WePink: Defesa da empresa de Virginia faz pedido de retratação após MP apontar descumprimento de liminar
Publicado em: 30/10/2025 15:52
<br /> MP-GO diz que Virginia descumpriu liminar ao divulgar perfume com valor promocional
Divulgação/MP-GO e Reprodução/Instagram de WePink
A defesa da WePink, empresa da influenciadora Virginia Fonseca, fez um pedido de retratação após o Ministério Público de Goiás (MP-GO) requerer a aplicação de multa por descumprimento de medidas, de acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A empresa da influenciadora é alvo de uma ação do MP por supostas práticas abusivas contra consumidores.
O pedido de retratação aconteceu na quarta-feira (29), e trata sobre a proibição da divulgação dos produtos por meio de "lives". Ao g1, a defesa informou que discorda das medidas impostas pela Justiça, e que a empresa não deveria ser proibida de realizar a comercialização, já que os fatos que o órgão se baseou para ajuizar a ação são de 2024, e não reflete o indice atual de resolução das reclamações.
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No dia 21 de outubro, o MP-GO solicitou que fosse imposta uma multa de R$ 100 mil por cada publicação ou dia de descumprimento das medidas impostas pelo órgão. Entre elas, estava a proibição de ações publicitárias ou "lives" comerciais de vendas dos produtos da WePink enquanto a empresa não comprovasse documentalmente que havia estoque dos produtos ofertados.
No documento do pedido de multa enviado ao TJ-GO, o Ministério Público destaca publicações de promoções feitas nos perfis nas redes sociais de Virginia e da sócia, Samara Pink.
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Propaganda enganosa e mais de 120 mil reclamações: entenda processo envolvendo empresa de Virginia
O Tribunal de Justiça de Goiás ainda não se manifestou sobre os pedidos de retratação da defesa até a última atualização desta reportagem.
Práticas abusivas
MP quer que empresa de Virginia pague indenização de R$ 5 milhões
A WePink é alvo de um processo judicial ajuizado pelo Ministério Público e pelo Procon Goiás. Em decisão provisória, a Justiça determinou que a empresa estabeleça atendimento humano para os consumidores e não apenas automatizado. A medida também proibiu a realização de lives.
Entre os principais motivos estão supostas práticas abusivas, como propaganda enganosa, problemas na entrega resultando em centenas de reclamações no estado, além de milhares no Brasil, e até censura.
Na ação conjunta, o MP diz que a estratégia de "flash sales" (ofertas relâmpago) da empresa nas redes sociais criou um senso artificial de urgência, induzindo à compra impulsiva e explorando a vulnerabilidade psicológica das pessoas
O texto também destaca que o número total de reclamações pode chegar a 300 mil consumidores, considerando aqueles que não reclamaram oficialmente.
A empresa alega, porém, que hoje não sofre mais com atrasos frequentes e que uma prova disso é a sua nota 8,1 na plataforma Reclame Aqui, na qual possui um índice de 93% de resolução das reclamações.
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Divulgação/MP-GO e Reprodução/Instagram de WePink
A defesa da WePink, empresa da influenciadora Virginia Fonseca, fez um pedido de retratação após o Ministério Público de Goiás (MP-GO) requerer a aplicação de multa por descumprimento de medidas, de acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A empresa da influenciadora é alvo de uma ação do MP por supostas práticas abusivas contra consumidores.
O pedido de retratação aconteceu na quarta-feira (29), e trata sobre a proibição da divulgação dos produtos por meio de "lives". Ao g1, a defesa informou que discorda das medidas impostas pela Justiça, e que a empresa não deveria ser proibida de realizar a comercialização, já que os fatos que o órgão se baseou para ajuizar a ação são de 2024, e não reflete o indice atual de resolução das reclamações.
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No dia 21 de outubro, o MP-GO solicitou que fosse imposta uma multa de R$ 100 mil por cada publicação ou dia de descumprimento das medidas impostas pelo órgão. Entre elas, estava a proibição de ações publicitárias ou "lives" comerciais de vendas dos produtos da WePink enquanto a empresa não comprovasse documentalmente que havia estoque dos produtos ofertados.
No documento do pedido de multa enviado ao TJ-GO, o Ministério Público destaca publicações de promoções feitas nos perfis nas redes sociais de Virginia e da sócia, Samara Pink.
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Virginia descumpriu liminar ao anunciar perfume da WePink com desconto nas redes sociais e sem comprovar que tinha estoque, diz MP
Em viagem à Espanha, Virginia continua realizando promoções nas redes sociais mesmo após proibição da Justiça
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O Tribunal de Justiça de Goiás ainda não se manifestou sobre os pedidos de retratação da defesa até a última atualização desta reportagem.
Práticas abusivas
MP quer que empresa de Virginia pague indenização de R$ 5 milhões
A WePink é alvo de um processo judicial ajuizado pelo Ministério Público e pelo Procon Goiás. Em decisão provisória, a Justiça determinou que a empresa estabeleça atendimento humano para os consumidores e não apenas automatizado. A medida também proibiu a realização de lives.
Entre os principais motivos estão supostas práticas abusivas, como propaganda enganosa, problemas na entrega resultando em centenas de reclamações no estado, além de milhares no Brasil, e até censura.
Na ação conjunta, o MP diz que a estratégia de "flash sales" (ofertas relâmpago) da empresa nas redes sociais criou um senso artificial de urgência, induzindo à compra impulsiva e explorando a vulnerabilidade psicológica das pessoas
O texto também destaca que o número total de reclamações pode chegar a 300 mil consumidores, considerando aqueles que não reclamaram oficialmente.
A empresa alega, porém, que hoje não sofre mais com atrasos frequentes e que uma prova disso é a sua nota 8,1 na plataforma Reclame Aqui, na qual possui um índice de 93% de resolução das reclamações.
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Palavras-chave:
vulnerabilidade
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