Anvisa autoriza Embrapa a fazer pesquisas com a cannabis sativa, a planta da maconha
Publicado em: 21/11/2025 20:45
<br /> A Anvisa autorizou a Embrapa a fazer pesquisas com a planta da maconha - a cannabis sativa.
A Embrapa esperava por essa autorização há um ano. A pesquisa é exclusiva para fins medicinais e científicos. Como a maconha é proibida no Brasil, nada, nenhum produto feito a partir dos estudos poderá ser comercializado. Três pesquisas vão ser iniciadas:
Conservação do material genético da cannabis sativa, nome científico da maconha, para criar uma base de dados própria sobre a planta;
Criação de tecnologias para a cannabis medicinal, com foco no canabidiol, óleo que já é utilizado legalmente para o tratamento de algumas doenças;
Pré-melhoramento do cânhamo, uma subespécie da cannabis, para a produção de sementes e fibras que, segundo a Embrapa, têm grande potencial econômico.
Anvisa autoriza Embrapa a fazer pesquisas com a cannabis sativa, a planta da maconha
Jornal Nacional
Antes, a Embrapa vai ter que cumprir várias exigências da Anvisa, que fará uma inspeção presencial para confirmar que todos os requisitos de segurança serão cumpridos, como um plano de controle para reduzir o risco de desvio, disseminação acidental e uso indevido da cannabis.
Segundo a Embrapa, há um crescente interesse mundial na cannabis, que hoje tem importância econômica, social, ambiental e medicinal. O mercado de cannabis medicinal deve movimentar até o fim do ano R$ 1 bilhão no Brasil. Os dados são da própria Embrapa. As pesquisas podem ajudar o país a reduzir a dependência de insumos importados.
"Hoje, o Brasil é importador de tecnologia das cadeias produtivas de cannabis medicinal porque temos no país um consumo estabelecido já há mais de dez anos e, no entanto, não temos a possibilidade de fazer a nossa produção nacional. Então, a inserção da Embrapa agrega o potencial de desenvolvimento de ciência e tecnologia nacional para subsidiar o desenvolvimento dessas cadeias produtivas, para que o Brasil não precise ficar dependente da importação de sementes, importação de cultivares e tecnologias diversas para respaldar o desenvolvimento dessas cadeias nacionais”, diz a pesquisadora da Embrapa Beatriz Emygdio.
LEIA TAMBÉM
Anvisa autoriza Embrapa a iniciar pesquisas com cultivo de cannabis
Cannabis medicinal: entenda os efeitos da decisão do STJ e os próximos passos
A Embrapa esperava por essa autorização há um ano. A pesquisa é exclusiva para fins medicinais e científicos. Como a maconha é proibida no Brasil, nada, nenhum produto feito a partir dos estudos poderá ser comercializado. Três pesquisas vão ser iniciadas:
Conservação do material genético da cannabis sativa, nome científico da maconha, para criar uma base de dados própria sobre a planta;
Criação de tecnologias para a cannabis medicinal, com foco no canabidiol, óleo que já é utilizado legalmente para o tratamento de algumas doenças;
Pré-melhoramento do cânhamo, uma subespécie da cannabis, para a produção de sementes e fibras que, segundo a Embrapa, têm grande potencial econômico.
Anvisa autoriza Embrapa a fazer pesquisas com a cannabis sativa, a planta da maconha
Jornal Nacional
Antes, a Embrapa vai ter que cumprir várias exigências da Anvisa, que fará uma inspeção presencial para confirmar que todos os requisitos de segurança serão cumpridos, como um plano de controle para reduzir o risco de desvio, disseminação acidental e uso indevido da cannabis.
Segundo a Embrapa, há um crescente interesse mundial na cannabis, que hoje tem importância econômica, social, ambiental e medicinal. O mercado de cannabis medicinal deve movimentar até o fim do ano R$ 1 bilhão no Brasil. Os dados são da própria Embrapa. As pesquisas podem ajudar o país a reduzir a dependência de insumos importados.
"Hoje, o Brasil é importador de tecnologia das cadeias produtivas de cannabis medicinal porque temos no país um consumo estabelecido já há mais de dez anos e, no entanto, não temos a possibilidade de fazer a nossa produção nacional. Então, a inserção da Embrapa agrega o potencial de desenvolvimento de ciência e tecnologia nacional para subsidiar o desenvolvimento dessas cadeias produtivas, para que o Brasil não precise ficar dependente da importação de sementes, importação de cultivares e tecnologias diversas para respaldar o desenvolvimento dessas cadeias nacionais”, diz a pesquisadora da Embrapa Beatriz Emygdio.
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Palavras-chave:
tecnologia
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