta da Mulher, Viviane Viegas, o objetivo é antecipar riscos.
“Queremos mapear vítimas que não tenham entrado no sistema de justiça e criar alertas de risco”, explicou.
O sistema também deve emitir notificações para equipes de atendimento quando houver indícios de violência, permitindo ações preventivas. Além disso, será possível monitorar casos de forma contínua, acompanhando mudanças no perfil das vítimas e nos registros feitos em outros serviços do Estado.
A tecnologia também deve ajudar a identificar padrões, como histórico de atendimentos médicos ou acionamentos de conselhos tutelares, que podem indicar situações de violência doméstica. “Por vezes, esses indicadores aparecem em registros de saúde ou assistência social, mas não chegam à segurança pública”, disse Viviane.
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