Criminosos aplicam golpes se passando por funcionários do Hospital São José do Avaí, em Itaperuna
Publicado em: 14/11/2025 15:06
Hospital reforçou que não realiza nenhum tipo de cobrança por telefone, WhatsApp ou SMS.
Reprodução g1
O Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, emitiu um alerta sobre criminosos que vêm se passando por funcionários da unidade para aplicar golpes. Os estelionatários usam o WhatsApp para pedir pagamentos de exames, procedimentos e até transferências para leitos de CTI, prática que o hospital afirma não realizar.
Segundo a direção, os golpistas se aproveitam da vulnerabilidade de familiares e acompanhantes de pacientes internados.
Em alguns casos, afirmam que o plano de saúde ou o SUS não cobrem determinados atendimentos e exigem que o valor seja pago via transferência bancária ou PIX.
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O hospital reforçou que não realiza nenhum tipo de cobrança por telefone, WhatsApp ou SMS.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O diretor médico da unidade, Daniel Junger, destacou que qualquer pedido feito por mensagem deve ser considerado suspeito:
“O hospital não solicita depósito, PIX, transferência bancária nem dados sensíveis, como número de cartão, RG, CPF ou outros documentos. A orientação é clara: desconfie de qualquer pedido feito por mensagem, não realize pagamentos, procure o hospital presencialmente para confirmar qualquer informação e registre boletim de ocorrência caso receba esse tipo de golpe”, afirmou.
A unidade orienta que familiares e pacientes procurem diretamente o hospital em caso de dúvidas e que denunciem às autoridades qualquer tentativa de fraude.
O g1 entrou em contato com a delegacia que irformou que até ontem não havia registros desse tipo de crime por lá, segundo o hospital, as denúncias estão sendo levadas a ouvidoria da unidade.
Reprodução g1
O Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, emitiu um alerta sobre criminosos que vêm se passando por funcionários da unidade para aplicar golpes. Os estelionatários usam o WhatsApp para pedir pagamentos de exames, procedimentos e até transferências para leitos de CTI, prática que o hospital afirma não realizar.
Segundo a direção, os golpistas se aproveitam da vulnerabilidade de familiares e acompanhantes de pacientes internados.
Em alguns casos, afirmam que o plano de saúde ou o SUS não cobrem determinados atendimentos e exigem que o valor seja pago via transferência bancária ou PIX.
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O diretor médico da unidade, Daniel Junger, destacou que qualquer pedido feito por mensagem deve ser considerado suspeito:
“O hospital não solicita depósito, PIX, transferência bancária nem dados sensíveis, como número de cartão, RG, CPF ou outros documentos. A orientação é clara: desconfie de qualquer pedido feito por mensagem, não realize pagamentos, procure o hospital presencialmente para confirmar qualquer informação e registre boletim de ocorrência caso receba esse tipo de golpe”, afirmou.
A unidade orienta que familiares e pacientes procurem diretamente o hospital em caso de dúvidas e que denunciem às autoridades qualquer tentativa de fraude.
O g1 entrou em contato com a delegacia que irformou que até ontem não havia registros desse tipo de crime por lá, segundo o hospital, as denúncias estão sendo levadas a ouvidoria da unidade.
Palavras-chave:
vulnerabilidade
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