PF investiga esquema de desvio de R$ 1,3 milhão em verbas indenizatórias na Câmara de Boa Vista
Publicado em: 28/11/2025 07:48
<br /> Operação da PF na Câmara
Arquivo pessoal
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Teatro das Sombras para investigar um esquema de desvio de verbas indenizatórias na Câmara Municipal de Boa Vista. Segundo a PF, as fraudes ocorreram entre 2022 e 2023 e causaram prejuízo superior a R$ 1,3 milhão aos cofres públicos.
A investigação começou o Ministério Público de Roraima (MPRR) apontar o uso de documentos ideologicamente falsos para justificar gastos que nunca aconteceram. Entre as irregularidades identificadas estão notas fiscais canceladas ou inexistentes, declarações de despesas fictícias e simulações de serviços não prestados — artifícios usados para gerar ressarcimentos indevidos.
A PF afirma que parte das verbas destinadas ao ressarcimento de aluguel de escritórios parlamentares também foi desviada. Em vez de manter os espaços de apoio ao mandato, os valores eram usados para sustentar empreendimentos privados ligados a um dos investigados. Em alguns casos, os suspeitos teriam simulado a existência desses escritórios para justificar o recebimento da verba, embora os imóveis funcionassem como empresas particulares.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Boa Vista. A Justiça também determinou o sequestro e bloqueio de valores dos investigados, para tentar recuperar o prejuízo causado ao erário.
Arquivo pessoal
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Teatro das Sombras para investigar um esquema de desvio de verbas indenizatórias na Câmara Municipal de Boa Vista. Segundo a PF, as fraudes ocorreram entre 2022 e 2023 e causaram prejuízo superior a R$ 1,3 milhão aos cofres públicos.
A investigação começou o Ministério Público de Roraima (MPRR) apontar o uso de documentos ideologicamente falsos para justificar gastos que nunca aconteceram. Entre as irregularidades identificadas estão notas fiscais canceladas ou inexistentes, declarações de despesas fictícias e simulações de serviços não prestados — artifícios usados para gerar ressarcimentos indevidos.
A PF afirma que parte das verbas destinadas ao ressarcimento de aluguel de escritórios parlamentares também foi desviada. Em vez de manter os espaços de apoio ao mandato, os valores eram usados para sustentar empreendimentos privados ligados a um dos investigados. Em alguns casos, os suspeitos teriam simulado a existência desses escritórios para justificar o recebimento da verba, embora os imóveis funcionassem como empresas particulares.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Boa Vista. A Justiça também determinou o sequestro e bloqueio de valores dos investigados, para tentar recuperar o prejuízo causado ao erário.
Palavras-chave:
câmara municipal
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