Puxada pela queda na conta de luz, inflação recua 0,10% em outubro em Rio Branco
Publicado em: 12/11/2025 19:05
Puxada pela queda na conta de luz, inflação recua 0,10% em Rio Branco
Puxado pela queda na conta de luz, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,10% em outubro em Rio Branco, após ter registrado alta de 0,46% em setembro.
A desaceleração foi influenciada pela queda de 3,73% na energia elétrica residencial, que exerceu o maior impacto negativo sobre o índice. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última terça-feira (11).
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De acordo com o levantamento do IBGE, essa foi a menor variação mensal do ano na capital acreana. No acumulado de 2025, o IPCA local soma 2,52%, e nos últimos 12 meses, 4,01%, abaixo da média nacional (4,68%).
Em setembro, o mesmo item havia subido 7,86%, impulsionado pelo fim do Bônus de Itaipu e pela vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, com cobrança adicional de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.
Já em outubro, a bandeira teve custo reduzido de R$ 4,46, o que resultou na retração das contas de luz e freou a inflação. A energia elétrica residencial ficou 2,39% mais barata, segundo IBGE.
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Queda no custo da energia elétrica residencial contribuiu para a menor variação do ano na capital acreana
rawpixel.com/Freepik
Ainda de acordo com o dados, o grupo alimentação e bebidas ficou praticamente estável (0,01%), após alta de 0,49% em setembro.
Os destaques foram as quedas na carne bovina (-0,92%) e na batata-inglesa (-4,44%), que compensaram aumentos em frutas (1,21%) e refeições fora de casa (0,45%). Já o grupo educação (0,02%) e o grupo comunicação (-0,16%) tiveram pouca influência no resultado geral.
Dados anteriores do IPCA mostram que em dezembro de 2024, Rio Branco registrou alta de 0,53% no mês e fechou o ano com 4,91% de variação acumulada.
Em março deste ano, a reportagem do g1 apontou redução no índice mensal impulsionada pela queda das passagens aéreas, o acumulado de 12 meses estava próximo de 4,8%.
Em julho deste ano, os dados do IBGE também apontou que a alta dos preços em Rio Branco naquele período foi puxada pelos combustíveis. O índice marcou um crescimento de 55% em relação a junho, quando o índice ficou em 0,34.
Dados nacionais
Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três apresentaram variação negativa em outubro, foram eles: Artigos de residência (-0,34%), Habitação (-0,30%) e Comunicação (-0,16%). O grupo Habitação teve o maior impacto de baixa no mês, justamente por causa da energia elétrica.
No lado das altas, o destaque foi para o grupo Vestuário (0,51%), que apresentou a maior variação positiva, com aumentos em calçados e acessórios (0,89%) e roupa feminina (0,56%).
Já o grupo Saúde e cuidados pessoais (0,41%) exerceu o maior impacto individual positivo sobre o índice geral, com destaque para os artigos de higiene pessoal (0,57%) e o plano de saúde (0,50%).
Outros grupos que também contribuíram para o resultado foram Despesas pessoais (0,45%), com aumento no subitem empregado doméstico (0,52%) e pacote turístico (1,97%), e Transportes (0,11%), influenciado pelas altas da passagem aérea (4,48%) e dos combustíveis (0,32%).
Entre os combustíveis, o etanol subiu 0,85%, o gás veicular 0,42% e a gasolina 0,29%, enquanto o óleo diesel teve queda de 0,46%.
VÍDEOS: g1
Puxado pela queda na conta de luz, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,10% em outubro em Rio Branco, após ter registrado alta de 0,46% em setembro.
A desaceleração foi influenciada pela queda de 3,73% na energia elétrica residencial, que exerceu o maior impacto negativo sobre o índice. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última terça-feira (11).
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De acordo com o levantamento do IBGE, essa foi a menor variação mensal do ano na capital acreana. No acumulado de 2025, o IPCA local soma 2,52%, e nos últimos 12 meses, 4,01%, abaixo da média nacional (4,68%).
Em setembro, o mesmo item havia subido 7,86%, impulsionado pelo fim do Bônus de Itaipu e pela vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, com cobrança adicional de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.
Já em outubro, a bandeira teve custo reduzido de R$ 4,46, o que resultou na retração das contas de luz e freou a inflação. A energia elétrica residencial ficou 2,39% mais barata, segundo IBGE.
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Queda no custo da energia elétrica residencial contribuiu para a menor variação do ano na capital acreana
rawpixel.com/Freepik
Ainda de acordo com o dados, o grupo alimentação e bebidas ficou praticamente estável (0,01%), após alta de 0,49% em setembro.
Os destaques foram as quedas na carne bovina (-0,92%) e na batata-inglesa (-4,44%), que compensaram aumentos em frutas (1,21%) e refeições fora de casa (0,45%). Já o grupo educação (0,02%) e o grupo comunicação (-0,16%) tiveram pouca influência no resultado geral.
Dados anteriores do IPCA mostram que em dezembro de 2024, Rio Branco registrou alta de 0,53% no mês e fechou o ano com 4,91% de variação acumulada.
Em março deste ano, a reportagem do g1 apontou redução no índice mensal impulsionada pela queda das passagens aéreas, o acumulado de 12 meses estava próximo de 4,8%.
Em julho deste ano, os dados do IBGE também apontou que a alta dos preços em Rio Branco naquele período foi puxada pelos combustíveis. O índice marcou um crescimento de 55% em relação a junho, quando o índice ficou em 0,34.
Dados nacionais
Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três apresentaram variação negativa em outubro, foram eles: Artigos de residência (-0,34%), Habitação (-0,30%) e Comunicação (-0,16%). O grupo Habitação teve o maior impacto de baixa no mês, justamente por causa da energia elétrica.
No lado das altas, o destaque foi para o grupo Vestuário (0,51%), que apresentou a maior variação positiva, com aumentos em calçados e acessórios (0,89%) e roupa feminina (0,56%).
Já o grupo Saúde e cuidados pessoais (0,41%) exerceu o maior impacto individual positivo sobre o índice geral, com destaque para os artigos de higiene pessoal (0,57%) e o plano de saúde (0,50%).
Outros grupos que também contribuíram para o resultado foram Despesas pessoais (0,45%), com aumento no subitem empregado doméstico (0,52%) e pacote turístico (1,97%), e Transportes (0,11%), influenciado pelas altas da passagem aérea (4,48%) e dos combustíveis (0,32%).
Entre os combustíveis, o etanol subiu 0,85%, o gás veicular 0,42% e a gasolina 0,29%, enquanto o óleo diesel teve queda de 0,46%.
VÍDEOS: g1
Palavras-chave:
vulnerabilidade
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