BC diz que liquidação do banco Master não representa risco ao sistema financeiro, mas cita ataques cibernéticos
Publicado em: 26/11/2025 08:46
O Banco Central avaliou que a liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado Master não traz risco sistêmico.
Entretanto, enfatizou a necessidade de que as instituições financeiras aprimorem seus sistemas de riscos o que "inclui processos robustos de resposta a incidentes cibernéticos".
As informações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), divulgada nesta quarta-feira (26).
"Trata-se de conglomerado prudencial bancário, classificado como de crédito diversificado, porte pequeno e enquadrado no segmento S3 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Master S.A. O conglomerado representa 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do sistema financeiro nacional", informou o BC sobre a liquidação do Master.
Anunciada na semana passada, a liquidação do conglomerado, e a prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição, representam o capítulo final de uma série de polêmicas que já envolviam o banco.
A instituição já operava sob risco de falência por causa do alto custo de captação e da exposição a investimentos considerados arriscados, com juros muito acima do padrão de mercado.
Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram. Todas foram interrompidas por questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao Master em investigações.
Na véspera da liquidação, a instituição recebeu outra oferta: a holding Fictor e um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos propuseram um aporte imediato de R$ 3 bilhões e a compra das ações do fundador Daniel Vorcaro, excluindo o Will Bank e o Master Investimentos.
Entretanto, enfatizou a necessidade de que as instituições financeiras aprimorem seus sistemas de riscos o que "inclui processos robustos de resposta a incidentes cibernéticos".
As informações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), divulgada nesta quarta-feira (26).
"Trata-se de conglomerado prudencial bancário, classificado como de crédito diversificado, porte pequeno e enquadrado no segmento S3 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Master S.A. O conglomerado representa 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do sistema financeiro nacional", informou o BC sobre a liquidação do Master.
Anunciada na semana passada, a liquidação do conglomerado, e a prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição, representam o capítulo final de uma série de polêmicas que já envolviam o banco.
A instituição já operava sob risco de falência por causa do alto custo de captação e da exposição a investimentos considerados arriscados, com juros muito acima do padrão de mercado.
Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram. Todas foram interrompidas por questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao Master em investigações.
Na véspera da liquidação, a instituição recebeu outra oferta: a holding Fictor e um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos propuseram um aporte imediato de R$ 3 bilhões e a compra das ações do fundador Daniel Vorcaro, excluindo o Will Bank e o Master Investimentos.
Palavras-chave:
cibernético
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