PF faz operação contra suspeitos de ataque hacker a sites oficiais do governo e segurança pública
Publicado em: 03/12/2025 07:15
<br /> PF faz operação contra suspeitos de ataque hacker a sites do governo
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação nesta quarta-feira (3) contra uma associação criminosa especializada na oferta de serviços ilegais de ataques hacker a sites institucionais, como os de órgãos do governo e de segurança pública.
Segundo as investigações, os suspeitos da operação promoveram ofensivas digitais a órgãos considerados estratégicos, como Polícia Federal (PF), Serpro (Empresa Nacional de Inteligência em Governo Digital e Tecnologia da Informação), Dataprev e o Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro.
A operação é chamada de Power OFF — que significa desligar a energia, em tradução livre do inglês —, e mira a atuação de criminosos especializados no formato de negação de serviço distribuído (DDoS – Distributed Denial of Service) sob demanda, conhecidos como booters e stressers.
🔎Um ataque DDoS (Distributed Denial of Service) é um ataque cibernético que tem como objetivo tornar um serviço online (como um site ou servidor) indisponível, a partir de uma sobrecarga com um volume massivo de tráfego malicioso de múltiplas fontes.
Operação da PF contra associação criminosa de ataques hacker
Divulgação/PF
Segundo as investigações, as plataformas permitem que qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, contrate um ataque hacker no formado DDoS mediante pagamento.
Os serviços são hospedados em servidores de nuvem distribuídos em diversos países e utilizados por agentes em escala mundial.
➡️Nessa quarta-feira (2) a PF também fez uma operação contra criminosos acusados de usar o mesmo tipo de ataque para derrubar sites institucionais de parlamentares que se manifestaram a favor do projeto de lei que equipara aborto a homicídio. Relembre aqui.
Mandados de prisão
A PF cumpre quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão em endereços de São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Tubarão (SC).
Os alvos são administradores das plataformas ilegais e usuários que contrataram os serviços para realizar ataques contra sistemas de alta relevância.
As investigações contaram com cooperação policial internacional do FBI (Federal Bureau of Investigation), dos Estados Unidos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e interrupção ou perturbação de serviço telemático ou de informação de utilidade pública, previstos na legislação penal brasileira.
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação nesta quarta-feira (3) contra uma associação criminosa especializada na oferta de serviços ilegais de ataques hacker a sites institucionais, como os de órgãos do governo e de segurança pública.
Segundo as investigações, os suspeitos da operação promoveram ofensivas digitais a órgãos considerados estratégicos, como Polícia Federal (PF), Serpro (Empresa Nacional de Inteligência em Governo Digital e Tecnologia da Informação), Dataprev e o Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro.
A operação é chamada de Power OFF — que significa desligar a energia, em tradução livre do inglês —, e mira a atuação de criminosos especializados no formato de negação de serviço distribuído (DDoS – Distributed Denial of Service) sob demanda, conhecidos como booters e stressers.
🔎Um ataque DDoS (Distributed Denial of Service) é um ataque cibernético que tem como objetivo tornar um serviço online (como um site ou servidor) indisponível, a partir de uma sobrecarga com um volume massivo de tráfego malicioso de múltiplas fontes.
Operação da PF contra associação criminosa de ataques hacker
Divulgação/PF
Segundo as investigações, as plataformas permitem que qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, contrate um ataque hacker no formado DDoS mediante pagamento.
Os serviços são hospedados em servidores de nuvem distribuídos em diversos países e utilizados por agentes em escala mundial.
➡️Nessa quarta-feira (2) a PF também fez uma operação contra criminosos acusados de usar o mesmo tipo de ataque para derrubar sites institucionais de parlamentares que se manifestaram a favor do projeto de lei que equipara aborto a homicídio. Relembre aqui.
Mandados de prisão
A PF cumpre quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão em endereços de São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Tubarão (SC).
Os alvos são administradores das plataformas ilegais e usuários que contrataram os serviços para realizar ataques contra sistemas de alta relevância.
As investigações contaram com cooperação policial internacional do FBI (Federal Bureau of Investigation), dos Estados Unidos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e interrupção ou perturbação de serviço telemático ou de informação de utilidade pública, previstos na legislação penal brasileira.
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