Empresa russa diz ter criado ‘biodrones’ com pombos controlados por chip cerebral; veja como funciona
Publicado em: 28/11/2025 05:03
<br /> Empresa russa anuncia ‘biodrones’ com pombos guiados por chip cerebral
Uma empresa de tecnologia russa anunciou ter criado pombos com chips implantados no cérebro que, segundo ela, permitem controlar o voo das aves à distância. As informações foram publicadas pela agência estatal RIA Novosti, na quarta-feira (26).
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De acordo com o comunicado divulgado pela imprensa estatal, os chamados “biodrones” usam aves reais e foram criados pela "Neiry". A empresa afirma que o operador consegue direcionar o voo do animal por meio de um chip que estimula regiões do cérebro ligadas ao movimento.
A RIA disse que os pombos se diferenciam pouco de aves comuns, exceto por um fio que sai da cabeça da ave e por um pequeno equipamento preso às costas, além do chip cerebral.
A empresa afirma ainda que os animais podem ser usados em monitoramento ambiental, industrial e em operações de busca.
⚙️ Como funciona? Em informações publicadas pela própria Neiry, a empresa diz que o biodrone PJN-1 usa pequenos eletrodos implantados no cérebro do pombo para ajudar a direcionar o movimento.
Esses eletrodos são ligados a um estimulador e a um controlador que ficam em uma espécie de mochila presa às costas da ave.
O sistema envia impulsos que influenciam o sentido do voo, como virar para a direita ou para a esquerda.
O equipamento é alimentado por painéis solares instalados nas costas do pombo.
A empresa garante que, após a cirurgia, os animais vivem normalmente.
Imagem mostra o que seria um pombo controlado por chip cerebral
Neiry/Divulgação
📷 Câmeras nas aves: Segundo a Rússia, as aves também carregariam um sistema de filmagem instalado no equipamento preso ao corpo, com a câmera posicionada abaixo do pescoço.
Segundo a empresa, essas câmeras operam de forma semelhante aos sistemas de vigilância instalados em locais públicos na Rússia.
A companhia diz que rostos e dados pessoais são borrados por inteligência artificial.
O uso seguiria as normas de cada região onde as aves forem empregadas.
“A principal diferença entre um biodrone e um animal treinado está na ausência de necessidade de treinamento: após a implantação, qualquer animal se torna controlado à distância”, diz um relatório da companhia, segundo a RIA.
A empresa informou que o sistema poderia ser adaptado para outras aves — como corvos para levar cargas maiores, gaivotas para monitoramento de áreas costeiras e albatrozes para regiões marítimas.
A companhia diz ainda que o custo desses biodrones seria parecido com o de drones convencionais da mesma categoria, mas com autonomia maior por serem animais vivos. O projeto ainda está em fase de testes.
A mesma empresa já apresentou outros projetos envolvendo animais, como uma “rata inteligente” e a instalação de chips em vacas para aumento de produção leiteira.
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Esses eletrodos são ligados a um estimulador e a um controlador que ficam em uma espécie de mochila presa às costas da ave.
O sistema envia impulsos que influenciam o sentido do voo, como virar para a direita ou para a esquerda.
O equipamento é alimentado por painéis solares instalados nas costas do pombo.
A empresa garante que, após a cirurgia, os animais vivem normalmente.
Imagem mostra o que seria um pombo controlado por chip cerebral
Neiry/Divulgação
📷 Câmeras nas aves: Segundo a Rússia, as aves também carregariam um sistema de filmagem instalado no equipamento preso ao corpo, com a câmera posicionada abaixo do pescoço.
Segundo a empresa, essas câmeras operam de forma semelhante aos sistemas de vigilância instalados em locais públicos na Rússia.
A companhia diz que rostos e dados pessoais são borrados por inteligência artificial.
O uso seguiria as normas de cada região onde as aves forem empregadas.
“A principal diferença entre um biodrone e um animal treinado está na ausência de necessidade de treinamento: após a implantação, qualquer animal se torna controlado à distância”, diz um relatório da companhia, segundo a RIA.
A empresa informou que o sistema poderia ser adaptado para outras aves — como corvos para levar cargas maiores, gaivotas para monitoramento de áreas costeiras e albatrozes para regiões marítimas.
A companhia diz ainda que o custo desses biodrones seria parecido com o de drones convencionais da mesma categoria, mas com autonomia maior por serem animais vivos. O projeto ainda está em fase de testes.
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